ZOOLOGIA IMAGENS SÃO ILUSTRATIVAS

É o ramo da Biologia dedicado ao estudo científico dos animais, abrangendo sua anatomia, fisiologia, evolução, comportamento, distribuição geográfica e ecologia, como suas interações com os ecossistemas pre-históricos. 


Archaeopteryx
Archaeopteryx

Archaeopteryx: enquanto grupo de dinossauros próximo das aves, podiam ser a chave para responder a esta questão. Procurando uma resposta escondida nos ossos, os investigadores verificaram que estes animais conseguiam fazer bater as asas, mas não como o fazem as aves modernas. Os comportamentos dos animais não ficam fossilizados como os ossos, mas compará-los com animais aparentados pode permitir perceber, por exemplo, que tipo de locomoção tinham, dinossauros cobertos de penas, descobertos há cerca de 150 anos, eram capazes de voa.

Balaeniceps Rex
Balaeniceps Rex

Balaeniceps rex, conhecido popularmente como bico-de-sapato, é uma ave africana de grande porte famosa por sua aparência pré-histórica, o que lhe rendeu o apelido de “último dinossauro vivo”. Com um bico enorme em forma de sapato e postura imponente, tornou-se um dos animais mais icônicos dos pântanos africanos. Nativa de áreas alagadas e pântanos no centro da África, como Sudão, Uganda e Zâmbia, essa espécie prefere ambientes tranquilos e ricos em peixes. O bico-de-sapato é um predador paciente, permanecendo imóvel por longos períodos e atacar com precisão.

Pterodáctilo
Pterodáctilo

Pterodáctilo: era uma espécie de pterosauro com capacidade de voar. É, entre esse grupo, a espécie mais famosa, Apesar de serem frequentemente incluídos na ordem dos Dinossauros, eles são classificados em sua própria ordem, a dos Pterossauros. Os dinossauros foram grandes animais que povoaram a Terra na Era Mesozóica. Na condição de maiores animais já registrados na história do planeta, suas diversas espécies reinaram não apenas na terra, mas também no ar. seu nome significa "dedo alado" era do grupo chamado de pterossaurosdesigna os répteis dotados da capacidade de voar. 

Tricerátops
Tricerátops

Tricerátops foi descoberto em 1888, em Denver, nos Estados Unidos. Esta espécie de dinossauro viveu no período Cretáceo, era Mesozóica,  aproximadamente há 66 milhões de anos na região a qual hoje América do Norte. Era um grande animal que chegava a pesar até cinco toneladas, possuindo até nove metros de comprimento 3,5 m de altura. Na linguagem científica recebeu o nome de Triceratops horridus . Esse animal apresentava uma estrutura corporal muito forte. Não bastasse o fato que viviam em bandos, o que os proporcionava segurança no combate a seus predadores.

Terópodes
Terópodes

Terópodes: pesavam em torno de 300 kg, e muitos os chamam, hoje em dia, de aves do terror, devido ao seu tamanho, pois podiam alcançar os 3 metros de altura, e o peso mencionado. Mas, no processo evolutivo, uns 20 ou 30 milhões de anos depois, eles já pesavam muito menos, fazendo com que o encolhimento acontecesse relativamente mais rápido. Com essa redução de peso e de dimensões, esses animais começaram a se inserir num novo nicho ecológico, no qual provavelmente tinham pouca concorrência, o que lhes permitiu um êxito de conquista e desenvolvimento.  

Deinosuchus
Deinosuchus

Deinosuchus é um animal extinto há milhares os crocodilos e jacarés modernos, e viveu entre 80 e 73 milhões de anos. Seu nome significa "crocodilo terrível. Medindo até 12 metros de comprimento, esse jacaré gigante tinha dentes grandes e afiados, capazes de matar e comer tartarugas marinhas,  peixes e até grandes dinossauros. Possuía mandíbulas extremamente fortes, capazes de esmagar ossos com facilidade os paleontólogos classificaram em três espécies conhecidas de Deinosuchus jacaréides, o amplo grupo que hoje inclui o jacaré americano o jacaré chinês. Focinho arredondado largo do Deinosuchus assemelhava aos jacarés.

Dinossauros
Dinossauros

Dinossauros durante a era Mesozoica, o nível dos oceanos voltou a subir, favorecendo o ressurgimento dos seres vivos. No período Triássico de 208 a 245 milhões de anos atrás, surgem os primeiros dinossauros, que a princípio eram carnívoros e predadores. O Herrerasaurus, um dos mais antigos dinossauros, viveu há aproximadamente 200 milhões de anos. A teoria mais aceita para explicar a extinção dos dinossauros é a que defende a queda de um asteroide na região do atual México, no período Cretáceo. O dragão de komodo e diversas espécies de crocodilos e lagartos também são parentes diretos de alguns tipos de dinossauros. As principais características dos dinossauros, tendo em conta que são répteis, são animais ovíparos, escamosa e temperatura variável. 

Tiranossauros Rex
Tiranossauros Rex

Tiranossauros Rex no decorrer do período Cretáceo de 66 a 144 milhões de anos atrás, pequenos dinossauros passaram a substituir os grandes herbívoros. Entretanto, isso não era motivo de calma, esta época também foi marcada pela existência de um dos maiores carnívoros que já existiu, o Tiranossauro Rex. Foi no final do período Cretáceo que houve a grande extinção supõe-se devido a queda de um meteoro dos seres vivos que habitavam a terra, inclusive os dinossauros. Era um dinossauro bípede de pernas fortes e braços curtos 1 metro aproximadamente. É carnívoro e muito feroz. Alimentava-se da carne de outros animais e dinossauros. Alguns paleontólogos defendem a ideia de que este dinossauro atacava, até mesmo, animais de sua espécie.

Aucassauro Lagarto de Auca Mahuevo
Aucassauro Lagarto de Auca Mahuevo

Aucassauro Lagarto de Auca Mahuevo é um terópode abelissaurídeo que viveu entre 85 e 80 milhões de anos atrás, da idade Santoniana à Campaniana do Cretáceo Superior, na Argentina. De médio porte, atingia 6,1 m de comprimento e 1,5 t. Era menor que seu parente carnotauro e evolutivamente mais derivado quanto a algumas características. Seus braços eram proporcionalmente mais longos que os do carnotauro, ainda assim, extremamente reduzidos. As mãos continham quatro metacarpos, porém só o segundo e o terceiro terminavam em dedos, pequenos e sem garras. O crânio era um pouco mais alongado e baixo que o carnotauro e, em vez de chifres, esse predador possuía um par de cristas discretas sobre os olhos. 

Carnossauro
Carnossauro

O Carnossauro é um termo usado para designar grupo de dinossauros terópodes carnívoros, viveram principalmente durante o período Jurássico e Cretáceo, predadores de grande porte, cabeça robusta, dentes afiados, braços relativamente curtos pernas fortes adaptadas para a locomoção. Esses dinossauros ocupavam o topo de cadeias alimentares e provavelmente caçavam outros dinossauros, aproveitavam carcaças. E ajuda a compreender a evolução dos predadores

Ceratossauro
Ceratossauro

O Ceratossauro (Ceratosaurus) foi um dinossauro carnívoro que viveu durante o Período Jurássico, há cerca de 153 a 148 milhões de anos, principalmente na região que hoje corresponde à América do Norte e Europa, cerca de 5 a 7m de comprimento, corpo robusto, dentes afiados e uma característica marcante um chifre sobre o focinho, sendo duas estruturas semelhantes a chifres acima dos olhos, era um predador que caçava pequenos e médios animais.

Therizinosaurus
Therizinosaurus

Therizinosaurus cheloniformis, Era o Freddy Krueger do final do período Cretáceo. Ele tinha garras de um metro de comprimento  ninguém encontrou sua cabeça ainda, mas os cientistas acreditam que ela se parecia com isso. Ah, e estima-se que ele tivesse cerca de 10 metros de comprimento, ou seja, quase do tamanho de um ônibus escolar. Um pequeno consolo: eles provavelmente eram herbívoros e usavam essas garras para rasgar a vegetação para se alimentar.

Estegossauros
Estegossauros

Estegossauros, subordem Stegosauria são um grupo de dinossauros ornitísquios que viveram de meados do Jurássico ao início do Cretáceo. Carregavam placas ósseas e espinhos ao longo das costas, desde o pescoço até a ponta da cauda, que se afixavam à pele. Muitos também tinham um par de espigões projetando-se dos ombros. Seus corpos pesados e fortes possuíam cabeças pequenas e pouco elevadas, sugerindo que sua dieta era composta por samambaias e outras plantas de pequeno porte. Os estegossauros devem ter consumido quantidades enormes de vegetais para sustentar sua grande massa. O crânio desses animais era longo, baixo e estreito, terminando em um bico delgado e sem dentes. Pequenos dentes molares se encontravam ao fundo da boca, que contava com bochechas carnudas. Os estegossauros apareceram primeiro no leste da Ásia

Raptor Velociraptor
Raptor Velociraptor

Raptor Velociraptor, é um gênero de dinossauro terópode viveu durante a parte final do Período Cretáceo. Originalmente descoberto, nomeado pelo paleontólogo Henry Fairfield Osborn em 1924, o Velociraptor se tornou um dos dinossauros mais conhecidos, em parte devido à sua representação na mídia popular, particularmente na série Jurassic Park. O velociraptor foi um dinossauro carnívoro e bípede que viveu no período Cretáceo entre 145,5 milhões e 65,5 milhões de anos atrás. O Velociraptor foi descoberto pela primeira vez no Deserto de Gobi durante uma expedição organizada pelo Museu Americano de História Natural em 1923. O Velociraptor foi descrito e nomeado no ano seguinte. Velociraptor significa o Ladrão muito Rápido. provavelmente foi um dos dinossauros mais inteligentes devido ao seu grande cérebro.

Spinosaurus
Spinosaurus

Spinosaurus, é conhecido como o mais longo de todos os dinossauros carnívoros, chegando a 15 metros no total. Porém era diferente de todos os outros carnívoros em vários aspectos, sendo um animal cujas patas traseiras eram proporcionalmente mais curtas que a média dos demais terópodes. Por isso talvez pudesse andar de forma quadrúpede quando queria e usava seu corpo compacto e longo para nadar nos rios africanos do final do Cretáceo em busca da sua presa principal, grandes peixes. Ele usava o focinho longo com capacidade de captação de impulsos elétricos das presas para identificar onde estava seu prato favorito e assim podia abocanhar os peixes com seus dentes cônicos adaptados estrategicamente perfeitos para agarrar perfeitamente os peixes.  

Brontossauro
Brontossauro

Brontossauro, significa "lagarto trovão", é um gênero de dinossauro saurópode que viveu há cerca de 150 milhões de anos, no período Jurássico Superior, na América do Norte. identificado como uma espécie distinta, o Brontosaurus foi descrito por Othniel Charles Marsh em 1879, mas por muito tempo foi considerado sinônimo do Apatosaurus sendo confusões taxonômicas. Estudos mais recentes, especialmente a partir de 2015, revalidaram o Brontosaurus como um gênero separado, com espécies como Brontosaurus excelsus e Brontosaurus parvus. A confusão entre Brontosaurus e Apatosaurus surgiu porque os primeiros esqueletos foram montados com ossos de diferentes espécies. Após décadas de debate, análises detalhadas de fósseis, incluindo diferenças nas vértebras e proporções, confirmaram o Brontosaurus como um gênero válido. Em resumo, o Brontossauro é um dinossauro saurópode emblemático, conhecido por seu tamanho impressionante, dieta herbívora e papel significativo tanto na paleontologia cultura popular o unicórnio siberiano Elasmotherium sibiricum, um rinoceronte gigante extinto, viveu na Eurásia  final do Mioceno ao Pleistoceno, até cerca de 39 mil anos atrás, coexistindo com humanos modernos.  Media aproximadamente 4,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e pesava até 4 toneladas. Seu chifre frontal, que podia atingir 1 metro ou mais, era formado por queratina, como nos rinocerontes modernos, inspirou lendas unicórnios. Era herbívoro, especializado em gramíneas duras e secas, com dentes molares de coroa alta, adaptados para pastagem, divergencias entre pesquisadores dos rinocerontes modernos como inoceronte-branco há cerca de 40 milhões de anos, da subfamília Elasmotheriinae. Essa separação genética indica que era um ramo distinto, mais próximo de rinocerontes primitivos os atuais. Habitava estepes e planícies, mudanças climáticas no final do Pleistoceno, como o aquecimento a redução de pastagens, limitaram sua dieta, contribuindo para sua extinção. A caça pelos humanos pode ter desempenhado um papel. Fósseis tinham  pernas longas, sugerindo capacidade para correr que rinocerontes modernos robustos.

Triceratops
Triceratops

Triceratops, cujo nome significa "rosto com três chifres", é um dinossauro ceratopsídeo que viveu há cerca de 68-66 milhões de anos, no final do período Cretáceo, na América do Norte, principalmente na região da Formação Hell Creek Tamanho: Média cerca de 7-9 metros de comprimento, pesava 6 e 12 toneladas. Anatomia: Possuía um grande folho ósseo na cabeça, três chifres faciais (um no nariz e dois acima dos olhos), e um bico robusto. Seu corpo era robusto, com quatro patas fortes. Dieta: Herbívoro, alimentava-se de plantas baixas, como samambaias e arbustos, usando seu bico para cortar vegetação.  Ambiente: Habitava planícies aluviais e florestas, em áreas que hoje são o oeste dos Estados Unidos e Canadá, vivia em pequenos grupos ou manadas, o que ajudava na proteção contra predadores como o *Tyrannosaurus rex*. Os chifres e o folho podem ter sido usados para defesa, exibição ou regulação térmica, embora seu uso exato seja debatido.

- Sua estrutura robusta sugere que podia enfrentar predadores ou rivais, possivelmente usando os chifres em combates.

O Triceratops é um dos dinossauros mais reconhecíveis, frequentemente retratado em filmes como *Jurassic Park* e em exposições de museus. Sua aparência distinta, com chifres e folho, o torna um ícone da paleontologia

- Duas espécies principais são reconhecidas: *Triceratops horridus* e *Triceratops prorsus*, com diferenças sutis no crânio e chifres.

- Estudos recentes sugerem que o *Torosaurus* pode ser uma forma madura do *Triceratops*, mas isso ainda é debatido.

- Fósseis de Triceratops, incluindo crânios completos, são abundantes na Formação Hell Creek, fornecendo amplo material para estudo. Em resumo, o Triceratops é um dinossauro herbívoro icônico, conhecido por seus três chifres e folho ósseo, que viveu no final do Cretáceo e é amplamente estudado e admirado por sua aparência única e papel ecológico.

Anquilossauro
Anquilossauro

Anquilossauro (Ankylosaurus magniventris), cujo nome significa "lagarto fundido", é um dinossauro anquilossaurídeo que viveu há cerca de 68-66 milhões de anos, no final do período Cretáceo, na América do Norte, especialmente na região da Formação Hell Creek. Tamanho: Media cerca de 6-8 metros de comprimento e pesava entre 4 e 8 toneladas. Anatomia: Possuía um corpo baixo e largo, coberto por placas ósseas (osteodermos) e espinhos. Sua característica mais marcante era a clava óssea na ponta da cauda, usada como arma. Tinha um crânio largo com um bico curto. Dieta: Herbívoro, alimentava-se de plantas baixas, como samambaias e arbustos, usando dentes pequenos bico robusto para moer vegetação. Ambiente: Habitava planícies aluviais e florestas, em áreas que hoje correspondem ao oeste dos Estados Unidos e Canadá. Sua armadura e clava caudal sugerem que era bem protegido contra predadores, como o Tyrannosaurus rex. A clava podia desferir golpes poderosos, capazes de quebrar ossos. Era um animal solitário ou vivia em pequenos grupos, movendo-se lentamente devido ao seu peso e estrutura. O crânio baixo indica que se alimentava de vegetação rasteira, possivelmente cavando com o bico, frequentemente retratado em mídias como Jurassic Park e documentários, sendo reconhecido por sua aparência de "tanque vivo" devido à armadura e clava. É um dos dinossauros mais emblemáticos entre os anquilossaurídeos. Fósseis de Anquilossauro são raros, com poucos esqueletos completos encontrados, mas placas ósseas e fragmentos cranianos são relativamente comuns. A espécie Ankylosaurus magniventris é a mais conhecida, mas o gênero é representado por poucos espécimes bem preservados. Estudos sugerem que sua armadura podia servir tanto para defesa quanto para exibição ou regulação térmica. Em resumo, o Anquilossauro é um dinossauro herbívoro blindado, conhecido por sua armadura óssea e clava caudal, que o tornavam uma fortaleza ambulante contra predadores no final do Cretáceo. Sua aparência única o faz um ícone na paleontologia e cultura popular.

Giganotosauro
Giganotosauro

O Giganotossauro (Giganotosaurus carolinii) foi um dos maiores dinossauros carnívoros conhecidos. Viveu no período Cretáceo Superior, há aproximadamente 98 milhões de anos, na região que hoje corresponde à Argentina. Podia alcançar cerca de 12 a 13 m de comprimento, com uma cabeça grande, mandíbulas poderosas e dentes afiados. Era um predador terrestre de grande porte e provavelmente caçava grandes dinossauros herbívoros, como os saurópodes. E seus fósseis são importantes para compreender a diversidade dos enormes terópodes que habitaram a América do Sul. Apesar de seu tamanho, não foi o maior carnívoro.

Yutyrannus Huali
Yutyrannus Huali

Yutyrannus huali foi um grande dinossauro carnívoro que viveu durante o Cretáceo Inferior, há aproximadamente 125 milhões de anos, onde hoje fica a China. Podia atingir cerca de 9 metros de comprimento e pesar aproximadamente 1,4 tonelada. Sua principal característica era a presença de penas, evidenciadas por fósseis excepcionalmente preservados. Isso faz do Yutyrannus tido um dos maiores dinossauros conhecidos com evidências diretas de cobertura semelhante a penas. Era um predador muito poderoso, provavelmente capaz de caçar varios outros dinossauros, a descoberta ajudou a mostrar que grandes terópodes podiam ter penas.

Acrocanthosaurus
Acrocanthosaurus

Acrocanthosaurus foi um grande carnívoro que viveu no Período Cretáceo Inferior, há aproximadamente 115 a 105 milhões de anos, em regiões que hoje correspondem aos Estados Unidos. Podia atingir de 11 a 12 m de comprimento e pesar várias toneladas. Sua característica mais marcante era a presença de espinhos vertebrais muito alongados, que formavam uma espécie de crista ou elevação ao longo do pescoço, dorso e cauda. Era um predador poderoso, com mandíbulas fortes e dentes afiados, provavelmente capaz de caçar grandes dinossauros herbívoros. O Acrocanthosaurus é considerado um dos maiores predadores terrestres no período.

Unicórnio Siberiano (Elasmotherium sibiricum), um rinoceronte gigante extinto, viveu na Eurásia do final do Mioceno ao Pleistoceno, até cerca de 39 mil anos atrás, coexistindo com humanos modernos. Media aproximadamente cerca de 4,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e pesava até 4 toneladas. Seu chifre frontal, que podia atingir 1 metro ou mais, era formado por queratina, como nos rinocerontes modernos, e inspirou lendas de unicórnios. Era herbívoro, especializado em gramíneas duras e secas, com dentes molares de coroa alta, adaptados para pastagem em estepes abertas. Elasmotherium divergiu dos rinocerontes modernos (como o rinoceronte-branco) há cerca de 40 milhões de anos atraz, pertence à subfamília Elasmotheriinae. Essa separação genética indica que era ramo distinto, mais próximo de rinocerontes primitivos do que os atuais. 

Diprotodonte ou Diprotodon
Diprotodonte ou Diprotodon

Diprotodonte ou Diprotodon, maior marsupial conhecido, viveu na Austrália de 1,6 milhão a cerca de 46 mil anos atrás, durante o Pleistoceno. Com até 3 metros de comprimento, 2 metros de altura e 2,8 toneladas, lembrava um wombat gigante, mas com proporções robustas. Seus fósseis revelam dentes incisivos proeminentes, semelhantes aos de roedores, usados para cortar vegetação. Como herbívoro, habitava savanas, florestas e nas áreas abertas, consumindo gramíneas, folhas e arbustos, possivelmente com uma dieta variada adaptada a diferentes ambientes fósseis, encontradas em sítios como Queensland e Nova Gales do Sul, indicam que o diprotodonte tinha um crânio grande, mandíbulas fortes e membros robustos, sugerindo um animal lento, mas capaz de se deslocar por vastas áreas. 

Cão-Lobo ou Cánido
Cão-Lobo ou Cánido

Cão-Lobo ou cánido gigante gênero Canis, como o Canis dirus, conhecido como lobo terrível sendo um grande predador da família Canidae, possivelmente o lobo terrível, como um dos maiores cánidos conhecidos.  O lobo terrível (Canis dirus) foi um predador extinto que viveu nas Américas durante o Pleistoceno, entre 250 mil e cerca de 10 mil anos atrás. Media cerca de 1,5 metro de comprimento, com até 80 cm de altura no ombro e pesava até 80 kg. Carnívoro, caçava grandes presas como bisões, cavalos e até mamutes jovens, em matilhas, semelhante aos lobos modernos. Seus dentes eram robustos, com uma mordida mais forte que a do lobo cinzento, adaptada para esmagar ossos.  Fósseis, como os encontrados em La Brea Tar Pits, na Califórnia, mostram que era comum em planícies e savanas. 

Purussaurus brasiliensis
Purussaurus brasiliensis

O Purussaurus brasiliensis foi um enorme jacaré pré-histórico que viveu na Amazônia há cerca de 8 milhões de anos, durante o Mioceno. Seus fósseis revelam um dos maiores crocodilianos já vistos e conhecidos, podendo ultrapassar 10 m de comprimento, sendo um dos principais predadores dos antigos rios sul-americanos.

Xenorinotério
Xenorinotério

Xenorinotério "Xenorhinotherium bahiense"   mamífero pré-histórico que era exclusivo da América do Sul que viveu durante o periodo Pleistoceno, até cerca de 10 mil anos atrás. Tinha focinho alongado e era herbívoro, alimentando-se de folhas e frutos. Seus fósseis ajudam os cientistas a compreender a diversidade sul-americana da Era do Gelo.

Staurikosaurus pricei
Staurikosaurus pricei

O Staurikosaurus pricei foi um dos primeiros dinossauros conhecidos da Terra, vivendo há cerca de 233 milhões de anos, no período Triássico. viviam na Formação Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Brasil. Era um dinossauro carnívoro, bípede e ágil, com 2 m de comprimento, caçava pequenos animais. Foi fundamental na origem evolutiva inicial dos importantes da paleontologia brasileira.

Texugo do Mel
Texugo do Mel

O texugo-do-mel (Mellivora capensis) é um pequeno mamífero conhecido por sua coragem, força e resistência. Que vive principalmente na África, mas também é encontrado em partes da Ásia e do Oriente Médio. Alimenta-se de insetos, pequenos animais, frutas, raízes e, especialmente, mel e larvas de abelhas. Possui pele grossa e resistente, garras fortes e grande capacidade de defesa. É um animal solitário e bastante adaptável, famoso por enfrentar predadores maiores quando se sente ameaçado reagindo de forma surprendente.

Okapi
Okapi

O okapi (Okapia johnstoni) é um mamífero herbívoro da família Giraffidae, sendo o parente vivo mais próximo da girafa. Apesar de seu corpo lembrar o de um cavalo e suas pernas apresentarem listras semelhantes às de uma zebra, o okapi possui características próprias e uma aparência bastante singular.  Ele vive principalmente nas florestas tropicais densas da República Democrática do Congo, especialmente na região da Floresta de Ituri. Prefere áreas com vegetação abundante, onde encontra folhas, brotos, frutos e samambaias  para se alimentar.

Dragão de Comodo
Dragão de Comodo

Dragão-de-Komodo Varanus komodoensis é o maior lagarto do mundo, podendo atingir cerca de 3 metros de comprimento e pesar mais de 70 kg. É encontrado principalmente em algumas ilhas da Indonésia, como Komodo, Rinca e Flores. É um predador poderoso, alimentando-se de cervos, javalis e outros animais. Possui excelente olfato, dentes afiados e uma mordida capaz de causar graves ferimentos. A espécie é considerada vulnerável à extinção devido à perda de habitat, mudanças ambientais e redução de presas.

ORNITOLOGIA

É o ramo da Zoologia dedicado ao estudo científico das aves, abrangendo sua anatomia, fisiologia, ecologia, comportamento, evolução e distribuição geográfica. 

Pássaros Tico-Tico
Pássaros Tico-Tico

O Tico-Tico é uma ave muito adaptativa, vista em locais urbanos e também rurais, muita das vezes pode ser confundido com os pardais. Sua alimentação é bem simples, composta por sementes, brotos, frutas, insetos besouros, formigas, grilos, cupins alados e larvas. E costuma frequentar comedouros com sementes e quirera de milho e é bem socializável com as pessoas, ou seja, não se afugenta com a presença humana. Esta ave aparece em todas regiões do Brasil, exceto em áreas da floresta amazônica. Apesar de ser mesmo uma ave extremamente comum na América latina.

Galo da Serra
Galo da Serra

Galo-da-Serra (Rupicola rupicola) possui uma plumagem marcante, de coloração  vermelho alaranjada, o que o destaca na paisagem amazônica. Algo peculiar que envolve a ave é que ela recebeu esse nome devido a crista que cobre toda a cabeça e chega a cobrir o bico. Mede cerca de 28 cm, é considerada ave símbolo do Estado de Roraima. Com um jeito excêntrico, o galo-da-serra possui um vínculo com a história da colonização, época de Alexandre Rodrigues do Grão-Pará, Rio Negro e Mato Grosso, e que durante a sua passagem pela Amazônia registrou em desenho o galo-da-serra.

Canário Amarelo
Canário Amarelo

O Canário é uma ave originária das Ilhas Canárias, na costa africana. Acredita-se que o pássaro chegou ao Brasil junto dos portugueses, na época da colonização. Entre as espécies conhecidas, os tipos canário-belga são alguns exemplos das mais dóceis e ótimas companhias para a casa. De maneira geral, uma das características mais marcantes dos canários é o canto suave. Foi isso que conquistou muitas famílias nobres europeias, tornando-os conhecidos quando chegaram às terras brasileiras, canário-belga amarelo é mais comum no Brasil. Do bico até a cauda, a ave mede 15 cm.

Corrupião
Corrupião

O corrupião (Icterus jamacaii) é uma ave brasileira da família Icteridae, conhecida por sua plumagem alaranjada e preta, muito vibrante. Mede aproximadamente entre 23 a 25 cm de comprimento e possui um bico fino e levemente curvado. Vive principalmente no Nordeste do Brasil, especialmente em áreas de Caatinga, Cerrado e regiões semiáridas, mas também pode ser encontrado em áreas urbanas com árvores e vegetação. Alimenta-se de frutas, sementes, néctar e insetos, podendo consumir até pequenos animais. O corrupião destaca-se pelo canto melodioso e bastante alto costuma viver em grupos. 

Coleirinho
Coleirinho

O coleirinho (Sporophila caerulescens) é uma pequena ave da família Thraupidae, também conhecida como papa-arroz. Mede cerca de 11 a 12 cm e o macho apresenta plumagem cinza, preta e branca, com um característico colar na garganta. As fêmeas são predominantemente pardas. Sendo de grande parte do Brasil, podendo viver em áreas urbanas,  campos abertos e capinzais e alimenta-se de sementes, especialmente arroz e milho. Sua reprodução ocorre entre outubro e fevereiro. O ninho é feito com fibras vegetais em árvores e arbustos, e a fêmea pode colocar até dois ovos.

Pássaro-Preto
Pássaro-Preto

O pássaro-preto (Gnorimopsar chopi) é uma ave da família Icteridae, conhecida por sua plumagem inteiramente negra e pelo canto marcante. Mede aproximadamente 21,5 a 25,5 cm e pesa entre 70 e 90 gramas. É encontrado em grande parte do Brasil, com exceção da região Amazônica, além de ocorrer em países como Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. Habita pastagens, buritizais, pinheirais, pantanos, barrancos e regiões com árvores. Alimenta-se de insetos, aranhas, frutos e sementes, incluindo o coco maduro do buriti. Para reproduzir-se, utiliza  até ninhos abandonados, ocos de árvores, troncos, cupinzeiros, barrancos 

Periquito-Rei
Periquito-Rei

O periquito-rei (Eupsittula aurea) é uma pequena ave da família Psittacidae, muito comum em diversas regiões do Brasil. Possui plumagem predomina a cor verde, cabeça alaranjada e uma faixa azulada na região da testa, características que ajudam e facilitam sua identificação. Vive em cerrados, campos, bordas de florestas, áreas rurais e ambientes urbanos. Alimenta-se principalmente de sementes, frutos, flores e brotos, podendo também visitar plantações em busca de alimento.  uma ave sociável e barulhenta, frequentemente observada em casais ou pequenos bandos. Faz seus ninhos em cavidades de árvores, aproveitando também buracos em barrancos e outras estruturas. Ele desempenha um papel importante na natureza na dispersão de sementes.

Pica-Pau-Verde-Barrado
Pica-Pau-Verde-Barrado

O pica-pau-verde-barrado (Colaptes melanochloros) é uma ave da família Picidae, que mede cerca de 28 cm de comprimento. Sua plumagem esverdeada apresenta barras escuras, enquanto a cabeça possui uma combinação característica de cores verde, vermelho, preto e branco. Nos machos, destaca-se ainda um pequeno bigode vermelho próximo ao bico. Vive em campos, florestas, cerrados e áreas urbanas ou suburbanas que possuam árvores grandes. Alimenta-se principalmente de insetos, como formigas, larvas e besouros, encontrados nos troncos e na vegetação, podendo consumir frutas e sementes ocasionalmente.  É conhecido por perfurar troncos de árvores e pelo forte som produzido ao bater o bico na madeira ocorre desde o Norte ao Sul.

Pintassilgo-da-Venezuela
Pintassilgo-da-Venezuela

Pintassilgo-da-Venezuela (Spinus cucullatus) é um pequeno pássaro conhecido por sua plumagem colorida e canto melodioso. Mede cerca de 12 a 13 cm e possui bico cônico, adaptado principalmente para se alimentar de sementes. Os machos apresentam cores mais intensas, enquanto as fêmeas possuem tonalidades mais suaves. A espécie habita savanas, campos, bordas de florestas e outras áreas abertas ou semiabertas, sendo nativa principalmente da Venezuela e ocorrendo também em pequenas áreas da Colômbia. E sua alimentação é baseada principalmente em sementes e grãos, podendo incluir frutos e insetos. Entre suas principais ameaças estão o tráfico ilegal de aves, a perda de habitat causada pela expansão agrícola e a urbanização.

Saíra-Sete-Cores
Saíra-Sete-Cores

Saíra-sete-cores: esaí-sete-cores, saíra-de-bando são os nomes comuns deste passeriforme família Thraupidae. Seu nome científico, Tangara seledon, significa tangará em tupi dançarino, em razão das acrobacias que faz durante seu forrageamento, e seledon céladon, em francês, verde claro. Seu complexo padrão de coloração é marcado por diversas tonalidades: turquesa, verde-amarelo, preto, azul violeta, amarelo-alaranjado, azul turquesa, verde oliva e verde-claro. Machos possuem plumagem mais complexa e brilhante. Eles se alimentam primariamente insetos de sementes de  frutos pequenos.

Andorinhas-Azuis
Andorinhas-Azuis

Andorinhas-azuis: migram todos os anos de uma região para outra. Elas se reproduzem nos Estados Unidos e no Canadá e, quando o verão termina por lá, voam para o hemisfério sul, em busca de abrigo e calor, gostam de se abrigar em encostas, ocos, cavernas e até casas abandonadas. O Brasil é um dos destinos dessas aves viajantes, que chegam aqui em setembro às vezes um pouco antes ou um pouco depois e ficam até os primeiros meses do ano seguinte. Quando nosso verão chega ao fim, é hora de levantar voo e retornar para o norte, onde a primavera recomeça.

Canário-da-Terra
Canário-da-Terra

Canário-da-terra: cientificamente conhecido como Sicalis flaveola, é uma espécie de ave que recebe diversos nomes populares, tais como canário-da-horta, canário-da-telha em Santa Catarina, canário-do-campo, chapinha em Minas Gerais, canário-do-chão na Bahia, canário-do-reino no Ceará, coroinha, cabeça-de-fogo e canarinho. O canário-da-terra é uma ave silvestre da América do Sul uma subespécie mais comum é a Sicalis flaveola brasiliensis, presente em diversos estados. Vivem em bordas de matas, campos, áreas de cerrado e arredores de propriedades.

Sabiá-Laranjeira
Sabiá-Laranjeira

Sabiá-Laranjeira: Ave símbolo do estado de São Paulo, e também considerada ave símbolo do Brasil apesar de contestarem alegando a ararajuba como a representante brasileira, o sabiá-laranjeira, também muito conhecido como sabiá-cavalo, sabiá-ponga, piranga, ponga, sabiá-coca, sabiá-de-barriga-vermelha, sabiá-gongá, sabiá-laranja, sabiá-piranga, sabiá-poca, sabiá-amarelo, sabiá-vermelho e sabiá-de-peito-roxo, nutrição compõe de insetos, larvas, minhocas e frutas maduras, incluindo frutas cultivadas como o mamão, a laranja e o abacate. Mede 20 a 25 cm, macho pesa 70 gramas a fêmea, 80 .

Azulão
Azulão

Azulão: Cyanocompsa brissonii, é uma ave passeriforme da família Fringillidae, que mede em torno de 15 cm de comprimento. O azulão é uma ave territorial, por isso não é possível vê-los em bandos. Além disso, o macho possui penas totalmente azul escura quando adulto, com a fronte, sobrancelhas e coberteiras superiores das asas azuis-brilhantes. Por outro lado, a fêmea e os filhotes são marrons-pardos. O azulão é nativa do Brasil, e pode ser encontrados do nordeste até o Rio Grande do Sul, pode ser encontrados em países da América Latina.

Pintassilgo
Pintassilgo

Pintassilgo: Spinus magellanica, é uma ave passeriforme perencente a família Fringillidae e também conhecido por pintassilgo-mineiro, pintassilgo-de-cabeça-preta, pintassilva, o pintassilgo não pode ser confundido com o pintagol, que é uma ave híbrida mistura de canário com pintassilgo. O pintassilgo é uma ave nativa da América do Sul encontrada em quase todas as regiões do Brasil, com exceção da Região Amazônica. O pintassilgo possuem 12 subespécies sendo atualmente reconhecidas, são muito semelhantes entre si, dificultando o reconhecimento no campo. 

Ararinha-Azul
Ararinha-Azul

Ararinha-Azul: é uma ave completamente azul da família dos psitacídeos, como as araras azuis, os papagaios, periquitos, entre outros. É uma espécie endêmica do nordeste brasileiro, ou seja, somente encontrada nessa região. É considerada extinta na natureza. Há poucos animais em cativeiro mas com os hábitos não são os mesmos do animal no ambiente natural, os cientistas consideram a espécie pode desaparecer completamente em pouco tempo, existem cerca de 80 animais vivendo em cativeiro no Brasil e exterior. Comem sementes de pinhão, frutos do juazeiro, além de outros típicos do seu habitat. Os animais de cativeiro são alimentados com ração que é usada para as aves da mesma família. 

Ararajuba
Ararajuba

Ararajuba: é uma ave sociável, que reúne dezenas de indivíduos em seus bandos. Neles, cada um tem sua função. Ao contrário de muitas aves, a espécie permanece em grupos até no período reprodutivo, de modo que a cria fica sob cuidado não só dos pais, mas do bando todo. Além de chocar os ovos, o grupo cuida dos filhotes até eles se tornarem adultos. no período reprodutivo, as ararajubas procuram as árvores mais altas para construírem seus ninhos em formato de câmara profunda, bem longe dos predadores. As fêmeas põem de dois a três ovos, que são chocados por até 30 dias. A ave tem 34 centímetros e aproximadamente 255 gramas. A dieta das amarelinhas é composta por sementes, frutos oleosos, frutas e flores. 

Beija-Flor
Beija-Flor

Beija-Flor: pequenos e coloridos, que pertencem à família Trochilidae. Eles são encontrados em todo o mundo, mas são mais comuns nas Américas. Os primeiros fósseis de beija-flores datam do período Eoceno, há cerca de 50 milhões de anos. Eles se originaram na América do Sul e, posteriormente, se espalharam para outras partes do mundo. Os beija-flores são aves pequenas, com um comprimento médio de 10 a 15 centímetros. Eles têm um bico longo e fino, que é usado para sugar o néctar das flores, conhecidos por suas cores vibrantes. As cores de suas penas variam de acordo com a espécie, e podem ser azuis, verdes, vermelhas, amarelas e laranjas se alimentam, de néctar de flores. 

Cacatua Rosa
Cacatua Rosa

Cacatua Rosa: originalmente estes pássaros viviam na Austrália e Tasmânia, mas também se podiam encontrar nas Filipinas e Indonésia. No entanto, no século 17 a primeira catatua chegou à Europa pelas mãos de exploradores neerlandeses que viajaram nessa zona do globo. Conhecida em alguns países como Cacatuta, ela é uma ave divertida, curiosa, inteligente e que se adapta bem em casa. Plumas abundantes, penacho notável indica o humor do pássaro, possui porte majestoso, quando criada em cativeiro, precisa de espaço  para ter vida saudável.

Faisão
Faisão

Faisões: originários de países asiáticos, se alastrou por todo o mundo. No decorrer do tempo, vem sofrendo mudanças, pelo seu cruzamento com outras espécies de aves. O faisão é uma espécie de ave que tem a sua origem da Ásia, sendo considerada uma das aves favoritas na caça. Contudo, no decorrer do tempo e da evolução da gastronomia, esse setor de restaurantes percebeu a importância de incluir essa ave nas receitas gastronômicas para restaurantes. Hoje, o faisão é muito popular em diversos locais.   

Papagaio Maracanã
Papagaio Maracanã

Papagaio Maracanã: é uma ave psitaciforme da família Psittacidae. Conhecida pelos nomes de arara-pequena, ararinha, maracanã-verdadeira, mulata-maracanã e papagaio-de-cara-branca. Essa espécie é classificada como vulnerável a extinção CITES-I, ou seja, se medidas não forem tomadas essa espécie pode entrar em processo de extinção. Presente na região Sudeste e Centro-Oeste, no Nordeste ocorre nos estados do Maranhão, Pernambuco, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia; encontrada no Paraguai e na Argentina.

Tucanos
Tucanos

Tucanos: são aves encontrados por quase todo o Brasil. Por aqui existem mais de 20 espécies dessas lindas aves. O bico gigante do tucano é leve porque é cheio de ar por dentro, funcionando como um osso esponjoso. Essas aves são reconhecidas por seus pés zigomáticos. Ou seja, a segunda e a terceira falange são apontadas para a frente, enquanto a primeira e a quarta são apontadas para trás. Detalhe sobre eles é a glândula uropigial bipartida que elimina o óleo que impermeabiliza as penas pretas, amarela, branca, vermelha e castanha. 

Coruja Branca
Coruja Branca

Coruja Branca: é uma ave noturna e de rapina, que faz voos silenciosos e pios característicos. As corujas, de modo geral, todas são muito parecidas, o que inclui, obviamente, a coruja branca. Elas possuem cabeças grandes, rostos acatados, bicos aquilinos e grandes olhos. Contam, também, com asas curtas, garras afiadas e assas compridas. Com efeito, a espécie tem excelentes sentidos auditivos e visuais. A despeito de não movimentar muito os seus olhos, gira todo o seu pescoço a fim.

Araras
Araras

Araras: são animais que se destacam pela beleza, tamanho e comportamento. Essa ave está atualmente ameaçada de extinção devido à caça, ao comércio clandestino e à degradação em seu habitat natural por conta do desmatamento. A presença da arara-azul é um importante indicador de saúde ambiental. A conservação do Pantanal passa pela sua proteção, essa bela ave que encanta a todos com sua cor vibrante e som alegre e barulhento vem sofrendo com a destruição dos habitas e com a captura ilegal para tráfico de animais silvestres e quase desapareceu das matas, pertencem à ordem Psittaciformes, é a maior ave desse grupo.

Ave Guará
Ave Guará

O guará (Eudocimus ruber) é uma ave brasileira conhecida por sua plumagem vermelha intensa, uma das mais coloridas da fauna do país. Vive principalmente em manguezais, áreas costeiras, estuários e regiões alagadas do norte e nordeste da América do Sul. Sua alimentação inclui caranguejos, pequenos crustáceos, insetos, moluscos e outros animais aquáticos. A coloração vermelha de suas penas está relacionada à alimentação, especialmente ao consumo de crustáceos ricos em carotenoides. O guará costuma viver em bandos e construir seus ninhos em árvores próximas a áreas alagadas. É uma espécie importante para os ecossistemas costeiros e também um símbolo da riqueza e beleza da fauna brasileira.

O japu (Psarocolius decumanus) é uma ave passeriforme da família Icteridae, encontrada em grande parte da América do Sul. Sendo conhecido por sua plumagem predominante preta e amarela, além do bico claro e da longa cauda. Vive principalmente em florestas, bordas de matas, áreas abertas e regiões próximas a rios. Alimenta-se de frutas, sementes, néctar, insetos e pequenos animais. Uma característica marcante do japu é seu ninho pendente, feito com fibras vegetais e geralmente construído em árvores altas. Costuma viver em grupos e possui vocalização variada. Ao consumir frutos, também contribui para a dispersão de sementes, desempenhando um muito papel importante no equilíbrio das florestas.

Araçari-de-Bico-Riscado
Araçari-de-Bico-Riscado

O araçari-de-bico-riscado é uma ave da família Ramphastidae, grupo que inclui tucanos e outros araçaris. Mede entre 33 a 35 cm de comprimento e destaca-se pelo bico colorido com marcas escuras, além da plumagem verde, com áreas amarelas e vermelhas.  Vive principalmente em florestas da região amazônica, incluindo matas de terra firme, várzeas, florestas secundárias e matas de galeria. Sua alimentação é composta principalmente por frutas, mas também pode incluir insetos e outros pequenos invertebrados. a sua reprodução, utiliza cavidades de árvores para fazer o ninho, e o cuidado com os ovos e filhotes é realizado pelo casal. É uma espécie muito importante para o equilíbrio das florestas, especialmente por participar da dispersão de sementes ao consumir frutos.

Maçarico-Real
Maçarico-Real

O maçarico-realave limícola conhecida por suas pernas longas, bico comprido e curvado para baixo. Vive principalmente em áreas úmidas, como praias, estuários, manguezais, lagoas e margens de rios.  Alimenta-se de vermes, pequenos crustáceos, moluscos, insetos e outros invertebrados, que captura no solo ou na lama usando seu longo bico. Algumas espécies realizam grandes migrações, viajando entre áreas de reprodução e regiões onde encontram alimento. O maçarico-real desempenha é importante nos ecossistemas aquáticos, pois ajuda a controlar a proliferação de populações de pequenos invertebrados, como indicador da qualidade e conservação das áreas úmidas.

Murucututu-de-Barriga-Amarela
Murucututu-de-Barriga-Amarela

O murucututu-de-barriga-amarela (Pulsatrix koeniswaldiana) é uma grande coruja da família Strigidae, encontrada principalmente na Mata Atlântica, desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul, além de áreas do Paraguai e da Argentina. Possui dorso escuro, peito amarelado, máscara facial escura com sobrancelhas brancas e grandes olhos adaptados à visão noturna. É uma ave de hábitos noturnos, geralmente encontrada em florestas úmidas, onde caça de foirma silencio. Sua alimentação é variado e inclui insetos, aranhas, répteis, anfíbios, aves e, principalmente, roedores e outros pequenos mamíferos. Seu canto é forte e profundo e serve de comunicação, defesa do território. 

 

João-Grande
João-Grande

.O joão-grande (Ciconia maguari) é uma grande ave pernalta da família Ciconiidae, encontrada principalmente em áreas úmidas da América do Sul, incluindo o Brasil. Possui pernas longas, pescoço comprido, bico robusto e plumagem predominantemente branca e preta. Habita banhados, campos alagados, lagoas, margens de rios e outras áreas pantanosas. Alimenta-se de peixes, rãs, insetos, pequenos répteis e outros animais aquáticos e captura em águas rasas.  O joão-grande costuma viver solitário ou em pequenos grupos e constrói seus ninhos em árvores ou outras estruturas próximas às áreas alagadas. É uma espécie importante dos ambientes úmidos, ajudando a controlar populações de pequenos animais.

Pavão Verde
Pavão Verde

Pavão Verde: prefere viver em árvores. À tarde, sobe numa árvore, de galho em galho, até o topo, onde passa a noite. Desce ao amanhecer. Se ameaçado, foge. Só voa depois de correr por uma certa distância. Seu vôo é ruidoso e desajeitado. O pavão, de um modo geral, é uma ave muito dócil, facilmente adaptável e que pode viver, segundo relatos, até cinqüenta anos. Afeiçoa-se a seu tratador, e, por isso, pode ser mantido solto. Os machos, na época de acasalamento, demarcam seu território através de brigas onde usam as fortes asas e a espora, mas é raro ver uma disputa sangrenta. Normalmente, pode-se criar pavões em viveiros coletivos, misturando-se vários machos às fêmeas. Um macho pode cobrir até 3 fêmeas por vez. Uma quantidade maior que essa não é nada recomendada, portanto podendo diminuir a porcentagem de nascimentos. Macho pavão tem pescoço azul, com longas penas na cauda. A fêmea pavoa, tem pescoço tom verde, com resto das penas cinza.

Pavões Cameos
Pavões Cameos

Pavões Cameos: possuem as penas em uma variação de cores entre preto, cinza e branco. Muitas vezes essa espécie se mistura com os pavões bronzes, mas há uma clara diferença na intensidade da coloração. Essa ave é natural das regiões do Vietnã no sudeste da Ásia. Muitas vezes essa espécie se misturan pavões bronzes, há uma clara diferença na  coloração. 

Pavão Branco
Pavão Branco

Pavão Branco: são uma das aves mais encantadoras do planeta e, é uma cena espetacular quando um pavão exibe suas penas de formato único e cores vivas. Se existe um pássaro que tem o direito de exibir sua vaidade, sem dúvida, é o majestoso pavão. Os pavões são pássaros nativos da Índia, mas os britânicos espalharam o pavão na América e na Europa quando eles governaram a Índia. Mas existe um tipo particularmente raro de pavão que pode fazer um espetáculo sem nenhuma semelhança na plumagem verde-azulada brilhante a aparência de um pavão-branco é a mesma do seu colega azul, mas todo o seu corpo e as penas da cauda são de um branco impecável. e de uma grandiosidade e permanece assim mesmo, pois ninguém consegue desviar o olhar quando o pavão-branco decide exibir suas penas brilhantes. A cor deles faria a maioria das pessoas pensar que eles são albinos, mas isso está bem longe da verdade é versão do pavão-indiano, sofreu mutação genética leucismo.

Pavão Opal
Pavão Opal

Pavão Opal: tem surgimento dessa espécie advém da mutação de um gene durante a reprodução de pavões da cor azul. Para que surja um animal desse tipo é necessário que as aves mães apresentem o gene recessivo que gera a mutação nas cores. O pavão Opal prateado é produzido através do cruzamento de um pavão opal com um pavão do tipo arlequim. 

Pavão Real
Pavão Real

Pavão Real, também conhecido comoPavão Azul, Indiano ou Comum, é originário do Subcontinente indiano. Apresenta grande dimorfismo sexual. Nos machos, a cabeça, o pescoço, a parte anterior do peito e o início do manto têm cor azul viva e metálica. Na cabeça, apresentam máscara facial branca e negra e uma crista com forma muito característica e marginada de azul. O manto tem cor verde-metálica, tal como a parte posterior do peito e o abdómen. As asas são estriadas de bege e castanho-escuro, as penas secundárias são negras e as penas primárias têm cor alaranjada. As penas supra-caudais de cor viva verde-metálica apresentam longas barbas e ocelos de cor azul e bronze e são estas 100 a 150 penas que formam a conhecida cauda do pavão macho. Por debaixo destas penas, de cor castanho-escura existem penas rígidas, que suportam as longas supra-caudais durante a exibição nupcial. Assim, a cauda mede 40 a 45 cm, nos machos, e 32 a 38 cm, nas fêmeas.

Pavão Arlequim
Pavão Arlequim

Pavão Arlequim: é um animal bastante exótico, que resultou do cruzamento entre o Pavão Branco com o Pavão Azul-Real ou Verde. O Pavão Arlequim pode ser Azul ou Verde, dependendo do resultado do cruzamento. Ele acontece quando a fêmea ou o macho são verdes e cruzam com uma fêmea ou macho branco. Então, podemos ter essas variações diferentes, são ambas muito belas.

Cisnes
Cisnes

Cisnes: sempre foram uma representação da beleza e do amor eterno. Dizem que este animal tem apenas um parceiro ao longo de sua vida e é fiel até a morte. Hoje, vamos conhecer o seu dia a dia e muito mais sobre ele. O Cisne Negro é uma ave com origem na Austrália, onde existe grandes quantidades. A plumagem é negra com as pontas das rémiges brancas, embora pouco visíveis. O bico é vermelho com a extremidade branca. O animal adulto pode pesar até 9 kg. Ao contrário de muitas outras aves aquáticas, os cisnes negros não têm hábitos migratórios e passam a sua vida no local onde nasceram. Esta ave demonstra preferência por lagos. Ao nadar, usa o pescoço para procurar vegetação aquática com profundidade até um metro. Aninha-se em colónias, na época das chuvas, fazendo ninhos próximos, em pequenas ilhas, perto dos lagos. Uma vez acasalados, os cisnes permanecem juntos toda a vida.

Patos
Patos

Patos: são aves com hábitos aquáticos, porém, também conseguem andar na terra. São animais que podem ser encontrados em grande parte do mundo, sendo que algumas das espécies de patos costumam emigrar de um território para outro. Ou seja, é capaz de voar por longas distâncias para aproveitar as mais diferentes estações do ano nas diferentes regiões a procura de locais com maior disponibilidade de alimento. Ademais, os patos fazem parte da família Anatidae. Também fazem parte da família dos patos, o ganso, o cisne e marrecos. São animais onívoros, cuja alimentação é à base de vegetais, plantas aquáticas, gramíneas, animais aquáticos invertebrados, pequenos peixes, girinos, grãos e sementes. 

Flamingos
Flamingos

Flamingos: Ave que atrai muitos olhares, de patas longas e de linda cor. Os flamingos medem cerca de 1 metro de comprimento e seu peso pode chegar até 2,3 Kg. O jovem da espécie possui uma cor acinzentada, bem diferente do indivíduo adulto que possui um rosa exuberante, que nas pontas das asas e nas juntas das patas possuem um rosa mais escuro. Grandes pernaltas, dentre as mais pitorescas aves do mundo. Sua silhueta em voo assemelha-se à de uma cruz; enfileiram-se em linha oblíqua ou em formação cuneiforme, sendo o cabeça do bando substituído por outro a curto intervalo. Voam as vezes a grandes alturas. São altamente gregários.

Pato Real
Pato Real

Pato-real: anas platyrhynchos é uma ave que habita áreas temperadas e sub-tropicais da América do Norte, Europa e Ásia. A espécie tem forte dimorfismo sexual, tendo os machos uma cabeça de cor verde iridescente e asas e barriga cinzenta, enquanto que as fêmeas têm uma plumagem castanha salpicada e penas com um tom verde meio azulado É espécie antecessora da grande maioria dos patos domesticados atuais. Sendo uma espécie migratória, frequenta também as regiões da América Central. Dentro dos vertebrados terrestres, o grupo das aves é o que apresenta maior número de espécies. As cerca de 10.000 espécies de aves que habitam atualmente o nosso planeta demonstram uma capacidade de adaptação ambiental fascinante, marcando presença em praticamente todos os ecossistemas terrestres. Muitas espécies de aves toleram satisfatoriamente a presença humana e é considerável diversidade de espécies que consegue viver em ambiente urbano. Omnívoro e oportunista; material animal e vegetal em suspensão na água antes da postura as fêmeas aumentam o teor de matéria animal na sua dieta. Abriga-se em Ninhos geralmente no chão, mas também em buracos de árvores perto de água. É a espécie que deu origem ao pato doméstico; a coloração entre géneros é tão diferente que inicialmente foram descritos como espécies diferentes.

Marreco
Marreco

Marreco: é uma graciosa ave aquática, que pode ser facilmente confundida com patos e gansos, mas algumas possuem suas próprias características e curiosidades. A seguir, saiba tudo sobre esse bichinho bastante simpático e excelente nadador. Marreco é uma ave aquática de pequeno porte, bastante conhecida e popular no Brasil. Embora ainda que carregue em suas características e particularidades, querquedula costuma ser confundido com os patos comuns. Ambos pertencem à mesma família, Anatidae, que são aves capazes de flutuar sobre a água e até mesmo mergulhar, já que possuem membranas natatórias entre os dedos das patas. 

Pelicano
Pelicano

Pelicano: Apresentam bico longo, pescoço curvado e plumagem branca. O bico longo possui uma espécie de 'bolsa' na parte inferior que funciona como uma concha na hora da caça, cauda curta e asas grandes, pescoço e pernas longos. O pelicano mergulha o bico no lago à procura do seu alimento, e quando o retira, fica cheio de água e de peixes. 

Pato-Mandarim ou Marreco-Mandarim
Pato-Mandarim ou Marreco-Mandarim

Pato-mandarim ou marreco-mandarim: como também é conhecido de origem asiática, é uma ave aquática diferente de tudo aquilo que já vimos. Ele acompanha múltiplas cores, sendo considerado uma espécie majestosa, a qual encanta os nossos olhos. Podemos dizer que é praticamente impossível olhar para esse animal e não ficar surpreso com a sua beleza. De porte pequeno e médio, os patos-mandarim atingem até 49 centímetros e vivem em países como Japão, China e Rússia. Apesar de não estar ameaçado de extinção, o pato-mandarim é uma espécie bastante querida e atrai a atenção do governo chinês, que cuida carinhosamente para que essa espécie não desapareça. Conheça abaixo as principais características dos patos-mandarim. O pato-mandarim é mundialmente conhecido por sua plumagem multicolorida. Essa característica, entretanto, é predomina os machos, que usam essa beleza e coloração para atrais as fêmeas durante o período de acasalamento. Curiosidade interessante sobre esse animal é que existe um padrão de desenho e cores que diferem o macho da fêmea. No caso dos machos, eles costumam ter o peito roxo, asas marrons, pescoço laranja, além de bico vermelho e pernas amareladas. Já as fêmeas possuem cores mais discretas e escuras, além de possuírem bico preto. 

Gansos
Gansos

Gansos: são parentes próximos dos patos e dos cisnes. Mesmo sendo criados para consumo, essa ave pode ser domesticada e proteger a casa. Ao todo existem 40 variedades de gansos espalhados pelo mundo. Eles podem ter suas penas nas cores pretas, brancas e até mesmo cinzas. Essas aves também nadam super bem, mas preferem permanecer em terra firme. Além disso, elas gostam de viver em bandos, então é normal encontrar vários por aí. A origem dos gansos é muito antiga. É possível perceber isso ao observar os desenhos de pirâmides egípcias que datam de 4.000 a 3.000 a.C. Essas aves aquáticas são animais de cabeça pequena, pescoço longo, cauda curta e corpo mais robusto. 

Tuiuiú
Tuiuiú

Tuiuiú: Espécie de grande porte, com cerca de 115 cm de comprimento e 260 cm de envergadura. Possui corpo robusto, bico grosso e afilado na ponta, pescoço preto e parte do papo vermelha, esta dotada de notável elasticidade. A cor predominante das penas no indivíduo adulto é branca. esta espécie de ave apresentou uma distribuição restrita às várzeas com campo em regeneração espontânea. É considerada rara, pois seu registro total de ocorrência foi de apenas duas vezes. Espécie diurna e aquática, encontrada em pares ou bandos.

Abetarda Gigante
Abetarda Gigante

Abetarda-gigante (Ardeotis kori) é uma ave da família dos Otididae que pertence ao gênero dos Ardeotis, nativa da África. Esta espécie, como a maioria das abetardas, é uma ave terrestre e um onívoro oportunista. Abetarda-gigantes machos, que podem ser duas vezes mais pesadas que a fêmea, tentam cruzar com o maior número possível de fêmeas e depois não participam da criação dos filhotes. A cabeça é grande e as pernas são relativamente longas. O olho é amarelo pálido, enquanto o bico é de cor chifre esverdeado e relativamente longo, reto e bastante achatado na base. Os pés têm três dedos voltados para a frente.

Harpiá
Harpiá

As harpias são aves de rapina enormes, empatadas como as maiores águias do mundo com a águia-marinha-de-steller e a águia-das-filipinas. Elas são encontradas em habitats de floresta tropical em grande parte da América do Sul e Central. Do alto das árvores, caçam preguiças, macacos, cutias, cobras e muito mais, às vezes capturando suas presas no ar, em pleno voo. São capazes de caçar presas de até 10 kg. As harpias têm tido grande importância para diversos grupos indígenas em toda a sua área de distribuição. Para alguns, as harpias são a personificação dos chefes tribais. Alguns grupos de tribos indígenas costumavam manter harpias vivas 

Jacupemba, É uma ave relativamente comum, típica de florestas tropicais e subtropicais, podendo ser encontrada em uma diversidade de ambientes, como bordas de florestas densas, capoeiras, e matas ralas. No Cerrado, encontra-se nas matas de galeria, matas secas, cerradões e outras formações savânicas. Herbívoro, se alimenta principalmente de frutos, como o  Murici, do Palmito Juçara, ou os das famílias Myrtaceae, Rubiaceae e Solanaceae, além de sementes, flores, folhas e brotos. Mede entre 55 e 70 cm. Possui uma porção de pele nua flácida na garganta, de cor vermelho, olho vermelho, a cabeça escura.

Águia-Negra-Africana
Águia-Negra-Africana

Águia-negra-africana: também conhecida por águia-preta, Aquila verreauxii é uma grande ave de rapina. Ela vive em regiões acidentadas ou montanhosas da África Austral e Oriental que se estende também para o Chade, e muito localmente na Ásia Ocidental. O nome recorda o naturalista francês Jules Verreaux, que visitou a África do Sul no início do século XVIII. Apesar do nome, a Águia Negra Africana não é totalmente negra: tem tons de cinza, branco e amarelo pelo corpo. Alimenta-se de pequenos animais, como roedores e pássaros; usando suas garras para matar as presas. É rápida e veloz.

Quero-quero seu nome popular é de origem onomatopéica, pois é repetido várias vezes durante o dia ou à noite, para a defesa do território. Esta espécie possui, em cada asa, um esporão vermelho, recoberto pela plumagem; quando em atitude de defesa ou ataque os esporões tornam-se bem evidentes. NinhosS folhas secas, geralmente de gramíneas, são depositadas numa rasa depressão no solo e em local seco. Os 2 a 4 ovos, pardo-amarelados e verdes com desenhos pretos, camuflam-se com o substrato. Os ovos são incubados pela fêmea. Quando nascem os filhotes, nidífugos, a fêmea alimenta-os durante alguns dias e o macho ocasionalmente o faz. Durante a incubação e cuidado com os filhotes o macho torna-se agressivo, executando vôos rasantes sobre o intruso que se aproxima como frma de intimidação. Nesta espécie pode ocorrer poligamia, quando um macho reúne 2 fêmeas põem seus ovos num mesmo ninho.

Falcão Peregrino
Falcão Peregrino

Falcão Peregrino: Falco peregrinus é uma ave de rapina diurna de médio porte que pode ser encontrada em todos os continentes exceto na Antártida. Considerada a ave mais rapida do mundo. conhecido como gavião-peregrino, gavião-chorão, gavião-de-chuva, coã-do-campo, coã-cinzento. O falcão-peregrino é muito sensível ao envenenamento com inseticidas organoclorados como o DDT, com os quais entra em contacto através da gordura de suas presas que provocam enfraquecimento da casca de seus ovos e esterilidade. O DDT afetou as populações residentes na Europa ocidental e América do Norte.

Áquia Dourada
Áquia Dourada

Áquia Dourada: é uma ave de rapina diurna de grande porte, de coloração geral castanho-escura, que apresenta penugem amarelada na cabeça, na nuca e na borda interior das asas. Na cauda apresenta uma banda acinzentada bastante larga. As partes inferiores são ligeiramente mais claras que as superiores. Tem os tarsos amarelos, largos, muito fortes e emplumados até à base dos dedos. As garras e as unhas são também muito fortes e compridas. Os olhos amarelados ou castanhos. Apresenta a plumagem de adulto ao sexto ano de vida. Até lá, tem manchas brancas nas coberturas alares inferiores e, por vezes, nas superiores, bem como uma coloração esbranquiçada na banda da cauda. 

Condor Andino
Condor Andino

Condor andino: é uma ave necrófaga, ou seja, se alimenta exclusivamente de carniça animais mortos. Uma vez localizado o cadáver, ele não desce imediatamente para comer, mas sobrevoa ou pousa em algum lugar pode observá-lo com clareza. Um ou dois dias podem passar antes de finalmente se aproximar. Um condor pode comer cerca de 5 kg de carne por dia e podem também jejuar até cinco semanas, condores selvagens habitam grandes territórios, e é comum viajarem por mais de 200 km por dia em busca de carniça. Se alimentam das maiores carcaças disponíveis, o que pode incluir lhamas, alpacas, guanacos, emas, veados e tatus. Também invadem os ninhos de pássaros menores para se alimentar de ovos. Em áreas rurais, se contentam com animais de qualquer espécie.  

Coruja Buraqueira
Coruja Buraqueira

Coruja Buraqueira vive em buracos cavados no solo, daí o nome buraqueira. Essas aves têm a boa visão como principal característica. Enxergam até cem vezes mais do que o ser humano. Além disso, possuem uma ótima audição. De porte pequeno, a Coruja buraqueira possui uma cabeça redonda, tem sobrancelhas brancas, olhos amarelos, e pernas longas. O macho é ligeiramente maior e mais claro do que a fêmea. Durante o dia, esta espécie toma sol em galhos de arvores ou cochila em seu ninho. A época da reprodução começa entre março e abril. A fêmea põe em média de 6 a 11 ovos e a incubação dura de 28 a 30 dias, sendo executada somente pela fêmea. Quando os filhotes nascem, a responsabilidade da cria é dos machos a coruja-buraqueira, que chega a viver mais de 25 anos em seu habitat natural.

Águia Real
Águia Real

Águia-real: Aquila chrysaetos é uma das maiores e mais vorazes aves de rapina, com asas que têm mais de 2m de envergadura. De origem europeia, habita em grande parte do Hemisfério Norte: toda a Europa, Ásia, Norte da África e grande parte da América do Norte. É uma espécie essencialmente rochosa, que quase sempre instala os seus ninhos em falésias rochosas, embora por vezes também nidifique em árvores. Sua dieta é muito variada, incluindo uma grande variedade de mamíferos, pássaros e até répteis, além mesmo at´é de carniças.

Carcará
Carcará

Carcará: caracara plancus ficou conhecido como um dos símbolos do sertão nordestino, mas a bem da verdade este animal é um dos versáteis do mundo. É que ele pode ser encontrado em diferentes regiões e climas, podendo viver em ambientes muito frios, como na Argentina, passando por territórios áridos, como o Nordeste brasileiro, chegando a ser encontrado também no cerrado, à beira-mar, em borda de matas e em centros urbanos. Nas Américas, além da Argentina, ele é visto também no sul dos Estados Unidos. No Brasil, esta ave ocorre em quase todo território, tendo maior população no Sudeste e no Nordeste do país, incluindo no Parque Dois Irmãos, no Recife, onde o carcará pode ser encontrado em vida livre na Mata do equipamento. Com frequência, os visitantes do Parque podem vê-los sobrevoando as copas das árvores.

Gavião
Gavião

Gavião comum, é Accipiter nisus e pertence à ordem das aves falconiforme da família accipitriforme, desse pássaro é majestoso. Os espécimes desta pequena ave de rapina podem ser encontrados desde a Península Ibérica até o Vietnã e o Japão, passando pelo norte da África. É muito utilizado pelos adeptos da falcoaria, é considerado difícil de treinar. Na história, algumas culturas antigas, como a grega, a egípcia e a germânica, consideravam o gavião um animal sagrado. A eles foram atribuídos certos "poderes" por suas qualidades e voo. Enfim, já que é considerada uma ave em risco de extinção, agora veremos suas características e comportamento para identificá-la e protegê-la melhor, na fase adulto apresenta grande dimorfismo, isto é, diferenças anatômicas de acordo com o sexo e a fêmea é maior que o macho. 

A coruja-das-torres
A coruja-das-torres

A coruja-das-torres ( Tyto alba ), com seu característico rosto em forma de coração, é encontrada em todos os continentes, exceto na Antártida. A espécie de coruja mais difundida, a coruja-das-torres caça à noite à campo aberto. Quando nidificando, as corujas armazenam ratos-do-campo, camundongos, e outros pequenos mamíferos para alimentar seus filhotes. As corujas-das-torres têm uma audição excepcional e penas macias que camuflam a aproximação, para capturem suas presas

Coruja-malhada
Coruja-malhada

Coruja-malhada habitante do sul do México, da América Central e da América do Sul, ou coruja-de-óculos da especie (ulsatrix perspicillata) prefere viver em florestas tropicais densas e antigas. Esta coruja verdadeira, de movimentos rápidos e não migratória, alimenta-se de pequenos mamíferos noturnos. Batizada devido à sua aparência, que apresenta marcas brancas ao redor dos olhos amarelos que lembram óculos, esta coruja consegue se camuflar facilmente na folhagem tropical.

Coruja-orelhuda
Coruja-orelhuda

Coruja-orelhuda (Asio otus) encontrada na América do Norte, Europa e Ásia,  costuma habitar ninhos abandonados de aves de tamanho semelhante, como gaviões, corvos ou pegas. A dieta dessas corujas de porte médio consiste de pequenos mamíferos que encontram em áreas abertas. Após um período de acasalamento envolve exibições aéreas e vocalizações para atração dos machos, a maioria das corujas-orelhudas forma pares monogâmicos.

Pomba Goura
Pomba Goura

A Pomba-goura é conhecida por diferentes nomes, depende da região e do contexto científico. Entre eles, destacam-se Pomba-coroada-de-vitória, Goura victoria, gura-ocidental e simplesmente goura, nome que faz referência ao gênero ao qual pertence (Goura cristata). Além disso, o nome mais popular, "pomba-goura", acaba sendo o mais usado no cotidiano devido à aparência singular da ave, que combina características típicas dos pombos sendo independente da nomenclatura de cada região.

Coruja Gavião-do-Norte
Coruja Gavião-do-Norte

Coruja-gavião-do-norte no inverno. Essa espécie de coruja é encontrada nas latitudes setentrionais da América do Norte e da Eurásia, ocasionalmente migrando para o sul no inverno, assim como a coruja-das-neves. A coruja-gavião-do-norte é uma das poucas espécies de coruja diurnas, caçando pequenos roedores e aves durante o dia mas outras corujas dormem profundamente. Devido ao seu habitat remoto e à baixa densidade populacional, os cientistas sabem pouco sobre elas/eles.

Coruja Oriental
Coruja Oriental

A coruja-baía-oriental ( Phodilus badius ) é uma coruja noturna encontrada em todo o Sudeste Asiático. Seu habitat preferido são florestas densas de folha perene próximas a corpos d'água. Subespécie da coruja-das-torres, a coruja-baía-oriental é uma coruja baia . Ela é semelhante em aparência, mas menor que corujas-das-torres típicas. Utiliza buracos em árvores e tocos para se empoleirar e fazer ninho, e caça presas empoleiradas em galhos de árvores e escondidas da vista das presas.

Juriti Pupu
Juriti Pupu

A Juriti-pupu, ou simplesmente juriti, é uma ave  da família Columbidae. E conhecida também como pu-pu no Rio Grande do Sul.  O  nome científico significa: Leptotila do grego lepto esbelto, delgado, fino, magro; e ptilon plumagem ref. formato das rêmiges primárias externas do gênero e de verreauxi. Tem 29 cm os de comprimento e pesa entre 160 e 215 gramas. Sua plumagem é marrom, com peito claro, cabeça cinzenta com alguns reflexos metálicos na nuca e no alto dorso, e coloração azulada nos olhos.

Pomba Nicobar
Pomba Nicobar

Conhecida como Pomba Nicobar, é uma espécie da família columbídeos. Encontrada principalmente nas Ilhas Nicobar, Ilhas Palau, nas Ilhas da Sonda, Filipinas, Ilhas Molucas, nas Nova Guiné, no Arquipélago de Bismarck e Ilhas Salomão. Alimenta-se de sementes, frutas, caracóis e outros invertebrados. Medem cerca de 41cm e tem como característica marcante as longas penas do pescoço. Adaptam-se ao habitat brasileiro e podem ser criadas como animais de estimação em casas e apartementos.

Pombo-comum
Pombo-comum

Pombos- Comuns ou  urbanos originários da Europa, norte da África, Oriente Médio e Ásia. Foram introduzidos no Brasil no século XVI, como animais de estimação e aves domésticas. Adaptaram-se bem às cidades em razão da disponibilidade de alimentos e abrigos. Vivem em grupos e reproduzem-se aproximadamente cinco vezes ao ano. Cada ninhada tem um ou dois ovos. Estes, em pouco mais de quinze dias, dão origem aos filhotes, que permanecem no ninho por um mês podem viver até por 5 anos.

Cardeal-do-nordeste
Cardeal-do-nordeste

Cardeal-do-nordeste (Paroaria dominicana) ave Passeriformes da família Thraupidae. É conhecido também como galo-da-campina, cabeça-de-fita e ou cabeça-vermelha. Em Pernambuco, galo-de-campina. Mede cerca de 17,2cm. Plumagem de cabeça vermelha, curta e ereta, sobretudo na nuca do macho. Partes superiores cinzentas exceto o dorso anterior que é composto de penas negras no ápice e brancas na base, o que dá ao conjunto um aspecto escamoso de negro e branco. Dorso posterior e coberteiras superiores das asas manchadas de negro; maxila anegrada, mandíbula cinzento-clara. Pássaro de extraordinária beleza física. Não há dimorfismo sexual. O jovem apresenta as partes superiores pardo-anegradas e garganta ferrugínea.

Rolinha
Rolinha

Rolinha, é uma ave columbiforme da família Columbidae. Historicamente sendo uma das primeiras espécies brasileiras a se adaptar ao meio urbano, ainda é a espécie nativa mais comum em boa parte das grandes cidades brasileiras. Sendo conhecida como rolinha-barreirinha, rola-cabocla, rola-caldo-de-feijão, rolinha-caldo-de-feijão Paraíba e Ceará), sangue-de-boi (Piauí), icuí-peão, rola, pomba-rola, rolinha-grande, rola-roxa, rola-sangue-de-boi (Pernambuco e Bahia), rolinha-comum, rolinha-vermelha, rolinha-juruti e pomba-café. Em várias áreas do Nordeste Brasil, o nome "rolinha-vermelha" é usado tanto para se referir a Columbina talpacoti e à fêmea da pararu-azul Claravis pretiosa e, portanto, sugere-se que este nome popular seja evitado.

Cardeal-do-Norte
Cardeal-do-Norte

Cardeal-do-Norte (Cardinalis cardinalis) é uma ave passeriforme da família encontrada no América do Norte.  é monogâmico, mas estudos de impressão digital de DNA revelam paternidade extraparental em 9 a 35% dos filhotes. Ambos os sexos cuidam das ninhadas, mas os machos podem contribuir com mais alimentos. As taxas de predação são altas em ninhos e ovos, e apenas 15 a 37% dos ninhos produzidos filhotes a remoção de ovos pelas fêmeas do pássaro-de-cabeça-castanha pode ter um impacto negativo maior da concorrência de filhotes de icterídeo. De modo geral, essa espécie tem recebido muita atenção das pesquisas é regularmente amostrada em pesquisas de infecção viral transmitida por mosquitos em aves passeriformes

Galinhas d'Angola
Galinhas d'Angola

Galinhas d'Angola: aves extremamente ativos, vivendo em bandos e nidificando no solo. Mesmo depois de tanto tempo sendo considerada um animal domesticado, espécie Numida meleagris a galinha da angola ainda apresenta traços dos seus hábitos selvagens são aves interessantes cheias de curiosidades. Por exemplo, elas são muito conhecidas por serem excelentes caçadoras de insetos e outros pequenos animais, o que as torna uma opção natural de controle de pragas em jardins e hortas. Além disso, as Galinhas d'Angola são aves muito sociáveis e comunicativas, que se comunicam entre si por meio de sons e gestos. São conhecidas por serem corajosas e protetoras, excelente opção para proteger aves dom´ésticas de possíveis predadores.  

Saracura
Saracura

Saracura: ave com aproximadamente 34 á 37 cm de comprimento e peso de 540 gramas. Apresenta plumagem ligeiramente amarronzada na coroa e nas laterais da cabeça, sendo os lores e a região auricular cinzas. Já a nuca, a porção posterior do pescoço e o flanco superior do peito possuem coloração acastanhada, a qual se torna gradualmente marrom-olivácea ao atingir o manto e as costas. As coberteiras e as costas são verde-olivácea; a área do uropígio é marrom; o queixo e garganta são esbranquiçados; e o crisso é preto. A íris e o anel periocular são vermelhos, o bico é verde amarelado e os pés são rosa avermelhados. Os indivíduos imaturos são escuros, com os olhos, bico e pernas são pretos. Possuem uma alimentação bastante variada, sendo composta por invertebrados, frutos, folhas, pequenos mamíferos e, principalmente, anfíbios e sua desovas. No período reprodutivo, as pernas e os olhos dos indivíduos adquirem tons mais avermelhados. Além disso, o casal constrói o ninho bem escondido entre as folhas das árvores, sendo que a fêmea coloca de cinco a seis ovos e incuba-os por cerca de 20 dias. A saracura-do-mato possui uma certa semelhança com outras espécies de seu gênero Aramides e pode ser visualmente confundida com outras três espécies a saracura-três-potes Aramides cajaneus, a saracura-do-mangue Aramides mangle e saracuruçu Aramides ypecaha. A diferença visual nas quatro espécies é a extensão acinzentadas cor de telha no corpo dessas aves.

Garça Real
Garça Real

Garça Real: uma ave ciconiiforme da família Ardeidae, que se alimenta na água. Distribui-se por toda a Europa, África à exceção do Sahara e Ásia central e do sul, habitando zonas húmidas interiores, ou costeiras, sendo mais abundante em estuários e lagoas costeiras. Em Portugal ocorre de norte a sul, do litoral como albufeiras ou zonas estuarinas e ao interior como pauis ou barragens. O pescoço é longo, o bico é direito, forte e em forma de punhal com tonalidade amarela acinzentada, ficando laranja durante a época de reprodução. As patas são amarelas acinzentadas, com uma envergadura que pode ser superior 1,5m. Pode atingir 84 à 102 cm de comprimento. Esta espécie pode viver até aos 25 anos. Uma das suas maiores características é o facto de retrair o pescoço durante o voo. É uma ave migrante, em Portugal é mais comum ocorrer durante o inverno. 

Ema
Ema

Ema: uma das aves que predomina o cerrado Brasileiro, os adultos medem entre 1,27 e 1,40 metro sendo assim as maiores aves do Brasil. Os machos se diferenciam das fêmeas por possuírem a região anterior do peito e o pescoço negros. Curiosidade: No período de reprodução o macho forma um harem de 5 à 6 fêmeas e após o acasalamento ele é responsável por procurar e preparar o local onde os ovos serão colocados e a partir dai ele também é o responsável por chocar e cuidar dos filhotes. A ema é um animal de nativo da América do Sul, sendo encontrada aqui, no Brasil, Argentina, etc. Prefere florestas, com regiões secas para viver. Tem uma expectativa de vida de 10 a 20 anos. 

Inhambu-guaçu
Inhambu-guaçu

Inhambu-guaçu: Crypturellus obsoletus é uma ave tinamiformes da família Tinamidae, conhecido também como inhambu-açu. O inhambuguaçu mede entre 28 a 32 cm de comprimento, tendo uma plumagem marrom acinzentada na cabeça e um corpo em tom avermelhado, a fêmea tem o tamanho um maior que o macho. Seu nome científico significa pequeno Crypturus liso ou pequena ave comum com cauda escondida. Alimenta-se de sementes e insetos. Eles têm um corpo roliço asas curtas e arredondadas; e uma cabeça pequena. A ave nidifica entre os meses de setembro a dezembro, colocando de 2 a 3 ovos rosa púrpura que são incubados durante 19 dias pelo macho. O pássaro é encontrado vivendo em pares ou solitário em sub-bosques, matas primárias em trechos de matas secundárias. Ave arisca e pouco vista, é encontrada na vegetação densa e no sub-bosque. Ninho é construído no solo e coberto por folhas secas. Procura alimento no solo, remexendo as folhas e bicando as presas.

Narceja
Narceja

Narceja: gallinago paraguaiae é uma limícola, origem da família Escolopácida, conhecida popularmente de agachada, agachadeira, atim, batuíra, berrumeira, bico-de-ferro, bico-rasteiro, bicudo, corta-vento, maçarico-d'água, maçarico-d'água-doce, minjolinho, A narceja é uma ave que possui o tamanho médio, como o bico muito longo e coloração marrom geral, além disso, esta ave tem cerca de 25 cm de comprimento, e possui um enorme bico é uma das características mais notáveis da narceja. contudo, como quase todas as limícolas, possui patas relativamente compridas, embora este aspecto nem sempre seja evidente, porque mantém-se muito tempo agachada. A narceja é uma espécie sul-americana, caradriiforme, da família dos escolopacídeos. Ela mede cerca de 30 cm de comprimento, possuindo bico longo e reto, dorso escuro com faixas amareladas. No Inverno frequenta uma grande diversidade de zonas húmidas. É particularmente abundante em pauis, campos de cultivo e pastagens alagadas, arrozais, nas margens de lagoas costeiras, nas beiras de valas ou em açudes com margens não muito fechadas. É relativamente fácil de encontrar em áreas ricas e terrenos alagados,

Seriema
Seriema

Seriema: ave, típica do Cerrado brasileiro, pode chegar até 90 centímetros de comprimento da ponta do bico até o fim da cauda e pesar em média 1,4 kg, Símbolo do Parque Estadual do Juquery, tem no canto a sua principal característica. O canto da Seriema é o mais conhecido do Cerrado, podendo ser ouvido a mais de um quilômetro de distância. No campo, ouvir o canto da Seriema é chuva na certa. A seriema Cariama cristata, possui cauda longa, plumagem inza-amarelada, com riscos finos escuros, um pouco mais claras na região do abdômen, bicos e pernas vermelhas. Os machos têm por característica um tom mais escuro de cinza, enquanto as fêmeas são um pouco mais amareladas. A crista é formada por um tufo de penas, com cerca de 10 cm, além de ser uma das poucas aves com pestanas. É conhecida também como seriema-de-pé-vermelho.

Peru
Peru

Peru: tem origem na América do Norte, em um habitat selvagem. Além disso, ela é capaz de alçar altos voos. Diferentemente do que pensamos, nessa região, o peru não é visto como animal doméstico. Além disso, é comum ter o consumo da ave durante as ceias de Natal e Ano Novo. Mesmo assim, o peru foi domesticado há mais de 200 anos por mexicanos e conta com várias espécies. Similar ao faisão e ao pavão, o peru, assim como o pavão, levanta e abre as plumas da cauda para cortejar a fêmea. Geralmente, como acabamos de contar, o peru abre as asas e também cantam para cortejar a fêmea. Com o acasalamento, a fêmea é capaz de gerar de oito a quinze ovos. 

Mutum-unicórnio
Mutum-unicórnio

Mutum-unicórnio pauxi unicornis conhecido como bitichí, piuri , mutum-de-crista-pedra e pilisto. Esta espécie é nativa da América do Sul, e pode ser encontrada no nordeste da Colômbia e noroeste da Venezuela. é uma espécie de ave galiforme da família dos Cracidae, existe nas florestas montanhosas úmidas das encostas orientais dos Andes, endêmica da Bolívia, vive entre 400 e 1200m acima do nível do mar. Mede 85 a 90 cm de comprimento, na cabeça há uma protuberância (crista) vertical azul-acinzentada, na cera e na parte mais frontal da cabeça, que se assemelha a um chifre. A plumagem dos machos é preta e brilhante, sendo a ponta da cauda branca, bico e pernas são vermelhos. Solitário, cauteloso e tímido, sendo difícil de enxergar e detectá-lo quando não canta ou se movimenta. Os mutuns, junto com, os jacus, estão entre as aves importantes, por serem, fonte de proteína para os indígenas tradicionais.

Kiwi-de-okarito
Kiwi-de-okarito

Kiwi-de-okarito: Apteryx rowi, conhecido como kiwi-marrom-de-okarito, é uma espécie de ave da família Apterygidae endêmica da Nova Zelândia. Descrito oficialmente em 2003, o kiwi-de-okarito é uma das espécies de kiwi mais raras e ameaçadas, com uma população limitada em áreas específicas e enfrentando significativas ameaças para sua sobrevivência. A distribuição geográfica do kiwi-de-Okarito é bastante restrita, sendo encontrado predominantemente na floresta de Ōkārito, localizada na costa oeste da Ilha Sul da Nova Zelândia. Pequenas populações foram introduzidas nas ilhas Mana, Blumine e Motuara, todas livres de predadores. Recentemente, novas populações foram estabelecidas na cordilheira Omoeroa e sinais de presença foram detectados na floresta Ballyhooly Bush. O kiwi-de-okarito é uma ave grande, de coloração marrom-acinzentada com estrias marrons e, frequentemente, manchas brancas no rosto. Possui um bico longo e claro, pernas curtas e claras, e garras afiadas. Não voa e é noturno, sendo mais ouvido do que visto. A vocalização do macho é um assobio agudo ascendente, enquanto a fêmea emite um grito gutural. Eles são territoriais e usam suas garras em confrontos com outros membros da espécie. Os esforços de conservação a sobrtevivência deles.

Galo Onagadori
Galo Onagadori

Galo Onagadori: Esta é uma raça milenar do Japão, criada originalmente para habitar os pátios dos palácios imperiais. O termo japonês Onagadori traduz-se como galo de cauda longa refletindo sua característica marcante de possuir uma cauda que pode medir mais de 1,5 m, havendo registros de exemplares com impressionantes 12 m de comprimento. No Japão, reconhecem-se três colorações distintas: branca com peito preto, vermelha com peito preto e completamente branca. Possui uma única crista vermelha serrilhada, além de patas e lóbulos da orelha na cor branca. É famosa pela beleza de suas cores, alimenta-se de peixes línguado-branco, batráquios rã-verde, sapo-alcandarês, répteis, pequenos mamíferos, insetos, moluscos terrestres e aquáticos lagostim de patas brancas, caranguejo peludo chinês, lagostim vermelho, Louisiana, e caranguejo violinista.

Avestruz
Avestruz

Avestruz: é uma ave de grande porte que se destaca por ser a maior ave do planeta. Incapaz de voar, ela se locomove de maneira bastante rápida no solo, sendo capaz de atingir até 70 km/h. A avestruz é uma ave típica da África e atualmente é criada em várias regiões do planeta, sendo possível encontrar criações desse animal até mesmo no Brasil. As avestruzes apresentam dimorfismo sexual, com machos maiores, pretos e com a ponta das asas branca e fêmeas menores e de coloração acinzentada. São animais onívoros que se alimentam de plantas e pequenos animais, como insetos e lagartixas. Essas aves botam cerca de 60 ovos por ano, e o período 

Albatroz
Albatroz

Albatroz. Na verdade, esse nome é dado para vinte e duas espécies de aves com características muito semelhantes. Elas não gostam muito do ser humano; por isso, interagem pouco com as pessoas. Ele é considerado uma das maiores aves voadoras do mundo, com uma envergadura que pode chegar a 3,5 m no albatroz gigante. Ficou curioso? Continue a leitura para saber mais sobre os albatrozes! Das vinte e duas espécies de albatroz, dez podem ser vistas em território brasileiro. Isso não significa que elas só fiquem no país: na verdade, essa ave migratória costuma ter filhotes em ilhas distantes do Hemisfério Sul e na Antártida.

Casuar
Casuar

Casuar mantém uma morfologia especial. A pouca evolução que a espécie sofreu ao longo de milhares de anos permite observar características de aves pré-históricas, até mais próximas dos dinossauros. Suas asas atrofiadas, e ainda com suas penas pouco desenvolvidas, suas unhas em forma de garras, é a combinação de tudo isso que os tornam aves muito especiais, e destaca o Garrucho. Com três dedos que transformam suas garras se tornam em armas afiadas, principalmente a central que tem cerca de doze centímetros de comprimento, seus chutes podem ser mortais. Na cabeça possuem um capacete ósseo cartilaginoso que lhes permite quebrar galhos de árvores ao correm pela selva, protegendo a cabeça.

Jacu cigano: ave primitiva que tem o sistema digestivo semelhante ao das vacas. O Opisthocomus hoazin  também conhecido no Brasil como jacu-cigano, cigana ou aturiá, é uma espécie primitiva da Amazônia que se distribui pela Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, de acordo com o DataZone by BirdLife, uma fonte científica oficial de informações sobre aves da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).  Além disso, os filhotes de hoacín têm garras nas asas, que servem para escalar árvores. "Embora sejam pássaros desajeitados, eles podem se lançar na água, nadar e está ameaçado por predadores aéreos

Oceanografia, Mastozoologia Marinha

É o ramo da Zoologia e da Biologia Marinha dedicado ao estudo científico dos mamíferos que vivem nos oceanos ou dependem deles para sobreviver, como cetáceos baleias e golfinhos, pinípedes focas e leões-marinhos, sirênios peixes-boi e lontras marinhas. A Biologia Aquática engloba o estudo de todos os organismos que vivem na água, sejam de água salgada ou doce.

Golfinhos
Golfinhos

Golfinhos: são aquáticos mamíferos do filo cordata, da ordem dos cetáceos. Estão entre os poucos mamíferos aquáticos que podem ser encontrados em praticamente todos os oceanos, além de alguns rios. Segundo algumas correntes, eles são os animais mais inteligentes do mundo, perdendo apenas para humanos. Além de espertos, são considerados amigáveis, dóceis e divertidos. Por causa disso, golfinhos também são muito sociáveis, não só entre si, mas com outras espécies e com humanos. Dessa maneira, conseguem formar grupos que incluem outros cetáceos. Os golfinhos são nadadores habilidosos e adoram fazer saltos e acrobacias na água. As espécies possuem corpos longos marcados por bicos finos, com cerca de 80 a 120 pares de dentes. Por causa de seu formato hidrodinâmico, são os mamíferos mais adaptados à água em todo o reino animal. Isso porque as adaptações nas partes internas e externas do corpo facilitam a movimentação durante o mergulho.  

Dourado Marinho
Dourado Marinho

Dourado marinho: existem duas desses espécies conhecidas como dourado, ambas com ampla distribuição geográfica. C. hippurus é a espécie encontrada no Brasil. Espécie migradora, vive em cardumes no alto mar, sendo que os jovens costumam ficar próximos à costa, onde a espécie se reproduz. Alimenta-se de lulas e pequenos peixes sardinhas, parati, farnangaio. É um peixe muito rápido que dá saltos espetaculares e briga bastante. Os cardumes costumam acompanhar grandes objetos à deriva, às vezes o próprio barco. Entre os meses de outubro e março, os dourados ficam mais próximos da costa brasileira, acompanhando a corrente do Brasil. É muito procurado pelos pescadores esportivos quanto comerciais. Entre os meses de março e outubro, os dourados ficam próximos da costa brasileira.

Tubarão Martelo
Tubarão Martelo

Tubarão Martelo: eles ocorrem no litoral brasileiro vêm tendo suas populações reduzidas pela pesca excessiva. Estudo realizado com animais capturados no litoral paulista revelou novos dados sobre a musculatura envolvida na mordida de algumas espécies, o que, juntamente com outras informações sobre a anatomia, a biologia e a ecologia desses peixes, pode ajudar a compreender melhor sua evolução e seu papel no ambiente em que vivem. Das oito espécies de tubarões-martelo existentes, seis já foram registradas no Brasil. Tais animais são facilmente identificáveis pelo formato da cabeça, que exibe extensões laterais nas quais estão localizados os olhos. Os tubarões-martelo formam, juntamente com os demais tubarões, as arraias e as quimeras, um grupo de peixes caracteriza esqueleto cartilaginoso, e não ósseo.

Cachalote
Cachalote

Cachalote: é um cetáceo e sua origem é da família Physeteridae. surgem desde os polos até o equador, por todo o oceano e no Mar Mediterrâneo. Em Portugal ocorre nos Açores. Alimenta-se de lulas e outros cefalópodes e.g. polvo-comum, choco-comum. Preda ainda outros animais como peixes, crustáceos, alforrecas, focas, raias e inclusive tubarões. Este cetáceo é geralmente cinzento ou castanho-acinzentado, com áreas brancas nos lábios, maxila inferior e por vezes na região genital. Apenas dispõe de dentes na maxila inferior. Os dentes são enormes, podendo os dos machos atingir um máximo de 27 cm e pesar 1 kg. Apresenta um acentuado dimorfismo sexual, devido a uma desigual taxa de crescimento entre machos e fêmeas após os 2-3 anos de idade. É a maior baleia com dentes e possui o maior cérebro do mundo animal.

Foca
Foca

Foca: um mamífero aquático ocorre em geral em regiões de águas frias. São animais carnívoros e podem se alimentar de peixes, moluscos e até de outras focas. São animais mamíferos subordem Pinnipedia, origem da família Phocidae. apresentam uma nadadeira em forma de remo e um corpo hidrodinâmico que garante grande capacidade de natação. Apesar de graciosos no ambiente aquático, eles não apresentam tanta habilidade para se locomoverem no substrato sólido. As focas são encontradas em regiões de águas frias e contam com uma camada espessa de gordura e pelos que garantem a manutenção de sua temperatura. Os pinípedes são animais da subordem Pinnipedia. Subordem estão inseridas três famílias Otariidae, Odobenidae e Phocidae. Família Otariidae apresenta-se como representantes os lobos-marinhos e leões-marinhos. ver animal na praia, não assuste.

Baleias Orcas
Baleias Orcas

Orcas: ao contrário do que muitos pensam ela não é uma baleia mamífero marinho de grande porte com nadadeiras, mas sim um golfinho, pois pertence à família Delphinidae. A orca alimenta-se de peixes, tartarugas marinhas, lulas, polvos e cachalotes. Esse grande animal cetáceo possui uma velocidade média de 15 km/h, porém, quando está caçando, pode passar de 40 km/h. Possui uma camada grossa de gordura que funciona como um isolante térmico, protendo o animal das oscilações de temperatura da água. Em sua forte mandíbula possui 50 dentes, sendo que pode triturar ossos de outros animais marinhos com uma simples mordida. As orcas comunicam-se através da emissão de sons. Estes sons assobios e estalidos, além de servirem de comunicação entre as orcas, são usados com a função de localização. Vivem em grupos familiares até 30 anos. O habitat desta espécie animal são as regiões oceânicas alto mar e litoral.

Baleia Branca
Baleia Branca

Baleia Branca: Delphinapterus leucas, ou Beluga, é um mamífero marinho da ordem dos cetáceos, subordem Odontoceti. Assim como outros representantes deste grupo, estes animais possuem apenas um orifício respiratório, ao contrário do par exibido pelos Mysticeti, dentes cônicos, que são utilizados para capturar e segurar suas presas; e um sistema sonoro de localização ecolocalização. Este último, facilita a busca de presas como pequenos peixes e lulas na coluna d'água e no sedimento marinho, auxiliando em sua captura através da emissão de sons de alta frequência que provocam o atordoamento desses animais. Tais estratégias são fundamentais para a Baleia Branca, que realiza mergulhos a altas profundidades em busca de alimento até 350 metros, as condições luminosas precárias para a caça.  

Boto Cor de Rosa
Boto Cor de Rosa

Boto-Cor-de-Rosa: Eles ocupam um lugar especial no imaginário amazônico. São protagonistas de lendas como do Boto Cor-de-Rosa, descrito como 1um sedutor misterioso que emerge dos rios durante festas juninas para conquistar corações humanos. Todas essas narrativas complexas exploram temas de amor, natureza e transformação, conectando a vida ribeirinha com o mundo mágico dos rios e da floresta. Já os boto-tucuxi, também conhecidos como sotalia fluviatilis, são considerados guardiões dos rios e seus habitantes. Na tradição, eles intervêm para proteger pessoas em perigo nas águas amazônicas. Esses botos assumem um papel mais benevolente nas histórias locais, ressaltando a importância da harmonia entre os seres humanos e o ecossistema aquático da região.

Peixe Boi
Peixe Boi

Peixe Boi: não é um peixe de verdade, e sim um mamífero. O animal faz parte da família Trichechidae, e da ordem Sirenia. Ao todo, existem três espécies vivas do peixe-boi no mundo, e ele é considerado um dos animais em risco de extinção devido à caça, pesca predatória e a maior incidência de barcos turísticos. Os habitats naturais de umpeixe-boisão as águas rasas da costa oceânica, lagos e rios de regiões da América e da África. Esses mamíferos costumam viver cerca de 60 anos, mas devido ao longo tempo gestacional, tem baixa reprodução. Um peixe-boi fêmea demora cerca de 12 a 14 meses para gerar um filhote, e depois disso pode levar dois anos para reproduzir novamente. Os seus hábitos aquáticos costumam ser solitários. Vivem sozinhos ou em bandos pequenos, com meia dúzia de animais para menos.

Leão Marinho
Leão Marinho

Leão Marinho: é um animal pertencente ao grupo dos pinípedes, mamíferos aquáticos encontrados desde os polos até os trópicos. O leão-marinho se caracteriza por ser um animal relativamente grande, adaptado a viver parte do tempo na água e outra parte no substrato sólido, como gelo ou terra. Em ambiente sólido, eles se apoiam com os quatro membros. Apresentam pescoço longo, orelhas externas, com os testículos externos e nadadeiras posteriores, que podem ser movidas para frente, enquanto as anteriores giram para trás. No Brasil é possível avistar leões-marinhos na região do Rio Grande do Sul. Se reproduzem no verão do hemisfério sul, começando na metade de Dezembro, na costa do Uruguai e da Argentina. São capturados acidentalmente e competem pelo recurso com diversas pescarias. Outras ameaças são a perda de habitat e o aquecimento global. São mamíferos pinípedes da família Otariidae. 

Tubarões
Tubarões

Tubarões: é um animal vertebrado da classe dos Chondrichthyes, ele é um peixe cartilaginoso, da subclasse Elasmobranchii. Dentre as principais caraterísticas, podemos destacar um esqueleto cartilaginoso com deposição de cálcio e o fato de serem carnívoros, ocupando os níveis superiores das cadeias alimentares dos ambientes marinhos. Os tubarões habitam os mais diversos ambientes oceânicos, ou na costa, a grandes profundidades e diferentes temperaturas. Os tubarões são animais que, geralmente, apresentam grande porte. Algumas espécies podem alcançar até 20 m de comprimento. Seu corpo é fusiforme, sua pele, áspera e resistente, é recoberta por escamas placoides, cujas formas e distribuição aumentam a eficiência da natação fato que os auxilia na busca por suas presas. Apresentam também nadadeiras sustentadas por raios e o ramo dorsal da cauda maior que o ventral cauda heterocerca.     

Peixe-Espada
Peixe-Espada

Peixe-espada: tem um corpo achatado em forma de fita de cor preto iridescente e uma cauda fina e bifurcada. Possui olhos e boca grandes e não tem escamas. É encontrado em Portugal Continental na zona de Sesimbra e também nos Arquipélagos da Madeira e dos Açores, onde habita em zonas de grande profundidade, entre os 200 e os 1600 m. Sobe na coluna de água durante a noite onde se alimenta de peixes, cefalópodes e crustáceos. Reproduz-se de Outubro a Janeiro, tendo um ciclo de vida longo, crescimento é lento e baixo o ciclo reprodutivo, o torna muito sensível a alterações do meio em que vive. É pescado com palangre de fundo, que pode ter mais de 1 km. Apesar da semelhança de nome com o peixe-espada-branco Lepidopus caudatus, estes peixes diferem em muito mais do que a cor pois são de famílias diferentes.

Baleia-Azul
Baleia-Azul

Baleia-Azul: O gigante  dos oceanos animal e desperta grande fascínio, principalmente por suas dimensões corporais, sendo o maior animal do planeta. O maior espécime capturado media cerca de 33 metros e pesava cerca de 190t. E apresentamos algumas características desse grande mamífero. A baleia-azul é vivesolitária, podendo ser encontrada, ocasionalmente, aos pares. Período reprodutivo ocorre durante o inverno e a primavera. A maturidade sexual desse animal ocorre por volta dos 10 anos de idade, quando as fêmeas apresentam entre 21 m e 23 m de comprimento, e os machos, entre 20 m e 21 m. As fêmeas produzem apenas uma cria por gestação. Esta dura em torno de 10 a 11 meses e ocorre a cada dois ou três anos. A baleia-azul tem o corpo muito extenso e hidrodinâmico com coloração próxima ao azul acinzentada e manchas claras, que podem ser utilizadas como forma na identificação dos indivíduos. Na parte de baixo do seu corpo, observando-se com atenção há uma coloração mais clara.

Ornitorrinco
Ornitorrinco

Ornitorrinco: na Austrália no final dos anos 1700, a peculiar criatura semiaquática com bico de pato tem confundido os cientistas. Entre suas características mais bizarras, ele põe ovos em vez de dar à luz bebês vivos, transpira leite, tem esporas venenosas e está equipado com 10 cromossomos sexuais. Os pesquisadores estão tentando entender como o ornitorrinco muitas vezes considerado o mamífero mais estranho do mundo tornou-se tão único. Pertence a um antigo grupo de mamíferos monotremados que existia milhões de anos antes do surgimento de qualquer mamífero hoje. Seu entendimento já avançou, em grande grau muito significativo. A equipe internacional de pesquisadores, liderada por biólogos da Universidade de Copenhague Dinamarca, mapeou o genoma completo do ornitorrinco.

Tartarugas Marinha
Tartarugas Marinha

Tartarugas Marinha: são representantes da mais antiga linhagem de répteis vivos, animais migratórios por excelência e vivem dispersas na imensidão dos mares. São um componente primitivo e singular da diversidade biológica, sendo parte muito importante dos ecossistemas marinhos que apareceram pela primeira vez no Jurássico. As tartarugas marinhas podem viver entre 150 e 200 anos são descritas, originalmente, animais terrestres datando no triássico anterior a 220 milhões de anos antes mesmo que dinossauros e são considerados a linhagem mais antiga de répteis datação se devido a fóssil Odontochelys semitestacea encontrado na China em 2008. Esse fóssil se difere das tartarugas atuais, pela presença de dentes e ausência de carapaça e, com 40 cm.

Narval é uma baleia dentada de tamanho médio que pertence à família Monodontidae. O único outro membro desta família é a beluga. Os narvais têm corpos robustos em forma de torpedo, com uma crista dorsal baixa no lugar da barbatana dorsal e uma barbatana caudal côncava. Assim como as belugas, os narvais possuem nadadeiras dianteiras curtas em forma de remo, mas não têm o pescoço extremamente flexível nem o bico bem definido. Ao nascer, os narvais são de cor cinza a cinza-azulado. Eles se tornam mais escuros e manchados à medida que crescem, com manchas brancas se desenvolvendo do abdômen até as costas. Os narvais adultos geralmente são de cor cinza-claro, com um padrão manchado de marcas mais escuras sobre um fundo mais claro. Narvais muito velhos tornam-se quase completamente brancos. Os narvais machos desenvolvem uma presa, que é um dente canino modificado que cresce no lado esquerdo da mandíbula, girando no sentido anti-horário para formar uma espiral.

Tubarão-baleia, assim como o segundo maior peixe do mundo, o tubarão-peregrino, alimenta-se por filtração. Para se alimentar, a fera projeta suas mandíbulas de tamanho imenso e filtra passivamente tudo em seu caminho. Em tese, o mecanismo funciona como a técnica denominada "filtração por fluxo cruzado", semelhante a alguns peixes ósseos e misticetos. A cabeça achatada do tubarão-baleia apresenta um focinho reto acima da boca com barbilhões curtos projetados de suas narinas. Seu dorso e laterais são cinza e marrons com manchas brancas entre listras verticais e horizontais claras, e sua barriga é branca. Suas duas nadadeiras dorsais encontram-se na parte posterior do corpo, que termina em uma grande nadadeira caudal dupla. Embora enormes, os tubarões-baleia são peixes dóceis e por vezes permitem que mergulhadores peguem carona com eles. Estão atualmente classificados como uma espécie vulnerável; no entanto continuam a ser caçados em regiões da Ásia, como as Filipinas.

Polvos-Dumbo vivem em profundidades extremas nos oceanos ao redor do mundo até 4.000 metros abaixo da superfície e são os polvos que vivem nas maiores profundidades conhecidas. Eles se alimentam de caracóis, vermes e outras criaturas que capturam no fundo do oceano. São polvos "cirrados", um grupo de polvos de águas profundas que possuem finas projeções que se estendem de suas ventosas, chamadas cirros. A função dos cirros ainda não é totalmente compreendida, mas acredita-se que esteja relacionada à alimentação, se impulsionam na água batendo suas fortes nadadeiras, e não expelindo água com força por seus sifões um processo chamado propulsão a jato como fazem outros polvos. Membranas entre seus braços os auxiliam na natação.  Os polvos são mestres em passar despercebidos, mudando sua coloração e textura para se camuflarem no ambiente em segundos.

Tubarão-martelo-gigante é o maior dos tubarões-martelo da família Sphyrnidae. A "cabeça de martelo", ou cefalófilo, é reta e quadrada em relação ao eixo principal do corpo. O corpo é robusto e tem o formato clássico de um tubarão, com uma primeira barbatana dorsal marcadamente alta e curva. O tubarão-martelo-gigante tem coloração marrom-escura a cinza-clara na superfície dorsal, clareando para um tom creme na parte inferior, com uma barbatana caudal assimétrica. Podem atingir um comprimento máximo de 5,5 a 6 metros (Compagno et al., 2005). Este tubarão costeiro de águas quentes alimenta-se de peixes ósseos e invertebrados, bem como de outros tubarões e raias (Denham et al., 2007). Devido ao seu tamanho e natureza imprevisível, devem ser tratados com cautela (ISAF 2018). Assim como todos os tubarões e raias, os tubarões-martelo possuem pequenos poros, ou "ampolas de Lorenzini", distribuídos ao longo da superfície ventral da cabeça.

Ouriço-do-mar é um animal fascinante que apresenta algumas características únicas. Embora a presença dele seja comum em vários lugares, ele tem alguns aspectos que o diferenciam de outros bichos. A reprodução do ouriço-do-mar ocorre de forma indireta e externa. As fêmeas desse animal têm grandes gônadas que soltam gametas reprodutores no ambiente, onde ocorre a fecundação, as larvas se alimentam sozinhas para se  desenvolverem até a fase adulta.  alimentação  é bem curiosa, sistema digestivo inclui a "lanterna de Aristóteles", um aparelho bucal de mastigação que raspa algas presentes nas paredes das rochas. Assim, o animal é capaz de separar o que é comida do que é sedimentação. Os equinodermos são classificados nas seguintes  ordens, incluindo Holothuroidea (pepinos-do-mar), Echinoidea (ouriços-do-mar) e Asteroidea (estrelas-do-mar), as especies  possuem características únicas para se adaptar a diferentes ambientes. 

Arraias são comuns em águas costeiras rasas de mares temperados. Elas passam a maior parte do tempo inertes, parcialmente enterradas na areia, muitas vezes movendo-se apenas com a maré. A coloração da arraia geralmente reflete a sombra produzida no fundo do mar, camuflando-a de tubarões predadores e arraias maiores. Seus corpos achatados são compostos de barbatanas peitorais unidas à cabeça e ao tronco com sua infame cauda atrás. Apesar de os olhos da arraia se localizarem no dorso, a boca, as narinas e as fendas branquiais se localizam na barriga. Seus olhos, portanto, não são considerados pelos cientistas como parte essencial para caça. Como seus parentes tubarões, a arraia é equipada com sensores elétricos chamados ampolas de Lorenzini. Localizados ao redor da boca da arraia, esses órgãos sentem as cargas elétricas naturais de possíveis presas. Muitas arraias têm dentes na mandíbula para que possam esmagar moluscos, como amêijoas, ostras e mexilhões.

Celacantos são uma espécie de peixe esquiva que vive em águas profundas. São fisicamente robustos, com oito barbatanas poderosas semelhantes a membros e uma barbatana caudal com três lóbulos.  No entanto, para surpresa do mundo, "o celacanto foi dragado na década de 1930 na costa da África do Sul e era conhecido como fóssil antes de ser descoberto vivo", afirma Scott Lidgard, curador emérito de fósseis de invertebrados do Field Museum. Os celacantos foram encontrados em registros fósseis desde o início do Devoniano até o final do Cretáceo, desaparecendo então junto com os dinossauros durante sua extinção em massa. "A partir da década de 1990, geneticistas moleculares começaram a examinar as duas espécies de celacantos vivos, descobrindo eventualmente que há partes do seu genoma que parecem estar evoluindo rapidamente." No entanto, apesar dessa evolução, o peixe atual seu ancestral fóssil têm forma externa semelhante.

Archelon , uma tartaruga marinha gigante extinta, conhecida por seus restos fossilizados encontrados em rochas da América do Norte do período Cretáceo Superior entre 100 milhões e 66 milhões de anos atrás. Protegida por uma carapaça semelhante à das tartarugas marinhas modernas, a Archelon atingia um comprimento de cerca de 3,5 metros. Suas patas dianteiras evoluíram para estruturas poderosas que permitiam impulsionar eficientemente o grande corpo da Archelon na água. Essa tartaruga marinha pré-histórica possuía uma carapaça coriácea semelhante à da tartaruga-de-couro atual em vez de uma carapaça dura, e nadadeiras alongadas em forma de remo para nadar. Apesar das semelhanças entre as duas, Archelon não era parente da tartaruga-de-couro.

Peixe-diabo (Melanocetus spp.) é um animal que vive em condições extremas. É encontrado nas regiões mais profundas dos oceanos, as chamadas regiões abissais. Ele ficou conhecido por ter aparecido no filme Procurando Nemo, no qual persegue os protagonistas com seus enormes dentes. As fêmeas desse animal são maiores e têm, em média, 18 cm, enquanto os machos apresentam, em média, apenas 3 cm em sua forma adulta. Devido a esse imenso dimorfismo sexual e pela escassez de alimento nas profundezas, os machos, quando encontram uma fêmea, mordem suas 'barrigas' e passam a viver como parasitos extraindo os nutrientes que necessitam, estratégia evolutiva para a reprodução da espécie. O fato interessante sobre o peixe-diabo está na estratégia que ele desenvolveu para capturar suas presas! Em sua cabeça possui uma antena que produz bioluminescência, atraindo, assim as presas para suas mandíbulas assustadoras.

Axalote
Axalote

O axolote (Ambystoma mexicanum) é um anfíbio aquático originário dos lagos e canais da região do Vale do México. É famoso por manter características de larva durante toda a vida, como as brânquias externas, um fenômeno chamado neotenia. Possui grande capacidade de regeneração, podendo reconstruir partes de seus membros e outros tecidos. Alimenta-se de pequenos animais aquáticos, vive principalmente em ambientes de água doce. Atualmente, está criticamente ameaçado de extinção na natureza e principalmente devido à poluição, perda de habitat e introdução de espécies invasoras.

Caranguejo-yeti
Caranguejo-yeti

O caranguejo-yeti é um crustáceo de águas profundas pertencente à família Kiwaidae. Seu nome popular vem das estruturas semelhantes a pelos que cobrem suas pernas e garras, dando-lhe uma aparência parecida com a do lendário Yeti descoberto em 2005, próximo a fontes hidrotermais no Oceano Pacífico. Esses ambientes são escuros, também possuem altas pressões e com águas enriquecidas com substâncias químicas. Algumas espécies de caranguejo-yeti vivem centenas ou milhares de metros de profundidade. Uma de suas características mais interessantes são as bactérias que vivem sobre seus pelos.

Dugongo
Dugongo

O dugongo (Dugong dugon) é um grande mamífero marinho herbívoro encontrado principalmente nas águas costeiras quentes do Oceano Índico e do Pacífico. É parente próximo dos peixes-boi alimenta-se  de ervas marinhas, sendo conhecido como "vaca-marinha". Atinge cerca de 3 metros de comprimento e pesar mais de 400 kg. Possui corpo robusto, nadadeiras uma cauda semelhante à dos cetáceos. Vive em águas rasas e desempenha importante papel nos ecossistemas de pradarias marinhas. A espécie enfrenta ameaças como perda de habitat, poluição, captura acidental em redes de pesca e caça.

Animais Selvaticos

São as espécies que vivem na natureza, sem serem domesticados pelo ser humano.

Mamutes
Mamutes

Mamutes: habitaram regiões de clima frio e se adaptaram também ao clima temperado do planeta. Foram encontrados vários fósseis deste animal em países da Europa, norte da Ásia e principalmente Sibéria e América do Norte, comprovando a vida desta espécie nestes locais. Serviam de alimentação para os homens que viveram no período Neolítico Idade da Pedra Polida. Os homens pré-históricos, em grupos, caçavam estes animais utilizando armadilhas. A mais comum consistia em forçar o animal a cair do topo de morros ou montanhas. A carne era usada para a alimentação e a pele do animal para a confecção de vestimentas. A caça dos mamutes no período Neolítico é apontada por estudiosos como uma das causas de sua extinção. Porém, o fator preponderante para a extinção da espécie foi a mudança climática que ocorreu no planeta no final da Era Glacial.

Elefante Ceilão
Elefante Ceilão

Elefante Ceilão, ele habita as suas várzeas e pradarias pode ser visto frequentemente passeando pelas terras cultiváveis. É sociável, com um grupo familiar que podem chegar a até 15 indivíduos de fêmeas e seus filhotes, liderados por uma matriarca. Os elefantes machos, e para variar, são solitários. é mais fácil vê-los vagando sozinhos, raramente acompanhados. Sua socialização só é mesmo comum em época de acasalamento. Sua peregrinação em busca de comida é grande, até porque comem muito. Um adulto pode consumir mais de 150 quilos de alimentos em um só dia. O cardápio envolve uma grande variedade de vegetação, incluindo gramas, folhas, cascas de árvore e frutos. A fêmea  costuma chegar a fase fértil por volta dos 9 a 12 anos de idade, os machos atingem sua maturidade sexual entre os 14 e 16 anos de idade, com raras exceções, existe uma  hierarquia entre que compromete o acasalamento para o elefante jovem.

Elefante Africano
Elefante Africano

Mamutes: pertencem à Classe mammalia, da ordem Proboscidea e Família Elephantidae. Eles são os maiores animais terrestres viventes, são herbívoros ehabitam algumas regiões da África e da Ásia. São conhecidas duas espécies de elefantes, a Loxodonta africana elefante africano e a Elephas maximus elefante asiático. Além de chamarem a atenção pelo grande tamanho, esses animais apresentam características e peculiares, como a presença de uma longa probóscide tromba, que possui diversas funções, como beber água e arrancar ervas que serão utilizadas na alimentação. Os elefantes comunicam-se por meio devocalizações e gestos, como o abanar de orelhas e toques com a tromba. Vivem em grupos, podendo também ser encontrados machos solitários, que se aproximam das fêmeas apenas em época reprodutiva.

Elefantes da floresta
Elefantes da floresta

Elefantes da floresta eles são os primos esquivos dos elefantes-da-savana africanos. Eles habitam as densas florestas tropicais da África Ocidental e Central. Sua preferência por habitats florestais densos impede o uso de métodos tradicionais de contagem, como a identificação visual. A população geralmente é estimada por meio da "contagem de fezes"  em uma análise em campo da densidade e distribuição dos excrementos. vivem em grupos familiares de até 20 indivíduos e se alimentam de folhas, gramíneas, sementes, frutos e cascas de árvores. Como a dieta dos elefantes-da-floresta é dominada por frutos, eles desempenham um papel crucial na dispersão de muitas espécies de árvores, particularmente as sementes de árvores grandes, que tendem a ter alto teor de carbono. Chamados de "megajardineiros da floresta". Para complementar sua dieta com minerais, eles se reúnem em poços d'água ricos em minerais e em depósitos de minerais encontrados por toda a floresta.

Elefante Asiático
Elefante Asiático

Elefante Asiático: é uma espécie que regista um crescimento lento; o período de gestação decorre entre 19 e 21 meses. Calculou-se que, em boas condições de vida, o intervalo entre o nascimento de crias corresponde a cerca de quatro anos. Por outro lado, trata-se de um animal com um longo ciclo de vida. De um modo geral, o elefante fêmea tem a sua primeira cria com cerca de 14 ou 15 anos de idade. Não se conhecem exemplos de fêmeas que tenham tido crias com menos idade. A procriação pode verificar-se até aos 60 anos de idade ou mais. A longevidade dos elefantes em ambiente selvagem é sobretudo uma questão de conjectura. Considera-se que a esperança de vida média num animal saudável se encontre entre os 70 e 80 anos. Além do tamanho os elefantes se destacam a inteligência e maneira demonstram afeto.

Elefantes Indianos
Elefantes Indianos

Elefantes indianos são herbívoros e passam até 19 h por dia se alimentando de até 136 quilos (300 libras) de frutas, gramíneas, raízes e cascas de árvores. São animais migratórios com grandes áreas de vida, o que significa que percorrem seu habitat florestal em busca de alimento, água e parceiros. O nome científico do elefante indiano é Elephas maximus indicus , que se traduz aproximadamente como "o maior elefante da Índia". É uma das três subespécies de elefantes asiáticos, sendo as outras duas o elefante de Sumatra e o elefante do Sri Lanka, conhecidos cientificamente como Elephas maximus sumatrensis e Elephas maximus maximus, respectivamente, são os únicos elefantes asiáticos que vivem na Ásia continental. Lá, eles habitam uma variedade de habitats diferentes, incluindo florestas secas de espinhos, florestas decíduas úmidas e secas, de florestas tropicais perenes e semi perenes, florestas cultivadas e secundárias.

Urso Panda: também chamado de panda-gigante, é uma espécie que habita as regiões de florestas de bambu na China. É um animal de grande porte que pesa entre 75 kg e 160 kg e mede entre 1,20m e 1,50m. Assim como outros ursos, apresenta pelos longos, no entanto, sua coloração é bem característica em preto e branco, sendo que a coloração preta é observada ao redor dos olhos, nas orelhas, no focinho, nas pernas e nos braços. A sua coloração branca permite que ele camufle-se na neve, e a coloração preta, nas sombras das florestas. Acredita-se que a coloração preta em torno dos olhos e nas orelhas possa ser uma forma de comunicação, além de mostrar agressividade contra os predadores. Os pandas são animais solitários,encontros, em época reprodutiva.

Urso Malaio
Urso Malaio

Urso Malaio: espécie Helarctos malayanus, ou urso-do-sol ou urso-dos-coqueiros, é uma espécie de mamífero carnívoro da família dos ursos que habita as florestas tropicais do Sudeste asiático. para se manter aquecido, tem uma grossa camada de gordura debaixo da pele além dos pelos. É classificada como vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza-UICN, uma vez que o desmatamento em larga escala que ocorreu no sudeste asiático nas ultimas três décadas reduziu drasticamente o habitat do urso malaio. Acredita-se que a população global diminui mais de 30% nos últimos trinta anos.

Urso Polar
Urso Polar

Urso Polar: Ele habita o Círculo Polar Ártico, como no Alasca, encontrado, nas regiões cobertas de gelo ligadas à plataforma continental. O urso-polar pode medir cerca de 2,5 m e pesar até cerca de 800 kg, tendo sido reportado caso de indivíduo pesando uma tonelada. Adaptado a viver em ambiente marinho, é um ótimo nadador e seu pelo é oleoso. Como vive em locais de temperaturas extremamente baixas, seus longos pelos e uma camada espessa de gordura atuam como isolante térmicos. Diferentemente dos outros ursos, é estritamente carnívoro, alimentando-se principalmente de focas. Sua gestação pode durar até 265 dias, e as fêmeas dão origem, geralmente, a dois filhotes, no entanto, a taxa de mortalidade é alta no primeiro ano de vida.

Urso Grolar
Urso Grolar

Urso Grolar: é um exemplo interessante de animal híbrido. Ele nasceu do cruzamento entre um urso polar Ursus maritimus e um urso pardo americano Ursus arctos horribilis. A história do urso grolar é um dos casos nos quais não houve intervenção direta do ser humano. A hibridização desses animais é tão difícil de ocorrer como se pode supor. Só para lembrar, o caso conhecido de hibridização é o da mula, resultado do cruzamento entre um burro e uma égua. É fato que a grande responsável pelo surgimento do urso grolar foi a própria natureza. 

Urso Pardo
Urso Pardo

Urso Pardo: ele apresenta-se em grande distribuição, habitando desde regiões do Ártico a regiões de florestas tropicais temperadas. Essa espécie pode medir cerca de 3 m e pesar entre 90 kg e 800 kg. Ele apresenta uma alimentação diversificada de acordo com a região onde vive, podendo alimentar-se de gramínias, raízes, salmão, mamíferos de pequeno e médio porte, entre outros. A idade em que atingem a maturidade sexual e o tempo entre uma gestação e outra variam entre os ursos que habitam diferentes regiões. A fêmea geralmente produz ninhadas com até três filhotes por gestação. Ourso-pardo está classificado, segundo a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional Para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais IUCN, é preocupante.

Urso Negro
Urso Negro

Urso Negro: Ursus americanus é o urso mais comum e conhecido da América do Norte. Ele geralmente vive em florestase é um excelente escalador de árvores, embora também seja encontrado em montanhas e pântanos. A maior parte de sua dieta consiste em gramíneas, raízes, bagas e insetos. Ele também come peixes, outros mamíferos e desenvolveu gosto por comida humana e lixo, um hábito muito perigoso Os ursos são mamíferos pertencentes à família Ursidae. Existe oito espécies, de ursos com características em comum.

Cabra Montêsa
Cabra Montêsa

Cabra Montêsa: também conhecida como Íbex-ibérico, é uma das espécies de bovídeos do género Capra, possui um acentuado dimorfismo sexual, à semelhança de muitos outros bovídeos. As fêmeas têm cerca de 1,20 metros de comprimento e pesam entre 30 e 40 quilos. Tem cornos bastante curtos e parecem-se com uma cabra doméstica. Os machos podem chegar a ter 1,48 m de comprimento e a pesar cerca de 100 quilos. Os cornos do macho são muito grossos e podem chegar a ter o triplo do comprimento dos das fêmeas. A cor e comprimento da pelagem varia conforme a época do ano, tornando-se mais comprida e acinzentada no inverno. Depois da mudança de pêlo entre abril e maio, a cor passa a castanho, com manchas escuras nas partes inferiores das patas. A espécie vive em zonas montanhosas rochosas e florestas temperados, pastagens naturais e artificiais, terrenos agrícolas e plantações envolventes. A presença humana pode condicionar o uso de áreas preferenciais de alimentação. Esta espécie esteve em regiões montanhosas da Península Ibérica.

Antílope
Antílope

Antílope: mamíferos ungulados da família dos Bovídeos a que pertencem animais esbeltos, de cornos espiralados e cauda curta. São de porte médio entre os 60 e os 100 centímetros de altura no garrote. São habitantes das savanas e dos desertos, próprios do continente africano. São seres territoriais e gregários, têm bem desenvolvidos os sentidos da visão e da audição. Na maioria das espécies de antílopes a taxa de mortalidade é maior entre os machos. Os hábitos alimentares são de exclusivamente vegetarianos, o comportamento reprodutor dos antílopes, que reúnem rebanhos de fêmeas mais numerosos do que o de qualquer outro ruminante africano, as fêmeas grávidas formam, em geral, grupos mais ou menos compactos ou conservam-se afastadas.

Renas ou Caribus
Renas ou Caribus

Renas: E conhecidas como caribus na América do Norte, são uma espécie de veado que habita as regiões árcticas e sub-árcticas da Europa, da Sibéria e da América do Norte. Seu habitat natural inclui tundra, florestas boreais e até montanhas, onde as diversas condições e climas desafiam muitas formas de vida. Renas estão soberbamente adaptadas sobre condições extremas sendo, principalmente devido a seu pelo denso, à espessa camada de gordura e à estrutura do casco, que facilita a navegação na neve macia ou em terrenos pantanosos no verão. Por isso, conseguem sobreviver em locais onde outros animais teriam dificuldade. Estas adaptações são o resultado de uma evolução de milhares de anos. A presença de chifre entre os dois sexos do animal distingue-o de outras espécies de cervos, em que apenas os machos possuem a característica. As renastêm tem os chifres maiores e mais pesados ​​de toda as espécies vivas de veados. No entanto, ao contrário da maioria dos chifres, que nunca são perdidos, pois caem voltam a crescer cada ano.

Cervo do Pantanal
Cervo do Pantanal

Cervo do Pantanal: é um animal ameaçado de extinção. De acordo com o IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente. É o maior veado da América do Sul, com quase 200 cm de comprimento e até 2,1 metros de altura, incluindo os chifres, que medem de 40 a 45 cm. Os machos são maiores que as fêmeas, chegando a pesar 130 kg, além de possuírem chifres e o pescoço mais musculoso. As galhadas ,normalmente, têm cinco pontas de cada lado, mas podem chegar a 20 ramificações em indivíduos mais velhos. Sua coloração é um pouco mais escura no inverno e mais clara no verão. Possui membranas interdigitais entre os cascos alongados, adaptação à vida em ambientes alagados. Espécie atualmente em situação vulnerável. 

Alce
Alce

Alce: é um mamífero que se destaca como a maior espécie da família Cervidae. Alces são encontrados em regiões frias do Hemisfério Norte e caracterizam-se por seus pescoços curtos e grossos, cabeças grandes, corpos maciços, caudas curtas e pernas compridas e finas. Os machos possuem grandes chifres, os quais pesam até 35 kg. Esses chifres são utilizados, por exemplo, na competição pela fêmea. Os alces são solitários, bons nadadores e podem correr até 56 km/h. Esses animais são mais ativos no nascer e no pôr do Sol. Os alces são animais solitários, sendo, entre o grupo dos cervídeos, os menos sociais. Costumam ser mais ativos durante o nascer e o pôr do Sol. São capazes de se comunicar por odores, postura corporal e vocalizações. Conseguem correr até 56 km/h e são bons nadadores. Os alces apresentam corpo maciço, cauda curta e pernas compridas e finas. O pescoço é curto e grosso, a cabeça é grande, as orelhas são longas e o focinho é longo e caído. Possuem na região abaixo do pescoço uma aba de pele coberta de pelos denominada sino.

Carneiro Azul ou Pseudois Nayaur
Carneiro Azul ou Pseudois Nayaur

Carneiro Azul ou Pseudois Nayaur: ocupa uma ampla variedade de habitats na região, incluindo encostas gramadas ingrimes nas montanhas entre 2500 e 5500 metros de altitude. São animais capazes de manter altas densidades populacionais em habitats geralmente inóspitos para outras espécies selvagens, sendo tolerantes a extremos ambientais, desde um calor escaldante de montanhas desérticas até os ventos fortes e frios das encostas. A temporada de acasalamento ocorre entre dezembro e janeiro, seguida por uma gestação de 160 dias, na qual raramente são gerados gêmeos. Os cordeiros nascem no início do verão meados de junho. os machos não são atativos até os 7 anos. vivem de 12 a 15 anos, raro encontrar animais desa espécie com mais de 10 anos.

FELIDOLOGIA

É o ramo da Zoologia dedicado ao estudo científico dos felídeos, abrangendo sua anatomia, comportamento, ecologia, evolução, conservação e fisiologia de todas as espécies de gatos, desde os felinos domésticos até os grandes felinos selvagens. 

Jaguarundi
Jaguarundi

Jaguarundi: Herpailurus yagouaroundi um felino neotropical encontrado desde o sul do México até o norte da Argentina. Seu estado de conservação, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), é um pouco preocupante, mas é considerado vulnerável no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. No estado de Minas Gerais sua distribuição e ocorrência não são completamente conhecidas, e a espécie não é mencionada na lista de espécies ameaçadas do estado. O objetivo deste trabalho é avaliar a ocorrência de H. yagouaroundi em Minas Gerais e reavaliar seu estado de conservação no estado.   

Raposa do Ártico
Raposa do Ártico

Raposa do Ártico: Vulpes lagopus e ou Alopex lagopus, também conhecida como raposa-polar, é um tipo de raposa de pequeno porte que se destaca pela sua bela e volumosa pelagem completamente branca. Mas além da sua aparência, estes canídeos destacam-se por serem uma das poucas espécies capazes de caçar e sobreviver nas tundras geladas da América do Norte e Eurásia. A raposa-do-ártico é um pequeno canídeo pertencente ao gênero Vulpes, que inclui as chamadas raposas verdadeiras nativas do Hemisfério Norte como a raposa-vermelha e a raposa-cinzenta, por exemplo. É a única espécie de raposa que faz parte da fauna da Tundra Ártica, espalhando-se  América do Norte, desde o Canadá até à Sibéria.

Leopardo das Neves
Leopardo das Neves

Leopardo das Neves: Panthera uncia é um felino do gênero Panthera que habita as grandes altitudes da Ásia central. Apesar do nome, trata-se de uma espécie diferente do leopardo Panthera pardus. Distribuem-se principalmente pelo Tibete, Nepal, Índia, Paquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Butão e Oeste da china Pouco se sabe a respeito desse animal, que é arredio e solitário, sendo raramente visto por seres humanos. Em razão disso, os nativos da região chamam-no de gato-fantasma. Casos de ataques a humanos são quase desconhecidos, por se tratar de uma espécie muito esquiva. Os leopardos-das-neves estão distribuídos esparsa e descontinuamente pelas montanhas da Ásia Central.

Onça Pintada
Onça Pintada

Onça Pintada: é um mamífero da Ordem Carnivora e Família Felidae. Atualmente é mais encontrada na América Latina, por exemplo, no Brasil. Ela é considerada o maior felino das Américas e o maior carnívoro da América do Sul, podendo pesar até 135 kg. A onça-pintada alimenta-se de animais silvestres, como catetos, veados e tatus. O desmatamento e a expansão da agricultura alteraram o habitat desses animais e tornou-os um alvo de caça dos seres humanos, o que reduziu a sua população. Atualmente está classificada, segundo a União Internacional Para a Conservação da Natureza e Recursos Naturais UCN, como quase ameaçada. As onças-pintadas são mamíferos, assim, apresentam o corpo coberto por pelos, sendo que estes se apresentam na cor amarelo-dourado com manchas pretas na cabeça, no pescoço e nas patas. Nas regiões das costas, flancos e paletas, essas manchas apresentam-se em forma de roseta com pontos dentro.

Tigre de Bengala
Tigre de Bengala

Tigre de Bengala: Panthera tigris tigris, uma subespécie do tigre Panthera tigris, vive em florestas quentes e húmidas, bem como nas terras pantanosas da Índia, Bangladexe, Butão e Nepal. Distingue-se das outras subespécies de tigres devido à sua pelagem cor-de-laranja adornada com riscas castanhas ou negras. Existe também uma rara variante de pêlo branco nesta subespécie, conhecida como tigre branco. A sua constituição é semelhante à do tigre siberiano, que vive em climas frios e tem uma pelagem mais grossa, sendo considerado o segundo maior tigre do mundo. Os machos maiores podem alcançar 3,2 metros de comprimento, incluindo uma cauda com um metro e pesar cerca de 295 quilos. As fêmeas são mais pequenas: as maiores medem cerca de 2,7 metros de comprimento e pesam até 181 quilos. São caçadores solitários, alimentando-se de ungulados, como cervos e antílopes, gauros e javalis.

Leão Africano
Leão Africano

Leão Africano: é um mamífero e carnívoro pertencente à família Felidae. Atualmente existe apenas uma espécie de leão, a Panthera leo, e cerca de sete subespécies. Esse animal habita algumas regiões da África e da Índia e, atualmente, encontra-se classificado como vulnerável, segundo a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais-IUCN. Mamífero apresenta um corpo robusto com patas curtas e uma longa cauda, que o auxilia no equilíbrio. É considerado o maior predador africano vivo, e o maior peso registrado entre esses animais foi de 272 quilos. Alimenta-se, principalmente, de ungulados de médio a grande porte. Vive geralmente em bandos, nos quais a maioria dos indivíduos são fêmeas. Existe uma divisão do trabalho, as fêmeas responsáveis pela caça e cuidado com os filhotes, e os machos os responsáveis pela proteção do bando.

Gueopardo ou Xita
Gueopardo ou Xita

Gueopardo ou Xita: Esse animal corre muito pode alcançar velocidade de 110 quilômetros por hora. Mas um bom cavalo pode superá-lo. Sua especialidade é o ataque de surpresa. Como se surgisse do nada, ele cai sobre um rebanho que pasta e mesmo animais ágeis como a gazela, o antílope, a zebra, o avestruz e o gnu não podem escapar. Geralmente prefere caça pequena. É um animal solitário, embora às vezes cace aos pares. Sua velocidade é uma proteção. Talvez, por isso, não tenha medo do homem, sendo facilmente domesticado. Os sultões da índia tinham centenas deles e usavam como cães de caça. Há muito desapareceram da Ásia e hoje são raros na África. Com um treinamento hábil, o guepardo pode tornar-se uma companhia afetuosa. Tem a agilidade dos grandes felinos. Seu parentesco com eles mostra-se na pequena cabeça redonda, pelagem e grande cauda malhada. contudo, pelas longas pernas, garras não-retráteis de latido, assemelha-se a um cão.

Onça-preta ou Jaguar: em um lago no Brasil. As onças pretas também são conhecidas como panteras negras ou jaguar um termo guarda-chuva para qualquer grande felino com coloração preta. Primeiro as coisas mais importantes: uma pantera negra não é o nome da espécie. É um termo abrangente que se refere a qualquer grande felino com pelo preto. A condição é causada pelo gene agouti, que regula a distribuição do pigmento preto dentro da haste do pelo, de acordo com a Universidade da Califórnia em Davis. Conhecidas por onça-preta ou 'pantera negra', as onças-pintadas com pelagem escura possuem essa característica marcante graças a uma mutação genética, que as tornam felinos melânicos. É mais conhecido nos leopardos, que vivem na Ásia e na África, e nas onças-pintadas, habitantes da América do Sul. É um animal com hábitos predominante crepusculares e noturnos, sendo mais ativo ao anoitecer e ao amanhecer, embora não seja raro encontrá-lo se deslocando e caçando durante a luz do dia. Sua área de vida varia muito, de acordo com o ambiente, a disponibilidade de presas e a densidade populacional de onças.

Tigre-Dentes-de-Sabre ou Smilodon: foi um animal pré-histórico que viveu no périodo do pleistoceno entre 2,5 milhões e 10.000 anos atrás, tendo estado na Era Glacial. O Smilidon pertencia a família dos felídeos, e membro da subfamília Machairodontinae, que é caracterizada por incluir varias espécies de felinos pré-históricos com dentes em fomatos de sabre. Os Tigres-Dentes-de-Sabres eram robustos, tendo patas grandes e pernas e caudas curtas. De acordo com a estrutura osséa desse animal, ele seria mais adaptado para realizar emboscadas contra suas presas, ao contrário dos grandes felínos atuais que tendem a realizar perseguições. Os dentes caninos superiores longos, arqueados e achatados, que podiam chegar a medir 30 cm de comprimento próprios para perfurar suas presas durante a caça. Embora longos, os dentes do Smilodon era finos, que dificultava sua estratégia de caça. Pois ele não poderia sufocar sua presa como os felinos atuais, pois se a vítima, debater-se, é provavel que seus dentes, quebrassem.

Lobo: Canis lupus é um animal mamífero, pertencente aos filo Chordata, ordem Carnivora e família Canidae, a mesma família do cachorro. O termo lobo é geralmente utilizado para designar a espécie Canis lupus, um lobo que habita o Hemisfério Norte, também conhecido como lobo cinzento. O lobo, nome utilizado para designar a espécie Canis lupus, é um animal que vive em algumas regiões do Hemisfério Norte, sendo encontrado nos Estados Unidos, Europa, Ásia e Canadá. A sua distribuição já foi muito maior do que a atual. Com o declínio de suas populações, esses animais são encontrados em áreas restritas selvagens, onde não há ação antrópica. O lobo-cinzento nessa família, além do lobo, podemos citar como representantes os coiotes, o cão doméstico e as raposas. Apesar da denominação, a cor da pele dos lobos-cinzentos é variável, existindo indivíduos apenas de pelagem branca, de pelagem preta quase uniforme e indivíduos com misturas de branco com cinza, marrom, canela e preto.

Leão Baio
Leão Baio

Leão Baio: tem uma capacidade muita grande de deslocamento, principalmente à noite, podendo percorrer até 40 quilômetros em uma noite. Além de Leão Baio, o Puma Concolor é conhecido como Suçuarana, o animal é um predador típico da região Sul do Brasil, mas cada vez mais raro, segundo Instituto de Chico mendes de Conservação a Biodiversidade. O leão-baio desempenha um papel fundamental no ecossistema de Santa Catarina, sendo o maior predadordo Brasil remanescente no Estado. Anteriormente, compartilhava essa posição com a onça-pintada, cujo último registro foi feito na década de 1970. leão-baio também enfrenta perseguição devido aos ataques a rebanhos domésticos, especialmente ovelhas e caprinos o que contribuiu significativamente para a redução de suas populações o leão-baio ainda pode ser encontrado principalmente em áreas preservadas ao longo da Serra do Mar, da Serra Geral e no Planalto Serrano em Santa Catarina. Quanto ao número de indivíduos a estimativa é que existam cerca de 4 mil na natureza em todo o Brasil.

Puma: nome da espécie, vem da língua nativa dos povos de região andina, da América do Sul, onde Puma significa poderoso ou poder e Concolor, refere-se à mesma cor e tem origem no latim. A espécie pesa cerca de 70 quilos, com comprimento que varia entre 1,5 a 2,75 metros e tem os pelos de tom bege acinzentado e até mesmo avermelhado, no entanto, quando filhotes, os pequeninos apresentam algumas pintas, mas que somem com o passar dos anos. Mas afinal, é perigoso? A resposta é não. Apesar de ser um animal carnívoro, o bichano não apresenta grandes riscos aos humanos, já que ele costumeiramente caça animais de portes menores, salvo em alguma exceções.

hienas: são animais conhecidas por seu comportamento social complexo. Vivem em grupos matriarcais, as fêmeas, geralmente maiores e mais dominantes, lideram. A comunicação entre as hienas é diversificada, incluindo sons, posturas e sinais olfativos. As hienas são capazes de emitir gritos ásperos, muitas vezes confundidos com risadas humanas. O riso característico das hienas-malhadas, por exemplo, é um meio de comunicação dentro do clã, transmitindo informações sobre idade e status social. Este sistema social sofisticado é crucial para a sobrevivência, caça eficiente, demonstrando a inteligência e capacidade de adaptação desses animais. Contrariamente ao mito popular, as hienas são caçadoras habilidosas, não apenas carroceiras. Elas utilizam táticas de caça em grupo altamente coordenadas para capturar presas, que variam desde pequenos insetos até grandes mamíferos. A sua dieta diversificada permite-lhes adaptar-se a diferentes ambientes e circunstâncias. Além disso, as suas mandíbulas poderosas são capazes de esmagar ossos, o que lhes permite aproveitar ao máximo as suas presas e desempenhar um papel crucial na limpeza do ecossistema. As hienas exibem uma notável capacidade de adaptação a diversos ambientes, desde as savanas abertas até regiões semiáridas. É comum que elas tenham um cheiro muito forte.

Guará: parente dos lobos selvagens e dos cachorros domésticos, o lobo-guará Chrysocyon brachyurus é um animal típico do Cerrado e maior canídeo da América do Sul, podendo atingir até um metro de altura e pesar 30 quilos. Além do Brasil, pode ser encontrado em regiões da Argentina, Bolívia, Paraguai, Peru e Uruguai.é um animal de hábito solitário, inclusive costuma demarcar seu território por meio de urina, fezes e vocalização. Ele se une à fêmea apenas para a reprodução, que ocorre apenas uma vez ao ano e pode dar origem de dois a cinco filhotes. No Brasil encontra-se cerca de 90% das populações de lobo-guará. As populações sofrem um declínio devido à degradação de seu habitat por atividades antrópicas. Com isso, são essenciais políticas de preservação para esse animal. O lobo-guará tem seu nome na origem tupi, na qual guará significa vermelho. O lobo-guará é um animal de hábito noturno, com variações de comportamento dependendo da estação do ano.

Jaguatirica
Jaguatirica

Jaguatirica: é um felino neotropical que apresenta grande distribuição geográfica. A espécie ocorre em diferentes hábitats, sendo possível observá-la desde o Cerrado até mesmo em florestas tropicais. Jaguatiricas são felinos de médio porte e que apresentam pelagem com rosetas abertas que se unem formando bandas longitudinais na lateral do corpo. Alimentam-se, principalmente, de pequenos mamíferos, mas também podem se alimentar de presas grandes, como capivaras e macacos. A espécie é solitária e territorial, com hábitos predominantemente noturno crepusculares. Atualmente, está classificada na IUCN como pouco preocupante. A jaguatirica é um felino de porte médioque se destaca por apresentar uma pelagem de coloração amarelo-dourada com rosetas negras. Esses animais possuem comprimento do corpo que varia entre 67 e 101,5 cm. A jaguatirica destaca-se por ocupar diferentes ambientes, indo desde cerrados até florestas tropicais, todos com cobertura vegetal bem estruturada É um animal que apresenta hábitos solitários e territorialista.

Tigre Branco: é uma variação genética do famoso tigre-de-bengala laranja e preto, um dos animais mais belos e raros do mundo, sendo considerado uma espécie em extinção. Saiba tudo sobre esse animal exótico. Com o nome científico de Panthera tigris, esses animais de olhos azuis e focinho rosado são facilmente encontrados no sudeste da Ásia, e em países como Índia, Bangladesh, Paquistão e Myanmar. Além disso, eles podem ser vistos na região do Himalaia, entre o Butão e o Nepal. O que explica a coloração única da pelagem de um tigre branco é a mutação genética que origina um gene recessivo, responsável pela coloração branca. Por causa disso, m esmo que o cruzamento tenha ocorrido entre dois tigres-de-bengala laranjas, ainda é possível que um dos filhos nasça com a pelagem predomina a côr branca a variação predominante do tigre-de-bengala ou o tigre branco, ambos possuem um comportamento territorialista, assim como os gatos caseiros. Esses felinos de grande porte, têm o hábito de marcar o seu território.

Lince ibérico: Lynx pardinus é o maior felino de Portugal, onde começou a ser reintroduzido em 2015 e está ainda hoje ameaçado de extinção. Pode ser encontrado em especial no Parque Natural do Vale do Guadiana e áreas circundantes. Este mamífero mede 80 a 110 centímetros de comprimento corporal, entre 11 e 13 centímetros de cauda e ainda 60 a 70 centímetros de altura ao garrote. Este último conceito traduz-se na distância entre a base da pata e a região proeminente onde se unem as espáduas região das omoplatas nos humanos e é habitualmente usado para medir animais quadrúpedes. Quanto ao peso, varia entre 8 a 10 quilos no caso das fêmeas, e entre 11 e 15 quilos relativamente aos machos. O lince-ibérico é especialistas em caçar coelho-bravo, que pode representar entre 80 a 100% da biomassa consumida na sua dieta, mas pode também recorrer, como recurso secundário, a micromamíferos, ungulados selvagens e aves.

Coiote: Canis latrans, também chamado de chacal americano por zoólogos, é um mamífero, membro da família Canidae e do gênero Canis. Os coiotes são encontrados apenas na América do Norte e Central. Geralmente vivem sós, mas podem se organizar em matilhas ocasionalmente. Os coiotes são encontrados na América do Norte e Central. Coiotes vivem em média 6 anos. A palavra coiote é de origem Nahuatl. Mamífero da família dos canídeos, encontrado do Alasca ao Panamá, semelhante ao Lobo C. lupus, porém menor e mais esguio, com orelhas mais compridas. Este animal na América do Norte preenche grande parte do nicho ecológico que os chacais ocupam na Eurásia, embora seja maior e mais predatório, intermediário em tamanho entre o lobo, a raposa e conhecido por sua inteligência capacidade de adaptação.  

Raposa
Raposa

Raposa: é o nome de vários e diferentes mamíferos onívoros da família Canidae. São consideradas raposas verdadeiras são as espécies que pertencem ao gênero Vulpes, tais como a raposa-vermelha Vulpes vulpes e da raposa-do-ártico Vulpes lagopus. Raposas têm uma aparência que lembra a de um cachorro, destacando-se pelo seu focinho pontiagudo, orelhas eretas e pontudas e uma cauda espessa, a qual se relaciona com equilíbrio e também com o aquecimento do animal. Ratos, lebres, peixes, carniças e frutos são alguns produtos que podem fazer parte da dieta desses animais. A raposa-vermelha Vulpes vulpes é uma espécie que ocorre em diferentes partes do Hemisfério Norte e pode ser observada em diferentes regiões e habitat, ocorrendo em tundras, pradarias, montanhas, desertos e até em áreas urbanas. Destaca-se como a maior entre as especies. Raposas-vermelhas têm pelo nas regiões superiores do corpo com coloração que varia do vermelho ao marrom. Nas partes inferiores, os pelos são mais claros. Na região inferior de suas pernas, a coloração é, geralmente, preta. Na ponta da cauda, os pelos podem ser pretos ou brancos. são monogâmicas, com casais permanecendo juntos por toda a vida. Em outros casos, no entanto, os machos possuem múltiplas parceiras reprodutivas.

Paca
Paca

Paca (Agouti paca) pode medir cerca de 70 cm, e pesar até 10 kg, representando um dos maiores roedores do Brasil, só perdendo, em tamanho, para a capivara. Em geral, só tem um filhote por vez e até duas gestações por ano. Notívaga, a paca se alimenta de frutas ou raízes. Assim como a capivara, era encontrada originariamente em quase todo Brasil. Caracteriza-se pelo seu pelame duro e eriçado, vermelho com manchas brancas. As pernas são fortes e terminam em grandes unhas afiadas. Possui quatro dedos nas patas dianteiras e cinco nas traseiras. Sua cauda é minúscula. As faces lateral e inferior do focinho e do ventre são brancas. A constituição de seu pelame a faz passar despercebida, em meio à vegetação. Seu traço típico está na cabeça, com orelhas pequenas e as laterais do focinho inchadas, devido à presença de uma "caixa de ressonância", que lhe permite emitir sons. O comprimento corpóreo da paca é mensurado da cabeça à base da cauda varia de 32 a 80 cm, com peso variando de 8 a 12 kg, mas podendo chegar até aos 14 kg.

Lebre comum ou Lebre europeia
Lebre comum ou Lebre europeia

Lebre comum ou Lebre europeia: da família Lepus europaeus é um animal muito conhecido, que se encontra entre as principais espécies cinegéticas. De origem estepária, abunda sobretudo em zonas agrícolas pouco humanizadas. Existe em toda a Europa com exceção da Península Escandinava, parte da Península Ibérica e de algumas ilhas do Mar Mediterrâneo. Ocorre também no Norte de África e na Ásia Ocidental. Ao contrário do coelho, a lebre abriga-se em tocas pouco profundas já que conta com a sua coloração mimética para se dissimular na paisagem. Vive solitariamente, com exceção do período do cio. O cio ocorre de Janeiro a Outubro e as crias já nascem com pelo e aptas a ver. As lebres comuns foram introduzidas na América do Sul por europeus e vivem em campos e dunas, sendo animais noturnos que, ao anoitecer, saem para se alimentarem e acasalar-se. As lebres alimentam-se com brotos de gramas, folhas de amendoim, milho, feijão, alface e, principalmente, raízes de mandioca. Na tasmânia. As lebres não têm o hábito de dormir em tocas e ou dormem sob arbustos.

Preás
Preás

Preás são mamíferos da ordem dos roedores que possuem corpo robusto, orelha curta e sem cauda. Os preás-de-moleques-do-sul, com nome científico de Cavia intermedia, diferenciam-se pelas medidas do crânio, uma calosidade bem particular nas patas traseiras e é a única do gênero com número de cromossomos diferente.  Considerado o mamífero com menor distribuição no planeta, está entre os 20 pequenos mamíferos mais ameaçados de extinção no mundo em todos os níveis (global, nacional e estadual). Por isso, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) coordena a elaboração do Plano Estadual de Conservação do preá-de-moleques-do-sul. preá não tem predadores naturais da Ilha, sua maior ameaça é a interação com o homem. Espécie Cavia intermedia é um patrimônio natural e científico de responsabilidade catarinense. Pesquisadores que estudavam as aves do arquipélago realizaram o primeiro registro, mas inicialmente o animal foi confundido como outra espécie de preá que ocorre no continente.

Veado
Veado

Veado: é um animal pertencente à Família Cervidae, encontrados naturalmente em todo o mundo, exceto na Austrália. Neste país, os indivíduos que ali se encontram foram introduzidos. Os fósseis mais antigos de indivíduos dessa família datam mais de 30 milhões de anos. Ao todo, na atualidade, são mais de 55 espécies; oito encontradas no Brasil. São animais noturnos, ao se depararem com os faróis de um carro, os veados permanecem parados porque suas pupilas se encontram dilatadas, fazendo com que não enxerguem absolutamente nada por um curto período de tempo. Assim, ao passar por locais onde é frequente a presença desses animais, o ideal é dirigir de forma cautelosa e se encontrar um exemplar, aguardar até que ele tenha sua visão recuperada para sair dali. Suas patas são compridas, e a cauda é curta. A pelagem, predominante de castanha ou avermelhada, apresentando variações na tonalidade de acordo com a espécie. os cornos desta espécie animal são ramificados tipo galhos, encontrados em todos os machos adultos.  

Ratão do banhado
Ratão do banhado

Ratão do banhado, Myocastor coypus, na cidade de Higashi-Hiroshima, Japão. A espécie foi levada da América do Sul, na 2a guerra mundial, para fornecer pele para fabricação de casacos para os soldados japoneses. Atualmente é uma praga agrícola no Japão. ocorre originalmente no Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Brasil sendo que se restringia apenas ao Rio Grande do Sul. Contudo essa espécie foi introduzida no estado de São Paulo onde se adaptou bem, há registros desse animal em biomas como o Cerrado e Pantanal. É uma espécie de hábitos semi-aquáticos, que se alimenta de frutos, gramíneas e plantas aquáticas. Podem viver em pares ou grupos hierarquizados. A gestação dura entre 128 e 138 dias e podem nascer até 13 filhotes, porém usualmente são verificadas ninhadas de quatro a seis. Esta espécie pesa de 4 a 8 kg e alimenta-se de plantas aquáticas, gramíneas, até caramujos e pequenos peixes. Cada ninhada consta de quatro a seis filhotes. Esses animais constroem plataformas com palhas e juncos que usam para descansar.

Cachorro vinagre
Cachorro vinagre

Cachorro vinagre, Speothos venaticus, é um canídeo pouco conhecido, que vive em diferentes tipos de habitat na América do Sul e América Central, mas é raramente avistado na natureza. Para estimar a abundância relativa de cachorros-vinagre na Amazônia brasileira, dados de armadilhas fotográficas camera-trapping da Floresta Nacional do Amapá da dissertação de mestrado em Ecologia de Lincol Michalski foram analisados conjuntamente com dados de duas outras unidades de conservação (Reserva Extrativista Alto Tarauacá, no Acre, e Parque Nacional da Amazônia, no Pará) e uma área impactada e fragmentada em Alta Floresta (Mato Grosso). O estudo foi publicado no periódico Oryx. Os canídeos foram menos frequentes no ambiente fragmentado de Alta Floresta que nas três áreas conservadas, sugerindo que os cachorros-vinagre são sensíveis ao impacto humano sobre seu habitat. Os resultados indicam que são  predominantemente diurnos na Amazônia. Em geral os registros foram de 2-3 indivíduos, mas chegaram a ser observadas matilhas com até 8 membros. As presas de cachorros-vinagre cutias, pacas e tatus foram relativamente abundantes nas quatro áreas de estudo, o que parece excluir a escassez de alimentos como motivo a raridade desses canídeos.

Graxaim do campo
Graxaim do campo

Graxaims do campo ocorrem no centro-leste da América do Sul, desde o sudeste do Brasil e leste da Bolívia, e são fortemente associados com habitats de campos abertos dos pampas, cerrados e Chacos. Eles possuem picos de atividade noturnos e diurnos, e ficam mais ativos durante o dia aonde ocorrem nas mesmas áreas que o predomina como noturna cahorro-do-mato. Sua dieta parece variar com o habitat e disponibilidade de presas e também já foi demonstrado ter alteração como um resultado de perturbação humana. Não existem dados sobre como as populações desse canídeo respondem à expansão da agricultura, entretanto a perda de habitat é provavelmente uma das principais ameaças a essa espécie, pois estão sendo mortos como resultado de predação em animais domésticos especialmente ovelhas e galinhas. É classificado pela IUCN União Internacional para a Conservação da Natureza é uma espécie não preocupante". O Graxaim-do-campo pertençe a familia  Lycalopex gymnocercus. hecido como raposa-dos-pampas, esse canídeo membro da família Canidae, ao qual também fazem parte os lobos, cães e raposas é uma das espécies propaganda dos campos sulinos.

Zorrilho
Zorrilho

Zorrilho (Conepatus chinga) é um pequeno mamífero carnívoro da família dos Mephitidae e do mesmo gênero que a Jaritataca que habita a América do Sul, estendendo-se do oeste do Peru ao leste da Argentina, passando pelo sul do Brasil. É solitário e apresenta hábitos noturnos. Se alimenta principalmente artrópodes, pequenos vertebrados e frutos. É capaz de produzir, armazenar e expelir de glândulas perianais, substância extremamente fétida com efeitos tóxicos quando em alta concentração. O Zorrilho é um pequeno mamífero terrestre, com cerca de 50 a 60 cm de comprimento total e peso entre 1,5 e 2,5 Km o com duas listras brancas que vão desde o topo da cabeça à base da cauda, passando pela região superior de seu corpo atarracado e compacto. Essas listras podem ser muito destacadas como também podem se encontrar ausentes. Sua cauda é larga e espessa, com pelos longos que trazem um aspecto volumoso para a cauda. A coloração da cauda costuma seguir a mesma cor do animal mas também pode apresentar grande quantidade de pelos brancos. Um dos aspectos mais conhecidos da biologia do zorrilho é seu odor característico, 

Zootecnia 

É a  ciência que se dedica especificamente ao estudo, manejo, melhoramento e produção de animais domésticos especialmente os de interesse econômico, rural ou de criação. 

Gatos Domésticos
Gatos Domésticos

Gatos Domésticos, podemos ver que os dois tipos de olhar se aplicam a esse curioso felino. Por volta de 10.000 anos atrás, os gatos surgiram nos grupos humanos sedentários com a função natural de exterminar os roedores que rondavam os estoques de grãos. Nessa mesma época, lendas hebraicas e babilônicas diziam que os gatos surgiram através do espirro de um leão. Provavelmente, esse tipo de explicação mítica adveio das semelhanças físicas e comportamento observadas entre esses dois animais oriundos da mesma família biológica. Com o passar do tempo, essa visão preconceituosa perdeu lugar para o prazer advindo da domesticação desses pequenos animais, capacidade de associar independência e sociabilidade faz um tipo de companhia agradável. 

Coelhos, são mamíferos quadrúpede que pertence à família Leporidae e à ordem Lagomorpha. o coelho tem hábitos noturnos e se alimenta é herbívoro desde o anoitecer até o amanhecer. Cujo corpo é coberto por uma pelagem densa e parecida com lã. Sua cor pode variar bastante, há coelhos brancos, cinzas, pretos, marrons, etc. Sua cabeça é ovalada e seus olhos são grandes. Na natureza, seu peso varia entre 1,5 e 2,5 kg. Suas orelhas podem medir até 7 cm e sua cauda é bem curta. As patas posteriores são maiores do que as anteriores. O comprimento do coelho oscila entre 33 e 50 cm, de acordo com a raça. Este animal vive em áreas secas, próximas ao nível do mar, com solo arenoso e macio para facilitar a construção de suas tocas. Os coelhos habitam os bosques, embora prefiram campos extensos que sejam cobertos por matagais onde possam se esconder e proteger-se, era frequente vê-los em várias áreas de cultivo, porém novas técnicas para arar a terra destroem as tocas dos coelhos em plantações de alface, grãos e raízes cultivadas para consumo humano.

Cães domésticos
Cães domésticos

Cães domésticos, refere-se a qualquer uma das centenas de raças desses animais existentes no mundo atualmente. Embora esses animais variem drasticamente em aparência, todos os cães do chihuahua ao dogue-alemão são da mesma espécie, a Canis familiaris. A espécie separa cães domésticos dos canídeos selvagens, como coiotes, raposas e lobos. Cães domésticos normalmente são criados como animais de estimação, embora muitas raças sejam capazes de sobreviver por conta própria, seja na natureza ou nas ruas da cidade. De acordo com um estudo de 2016 sobre consumidores, os cães estão presentes em um terço de todos os lares do mundo. Esse número torna o cão doméstico o animal de estimação mais popular do planeta. A maioria da cães surgiram da mistura de raças.

Porquinhos da India, são selvagens, também chamados de preás e são habitantes da América do Sul, sendo encontrados desde a Colômbia e Venezuela ao sul do Brasil e norte da Argentina. Eles vivem em grupos de até cerca de 10 indivíduos e habitam tocas que são cavadas por eles mesmos ou por outros animais. A pelagem de formas selvagens é geralmente curta, o focinho é mais longo, as orelhas são mais eretas e menores e a cor é tem menor variável em populações selvagens tendendo a ser uniforme acinzentada ou acastanhada semelhante a algumas das variedades agouti sólidos. O Porquinho da índia Cavia Porcellus foi domesticado a partir da variante selvagem Cavia tschudii habitante do Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Brasil. Há evidencias da domesticação de porquinhos da índia desde 2500 a.C., pois, restos de cobaias, como peles e ossos, foram encontrados em túmulos de antigos habitantes da América do Sul. Cerâmicas Moche, das culturas pré-colombianas apresentavam esse animal.

Hamsters
Hamsters

Hamsters, já fazem parte da vida de muitas pessoas, todos sabemos, isso se deve ao seu tamanho facilitando o acesso para pessoas que moram em apartamentos ou casa pequenas, além do baixo custo em relação à cuidados e alimentação. Fora que são bichinhos muito carinhosos e quando bem cuidados, se tornam muito mansos e carinhosos com seus criadores. Mas vocês sabem de onde vem o Hamsters, eles são originários da Síria, onde foram capturados e criados em cativeiro, ao norte da Síria na cidade de Alepo pelo cientista Dr. Ahroni em 1930. Mas foi descoberto em 1839. O hamster Chinês é originário da China e Mongólia e pertence a um grupo conhecidos como hamsters-camudongos. Sendo mantido em cativeiro no Reino Unido, desde 1919.

Porcos Domésticos
Porcos Domésticos

Porcos Doméstisos, que vemos hoje têm sua origem no javali Sus scrofa, que habitava a Europa, e o javali asiático Sus vitatus, que surgiu na Ásia. Por isso, ao olhar para um porco doméstico com aparência muito diferente a de um javali, nunca imaginamos que compartilham as mesmas necessidades de comportamento. O cruzamento dessas duas espécies é provavel que deu origem à espécie moderna, que conhecemos como porco doméstico Sus scrofa domesticus. Na América Latina, essa preocupação com a forma de criação começou mais tarde do que na Europa porque a informação sobre como os animais são criados ainda é escassa. Os humanos criam porcos desde os tempos remotos. Possivelmente, foram os povos arianos que, durante suas migrações, apresentaram esses animais fascinantes aos europeus. Na China, eles são criados há 5.000 anos antes de nossa era. Os primeiros porcos a chegarem na América trazidos por Colombo em 1493 introduzidos em Santo Domingo, Colômbia, Venezuela, Peru, Equador e Brasil.

Bovinos
Bovinos

Bovinos, originalmente surgiram em torno de 10.000 anos, quando os egípcios iniciaram a domesticação e utilização do Auroque Bos Primigenius para o fornecimento de carne, leite, couro e utilização como força de tração na agricultura. O Auroque, também nominado por Uruz, um dos maiores bovídeos selvagens terrestre, habitava primitivamente as pradarias e savanas da Ásia e norte da África. Gravuras e pinturas rupestres, interpretadas e estudadas atualmente por zootecnistas e historiadores da vida selvagem, mostram que o Auroque, semelhante ao Bizão europeu Bisão bonasus, tinha um porte avantajado com uma altura na cernelha de 1.80 m, tamanho de 3.0 m, e peso de até 1 500kg. Essa biometria corporal variava de acordo com o continente; Ásia, África ou Europa do Auroque de origem, sendo os maiores exemplares os que habitavam a Europa. Também, era significante o dimorfismo sexual, sendo os machos maiores que as fêmeas. A questão intrigante que sempre desafiou os pesquisadores era a origem da diferenciação zootécnica entre os bovinos europeus, Bos taurus e os indianos, Bos indicus. A pesquisa, graças aos avanços modernos da engenharia genética e biologia molecular, possibilitou que a geneticista pudesse regredir aos anos 9.000 e 900 a.C, no Neolítico, pesquisando os genomas de bovinos selvagens, em ossos fósseis do crânio desses animais que habitaram o Oriente Próximo, Ásia Central e a Península Bulcânica.

Boi Almiscarado
Boi Almiscarado

Boi Almiscarado, Ovibos moschatus é um bovídeo caprino que pode alcançar até 2,3 metros de comprimento e 1,5 de altura nos ombros, assim como pesar até 400 kg. Vive nas regiões árticas, e graças à sua espessa pelagem felpuda aguenta temperaturas tão baixas como as de menos 40 °C. Apesar do nome, bois-almiscarados estão mais aparentados com as cabras do que com os bois. Ambos os sexos têm longos chifres curvados. Possuem 2,5m de comprimento e 1,4m de altura no ombro. Os adultos pesam pelo menos 200 quilogramas e podem exceder 400 quilogramas. A coloração de sua pelagem é uma mistura de preto, de cinzento, e de marrom, e possuem longos pelos protetores que alcançam quase o chão. Também possuem um comportamento de defesa Ao sentir-se ameaçado, os machos e as fêmeas formam um círculo em torno dos filhotes e dos jovens.

Nelore
Nelore

Nelore: tem origem na Índia, mais na província de Andra, no leste do país. Os primeiros animais da raça ongole, que deu origem ao nelore brasileiro, chegaram à Índia pelas mãos dos arianos, por volta de mil anos antes de Cristo. Devido à sua resistência, o gado nelore costuma satisfazer os pecuaristas. Esse animal suporta bem o calor, pois tem pelagem curta e metabolismo mais baixo do que os animais de origem europeia. O nelore se mostra resistente varias parasitas logicamente, isso não signifique que o animal não precise de cuidados adequados. Esse animal se tornou o símbolo da pecuária bovina brasileira. Como vimos, intensas pesquisas continuam sendo desenvolvidas para tornar o nelore ainda mais forte e atrativo para os produtores nacionais. Hoje, o gado nelore alimenta milhões de brasileiros e pessoas mundo a fora, sendo exportado para mais de 146 países. 

White Park
White Park

White Park: é um animal de médio a grande porte relativamente comprido. Considerada uma das raças mais antigas do mundo, pertencendo aos Bostaurus. Eles são geralmente de cor branca com pontos pretos, embora os pontos pretos possam ser vermelhos ocasionalmente, possuem a parte interna da orelha preta, que é uma característica marcantes, O gado White Park é uma raça rara de gado com chifres grandes, lembrandoos Longhorn e rebanhos ancestrais na Grã-Bretanha. A raça foi documentada na Grã-Bretanha no século XIII. Ainda existem rebanhos antigos continentes. 

Cavalos
Cavalos

Cavalos, a relação entre os homens e os cavalos vem sendo construída a milhares de ano. Atualmente, o cavalo e o homem estão juntos em tarefas como na agricultura, no transporte, nos tratamentos de saúde e até mesmo o esporte. No período onde homem caçava para sobreviver, o cavalo era apenas fonte de alimentação como outro animal qualquer, só depois veio a ser domesticado pelo os homens. A domesticação dos cavalos foi iniciada por nômades, na Península Ibérica e Ásia Central. A Península Ibérica foi de extrema importância para a evolução desses animais. O local serviu de refúgio para os cavalos. Nesse período, em que a maior parte da Europa estava coberta por vegetação densa, a Península Ibérica e a Ásia Central tinham pouca vegetação. Depois de a natureza por si mesma garantir a sobrevivência dos cavalos.

Caprinos
Caprinos

Caprinos, foram introduzidos no Brasil pelos colonizadores portugueses, juntamente com os primeiros animais domésticos por volta de 1535. Provavelmente, as raças aqui introduzidas tenham sido aquelas criadas em Portugal e regiões limítrofes da Espanha, na época Silva Neto, 1950; Figueiredo, 1981; Figueiredo et al. 1987. No Brasil, a caprinocultura se faz presente em todas as regiões do país. Porém, 89,8% do efetivo do rebanho nacional está distribuído na região Nordeste, tendo como principais produtores, os Estados da Bahia, Piauí, Pernambuco e Ceará. Os caprinos que deram origem aos atuais Boer eram encontrados nos continentes africano e asiático. Mas o Boer primitivo possuía características pouco similares ao caprino Boer moderno, pois tinha um físico franzino, muito diferente do que conhecemos hoje. Contudo, todo o passado da raça é incerto. O que se sabe é que o caprino Boer atual tem descendência africana, asiática e europeia. Outra afirmação que pode ser feita é que na formação da raça, houve a participação de raças com boa aptidão para a produção de leite. Essa informação justifica a habilidade materna desses caprinos.  

Bisão ou Bisonte
Bisão ou Bisonte

Bisão ou Bisonte, é um mamífero bovino do gênero Bison, compreende tanto espécies extintas como existentes. Desde o início da época Pleistocena, há 1,8 milhão de anos, habitou a Europa, a Ásia e a América do Norte. Apenas duas espécies vivem até a atualidade: o bisão-americano, Bison bison e o bisão-europeu Bison bonasus. É um animal com volume poderoso, que vive em grupos e alimenta-se principalmente de capim às vezes de arbustos também. Possui uma grande corcova sobre os ombros e uma grossa cobertura de pelos, mais longos no pescoço e nos ombros. Sua cabeça grande sustenta dois chifres curvos. Dezenas de milhares de anos atrás, o bisão foi um animal importante para os povos indígenas norte-americanos, que dele obtinham carne, leite, couro e com os ossos fabricavam utensílios domésticos e armas. Bisontes são herbívoros, alimentando-se da erva das pradarias durante todo o ano.

Angus
Angus

Angus: existe na Escócia há 400 anos e se desenvolveu no século XIX no nordeste escocês nos condados de Angus e Aberdeen. Sua origem é muito remota, e já nas antigas esculturas há representados bovinos mochos nesta zona. O gado negro sem chifres é mencionado no século IX e no início do século XVI. O Angus se destaca entre as raças taurinas, por reunir um grande número de características que asseguram um excelente resultado econômico. Clássico biótipo de raça produtora de carne. O angus, apresenta uma precocidade, que, comparada com outras raças, sob as mesmas condições alimentares, atinge mais cedo a puberdade sexual, tanto em machos como em fêmeas, além de atingir o ponto de abate mais rápido. Em 1523, onde eram numerosos rebanhos do gado negro Humel ou Humble palavras que significam mocho. 

Charolês
Charolês

Charolês: possui uma genética que favorece o seu crescimento e eficiência alimentar, gerando uma espécie de tripla aptidão para corte, laticínios e transporte. Porém, é claro, a raça se tornou uma produtora de carne a pasto ou estabulado devido ao seu alto potencial de engorda, boa proporção de gordura intramuscular e palatabilidade superior. Um boi Charolês pesa entre 800 quilos em média, enquanto a vaca pesa entre 800 a 900 quilos, mas os seus recordes respectivos são de 1.500 e 1.100 quilos! Ou seja, a carcaça da raça é grande, de alta qualidade e com excelente taxa muscular. O típico Charolês é branco ou branco-creme, com focinho rosa e cascos claros, porém existem animais da cor preta e vermelha. A raça tem cabeça curta e larga, corpo muito profundo, com lombo e membros posteriores fortes e musculosos. Os bovinos adultos pesam em média entre 700 kg e 1,2 mil kg, com recordes acima dos 1,5 mil kg. A altura média fica entre 130 cm e 150 cm.

Burro ou Asno
Burro ou Asno

Burro ou Asno, é o nome dado ao filhote macho do cruzamento entre jumento, também chamado de asno ou jegue Equus asinus, com a égua, ou cavalo Equus caballus. Quando se trata de uma fêmea resultante desse cruzamento, falamos em mula.é um animal muito sociável, dócil, inteligente e resiliente, que tem assumido, ao longo da história, as mais variadas funções na convivência com os homens, como animais de companhia e também como parceiros de trabalho, carregando carga ou transportando pessoas. Infelizmente, muitos desses animais sofrem maus-tratos, ficando expostos muitas horas trabalhando debaixo do sol escaldante, carregando cargas pesadíssimas no lombo, e sem comer ou tomar água. Esses animais são grandes parceiros dos seres humanos, por isso devem ser tratados com todo o carinho e respeito, assim como todos os animais, e devem ser devidamente alimentados, ter água abundante à disposição e boa acomodação.

Ovinos
Ovinos

Ovinos, é descendente do muflão 'mouflon' que foi domesticado entre 12.000 e 13.000 a.C. na região oriental do mar Mediterrâneo, Sardenha e Córsega. Os Ovinos foram os primeiros animais a serem domesticados pelo homem. São conhecidas mais de 800 raças de ovinos, sendo cerca de 200 raças domesticadas. A constante seleção de animais próprios para a produção de carne e para a produção de lã, produziram essa diversidade de raças. Na Suméria, as famílias mais abastados consumiam carne de carneiro, servida sempre cozida. O carneiro era tão importante para eles que na língua dos sumérios, existem cerca de 200 palavras que designam os diversos tipos de carneiro e as carnes destes animais. Em chinês a palavra para designar caprinos e ovinos é a mesma e o povo costuma não saber diferenciar bem as duas espécies. O 'bharal' Pseudois schaeferi e P. nayar, que os chineses chamam de 'shi-yang', o que significa 'carneiro pedra' é um animal encontrado no Himalaia e na Mongólia, intermediário entre ovino e caprino. É descrito como um animal lanoso azul, sendo cinza azulado na camada inferior. Vive em altitudes acima de 4500 metros e é a presa favorita do leopardo-da-neve. A domesticação dos ovinos terá ocorrido há cerca de 11 mil anos no Sudoeste Asiático1 a partir dos ovinos selvagens que habitavam aquela região e aonde ainda estão presentes. Os três principais grupos de ovinos selvagens Euroasiáticos são o muflão asiático. Orientalis, ou Urial.

Búfalo Africano
Búfalo Africano

Búfalo Africano, Syncerus caffer é um mamífero, herbívoro, que pertence à família Bovidae. É um animal de grande porte que chega a medir até 3 m de comprimento e 1,7 m de altura. Seu peso pode alcançar 900 kg. O búfalo africano é selvagem e é nativo das savanas daquele continente. Embora sejam bem maiores, os búfalos são semelhantes aos bois em sua aparência. Diferente de outras espécies de búfalos, os búfalos africanos têm a pelagem negra. Sua visão não é das melhores, porém sua audição e olfato são apurados. Seus chifres são largos e voltados para trás. Os búfalos habitam a África Subsaariana, ou seja, todas as regiões da África exceto a região norte. 

Zebu
Zebu

Zebu: Bos indicus, é o bovino originário da Índia e do Oriente Próximo. Cerca de um terço do rebanho bovino do mundo é do tipo zebuíno e está concentrado no Sul da Ásia. No Brasil, estima-se que das 160 milhões de cabeças, cerca de 78% são mestiços das raças zebuínas, 2% são zebuínos puros, 18,2% apresentam maior influência das raças taurinas, 1,5% são taurinos puros, 0,2% são raças sintéticas Bos taurus X Bos indicus, e apenas 0,1% são formadas por raças nativas ou crioulas originais. A entrada de gado zebu no Brasil iniciou-se ainda no período colonial do Brasil em 1534.

Gnus
Gnus

Gnu: também é conhecido como boi-cavalo. Esses herbívoros grandes caminham em imensas manadas pelas planícies da África, sempre em busca de alimento e água potável. No início da estação chuvosa, os gnus começam a sua migração anual pela África Oriental, viajando uma distância entre 800 e 1600 quilômetros por ano que se dirigem em migração no início da época seca reúne-se em enormes manadas rumo oeste à procura de novas pastagens. Esse bovídeo de estrutura pesada e grandes quartos dianteiros, tem uma cabeça muito grande em forma de caixa e chifres lisos, afiados e curvados para cima. Esses chifres crescem em ambos, macho e fêmea. Seus quartos traseiros, assim como as pernas, são magros, que terminam em cascos. Seu corpo é coberto por uma curta pelagem cinza, sua cara é barbuda. É um animal gregário, manadas de milhares de indivíduos.

Jumento Pêga
Jumento Pêga

Jumento Pêga, história da origem contou também com uma contribuição especial da mão de Deus, ou pelo menos de um servo muito fiel. Foi um vigário do arcebispado de Mariana, em Minas Gerais, foi o grande incentivador da criação desses animais. E foi dele, do padre Manoel Torquato, o primeiro reprodutor pêga da história, que era chamado de Nero. O jumento seu porte pode variar de acordo com a raça, assim como sua pelagem. A cor pode variar de branco a cinza ou preto e geralmente tem uma faixa escura da crina até a cauda e uma faixa transversal nos ombros. A crina é curta e na vertical e a cauda, com pelos longos no final, é mais parecida com a de uma do que de um cavalo. As orelhas longas é a característica que pode diferenciá-los de seus semelhantes, os cavalos e os burros, que tem orelhas mais curtas. Embora sejam mais lentos que os cavalos, os jumentos tem cascos firmes que os possibilita carregar cargas pesadas.

ANIMAIS  ANDINOS

Lhama
Lhama

Lhama: é um animal mamífero, herbívoro e ruminante descendente de uma espécie selvagem denominada guanaco. As lhamas são camelídeos sul-americanos com grande importância econômica, sendo utilizadas para produção de lã e transporte de cargas, além de serem expostas em parques e zoológicos. Apresentam pelos longos e desalinhados, olhos grandes, orelhas eretas pernas e pescoço compridos. Assemelham-se muito fisicamente com as alpacas, entretanto, estas porém são menores. A lhama é resultado da domesticação de uma espécie selvagem conhecida como guanaco. Esse processo de domesticação ocorreu em torno de 4500 a.C. A lhama Lama glama está classificada na ordem Artiodactyla, na família Camelidae e gênero Lama, mesmo gênero da alpaca Lama pacos e do guanaco Lama guanicoe.

Alpaca
Alpaca

Alpaca: pode ser encontrado nas Américas. Há os outras duas especies que vivem na África e na Ásia. Todas as espécies tiveram uma mesma origem há mais de 30 milhões de anos: a América do Norte. Porém, alguns migraram para o norte e caminharam pelo gelo até chegar ao calor dos continentes africano e asiático. O restante foi para o sul e se instalou na região fria da Cordilheira dos Andes. Alpacas são animais de corpo esbelto com pernas e pescoços longos, cabeças pequenas e orelhas grandes e pontudas. Elas são cobertas por um velo macio que é praticamente livre de pelos de proteção que e ocorre e variedade de cores. O processo de adaptação, animais de característica distinta. Atualmente, Alpacas vivem, principalmente, no norte da Argentina no Chile nos territórios do Peru, tem mais exemplares é na Bolívia. 

Guanaco
Guanaco

Guanaco: é um mamífero pertencente à família dos camelídeos, que vive nas áreas áridas e montanhosas da América do Sul. Altamente adaptado a condições extremas, ele pode ser encontrado naturalmente nas regiões norte e sul do Chile. Na Patagônia, sua presença desempenha um papel fundamental na conservação da biodiversidade e na conservação dos equilíbrios ecológicos. Não há diferença entre machos e fêmeas. Todos os animais desta família têm cabeças pequenos, não possuem chifres ou galhadas, e um lábio superior dividido. O guanaco enfrenta várias ameaças que colocam sua sobrevivência em risco, inclusive o fato de ser caçado para obter peles e ser considerado um concorrente do gado. o guanaco é uma importante fonte de alimento para muitas espécies, pumas, raposas e condores.  

´PRIMATOLOGIA

É o ramo da Zoologia dedicado ao estudo científico dos primatas, abrangendo sua anatomia, comportamento, ecologia, evolução, genética e conservação, incluindo macacos, grandes primatas e até os seres humanos. 

Homo Sapiens
Homo Sapiens

Homo Sapiens: Sendo a espécie humana mais difundida a já ter habitado a Terra, o abrange uma enorme diversidade. Os seres humanos atuais possuem uma variedade de características diferentes, incluindo formas, tamanhos e cores de pele, compartilham certas características que demonstram que todos somos membros de uma mesma espécieEvidências genéticas mostram que o último ancestral comum de todos os humanos e chimpanzés modernos teriam vivido em tese entre seis e nove milhões de anos atrás na África. 

Homo Erectus
Homo Erectus

Homo Erectus, foi um hominídeo ancestral extinto, é uma espécie pioneira. Foi o primeiro de nossos parentes a apresentar proporções corporais semelhantes às dos humanos de hoje, com braços mais curtos e pernas mais longas em relação ao tronco. Foi o hominídeo pioneiro a migrar para fora da África e, possivelmente, o primeiro a cozinhar alimentos. Em termos gerais de sobrevivência da espécie, o Homo erectus é um enorme caso de sucesso. As evidências fósseis do H. erectus abrangem mais de 1,5 milhão de anos e de longe com vida longa.

Homo Neandertal
Homo Neandertal

O Neandertal foi uma espécie de hominídeo que viveu na Ásia e na Europa entre cerca de 400 mil anos atrás e 40 mil anos atrás. Os pesquisadores apontam que ele possuía corpo, estrutura óssea e cérebro diferentes do Homo sapiens, embora tivessem muitas semelhanças e tenham coexistido e  sendo.  considerado, hominídeo muito inteligente pelos pesquisadores, pois fabricava objetos e ferramentas para garantir a sua sobrevivência. Comia tudo o que estivesse disponível, de preferencia carne animal. a extinção, foi por volta de 40 mil anos atrás.

Homo Habilis
Homo Habilis

Homo Habilis, cujo nome significa "homem habilidoso". Ele viveu há cerca de dois milhões de anos e foi o primeiro a produzir ferramentas de forma sistemática, usando pedras lascadas para cortar carne, raspar peles e fabricar utensílios. As ferramentas produzidas pelo Homo habilis foram um marco na história humana, pois indicam planejamento, capacidade de antecipação e transmissão de conhecimento entre os membros do grupo. A evolução da espécie humana é um processo complexo, que não aconteceu em linha reta ou planejada.

Homo Floresiensis ou Hobbit
Homo Floresiensis ou Hobbit

Homo Floresiensis ou Hobbit, tinha uma aparência humana, "nossa aproximação facial, baseada na verificação, sistemática, da relação entre o crânio e seus tecidos moles do Hobbit. Basicamente, chimpanzés não possui as faces humanas, o estudo argumenta, então reconstruções anteriores da aparência do rosto hobbit fracassaram. Os esforços passados ​​caíram na armadilha de assumir que todas as antigas espécies de humanos. a "homens selvagens", "elos perdidos" ou "homens-macacos"

Homo Naledi
Homo Naledi

Homo Naledi é uma espécie de hominídeo extinto, então desconhecida, descoberta na Câmara Dinaledi do sistema de cavernas Rising Star, Berço da Humanidade, África do Sul. Essa espécie caracteriza-se por massa corporal e estatura semelhantes às de populações humanas de pequeno porte, com um pequeno volume endocraniano, similar ao dos australopitecos. A morfologia craniana do H. naledi é única, porém bastante similar à de espécies primitivas do gênero Homo , incluindo o Homo erectus , o Homo habilis e o Homo rudolfensis

Homo Rudolfensis
Homo Rudolfensis

O Homo Rudolfensis é uma espécie extinta de hominídeo primitivo que viveu na África aproximadamente entre 2,4 e 1,8 milhões de anos atrás. Este hominídeo fez parte do gênero Homo , representando alguns dos primeiros membros da nossa atual linhagem humana. As principais características que distinguem o rudolfensis e outras espécies primitivas do gênero Homo de hominídeos anteriores, como Australopithecus , incluem caixa craniana maior e dentes menores. A relação evolutiva exata e as características anatômicas do H. rudolfensis ainda são temas de debate científico.

Homo Heidelbergensis
Homo Heidelbergensis

Homo Heidelbergensis, espécie extinta de humano arcaico (gênero Homo ) conhecida por fósseis datados de 600.000 a 200.000 anos atrás na África, Europa e na Ásia . O nome apareceu impresso pela primeira vez em 1908 para designar uma mandíbula humana antiga descoberta em 1907 perto da cidade de Mauer, a 16 km (10 milhas) a sudeste de Heidelberg, AlemanhaA mandíbula de Heidelberg, também chamada de mandíbula de Mauer, não possui queixo e é excepcionalmente espessa e larga. Os dentes são surpreendentemente pequenos para uma mandíbula tão maciça.

Homo Denisovano
Homo Denisovano

Homo Denisovano eram um tipo de humano antigo em que, durante muito tempo, foi conhecido apenas por seu DNA e dentes. Mas descobertas e análises fósseis recentes estão revelando a aparência dessas pessoas e que provavelmente pertenciam a uma espécie chamada Homo longi. Os povos denisovanos que viviam nos ambientes mais frios e de maior altitude do sul da Sibéria, do Planalto Tibetano e do nordeste da China eram extremamente bem adaptados a essas condições extremas. Eram robustos e de corpo grosso, ainda mais do que seus primos neandertais.

Habitantes da Caverna do Cervo Vermelho
Habitantes da Caverna do Cervo Vermelho

Os Habitantes da Caverna do Cervo Vermelho foram a população pré-histórica mais recente conhecida que não se assemelha aos humanos modernos. Fósseis datados entre 14.500 e 11.500 anos foram encontrados nas cavernas do Cervo Vermelhode Longlin, China Apresentando uma mistura de características arcaicas e modernas, acredita-se que eles constituam uma espécie humana distinta que se extinguiu sem contribuir para o patrimônio genético dos humanos modernos. Apesar de sua idade relativamente recente, os fósseis exibem características de humanos mais primitivos.

Homo Australopithecus Afarensis
Homo Australopithecus Afarensis

Homo Australopithecus Afarensis pertence ao gênero, um grupo de hominídeos primitivos parentes dos humanos de corpo e cérebro pequenos, capazes de andar eretos, mas não bem adaptados para percorrer longas distâncias em terra. A capacidade de andar ereto pode ter oferecido vantagens de sobrevivência, como a possibilidade de detectar predadores perigosos mais cedo. Talvez crucialmente, isso deixava as mãos livres para realizar outras tarefas, como carregar comida e usar ferramentas. De acordo com os fósseis recuperados até o momento, os Australopithecus afarensis viveu entre 3,7 e 3 milhões de anos atrás.

Homo Luzonensis
Homo Luzonensis

Homo Luzonensis, viveu na ilha de Luzon pelo menos de 50 mil a 67 mil anos atrás. O hominíneo identificado a partir de um total de sete dentes e seis ossos pequenos o que apresenta uma mescla de características primitivas e mais avançadas. A descoberta memorável, anunciada na revista Nature, faz de Luzon a terceira ilha do sudeste asiático a apresentar sinais de atividade primitiva nos últimos 15 anos. Também há evidência de que o Homo luzonensis ou outro hominíneo antigo viveu em Luzon em uma época muito mais remota. O sudeste da Ásia provavelmente abrigou mais de uma espécie de hominíneo do que os atuais fósseis deixam transparecer.

Gorila
Gorila

Gorila: é o maior dos primatas, esse animal se destaca pelo genoma semelhante ao dos seres humanos. São considerados os maiores primatas do mundo, diurnos e herbívoros. Gorilas são encontrados em grupos, formados geralmente por um macho dominante, fêmeas e seus filhotes. Não são considerados agressivos, porém podem mudar esse comportamento, porém, quando se sentirem ameaçados. Gorilas apresentam um sistema de acasalamento em que um macho se acasala com várias fêmeas. Geralmente, gorilas dão à luz apenas um filhote. Atualmente, as duas espécies de gorilas existentes, gorila-ocidental Gorilla gorilla e gorila-oriental Gorilla beringei, estão em risco de extinção. Atualmente, sabe-se de duas espécies de gorilas, e cada uma delas apresenta duas subespécies.

Macaco Aranha
Macaco Aranha

Macaco Aranha: essa espécie apresenta cauda preênsil que utiliza para locomoção e forrageamento. Vivem exclusivamente em florestas altas, ocupando os níveis superiores do dossel e nas árvores emergentes. Considerando-se seu tamanho e a especialização locomotora, esse comportamento é predominante ao longo de toda sua área de distribuição. A vocalização é emitida somente por machos e pode ser ouvida a 500 metros. É usada como uma chamada e alarme e também para localização dos alimentos. É um animal frugívoro por excelência, além das frutas come também mel, folhas novas, flores e outras partes da planta.

Lêmure
Lêmure

Lêmure: é o nome dado aos primatas de Madagascar da familia Lemuriforme. Sendo primata, possuem características semelhantes aos macacos. Os lêmures costumam viver em grupos socias pequenos, com dominância de fêmeas adultas sobre os machos. Sua dominância se expressa através da marcação de território, da forma como elas ¨tomam¨ comida e locais de repouso dos machos e, até mesmo, através de agressões físicas. Os machos lutam uns contra os outros, e as fêmeas lutam entre si e contra os machos, para manterem seu status social. Há espécies de lêmures herbívoros e onívoros. Todos possuem polegar opositor e unhas em vez de garras. 

Chimpanzé
Chimpanzé

Chimpanzé: Ele possue a maior área de distribuição entre os grandes símios. Embora muitas populações vivam em florestas tropicais, também podem ser encontradas em matas e savanas entre a África Central e Ocidental. Esses primatas geralmente dormem em árvores normalmente na robusta árvore da espécie Olneya tesota, de Uganda, que oferece um abrigo mais firme e estável para dormir e constroem ninhos de folhas. Os chimpanzés também fazem grande parte de suas refeições nas árvores. Embora prefiram frutas e plantas, possuem uma dieta variada que também inclui insetos, ovos, nozes e centenas de outros alimentos. apreciam carne e relatos mostram que matam e comem macacos menores, antílopes pequenos e até mesmo tartarugas, que batem contra as árvores para abrir seus cascos.   

Orango Tango
Orango Tango

Orango Tango: são os primatas ruivos e conhecidos por levar uma vida solitária, embora as mães possam viver com seus filhotes por até nove anos. Na natureza, eles podem viver até 45 anos, passando a maior parte do tempo nas árvores seu nome é malaio e significa pessoa da floresta. Eles são animais arbóreos, ou seja, raramente descem das árvores. Como resultado, eles têm braços longos e fortes para se pendurar nos galhos e saltar de uma árvore para a outra. Desse modo com os braços esticados de um orangotango adulto medem mais de 2 metros.   

Macacos
Macacos

Macacos: são animais mamíferos que fazem parte do grupo dos primatas. É muito comum ouvirmos a utilização do termo para referir-se a todo e qualquer primata, entretanto, nem todos os primatas são macacos. Os macacos, de maneira geral, apresentam corpo coberto por pelos, os quais variam de uma espécie para outra, e apresentam polegares opositores, que os ajudam a segurar e manipular objetos. Os macacos pertencem à classe Mammalia e, como todo mamífero. Os macacos apresentam papel importante no meio ambiente, sendo que muitas espécies contruibuiem com a dispersão de sementes, garantindo, assim a manutenção e a biodiversidade das florestas. muitas espécies já encontram-se ameaçados de extinção.

Babuíno
Babuíno

Babuínos: possuem esse nome, pois eram considerados animais sagrados para os antigos egípcios. Os machos parecem associarem-se aos parentes ao longo de suas vidas. Nesse aspecto, os babuínos sagrados diferem de outros membros do gênero Papio. Os outros babuínos, os machos são transferidos de seus grupos natais para outros grupos, onde se estabelecem na hierarquia de dominação masculina para se reproduzirem. Os babuínos sagrados, embora machos e fêmeas sejam transferidos para novos grupos sociais, os machos mantêm laços ativos com seus parentes machos, permanecendo em seus em seus bandos natais. Os grupos de machos aparentados são unidos contra outros grupos de parentes machos. Geralmente os babuínos vivem em bandos comandados por machos dominantes. 

Saki Monkey
Saki Monkey

Saki Monkey: Eles podem ser encontrados no Brasil, Guiana francesa, Guiana, Suriname e Venezuela. Esta espécie vive no sub-bosque e no dossel inferior da floresta, alimentando-se principalmente de frutas, nozes, sementes e insetos. São criaturas arbóreas sejam e viajar de árvore em árvore, atividade tem por nome braquiação, É terrestres quando forrageiam. vivem cerca de 14 anos em seu habitat natural e foram registrados vivendo até 36 anos em cativeiro. São ativos durante o dia e dormem em locais muito elevados em árvores com muitas folhas para protegê-los do clima e de predadores.

Mico Leão Dourado
Mico Leão Dourado

Mico Leão Dourado: é dos Leontopithecus rosalia chama a atenção pela cor vibrante de seus pelos, que varia de dourado a vermelho-dourado. Assim como outros micos e saguis da família Callitrichidae, seu pequeno porte, sua longa cauda e sua agilidade fazem do mico-leão-dourado um dos mais simpáticos animais da nossa fauna, é endêmico da Mata Atlântica de baixada costeira do estado do Rio de Janeiro, ou seja, ocorre apenas nessa região. O mico habita porções de floresta a até 500 metros de altitude, ou seja, a espécie ocorre apenas nessa restrita área do território brasileiro eles utilizam  florestas e vegetação. 

 ESPECIES DIVERSAS E RARAS

Dromedários e Camelos
Dromedários e Camelos

Dromedários e Camelos: pertencem ao gênero Camelus, que inclui duas espécies o dromedário Camelus dromedarius e o camelo Camelus bactrianus. Essas espécies se diferenciam por várias características, sendo a mais visível a corcova, uma marca tão simbólica do gênero. O dromedário possui uma única corcova, enquanto o camelo apresenta duas. Além das corcovas, essas espécies também diferem em outros aspectos, como a distribuição geográfica e as adaptações ao ambiente. O dromedário é mais comum em regiões áridas e semiáridas do Oriente Médio e da África, enquanto o camelo-bactriano é tamb´ém encontrado principalmente nas regiões frias e desérticas da Ásia Central. Essas adaptações únicas permitem que ambos os animais sobrevivam, prosperem em condições extremas, tornando-os verdadeiros mestres da sobrevivência no deserto. As famosas corcovas dos camelos, que muitas pessoas acreditam erroneamente que contêm água, são na verdade uma característica essencial para a sobrevivência desses animais.

Hipopótamo
Hipopótamo

Hipopótamo, Hippopotamus amphibius ou hipopótamo-do-nilo um mamífero herbívoro de grande porte da África subsariana e uma das duas únicas espécies não extintas da família Hippopotamidae, sendo a outra o hipopótamo-pigmeu Choeropsis liberiensis ou Hexaprotodon liberiensis. O seu nome provém do grego antigo, significando cavalo do rio Apesar das suas semelhanças físicas com os porcos e outros ungulados artiodáctilos sendo por isso designado de animal porcino, os seus parentes vivos mais próximos são os cetáceos baleias, os golfinhos, etc; dos quais divergiram há cerca de 55 milhões de anos. O antepassado das baleias, dos hipopótamos demarcou-se dos outros artiodáctilos há cerca de 60 milhões de anos. As patas com quatro dedos distintos e ainda possuem membrana interdigital.

Girafa
Girafa

Girafa: espécie Giraffacamelopardalis é um mamífero da ordem dos Cetartiodactyla e da família Giraffidae. Acredita-se que existam apenas uma espéciede girafa e nove subespécies, e essas habitam as regiões de florestas e savanas africanas. A girafa é conhecida, principalmente, por seu longo pescoço, o que desperta a curiosidade e o fascínio por esse animal. A girafa é um vertebrado de grande estatura. O macho, geralmente maior que a fêmea, pode chegar a cerca de5,3 m de altura e a pesar em torno de 1.200 kg; já afêmea pode alcançar a estatura de cerca de 4,3 m e chegar a pesar 830 kg. A longevidade desse animal é de cerca de 25 anos. As girafas são mamíferos placentários, ou seja, o desenvolvimento do embrião ocorre dentro do corpo da fêmea. O tempo de gestação é de cerca de 15 meses, nascendo um filhote ou (raramente) gêmeos, por gestação. As fêmeas atingem a maturidade sexual entre os três e quatro anos de idade. Entre os machos, a reprodução está relacionada com a competição comoutros machos.

Facocero
Facocero

Facocero, também conhecido como javali-africano, apesar de não ser de fato um javali, é o nome que se refere aos animais do gênero Phacochoerus, inclui duas espécies africanas, o Phacochoerus africanus e o Phacochoerus aethiopicus. Eles habitam savanas e áreas semi-desérticas, onde se alimentam de todo tipo de frutas e vegetais, embora sua dieta também inclua ovos, aves e carniça. Portanto, eles são animais onívoros. Estes animais africanos são sociáveis, pois compartilham áreas de descanso, alimentação ou banho com outras espécies, estamos falando de um animal inteligente, que aproveitam os ninhos dos porco-formigueiro Orycteropus afer para se refugiarem dos predadores enquanto dormem. Gnus, javalis os são considerados espécies não correm, risco de extinção.

Zebra
Zebra

Zebra: é um animal selvagem da família dos equídeos, nativo da África. Elas são conhecidas por suas listras pretas e brancas distintas, que tornam de fácil reconhecimento em seu habitat natural. As zebras pertencem ao gênero Equus, que também inclui cavalos e burros. Existem três espécies de zebras: a zebra-das-planícies, a zebra-de-grevy e a zebra-das-montanhas. As zebras têm uma excelente visão. Tal como a maioria dos ungulados, têm os olhos nas laterais da cabeça e corpos esbeltos e pernas longas, próprio para correr rapidamente e escapar de predadores. Suas listras pretas e brancas não servem apenas para torná-las visualmente distintas, mas também desempenham um papel na regulação da temperatura corporal. As zebras têm uma excelente visão e audição, o que as ajuda a detectar ameaças em seu ambiente. As zebras são animais sociais que vivem em grupos chamados de manadas. Elas são herbívoras e se alimentam de capim e folhas. Conhecidas pela capacidade de buscar alimentos e água, que às torna adaptáveis a diferentes ambientes.

Rinoceronte
Rinoceronte

Rinoceronte, Rhinocerus unicornis é um mamífero encontrado no Nepal e na Índia, atualmente confinado nas pradarias altas e florestas no sopé do Himalaia. O nome que em português se dava a este animal era Ganda, com origem no termo sânscrito ganda ou khadga. A pele, grossa e recortada por profundas pregas, é de uma coloração cinzento-acastanhado, possui muito pouco pelo e está coberta de saliências rugosas e duras. O seu tamanho iguala o do rinoceronte-branco e é o quarto maior animal terrestre, depois das três espécies de elefantes. Os machos pesam entre os 2200 e os 3000 kg e as fêmeas rondam os 1600 kg. Mede de 365 a 380 cm de comprimento e de 145 a 170 cm de altura. ou chifre, presente em ambos os sexos. rinocerontes têm olfato e audição apurados a qualidade da visão é to ruim. 

Tamanduá
Tamanduá

Tamanduá, Myrmecophaga tridactyla é uma espécie de grande mamífero, com dieta especializada em insetos e que vive em grandes áreas naturais. Essa espécie tem ampla distribuição com concentração especial na América do Sul. Na região do Cerrado Central são necessários estudos com esses animais no intuito de obter dados básicos sobre a biologia na região e áreas de interesse. Essa iniciativa consiste na realização de estudos na natureza a fim de contribuir com ações para uma melhor sobrevivência de tamanduás-bandeira. A metodologia envolve busca ativa de indicativos biológicos e atividades de captação e organização de dados. Como outras espécies, tamanduás-bandeira sofrem com várias questões, as principais são o crescente desmatamento.

Anta ou Tapir
Anta ou Tapir

Anta ou Tapir: é um animal do gênero Tapirus e uma espécie muito importante para o ecossistema brasileiro. Como o maior mamífero da América do Sul, as fêmeas dessa espécie podem chegar até 300 quilos e 2 metros. No seu habitat natural sendo que no Brasil, boa parte da espécie vive no Pantanal e no norte da Amazônia são animais completamente doceis, inofensivos. Algo surpreendente sobre esta espécie é que as antas têm um corpo enorme com o qual fazem novos caminhos que são usados ​​por outras espécies, por isso são conhecidos como arquitetos da selva. No mundo, há quatro espécies desse animal, sendo: anta-brasileira, anta-da-montanha que vive nos Andes, a anta-centro-americana encontrada na América Central a anta-asiática, na Indonésia, Malásia, Mianmar e Tailândia.

Bicho Preguiça
Bicho Preguiça

Bicho Preguiça, não são preguiçosos na verdade eles são apenas lentos. Isso porque eles não precisam ser rápidos: vivem nas copas das árvores e se viram muito bem contra os predadores em cima dos galhos Esses bichos usam ainda contam como proteção a camuflagem, feita com algas microscópicas que se instalam na pelagem, e uma visão de 270°, possível graças a duas vértebras adicionais. Eles passam o dia dormindo, e se movimentam durante a noite. A visão e a audição da preguiça não são muito boas, mas, em compensação, seu olfato é ótimo. Para se pendurar nas árvores, a preguiça utiliza firmes garras, que podem atingir até 10 centímetros, dependendo da espécie. As garras também servem para defesa quando o animal se encontra no chão. 

Javali Sus Scrofa
Javali Sus Scrofa

Javali Sus Scrofa: nativo da Eurásia e da porção noroeste da África, é uma das mais antigas espécies intencionalmente trazidas pelos humanos no mundo. Hoje esse animal está presente em todos os continentes, exceto na Antártida, o que o coloca entre aqueles com maior distribuição geográfica, incluindo ilhas do Atlântico e do Pacífico. A proximidade dessa espécie com o ser humano facilitou esse processo de dispersão e colonização de novos ambientes. Os porcos em geral grupo em que se inclui o javali foram domesticados há cerca de 10 mil anos em várias localidades da Eurásia. Eram transportados com frequência para novas áreas e criados soltos, propiciando populações selvagens em novas localidades. Em meados do século 16, o comércio e as grandes viagens pelo mundo fizeram tomar-se em proporções maiores.

Ariranha
Ariranha

Ariranha, Pteronura brasiliensis é um animal vertebrado, pertencente à classe Mammalia, família Mustelidae e subfamília Lutrinae, a família das lontras, ariranha habita ambientes de água doce e sua distribuição ocorre pela América do Sul, no Brasil, Peru, Colômbia, Paraguai, Suriname e Venezuela. A ariranha apresenta o corpo longo coberto por uma pelagem densa e de cor marrom com uma mancha branca no pescoço, uma cauda robusta e achatada, que a auxilia na natação, e tamanho que varia entre 1,5 e 1,8 m. Como a cauda, a ariranha possui outras características que a ajudam na natação, como membranas interdigitais, localizadas entre os seus dedos. As ariranhas habitam ambientes de água doce, como rios, lagos e suas margens. Geralmente elas buscam locais onde há águas mais calmas; menos ação antrópica; e abundância de alimentos.

Capivara
Capivara

Capivara: é um animal tranquilo, mamífero que chama a atenção pelo seu tamanho, sendo o maior roedor do mundo. Trata-se de um animal herbívoro, semiaquático e que vive em grupos. É a maior espécie de roedor do mundo, podendo chegar a 1,30 de comprimento e a pesar até cerca de noventa quilos. Possui uma pelagem grossa, castanha avermelhada. Apesar de seu porte grande, as capivaras, em geral, são animais calmos e dóceis. Esses animais são encontrados vivendo próximo a corregos d´água, sendo esses ambientes usados para se protegerem e também para se reproduzirem. Esses animais vivem em grupos que variam de tamanho e apresentam organização social. Capivaras podem ser predadas por diferentes animais, como onças, jaguatiricas e jacarés. A capivara é um animal roedor mamífero pertencente à ordem Rodentia.

Lontras
Lontras

Lontra: é um animal pertencente ao filo Chordata, à classe Mammalia, Carnivora, família Mustelidae, a mesma família do furão. A lontra é um animal que apresenta comportamento esquivo, tímido e solitário. Atualmente, são conhecidas treze espécies de lontras com ampla distribuição pelo planeta, entretanto, apenas duas ocorrem no Brasil. São elas: a lontra, também conhecida como lontra-neotropical Lontra longicaudis e a lontra-gigante e ariranha Pteronura brasiliensis. As lontras são animais que passam boa parte do tempo na água, nos mais diversos ambientes aquáticos, desde ambientes de água doce até marinhos. No entanto, preferem locais com pouca ação antrópica, e que possam construir sua toca. 

Castores
Castores

Castores: são roedores semi aquáticos da família Castoridae. Existem duas espécies: o Castor canadensis, também conhecido como castor-americano, que é nativo da América do Norte, e o Castor fiber, encontrado na Europa. Já existiram outras espécies como o castor-de-kellogg Castor californicus, mas essa e outras já estão extintas. Os castores são famosos na literatura e nos contos por causa das grandes represas que constroem a fim de proteger as suas tocas subaquáticas. Eles se valem dos seus poderosos dentes incisivos para cortar o caule de árvores, que depois de derrubadas são arrastadas até suas barragens são "engenheiros da natureza".

Cutia
Cutia

Cutia: Dasyprocta azarae de longe parece fofa e simpática. Mas esse roedor do gênero Dasyprocta e família Dasyproctidae tem hábitos bem solitários ou em par, sendo difícil de ser visto. Seus hábitos são naturalmente diurnos. Entretanto, se a cutia se sentir ameaçada por predadores ela passa o dia escondida dentro de sua toca. E então, ao anoitecer, sai para buscar comida. É de porte pequeno a médio, mede até 50 centímetros de comprimento e pesa em média 3 quilos. Habita florestas, cerrados, capoeiras e até áreas cultivadas, sendo ativo principalmente no começo e fim do dia. Não parece, mas são muito gulosos. 

Tatu Peludo
Tatu Peludo

Tatu Peludo: pois possui pelos e uma tonalidade amarelada. Apresenta de 6 à 7 cintas móveis em sua carapaça. Alimentam-se principalmente de carne, predando pequenos marsupiais e roedores, mas não significa que não se alimente de insetos também. Vivem em tocas que eles escavam, onde características estruturais da toca, como entrada e tamanho variam de espécie para espécie. A caça ilegal, fruto da apreciação da carne do Tatu em práticas culturais no RS, a utilização do rabo e da carapaça do Tatu como adornos, animais vítimas de predação por cães e atropelamentos ameaçam ainda mais estes animais.

Tatu Bola
Tatu Bola

Tatu Bola: é pequeno com um comprimento total do animal varia de 40 a 43 cm e essas medidas dão-lhe o título de menor tatu do Brasil. Seu peso chega aos modestos 1,8 kg. Toda essa miudeza reflete seu temperamento. Ele não gosta muito de confusão, basta os predadores darem seus primeiros sinais e o Tolypeutes tricinctus curva-se em formato de bola daí surge seu nome popular. A espécie possui três cintas móveis na região média do dorso possui, peculiaridade que possibilita a estratégia de defesa. Apesar disso, alguns que são predadores carnívoros canídeos, felinos, humanos, conseguem perfurar sua carapaça.

Tatu Canastra
Tatu Canastra

Tatu Canastra: é um mamífero de grande porte maior entre todas as espécies vivas de tatus. É também conhecido, popularmente, como tatu-açú. O tatu-canastra apresenta hábito de vida mais noturno do que diurno. Passam os dias dormindo em tocas, que cavam com suas poderosas garras. Essas tocas podem ter até 5 metros 16 pés de comprimento, e também fornece um habitat importante para outras espécies. Seu alcance se estende do nordeste da Venezuela e Guiana ao Paraguai, norte da Argentina e partes do Brasil. Pode habitar uma variedade de ambientes, incluindo pastagens, savanas e florestas.

Herpetologia

Herpetologia é o ramo da zoologia dedicado ao estudo dos anfíbios (incluindo sapos, rãs e pererecas) e dos répteis como cobras, lagartos, tartarugas e crocodilianos. Sapos e rãs são classificados como anuros o maior grupo de anfíbios, que compartilham características como o corpo curto, ausência de cauda na fase adulta e patas traseiras bem desenvolvidas para saltar. A herpetologia abrange aspectos como ecologia, comportamento, fisiologia, taxonomia, evolução e conservação desses animais.

Sapo Martelo
Sapo Martelo

O sapo martelo é um anfíbio conhecido por seu corpo robusto e cabeça larga e com  características que podem lembrar um martelo. O nome popular pode ser utilizado para diferentes espécies dependendo da região de onde é ncontrado em ambientes úmidos, próximo a rios, lagoas e áreas de vegetação. Alimenta-se de insetos e outros pequenos invertebrados. O sapo martelo não é perigoso para os seres humanos, pois ele possui apenas uma toxina leve na pele para defesa contra predadores menores, não tem dentes venenosos e na verdade é uma espécie de perereca.

Sapo-Bicudo
Sapo-Bicudo

O sapo-bicudo é o nome popular usado para algumas espécies de pequenos anuros que possuem como principal característica o focinho comprido e pontudo. Essa aparência incomum ajuda a diferenciá-los de muitos outros sapos e rãs. São animais geralmente pequenos e discretos, encontrados em ambientes de floresta, principalmente em locais úmidos, entre folhas, galhos e no solo. Muitas espécies possuem coloração que ajuda na camuflagem, permitindo que se escondam entre a vegetação a alimentação é baseada principalmente em pequenos insetos, aranhas e outros invertebrados.

Sapo-Cururu
Sapo-Cururu

O sapo-cururu (Rhinella icterica) é um anfíbio muito conhecido no Brasil, encontrado principalmente em áreas de Mata Atlântica, campos e regiões urbanas. Possui corpo robusto, pele rugosa e grandes glândulas de veneno atrás dos olhos, geralmente noturno e alimenta-se principalmente de insetos e outros pequenos animais. Sua secreção é muito venenosa ajuda na defesa contra predadores. Durante a reprodução, coloca seus ovos na água, onde os girinos se desenvolvem. O sapo-cururu desempenha um papel importante no controle de insetos e no equilíbrio dos ecossistemas.

Rã-Touro-Gigante
Rã-Touro-Gigante

A rã-touro-gigante (Conraua goliath) é considerada a maior rã do mundo, podendo atingir mais de 30 cm de comprimento corporal e pesar mais de 3 kg. É encontrada principalmente em áreas de florestas tropicais da África Central, especialmente em Camarões e Guiné Equatorial. Vive próxima a rios e cachoeiras de águas limpas e alimenta-se de insetos, crustáceos, peixes e outros pequenos animais. É uma espécie ameaçada, principalmente pela destruição de seu habitat e pela captura para consumo.

Sapo-chifrudo
Sapo-chifrudo

O sapo-chifrudo é um anfíbio conhecido pelas protuberâncias acima dos olhos, que lembram pequenos chifres. O nome pode se referir a diferentes espécies, especialmente do gênero Ceratophrys e são encontradas principalmente na América do Sul. Ele possui boca muito grande, corpo robusto e hábitos predatórios. Alimentação a base de insetos, pequenos répteis, anfíbios e outros animais que consegue capturar. Vive geralmente em ambientes úmidos e utiliza sua aparência e coloração e se camuflar entre folhas e solo. 

Sapo-palhaço
Sapo-palhaço

O sapo-palhaço é o nome popular de alguns pequenos anfíbios conhecidos por suas cores vivas e padrões contrastantes, que podem lembrar maquiagem de um palhaço. Algumas espécies apresentam combinações de amarelo, laranja, vermelho, preto ou branco. Esses sapos vivem principalmente em florestas tropicais úmidas e alimentam-se de pequenos insetos e outros invertebrados. Suas cores podem funcionar como sinal de advertência para predadores, indicando que possuem substâncias tóxicas desagradáveis.

Serpentes

Cobra Inland Taipan
Cobra Inland Taipan

A Taipan é uma cobra da família Elapidae, encontrada no litoral, e Outback Australiano. A cobra Taipan Comum é subdividida em duas subespécies: a Taipan Costeira da Austrália e a Taipan de Papua que é nativa da costa sul de Papua, na Nova Guiné. A espécie Inland Taipan é considerada a cobra mais venenosa do mundo. Possui um veneno hemotóxico potente e complexo que faz o sangue se liquefazer, destruindo as células sanguíneas, causando hemorragias internas, inoculado por meio de duas presas fixas, na parte posterior da boca. 

Cobra Cascavel
Cobra Cascavel

A cascavel é facilmente identificável pelo chocalho na ponta de sua cauda. Elas fazem parte da família da jararaca. Encontrada do México à Argentina, é a unica serpente das Américas dessa lista. Surpreendentemente, os filhotes são considerados mais perigosos do que os adultos, devido à sua incapacidade de controlar a quantidade de veneno injetado. A maioria das espécies de cascavel têm veneno hemotóxico, que destrói tecidos, órgãos e causa coagulopatia interrompe a coagulação cicatrizes prováveis no caso de uma picada venenosa.

Cobra Naja
Cobra Naja

As Najas podem ser encontradas na África, no Sudoeste da Ásia, no Sul da Ásia e no Sudeste Asiático, geralmente utilizadas por encantadores de serpente da Índia. No entanto, elas acompanham os movimento da flauta, já que cobras não possuem audição. Várias espécies da Naja, referidas como cobras cuspidoras, desenvolveram um mecanismo entrega o veneno especializado, em que os seus dentes da frente, em vez de libertarem veneno por pontas semelhante a uma agulha hipodérmica, permitindo a cobra impulsione o veneno para fora da boca.

Cobra Jiboia
Cobra Jiboia

As jiboias são répteis da família Boidae, a família e encontram-se as maiores serpentes do planeta. Ela é considerada a segunda maior espécie do território nacional, ficando atrás apenas da sucuri, serpentes muito temidas pelo grande porte, como veremos a seguir, não são animais tão perigosos assim. 

Cobra Píton-reticulada
Cobra Píton-reticulada

A píton-reticulada é a cobra mais comprida do mundo. Atualmente, a maior cobra viva que se conseguiu medir é uma píton-reticulada chamada Medusa. Ela tem 7,67 metros de comprimento e vive em uma "casa assombrada", centro de espetáculos, nos Estados Unidos. Isso, sim, é um susto! 

anaconda verde ou sucuri
anaconda verde ou sucuri

A anaconda verde ou sucuri é, de longe, a cobra mais gorda de todas! Apesar de não ser a cobra mais comprida, seu peso é cerca de o dobro da píton reticulada. Gigante pela própria natureza, ama anaconda grande pode ter a mesma largura que um homem e o seu comprimento chega a 3 a 4 metyrods. 

Dragão de Komodo
Dragão de Komodo

Dragão de Komodo, é um animal bastante peculiar encontrado nas ilhas da Indonésia. O animal, que pertence à ordem Squamata, apresenta um corpo robusto, com membros curtos, um focinho arredondado, dentes pontiagudos e uma língua bifurcada. É conhecido por sua saliva repleta de bactérias, a qual já foi relacionada com a morte de suas presas. Hoje se sabe que o dragão possui um veneno poderoso que age na morte da presa por hemorragia. Os dragões-de-komodo, atualmente, estão classificados como "em perigo" no que se refere à extinção. Acredita-se que possam ter surgido da observação de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes por povos antigos, que os tomaram por ossos de dragões. Por serem grandes, é comum que apareçam como adversários de deuses ou heróis lendários em grandes épicos. Os dragões aparecem em registros históricos ao redor do mundo, desde os celtas até os chineses.

Gavial
Gavial

Gavial: é considerado um parente próximo dos crocodilos e difere deste pelo focinho alongado e fino. São encontrados cerca de 250 indivíduos em rios do Nepal, Índia e em alguns rios do Butão, Paquistão e Bangladesh. Sua existência é muito ameaçada pela degradação do seu habitat. Espécimes medindo 6 metros de comprimento já foram encontrados. São animais antigos e fósseis de ancestrais dele, do período Cretáceo, já foram encontrados na América do Norte. Habita rios profundos de água doce e nunca foram encontrados em água salgada. Os machos são maiores que as fêmeas, 4,5 a 5 metros contra 3,5 a 4 metros. O peso de um Gavial adulto varia de 160 a 180 kg. Seu focinho é longo e fino e afina ainda mais a medida que o animal envelhece. Os dentes anteriores da mandíbula e também do maxilar ficam para fora quando sua boca se encontra fechada. 

Pangolim
Pangolim

Pangolim, é um mamífero da ordem Pholidota da família Manidae, se caracteriza por uma típica armadura escamosa que se assemelha a uma alcachofra. Existem oito espécies diferentes distribuídas na Ásia e África, onde são responsáveis pelo controle de algumas pragas, tais como formigas e cupins, em virtude de seu apetite insaciável. O pangolimé um mamífero da ordem Pholidota e da família Manidae que se caracteriza por uma típica armadura escamosa que se assemelha a uma alcachofra. Existem oito espécies diferentes distribuídas na Ásia e África, onde são responsáveis pelo controle de algumas pragas, tais como formigas e cupins, em virtude de seu apetite insaciável. Quatro espécies de pangolins vivem no continente Áfricano sendo eles Phataginus tetradactyla, Phataginus tricuspis, Smutsia gigantea e Smutsia temminckii. Outras quatro espécies na Ásia, Manis crassicaudata, Manis culionensis, Manis javanica e Manis pentadactyla.

Lagartos
Lagartos

Lagartos: são animais rastejantes, com a pele revestida por escamas e quase sempre possuem dois pares de patas. Habitam diferentes ambientes e substratos, e possuem tanto hábitos diurnos, quanto noturnos. São onívoros, mas alimentam-se preferencia por insetos. No Brasil, estão presentes em todos os biomas. No campus Trindade da UFSC, é muito comum se deparar com Teiú ou Tejú. Assim como para outros lagartos, é comum vê-lo na primavera e verão, pois eles gostam de ficar expostos ao sol. Esses animais não oferecem grandes riscos à população, naturalmente são afugentados a qualquer movimento, porém não devem ser manipulados por leigos, se encurralados podem chicotear com sua calda. Deve-se apenas evitar a aproximação e caso estejam em locais fechados feridos avisar a Polícia Militar e Ambiental.

Crocodilo
Crocodilo

Crocodilo, espécie Deinosuchus, grego para crocodilo do terror, linhagem de répteis semiaquáticos com certeza fez jus ao nome. Eles estavam entre os maiores predadores nos hábitats aquáticos da América do Norte, local onde viveram entre 75 e 82 milhões de anos atrás. Com seus corpos de pelo menos dez metros de comprimento, eles eram capazes de subjugar qualquer animal que se aproximasse incluindo os dinossauros. Três espécies de crocodilos do terror já haviam sido identificadas pelos paleontólogos. Porém, alguns especialistas acreditavam que as evidências fósseis que definiam as espécies estavam incompletas, argumentando que as três espécies poderiam ser apenas uma, mas espalhada pelo continente. Por isso, os fósseis foram reavaliados recentemente, em um novo estudo publicado no Journal of Vertebrate Paleontology. Os cientistas combinaram as espécies existentes de crocodilos do terror e descreveram a espécie, Deinosuchus schwimmeri.  

Jacarés
Jacarés

Jacarés: são parte da família Alligatoridae. São parecidos com os crocodilos, com exceção da cabeça mais curta e larga, membrana natatória entre os dedos das patas traseiras. E o seu quarto dente canino da mandíbula inferior se encaixa em um furo na mandíbula superior. No entanto, os jacarés se alimentam também de plantas e frutas, além de carne e peixe. Esta é outra diferença entre estes répteis e os crocodilos, que têm uma dieta inteiramente carnívora. De acordo com a espécie do jacaré, estes répteis podem medir entre 1,5 e 4,5 metros. Estes animais são comuns nas Américas. Porém, vale citar, já foram encontrados jacarés no Brasil que chegavam aos 5,5 metros de comprimento. O jacaré também é conhecido como aligátor, palavra derivada do termo em inglês alligator que pode ter surgido da anglicanização do espanhol el lagarto

Suricatos
Suricatos

Suricato: é um mamífero que vive em grupos, possui cerca de 30 centímetros, apresenta hábito diurno e alimenta-se principalmente de insetos. O suricato é um animal encontrado com frequência na savana africana. Suricato é um mamífero encontrado na África que se destaca pelo seu corpo esguio. Possui uma pelagem que pode ser bege, marrom ou cinza na região do dorso. Trata-se de um animal territorialista, que constrói tocas e ocorre em diferentes hábitats, como planícies abertas áridas ou semiáridas e também em fendas rochosas localizadas próximo a rios. Esses animais se alimentam principalmente de insetos e raramente bebem água. Os suricatos vivem em grupos, os quais normalmente são divididos em unidades familiares formadas por um casal e seus descendentes. Esses animais vivem em grupo, que pode ter entre dois e 50 indivíduos.

Guaxinim
Guaxinim

Guaxinim: origem norte-americana, por vezes chamado rato-lavadeiro Procyon lotor, é um mamífero da família dos procionídeos bastante parecido com o Procyon cancrivorus espécie sul-americana. Estes animais são encontrados nas Américas e são conhecidos também pelo nome estadunidense raccoon. No Brasil, "guaxinim e jaguacinim referem-se a outros vários Procionídeos, especialmente ao Procyon cancrivorus. Existem também na Europa central e no Cáucaso e no Japão, onde se estabeleceram após fugas de indivíduos vindos de outras regiões.

Quokka
Quokka

Quokka: porém, na vida selvagem que nem uma outra criatura supera os níveis de felicidade desse pequeno marsupial oriundo do sudoeste da Australiano Essas belíssimas criaturas de sorriso cativante possuem o tamanho de um gato doméstico e literalmente foram apelidadas de animais mais felizes do mundo. Assim como seus primos cangurus, as mamães quokkas também carregam seus filhotes dentro de suas bolsas. A espécie passou a ser chamada de "a mais feliz do mundo" desde o começo da década de 2010/2020. Em termos científicos, pesquisadores acreditam que a "felicidade" dos quokkas pode ter muito mais a ver com sua estrutura facial do que com o que estão realmente sentindo. Porém, o adorável sorriso desses marsupiais faz você acreditar fielmente que é impossível a infelicidade da espécie.   

Coala
Coala

Coala: é um mamífero marsupial arborícola da família dos Falangerídeos que vive nos bosques e selvas de eucaliptos, de cujas folhas se alimentam exclusivamente. O coala Phascolarctos cinereus é um animal de cabeça grande, nariz de grande tamanho e orelhas bem desenvolvidas e abundante pilosidade. Corpo com pelagem suave de cor cinza. O comprimento da cabeça e o tronco está compreendido entre os 60 e 85 centímetros, a cauda é distinguível a muito custo. O seu peso oscila entre os 4 e 15 quilos. Os membros terminam por cinco dedos adaptados à vida trepadora e providos de fortes garras. No interior da bolsa marsupial existem duas mamas. 

Canguru
Canguru

Canguru: é um animal que é pertencente ao gênero Macropus pertencente à família Macropodidae, no qual estão incluídos também os wallabes, wallaroos, entre outros. O canguru pertence à Mammalia, canguru pertence também à subclasse Metatheria, ou seja, ele é um mamífero. Assim, como os demais animais dessa classe, apresentam o corpo coberto com pelos, o que garante proteção, além de permitir a sua camuflagem no ambiente. Entretanto, é importante destacar que os cangurus apresentam poucos predadores naturais, um exemplo é o cão-selvagem, também chamado de dingo. O canguru faz parte da ordem Metatheria, ou seja, dos marsupiais. Esses animais possuem uma bolsa, o marsúpio, onde os filhotes completam o seu desenvolvimento fora do útero da fêmea. Canguru é um nome genérico dado a algumas espécies do gênero Macropus

Esquilo
Esquilo

Esquilo: é um mamífero roedor que pertence a numerosa família dos Sciuridae. Essa família agrega mais 270 espécies de esquilos e 3 tipos, que podem se distinguir por pequenos detalhes ou grandes diferenças. No Brasil, há algumas espécies de esquilos. Eles são popularmente chamados no país de serelepe, caxinguelê, quatimirim, acutipuru, entre outros nomes. O termo Esquilo é originário do grego skioúros. Ainda, o nome popular do animal Caxinguelê provem da África. Assim, considera os primeiros representantes dessa família surgiram nas regiões próximas à Grécia e países africanos. 

Colugo
Colugo

O colugo é um pequeno mamífero arborícola encontrado no Sudeste Asiático, sendo em florestas tropicais. Apesar de ser conhecido como "lêmure-voador", não é um lêmure e também não voa de verdade: ele desliza pelo ar usando uma grande membrana de pele entre as patas. É principalmente noturno e alimenta-se de folhas, frutos, flores e brotos. Possui excelente capacidade de locomoção entre as árvores e desempenha papel importante na dispersão e distribuíção de sementes e no equilíbrio das florestas.

Morcegos
Morcegos

Os morcegos são mamíferos da ordem Chiroptera e são os únicos mamíferos capazes de realizar voo verdadeiro. Existem mais de 1.400, sendo espécies conhecidas e distribuídas por quase todo o mundo, exceto nas regiões polares. Possuem asas formadas por uma fina membrana de pele que se estende entre os dedos das mãos, braços, corpo e pernas. Dependendo da espécie, podem apresentar diferentes tamanhos, cores e hábitos, são muito pequenos,  outros grandes  possuem superior a 1 metro.

Tenreque
Tenreque

O Tenreque  pequeno mamífero encontrado principalmente em Madagascar, embora algumas espécies também ocorram em partes da África continental. Existem várias espécies, com aparências variadas, algumas lembrando ouriços, musaranhos  e pequenos roedores. São geralmente noturnos e alimentam-se de insetos, vermes, pequenos animais, frutos e outros alimentos. Algumas espécies possuem espinhos para proteção contra predadores. Os tenreques são muito importantes para os ecossistemas do solo.

Antropologias e Etnológias 

Formam o campo da Antropologia dedicado à pesquisa científica sobre o ser humano, a diversidade cultural, as estruturas sociais, as crenças, as formas de organização e os sistemas de conhecimento de diferentes povos e sociedades ao longo do tempo. 

Povos Aborígenes Australianos
Povos Aborígenes Australianos

Povos Aborígenes Australianos, têm uma ligação especial a tudo o que é natural. Os Aborígenes vêem-se, a si mesmos, como parte da natureza… Acreditamos que todas as coisas na terra têm uma parte humana. A verdade é que as pessoas que pertencem a uma área concreta são realmente parte dessa área e que, se essa área for destruída, as pessoas também serão destruídas. Estas criaturas do Sonho estavam ligadas a lugares especiais e a estradas ou trilhas ou caminhos especiais. Em muitos lugares as grandes criaturas se transformaram em sítios onde os espíritos permaneceram.

Povo Inca
Povo Inca

Povo Inca, foram povos ameríndios, de origem pré-colombianos, originários da região de Cusco, no Peru. Seu império foi muito importante, um dos mais desenvolvidos das Américas no período de sua existência, junto aos maias e astecas. O povo Inca formou o Maior Império que já habitou o continente americano, com extensão territorial de quatro mil quilômetros. Eram pautados na agricultura, mas também criavam animais e cultivavam plantas que não eram destinadas à alimentação. Sua arte e cultura eram ricas em técnicas, com objetos coloridos, adornados a ouro, cerâmica e outras pedras. A arquitetura era desenvolvida, feita com pedras. Todo homem Inca era agricultor produziam para a própria família e soldado e deveria se casar até os 20 anos, responsáveis pela criação de grandes monumentos, por exemplo como Machu Picchu. Eram um povo politeísta, com deuses embasados nos fenômenos da natureza e nos astros. Os incas eram um povo imperial e teocrático, ou seja, possuíam um imperador com amplos poderes, e o tinham como deus encarnado.

Povos Indigenas do Brasil
Povos Indigenas do Brasil

Povos Indigenas do Brasil, que foram contactados pelos colonizadores europeus ao desembarcaram no Brasil em 1500, foram os que vivem na região sul da Mata Atlântica, como os Guarani e os Kaingang, e no interior e litoral do Nordeste, como os Pataxó Ha Ha Hãe e os Tupinambá. Apesar de centenas de anos de contato com a sociedade não indígena e enfrentando o roubo e a invasão de suas terras, a maioria dos povos indígenas lutaram e têm lutado para manter sua língua e seus costumes. O povo mais numeroso hoje é o Guarani, com uma população de 85.000 pessoas, mas hoje eles têm pouquíssima terra. 

Povo Asteca
Povo Asteca

Povo Asteca, foi uma civilização pré-colombiana as quais desenvolveram na Mesoamérica. A capital dos astecas era a cidade de Tenochtitlán, conhecida por sua grandeza e localizada onde hoje fica a Cidade do México, capital do México. O alimento dos astecas era o milho, por ser considerado sagrado. Os astecas ficaram conhecidos por formarem uma civilização de estilo de vida sofisticado. Começaram a ocupar o planalto mexicano no final do século XII, vindos da atual Califórnia, dominaram as outras tribos que viviam na região. A civilização asteca desenvolveu-se em uma região que é conhecida como Mesoamérica, localizada na América Central e Norte. Os astecas são conhecidos como pré-colombianos. Os astecas apreciavam muito música, dança e canto. Usavam expressões artísticas nos funerais, casamentos e festas religiosas. A região onde instalaram-se é conhecida como Vale do México e fica na região central do país, a capital asteca, Tenochtitlán, uma ilha que ficava no meio do lago Texcoco. Os guerreiros usavam roupas de animais ferozes para intimidar os inimigos.

Povos Indigenas Norte-americanos
Povos Indigenas Norte-americanos

Povos Indigenas Norte-americanos, são os  nativos da América do Norte que vivem na região há muitos séculos. Atualmente existem poucos nativos e raras tribos mantenedoras da cultura original. Os povos eram divididos em tribos. As tribos possuíam uma subdivisão que eram os clãs familiares. A maioria dos povos indígenas norte americanos possuíam crenças religiosas, embora estes, não estivessem organizadas em religiões. Acreditavam, principalmente, na existência de um criador de tudo, chamado por eles de Grande Espírito. Cada tribo possuía um índio, geralmente mais velho, responsável por rituais de cura e transmissão das tradições.

Povo Maia
Povo Maia

Povo Maia, formavam uma civilização que foi desenvolvida na região conhecida como Meso-américa e que ficava localizada na América Central, em sua maior parte, e América do Norte, apenas em parte do território em que hoje está localizado o México. A civilização maia teve seus principais centros localizados na Guatemala e no México, mas vestígios dessa civilização foram encontrados em El Salvador, Belize, Honduras etc. São conhecidos por serem uma civilização pré-colombiana e também uma civilização meso-americana. Esse povo acreditava que os acontecimentos do mundo natural eram regidos por forças espirituais e pelo poder dos ancestrais. Pensava-se que os locais da natureza eram locais sagrados. As cavernas, eram enxergadas como portas para o mundo sobrenatural e eram lugares nos quais uma série de rituais eram realizados. Os maias nunca formaram um império propriamente dito, como os incas e astecas, porque sua organização política era baseada na ideia de cidades-estado.

Povo Judeu
Povo Judeu

Povo Amalequita são um grupo étnico e religioso que possui uma identidade complexa, influenciada por elementos étnicos, religiosos, culturais e linguísticos. Sua origem remonta a Abraão, patriarca fundador, destacando-se eventos como o Êxodo do Egito e a formação dos reinos de Israel e Judá. O judaísmo, sua religião central, baseia-se na Torá e na crença em um deus único, envolvendo a observância dos mandamentos divinos e valores éticos. Divididos em etnias como asquenazes, sefarditas e mizrahim, os judeus possuem distintas origens geográficas e culturais, influenciando suas tradições. As línguas judaicas, incluindo hebraico, ídiche e ladino, refletem essa diversidade. A cultura judaica, expressa na culinária, música, dança e celebrações, incorpora práticas como a comida kosher e festivais como Hanukkah. Sua história, marcada por eventos como o Êxodo, diásporas, a criação do Estado de Israel em 1948 e desafios como o Holocausto, destaca a resiliência e a complexidade desse povo ao longo dos séculos.

Povo Acádio
Povo Acádio

Povo Acádio foram os que, anteriormente nômade, habitava a região central da Mesopotâmia. Com o reinado de Sargão I, a partir de 2334 a.C., as áreas antes ocupadas pelos sumérios, que se organizavam em cidades-Estados, passaram à conquistadas pelos acádios, formando assim um império, o primeiro do mundo. Esses povos, como a maioria dos mesopotâmicos, tinham a agricultura como central na economia e utilizavam moedas de troca para fazer transações. Por essa razão, aumentaram estradas e rotas comerciais e difundiram a primeira língua falada no mundo. A princípio, os acádios ocupavam a região central da Mesopotâmia e eram nômades. Foi apenas aproximadamente em 2334 a.C. que os acádios, sob a liderança de Sargão I da Acádia "rei legítimo" ou "rei verdadeiro", um exímio militar e administrador que liderou conquistas acadianas, começaram conquistando as principais cidades do território. Sob o comando de Sargão, o primeiro império da Mesopotâmia, de poder centralizado na região, até 2154 a.C.

Povo Amalequita
Povo Amalequita

Povo Amalequita eram um povo hostil que frequentemente aparece na Bíblia confrontando os israelitas. Os amalequitas habitavam o deserto ao sul de Canaã, mas viviam num regime seminômade. Eles também são chamados na narrativa bíblica de povo de Amaleque. A maioria dos estudiosos entende que os amalequitas eram os descendentes de Amaleque, neto de Esaú. Amaleque era filho de Elifaz com sua concubina Timma. Ele tornou-se um líder em Edom (Gênesis 36:12,16). Conheça a história de Esaú. A primeira menção bíblica aos amalequitas é encontrada em Gênesis 14:7. Esse texto diz que toda a "terra dos amalequitas" foi ferida nos dias de Abraão. Mas naquela ocasião os amalequitas ainda não existiam. Isso significa que o autor de Gênesis utiliza os amalequitas apenas como uma referência para designar um determinado território conhecido pelos seus leitores. O livro de Gênesis foi escrito num período em que o povo de Amaleque já existia e cohecidos dos israelitas.

Povos Assírios
Povos Assírios

Assírios foram um povo originário do norte da Mesopotâmia. Ficaram conhecidos por terem formado um enorme império, que se estendeu do Egito até as terras dos elamitas. Tinham um enorme e poderoso exército e eram conhecidos como terríveis guerreiros. As principais cidades assírias foram Assur e Nínive. Os assírios desenvolveram uma extensa rede comercial na Anatólia, permitindo que se tornassem prósperos. Eram governados por um rei considerado o representante do principal deus assírio, Assur. A decadência do império se iniciou com o fim do reinado de Assurbanípal, sendo conquistado pelos caldeus e medos em 612 a.C. Os assírios desenvolveram uma extensa rede comercial na Anatólia, permitindo que se tornassem prósperos. Eram governados por um rei considerado o representante do principal deus assírio, Assur. A decadência então do império se iniciou com o fim do reinado de Assurbanípal, sendo conquistado por caldeus e medos em 612 a.C.

Povo Persa ou Povo Pérsia
Povo Persa ou Povo Pérsia

Povo Persa ou Povo Pérsia, identificado principalmente como iranianos é uma das histórias mais antigas e influentes do mundo. Aqui vai uma resposta clara e estruturada para você entender de onde eles vieram e como se formaram. O povo persa descende de grupos indo‑europeus que migraram para o planalto iraniano por volta de 2000 a.C.. Esses povos falavam línguas indo-iranianas e se estabeleceram principalmente na região que hoje corresponde ao sudoeste do Irã, chamada de Persis (ou Fars), que deu origem ao nome "Pérsia". A história persa ganha força com a ascensão de Ciro II, o Grande, por volta de 550 a.C., fundador do Império Aquemênida, o primeiro grande império persa. O Império Aquemênida se tornou o maior império do mundo antigo, famoso pela tolerância cultural, administração eficiente e infraestrutural, os descendentes diretos dos antigos persas são os iranianos, especialmente os que falam farsi. O Irã moderno preserva muitos elementos da cultura persa antiga.

Povos Sumérios
Povos Sumérios

Sumérios foram os primeiros povos que habitaram a Mesopotâmia, região situada entre os rios Tigre e Eufrates, protegida por deserto, braço de mar e banhada por esses rios, que garantiam a agricultura, local onde mais tarde ocorreram constantes disputas e se organizavam em cidades-estados e não tinham governo centralizado, o que facilitou o domínio dos acádios, por volta de 2500 a.C. Eram politeístas e construíam templos eram com arquitetura bastante avançada, chamados de zigurates. Inventaram a escrita cuneiforme, com 2000 símbolos, realizada em argila com instrumentos em formato de concha ou colher. Esses escritos influenciaram até mesmo a Bíblia. Os sumérios foram uma das primeiras grandes civilizações conhecidas da história humana, estabelecendo-se na região conhecida como Mesopotâmia por volta de 4000 a.C. Eles viveram na área que hoje corresponde ao sul do Iraque, entre os rios Tigre e Eufrates. Conhecido por suas contribuições e seus avanços em tecnologia, política e cultura deixaram marca indelével na história.