AGRICULTURA, BOTÂNICA, DENDROLOGIA, ARBORICULTURA, FLORA E HORTICULTURA

Conceito de Flora: Em termos biológicos e ecológicos, refere-se ao conjunto de espécies vegetais que ocorrem em uma determinada região, ecossistema ou período geológico. Sendo, essencialmente, a "lista" de plantas que compõem a cobertura vegetal de um lugar. Enquanto a vegetação descreve a forma e a densidade ex: "uma vegetação de cerrado", a flora lista os nomes científicos das plantas que compõem aquele ambiente. ex: Curatella americana, Byrsonima crassifolia.

A horticultura é o ramo da agricultura dedicado ao cultivo intensivo de plantas para uso humano, seja para alimentação, fins medicinais ou fins ornamentais. Ela se diferencia da agricultura de grandes culturas (como soja, milho ou trigo) por ser praticada, geralmente, em áreas menores, com maior manejo técnico e maior valor agregado por unidade de área.

A horticultura é tradicionalmente dividida em quatro grandes áreas principais:

  • Olericultura: É o cultivo de hortaliças (verduras, legumes e raízes), como alface, tomate, cenoura e batata. É a área mais comumente associada ao termo "horta".

  • Fruticultura: Foca no cultivo de espécies produtoras de frutos comestíveis, como maçã, uva, banana e citros.

  • Floricultura: Dedica-se à produção de flores de corte (para arranjos), flores em vaso e plantas ornamentais para jardins e decoração.

  • Plantas Medicinais e Aromáticas: Cultivo de espécies utilizadas pela indústria farmacêutica, fitoterápica ou como temperos (condimentos).

  • Paisagismo: Aplicação técnica e estética de plantas para o planejamento e organização de espaços externos e internos, visando a melhoria do ambiente e qualidade de vida.

  • ALFACE
    ALFACE

    Alface é uma das atividades agrícolas mais disseminadas no Brasil, abastecendo o mercado interno com uma das hortaliças mais consumidas pela população. Popular em todas as regiões, a alface integra a alimentação cotidiana dos brasileiros e está presente em pequenas, médias e grandes propriedades rurais. Têm sido aprimorados com o uso de tecnologias e variedades adaptadas aos diversos climas do país. No Brasil, os produtores contam com uma grande variedade de alface. Cada tipo possui características próprias de textura, sabor e resistência, o que influencia tanto na escolha do produtor quanto na aceitação pelo consumidor final. 

    • Alface lisa: popular em diversas regiões, é reconhecida pela textura macia e sabor suave. Adaptável, possui ciclo de cultivo relativamente curto e exige poucos insumos.
    • Alface crespa: apresenta folhas volumosas e bordas onduladas, com sabor delicado. É amplamente cultivada e bem aceita pelo mercado.
    • Alface americana: caracteriza-se pela cabeça compacta e folhas crocantes. É medianamente resistente ao transporte e possui uma durabilidade pós-colheita satisfatória.
    • Alface romana: de folhas longas e textura mais firme, a romana é bastante utilizada em saladas sofisticadas, com um sabor mais intenso e maior tolerância a climas quentes.
    • Alface mimosa: é cultivada principalmente para mercados específicos. Suas folhas possuem coloração diferenciada, variando entre o verde e o roxo, e sua textura macia agrega valor em saladas gourmet.

    AIPO
    AIPO

    Aipo é um vegetal básico em muitas casas, É uma planta bienal que pode ser cultivada em canteiros elevados ou diretamente no solo em jardins domésticos. O aipo é uma hortaliça de clima frio com um longo período de crescimento que não ocupa muito espaço valioso no canteiro. Confira nossas dicas básicas sobre o cultivo de aipo para que você possa ter talos crocantes e saborosos cultivados em casa, bem à sua porta. As sementes de aipo podem ser semeadas em vasos dentro de casa e transplantadas para o exterior, diretamente no solo ou em canteiros elevados, com um espaçamento de 25 a 30 cm entre as plantas. À medida que os talos crescem e se espalham, pode ser necessário amarrá-los delicadamente com barbante de jardim para ajudar a manter um formato compacto. Colher aipo é fácil, e a melhor parte é que você não precisa colher a planta inteira de uma vez, como acontece quando você compra no mercado. Remova os talos externos conforme a necessidade, quando a planta atingir pelo menos 20 centímetros de altura. Esse método permite que você use apenas o necessário, enquanto os talos internos continuam amadurecendo. Use uma faca afiada para remover o talo externo, fazendo um corte limpo em ângulo. Para colher a planta inteira, use uma faca afiada para cortar a base da planta rente ao solo. O aipo precisa de hidratação constante para prosperar. O aipo selvagem cresce em solos pantanosos, portanto, as plantas não devem ser deixadas secar completamente. A falta de água suficiente prejudica o crescimento da planta e causa talos fibrosos e mirrados, além de plantas que florescem prematuramente. À medida que os talos crescem e se espalham, pode ser necessário amarrá-los delicadamente com barbante de jardim para ajudar a manter um formato compacto.

    ALCACHOFRA
    ALCACHOFRA

    Alcachofra é uma planta perene de origem mediterrânea, é inflorescências comestíveis alto valor nutritivo, considerada uma cultura exigente, plantar alcachofra pode ser uma excelente escolha para hortas bem cuidadas, principalmente em regiões com clima ameno. Seu cultivo demanda atenção ao ambiente como também o manejo adequado, recompensando o produtor com colheitas ricas em sabor e versatilidade culinária. A alcachofra prefere climas amenos e temperados, com temperaturas entre 10 °C e 25 °C. O excesso de calor pode comprometer a formação dos botões florais, enquanto o frio intenso pode retardar o desenvolvimento da planta. Por isso, as regiões Sul e Sudeste do Brasil são as mais adequadas para seu cultivo. O solo ideal deve ser profundo, fértil, bem drenado e rico em matéria orgânica, com pH entre 6,0 e 6,5. É essencial que o solo seja bem preparado, com aração profunda e correção conforme análise química. Evite terrenos encharcados, pois o acúmulo de água pode apodrecer as raízes. O plantio da alcachofra pode ser feito por sementes, mudas ou brotações retiradas de plantas adultas. A forma mais comum e eficiente é através de mudas formadas a partir de brotos laterais. Essas mudas devem ser plantadas em covas de 40 cm x 40 cm, com espaçamento de 1,5 m entre plantas e 1,5 m entre linhas, permitindo o desenvolvimento pleno da planta. O melhor período para o plantio é entre o final do inverno e o início da primavera. Antes do plantio, recomenda-se incorporar esterco bem curtido e composto orgânico ao solo. Após o plantio, é importante realizar uma boa irrigação e manter o solo úmido, principalmente durante o período de adaptação das mudas. A alcachofra exige irrigação regular, principalmente durante os períodos de seca. O ideal é manter o solo úmido. 

    ALMEIRÃO
    ALMEIRÃO

    Almeirão é muito rústico, resiste a baixas temperaturas. Para a produção de folhas se adapta a diferentes tipos de solo, enquanto para produzir raízes em solos compactos devem ser evitados, desde que eles podem deformar as raízes da planta. Seu plantio pode ser feito entre março e junho e para obter as melhores propriedades de almeirão, plante a planta em terrenos com boa exposição ao sol, mas a planta também pode tolerar bem as áreas de sombra, além disso, a planta de almeirão é resistente ao vento, a temperaturas baixas e a seca. Esse vegetal é rico em fibras, pois isso é uma boa alternativa de alimento para ser incluindo na dieta diária, pois o consumo adequado de fibras controla o apetite.

    AZEDINHA ou VINAGREIRA
    AZEDINHA ou VINAGREIRA

    Azedinha  ou Vinagreira  é consumida há centenas de anos em países europeus e nos asiáticos. A planta possui um efeito ácido, por isso muitas pessoas a utilizam quando sentem desconforto estomacal. Azedinha é uma planta bastante popular, de nome científico Rumex Acetosa. Essa espécie é utilizada desde a antiguidade em regiões da Europa e da Ásia. Também chamada de azeda, língua de vaca ou azedinha do brejo, a planta oferece diversos benefícios para consumo humano.  A história conta que os gregos costumavam ingerir o vegetal para melhora muito a digestão. Muitas pessoas, portanto, se alimentam da espécie o sabor ácido, de antioxidantes. possui vitamina C, ´É indicado pode consumida fresca e crua.

    BETERRABA
    BETERRABA

    Beterraba (Beta vulgaris) é uma hortaliça de raiz muito nutritiva, rica em fibras, ferro, potássio, ácido fólico e antioxidantes, além de possuir ação anti-inflamatória e ajudar na regulação da pressão arterial, amplamente consumida em saladas, sucos, conservas e refogados, e suas folhas são comestíveis. Fácil de cultivar, a beterraba pode ser plantada em vasos, canteiros ou jardineiras, adaptando-se bem a hortas caseiras. A seguir, veja como plantar e cuidar da beterraba desde a semente até a colheita. E prefere clima ameno, com temperaturas entre 15 °C e 25 °C, sendo ideal para o cultivo durante o outono e no inverno em regiões com o clima tropical e, em regiões subtropicais e região cento-oeste do Brasil.

    ABÓBORAS
    ABÓBORAS

    Abóboras: um dos legumes mais antigos que se conhece, foi muito discutida. Temos de recuar 10.000 anos e localizar-nos na Mesoamérica, onde se terá cultivado a primeira planta, E outros historiadores não há consenso alguns à situem na América do Norte, Babilónia, Egito ou China. Cultivar abóboras em hortas caseiras é uma atividade gratificante relativamente simples, desde que se sigam algumas orientações básicas. As abóboras são plantas versáteis que se adaptam bem ao clima e ao solo portugueses, oferecendo uma colheita abundante e muito variada. As abóboras preferem solos bem drenados para evitar o encharcamento das raízes, o que pode levar ao apodrecimento. Solos argilosos pesados que retêm muita água não são ideais. Solos franco arenosos ou franco argilosos, que oferecem boa drenagem e retêm humidade suficiente e melhores.  Solos ricos em matéria orgânica são essenciais para fornecer os nutrientes necessários ao crescimento vigoroso das abóboras. A adição de composto ou estrume bem decomposto melhora o solo e aumenta a disponibilidade de nutrientes.

    ABOBRINHA
    ABOBRINHA

    Abobrinha: planta anual de crescimento ereto que apresenta caule herbáceo e folhas recortadas que possuem manchas brancas nos ângulos das nervuras. Suas flores são amarelas, e a planta apresenta flores femininas e masculinas. As flores dessas plantas são polinizadas por abelhas. A abobrinha é uma planta que se desenvolve melhor em regiões com temperatura entre 18ºC e 35°C e clima seco. A umidade relativa do ar deve ser mediana para o desenvolvimento dessa planta, sendo a umidade ótima compreendida entre 40% e 50%. Seu cultivo ocorre, no entre o verão e na primavera, podendo ser produzida no outono e no inverno em ambientes protegidos (a planta é sensível a geadas). A colheita ocorre, normalmente, entre 45 e 60 dias após o plantio. pode ser preparada de diferentes formas, sendo possível consumi-la in natura, refogada, frita ou cozida. Além do fruto, as sementes de abobrinhas podem ser consumidas. Essas estruturas do vegetal chamam a atenção por sua grande quantidade de proteína e podem ser consumidas torradas.

    CABOTIÁ
    CABOTIÁ

    A Abóbora Cabotiá: é originária da Ásia, especialmente do Japão, e é conhecida por sua textura macia e sabor adocicado. Ela é rica em fibras, que ajudam na digestão, e contém antioxidantes que beneficiam a saúde ocular e a pele. Suas propriedades nutricionais incluem alto teor de vitamina A, importante para a visão, e vitamina C, que fortalece o sistema imunológico. A abóbora cabotiá é também uma boa fonte de carboidratos complexos, fornece energia de forma gradual. pertence à família Cucurbitaceae e se diferencia das outras variedades por ter seu interior mais sequinho e possui uma casca grossa em seu exterior. Tanto a polpa de abóbora como as sementes são ricas em vitamina C e antioxidantes, incluindo beta-caroteno e outros carotenóides. De fato, a abóbora é uma das melhores fontes de beta-caroteno e outros carotenóides sinérgicos . Juntos, eles dão às abóboras sua cor brilhante e atraente. O beta-caroteno é bom para o seu sistema imunológico porque é convertido em vitamina A, desencadeando a criação de glóbulos brancos, que combatem as infecções e ajudam a mantê-lo bem.

    BATATA-DOCE
    BATATA-DOCE

    Batata-doce, originária da América Central e do Sul, constitui, desde há milénios, parte da dieta alimentar dos seres humanos. A nível nacional, a procura de batata-doce tem vindo a aumentar, pois o consumidor valoriza suas características organoléticas e nutricionais, produção tem correspondido, tendo as condições climáticas favoráveis à cultura. A batata-doce, que se pensa ser originária da América Central e do Sul, constitui, desde há milénios, parte da dieta alimentar dos seres humanos, havendo sim vestígios da planta em cavernas peruanas que remontam há 10000 anos. A cultura da batata-doce tem vindo a despertar um interesse renovado, nomeadamente em projetos de segurança alimentar devido sua adaptação às alterações climáticas.

    BATATA INGLESA
    BATATA INGLESA

    Batata: Solanum tuberosum L; também conhecida como batatinha ou batata-inglesa, é nativa da América do Sul, da Cordilheira dos Andes, onde foi consumida por populações nativas em tempos que remontam a mais de 8.000 anos. Foi introduzida na Europa por volta de 1570 provavelmente através de colonizares espanhóis, tornando-se importante alimento principalmente na Inglaterra, daí o nome batata-inglesa. No Brasil, o cultivo mais intenso da batata, juntamente com outras hortaliças, iniciou-se na década de 1920, no cinturão verde de São Paulo. e região Sul. Hoje, a batata é considerada a principal hortaliça no país, tanto em área cultivada como em preferência alimentar. A área plantada está em torno de 170.000 ha.

    OLLUCO
    OLLUCO

    O Olluco é uma importante raiz vegetal da América do Sul, originária da região andina. É amplamente cultivado no Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Argentina, Venezuela e Chile. Com suas raízes que remontam à antiguidade, este tubérculo era um alimento essencial para os Incas e, há muito tempo, é cultivado  por seus tubérculos, mas também as folhas, ambos comestíveis e igualmente saborosos. Variando em tamanho e forma, os tubérculos podem ter uma casca de cor amarela brilhante, verde, laranja, vermelha, rosa ou roxa, que envolve uma polpa branca ou amarela. Esses tubérculos são caracterizados por uma textura lisa, firme e crocante, com um sabor peculiar e um tanto terroso. pode ser apreciado tanto, cozido, ou at´é cru, na culinária sul-americana.

    CEBOLAS
    CEBOLAS

    Cebola é sem dúvida nenhuma um dos alimentos mais consumidos do mundo. Quer seja em temperos, onde é utilizada com enorme constância, refogada em saladas, a cebola é presença indispensável em quase todas as cozinha do mundo. Sagrada entre os egípcios, cultivada pelos romanos, presente no cabrito dos Bizantinos, e ingrediente indispensável no pão que servia como base à alimentação dos Assírios, a cebola consumida em grande quantidade pelos soldados, por ser considerada grande fonte de vigor e coragem. Adquiriu elevado valor comercial que chegou até a servir de moeda de pagamento de rendas na Europa medieval. A cebola cujo nome científico é Allium cepa teve sua origem no centro da Ásia, e rumou para o ocidente, atingiu a Pérsia de onde se irradiou para a África e por todo continente europeu. foi trazida para as Américas pelos seus primeiros colonizadores. No Brasil, inicialmente era cultivada apenas nos estados da Região Sul, mas, aos poucos, se expandiu e atualmente é cultivada do Nordeste até e o sul do país.

    CHICÓRIA
    CHICÓRIA

    Chicória e ou Radiche espalhou-se pelo mundo sendo consumido em saladas nos mais variados formatos. apreciam sol pleno, em solo bem servido de matéria orgânica e não apresentem encharcamento. Cultivadas o ano todo, devem ser muito bem adubadas para que produzam bem. Esse preparo deve ser feito umas duas semanas antes do transplante, pois as Chicórias Catalognas não gosta de solos adubados. Originária da Índia, a chicória ou escarola recentememte, como também é conhecida, é uma hortaliça da família Asteracea, a mesma da alface, almeirão e alcachofra. produzida em países europeus, como França, Bélgica, Alemanha e Espanha.A mesma é uma significativa fonte de vitaminas A, do complexo B, C, E e de sais minerais. A hortaliça ainda possui propriedades laxativas, além de ser capaz de estimular o apetite, pode ser empregada no preparo de saladas, sopas, tortas e outros pratos. É aconselhável optar pela escarola, folhas firmes, frescas, brilhantes e sem manchas; para preservar maior valor nutritivo, é recomendável consumi-la crua.

    COGUMELOS
    COGUMELOS

    Cogumelos são consumidos desde os primórdios da história; os antigos gregos acreditavam que eles fortaleciam os guerreiros em batalha, e os romanos os consideravam o "Alimento dos Deuses". Por séculos, a cultura chinesa valorizou os cogumelos como um alimento saudável, um "elixir da vida". Eles fazem parte da cultura humana há milhares de anos e despertaram interesse nas civilizações mais importantes da história devido às suas características sensoriais; são reconhecidos por seus atrativos atributos culinários, são alimentos populares e valiosos por serem baixos em calorias, carboidratos, gorduras e sódio; isentos de colesterol. Fornecem nutrientes, como selênio, potássio, riboflavina, niacina, vitamina D, proteínas e fibras. Somando-se a isso sua longa história como fonte de alimento, os cogumelos são importantes por suas propriedades curativas e efeitos benéficos na medicina tradicional. Há relatos de benefícios para saúde e tratamento de diversas doenças. É para a humanidade como uma maravilha culinária

    ALHOS
    ALHOS

    O alho é uma planta do tipo herbácea de propagação vegetativa, da família Alliaceae. Apresenta folhas lanceoladas que diferem dependendo da localização na planta e possui pseudocaule formado pelas bainhas das folhas, condições climáticas favoráveis as gemas do caule se desenvolvem formando cada uma um bulbilho (dente), em conjunto forma o bulbo (cabeça). Os estudos com alho no IAC iniciaram-se em 1943 com o Dr. Olympio de Toledo Prado, fundador da Seção de Hortaliças desta centenária instituição científica, destaca-se pelo valor nutricional, calorias, proteínas, carboidratos, fósforo e vitamina B1 e B6.

    ACELGAS
    ACELGAS

    Acelga (Beta vulgaris var. cicla) é uma planta rústica, bianual, demora 24 meses a completar o seu ciclo biológico, da família das quenopodiáceas e pertence à mesma espécie que a beterraba, diferindo desta por não produzir raiz comestível, uma vez que foi uma variedade selecionada pela morfologia das suas folhas. A acelga já era consumida pelos romanos e era bastante comum estar presente nas sopas europeias na Idade Média. A acelga é uma cultura que se adapta bem a qualquer tipo de solo, no entanto, prefere solos de textura média, ricos em matéria orgânica e com pH neutro ou ligeiramente alcalino.

    INHAME
    INHAME

    O Inhame (Dioscorea cayenensis), é uma cultura originária da Ásia e África, é um tubérculo com formato irregular e tamanho variado, com polpa esbranquiçada, fibrosa e comestível, casca rugosa com coloração variando do esbranquiçado ao castanho escuro. O Brasil se destaca como um dos maiores produtores de inhame da América do Sul, ficando atrás apenas da Colômbia, os valores superiores a 250.000 toneladas. Ressalta  no Brasil o Inhame é utilizado no uso do consumo doméstico e exportação, representa 0,6% no mercado internacional.  Já o reprodutivo é o período do início da floração à 180 a 210 dias após o plantio.

    ERVILHAS
    ERVILHAS

    A Ervilha (Pisum sativum L.) é empregada em alimentação humana na forma de grãos verdes, de grãos secos para reidratação e de grãos verdes para congelamento e enlatamento, bem como na formulação de ração animal e cobertura vegetal do solo. As pesquisas com ervilha forrageira na Embrapa Trigo começaram no início da década de 1980, com a avaliação de espécies para rotação de culturas com cereais de inverno. A partir de 1994, as pesquisas foram intensificadas e, em 2002, houve o lançamento da Ervilha Forrageira BRS Sulina, indicada para adubação verde e para cobertura de solo.

    LENTILHAS
    LENTILHAS

    A lentilha: são um dos alimentos cultivados mais antigos e provavelmente foram domesticadas no Oriente Próximo . Foram encontradas em Habitações lacustres da Ilha de São Pedro, no Lago Biel , Suíça , datam da Idade do Bronze. O ensopado vermelho de lentilhas pelo qual Esaú vendeu seu direito de primogenitura (Gênesis 25:30-34) provavelmente era feito com a lentilha vermelha egípcia. As leguminosas fornecem alimento para humanos e animais, além de óleos comestíveis, fibras e matéria-prima para plásticos, varia de 15 a 45 cm de altura e possui muitos ramos longos e ascendentes.

    GRÃO-DE-BICO
    GRÃO-DE-BICO

    O grão de bico é a quinta leguminosa mais cultivada no mundo todo. Este fato, ocorre devido as suas diferentes possibilidades de uso na alimentação humana, podendo ser consumido verde, em conserva e na forma de grão seco ou reidratado. O cultivo de grão de bico possui um baixo custo de produção, principalmente, devido ao baixo risco para ataque de pragas e doenças, quando comparado a outras leguminosas. Todas essas vantagens, em relação a outras leguminosas como soja e feijão, têm atraído mais produtores a cultivarem o grão de bico. Uma coisa que poucas pessoas sabem é que, o grão de bico é capaz de "gerar a felicidade". É isso mesmo! 

    ASPARGOS
    ASPARGOS

    O Aspargo (Asparagus officinalis) é uma planta perene, que chega a até 1,5 metro de altura. Embora seja uma planta dioica, ou seja, que produz flores femininas ou flores masculinas, estas são mais produtivas e, portanto, cultivadas com fins comerciais. Colhidos ainda em brotos, os aspargos são consumidos cozidos, grelhados ou em conserva. O plantio de aspargo deve ser realizado em solo leve, não compactado, nem com pedriscos. Além disso, o solo deve apresentar fertilidade moderada, boa drenagem, boa carga de matéria orgânica e pH acima de 6,5. Quanto à irrigação do aspargo, ela deve manter o solo úmido, mas nunca encharcado esta planta, não suporta nem déficit hídrico nem excesso de água.

    FAVAS
    FAVAS

    Cultivar favas (Vicia-faba),uma experiência incrivelmente gratificante na horta. Esta leguminosa de clima frio é um sucesso culinário não só pelas suas sementes grandes, achatadas e deliciosas, mas também pela sua excepcional capacidade de enriquecer o solo através do processo de fixação de nitrogênio. Seja para consumo de vagens frescas, grãos secos ou como adubo verde, as favas trazem sabor e fertilidade ao jardim. Originárias da região do Mediterrâneo e do Crescente Fértil ou do Norte da África as favas são cultivadas há milhares de anos. Hoje, elas continuam sendo um ingrediente básico em muitas culinárias, principalmente no Mediterrâneo, no Oriente Médio e em partes da Ásia.

    MIRTILOS
    MIRTILOS

    Os mirtilos são originários do nosso continente, a América do Norte, que foi habitado pelos humanos muito mais tarde há 15.000 anos, segundo as teorias mais aceitas, pesquisas mais recentes sugiram habitantes humanos muito mais antigos em nosso continente o primeiro cultivo bem-sucedido de mirtilos só tenha ocorrido em 1912, eles foram uma importante fonte de alimento para os nativos americanos por milhares de anos antes disso conservam por mais tempo armazenados que muitas outras frutas vermelhas semelhantes, que os torna uma importante forragem que os nativos americanos armazenavam para o inverno. Eram na época da colheita e incorporados a uma variedade de ensopados básicos.

    CARDOS
    CARDOS

    Cardo, Planta anual ou bienal, reproduzida por sementes. O desenvolvimento inicial é muito lento, a torna pouco competitiva. Em sua fase inicial desenvolve uma roseta de folhas sobre o solo, bem como uma significativa raiz pivotante, fase reprodutiva é longa, mas completada, a planta sucumbe. Não há reprodução vegetativa é uma planta cortada acima do solo tende a rebrotar. A inflorescência ocorre na parte terminal dos ramos, com poucas flores compostas. As flores são de coloração rosada ou vermelho - violáceas. A frutificação ocorre dentro do invólucro, liberada com sua desintegração.

    CENOURAS
    CENOURAS

    Cenoura é uma hortaliça que naturalmente produz melhor em clima ameno, e seu plantio de inverno geralmente inicia-se no mês de julho e encerra em outubro. Isso porque esse grupo de cultivares é menos tolerante a condições de temperatura elevada, pode comprometer o desempenho da cultura no campo. Apesar da elevada produtividade que a cultura da cenoura apresenta nas regiões de alta tecnologia superiores a 80 t/ha, existem limitações que podem sim reduzir o desempenho das cultivares semeadas, por isso é relevante considerar, características na escolha da cultivar para  obter maior desempenho.

    COUVE-FLOR
    COUVE-FLOR

    Couve-flor requer manutenção consistente, o que pode ser desafiador devido à sua sensibilidade às condições de clima e solo. Um ponto especial de cuidado é que o couve-flor precisa de temperaturas amenas e um suprimento abundante de água para desenvolver suas cabeças características. E necessita de solo rico em nutrientes e drenado, com ênfase especial na fertilização regular e equilibrada para promover um crescimento saudável couve-flor prospera em condições de pleno sol, onde pode receber pelo menos 6 horas de luz solar direta diariamente. Embora possa tolerar sol parcial, com cerca de 3-4 horas de luz direta, o crescimento pode não ser alcançado nessas condições. 

    BERINGELAS
    BERINGELAS

    A berinjela (Solanum melongena), uma planta pertencente à família Solanaceae  a mesma do tomate, pimentão e batata, tem suas raízes históricas na Índia, onde começou a ser cultivada há quatro mil anos, inicialmente é planta ornamental. Acredita-se que a região da Ásia, mais precisamente a Índia, seja o berço da berinjela, dadas as evidências antigas e documentos escritos em sânscrito. O gênero Solanum, ao qual a berinjela pertence,  majoritariamente nativo das Américas Central e do Sul, com cerca de 2.000 espécies. Contudo, apenas aproximadamente 40 espécies são nativas da Ásia, incluindo 27 na Índia, englobando a berinjela e seus parentes silvestres.

    MALAGUETAS
    MALAGUETAS

    O nome "malagueta" já existia na Europa antes de Colombo chegar às Américas, mas para uma especiaria africana totalmente diferente. Quando os portugueses viram que a nossa pimenta ardia tanto quanto a outra, batizaram com o mesmo nome. O sucesso foi tanto que levamos a pimenta americana para a África, e hoje ela é a base do famoso piripíri ou jindungo por lá. Cultivar a pimenta malagueta é celebrar a nossa história, enriquecer a culinária e garantir que a sua casa esteja sempre protegida, vibrante e cheia de sabor. O ideal é colher quando elas estiverem totalmente vermelhas, é nesse momento o a capsaicina e o aroma atingem o seu ápice.

    AMENDOIM
    AMENDOIM

    O Amendoim é uma planta de origem ainda não muito bem definida. Alguns dados arqueológicos apontam a provável origem seja na América do Sul em países como Argentina, Bolívia, Brasil e Peru, a qual essa planta ligada aos indígenas. Atualmente a cultura de amendoim corresponde a quarta produção mundial entre as oleaginosas, nos continentes americano, africano e asiático. Boa parte dos cultivares estão voltados para área alimentícia na produção de grãos, óleos, farelos e derivados. O amendoinzeiro é uma planta herbácea, de pequeno porte, com folhas compostas e pinadas. o amendoinzeiro é tolerante à seca.

    ESPINAFRE
    ESPINAFRE

    Espinafre inicialmente tenha tido origem na antiga Pérsia, atual Irão. Foi transportado para a China, no século VII, quando o rei do Nepal o enviou como oferta para este país. O Espinafre pertence à espécie Spinacia olerace e à família da acelga e beterraba Amaranthaceae, partilhando, por este motivo, semelhanças no sabor destes dois hortícolas, pois exibe a amargura da beterraba e sabor levemente salgado de acelga. Existem três tipos diferentes de Espinafres: Espinafre Sabóia que é crestado, apresenta folhas parcialmente dobradas e textura elástica; Espinafre Semi-sabóia, semelhante ao Sabóia mas não tão enrugado; Espinafre Bebé folha lisa e plana.

    MANGERICÃO
    MANGERICÃO

    Manjericão é espécie de planta herbácea, aromática e medicinal, conhecida desde a antiguidade pelos povos indianos, gregos, egípcios e romanos. Ele é envolto de cultura espiritual e simbologismos, sendo, inclusive, considerado sagrada entre alguns povos hindus, por representar Tulasi, esposa do deus Vishnu. Está relacionado com sentimentos de ódio, amor e luto, mas com certeza é mais amplamente conhecido pelos seus poderes culinários. As folhas do manjericão apresentam sabor e aroma doce e picante característico. Elas são utilizadas secas ou frescas na preparação de diversos pratos quentes, e como frios, intimamente relacionadas à gastronomia italiana.

    MANGERONA
    MANGERONA

    Manjerona é uma planta tem suas raízes profundas na antiguidade, amplamente utilizada pelos gregos e romanos, que acreditavam suas propriedades protetoras. Eles a plantavam ao redor de suas casas e a usavam em cerimônias religiosas para purificar e santificar. Na Grécia antiga, a Manjerona era considerada símbolo de felicidade e era incorporada em coroas de flores durante casamentos. A Manjerona é frequentemente usada em celebrações felizes como casamentos e aniversários. Sua associação com a felicidade e a proteção torna-a uma escolha popular em eventos que celebram o amor e a união. Além disso, seu aroma doce e refrescante.

    MELANCIAS
    MELANCIAS

    Melancias são nativas da África, no entanto mão se sabe exatamente quando, onde e como começou a ser plantada no que é, e transformada na fruta que conhecemos ainda é um mistério para os botânicos.  Melancias e suas gerações anteriores arcaicas não são o tipo de coisa que tende a fossilizar, o que dificultou ainda mais as verdadeiras origens da fruta. As sementes às vezes se fossilizam, o que pode ser útil para sondar o DNA antigo, mas o DNA mais antigo vem de folhas de melancia com 270 anos foram preservadas em um herbário.

    MELÃO
    MELÃO

    Melão Amarelo é uma fruta refrescante, de polpa suculenta e sabor adocicado, perfeita para consumir in natura, em saladas de frutas ou sucos. Rico em vitaminas, minerais e água, contribui para hidratação e bem-estar no dia a dia. Sua casca amarela brilhante e aroma suave o tornam irresistível tanto para lanches quanto para sobremesas leves. Ideal para quem busca praticidade, saúde e sabor em qualquer refeição. Conserve em local fresco ou refrigerado após aberto.

    NABO
    NABO

    Nabo, de nome científico Brassica rapa, é uma raiz pertencente à família crucíferas, da qual fazem também parte as couves, e a mostarda. Esta raiz pode ser encontrada ao longo de todo o ano, sendo a sua melhor época de outubro a maio. Por ser constituído na sua grande maioria por água (94,5%), fornece poucas calorias (14kcal por 100g de nabo cozido). Com 2,2 g de fibra por 100g de nabo cozido, o nabo reduz o apetite, ajuda no controlo da eglicémia e na regulação do trânsito intestinal.

    NOPALES
    NOPALES

    Nopales, é uma planta de origem mexicana pertencente à família dos cactos. Também é conhecido  figo-da-índia, embora seu nome científico seja Opuntia ficus-indica. E são fáceis de propagar, pois podem ser obtidas por fragmentação, que ocorre quando uma folha cai no chão, suas aréolas produzem raízes e dão origem a uma nova planta, ou por semente, que é menos frequente, mas dá origem a plantas mais vigorosas e geneticamente diferentes. Ao contrário da maioria das plantas, é à noite que os cactos absorvem dióxido de carbono.

    PEPINOS
    PEPINOS

    Pepino (Cucumis sativus), embora seja um vegetal de origem indiana, é um alimento presente nas mesas das pessoas em diversos países. Tem alto teor de água na composição, vitaminas, carboidratos, além de gorduras e minerais. É ótimo para consumo in natura e em conservas, além de ser um ótimo aliado em cosmética. É da família das cucurbitáceas, como a melancia, o maxixe, o chuchu e abóboras. Há quatro tipos de pepino, sendo os mais consumidos no Brasil o pepino adapta-se em solos de textura de porosidade e permeabilidade.

    PIMENTÃO
    PIMENTÃO

    Pimentão vermelho tem essa coloração porque ele já está em seu estado maduro. E, por isso, eles já são menos firmes e mais adocicados. No dia a dia, são facilmente encontrados e requisitados, que oferecem aquela dose colorida aos pratos. Sua indicação de consumo é variada, sendo ótimo em pratos assados ou antepastos. Nutricionalmente, o pimentão vermelho é rico em vitamina A. Esse tipo de pimentão é o mais doce de todos! Ele fica ótimo quando grelhado, já que, assim, o seu sabor é intensificado e de multi-uso.

    RABANETE
    RABANETE

    Rabanete (Raphanus sativus) é uma planta anual ou bienal da família da mostarda          (Brassicaceae), cultivada por sua grande raiz tuberosa suculenta . O rabanete comum provavelmente tem origem asiática ou mediterrânea e é cultivado em todo o mundo. As raízes do rabanete são pouco calóricas e geralmente consumidas cruas; as folhas jovens podem ser cozidas como espinafre . Os frutos jovens também são comestíveis e frequentemente consumidos crus ou refogados. As pequenas variedades de primavera, de crescimento rápido. No Brasil, costuma-se consumi-lo cru, como salada, ou usá-lo como enfeite nos pratos, devido à sua casca avermelhada.

    REPOLHO
    REPOLHO

    Repolho é cultivado há alguns milênios na Europa, onde é parte importante da culinária desde a Idade Média. Versátil e de fácil digestão, ele é rico em fibras e em vitaminas K e C. No entanto, seu plantio pode ser desafiador, pois ele tende a ser vítima de muitas pragas diferentes. O repolho, a Couve-flor, o Brócolis e a Couve-de-bruxelas são todas variedades da mesma espécie de planta. Nativo das regiões costeiras do sul e oeste da Europa, foi introduzido e cultivado em variedade de regiões temperadas globalmente. A sua natureza adaptável permite que ele prospere em ambientes diversos, e agora é comumente cultivado como alimento fora da área nativa, incluindo regiões na Ásia.

    ROMANESCO
    ROMANESCO

    Romanesco é uma hortaliça incrivelmente singular, E, é conhecida por sua aparência geométrica impressionante e coloração verde-clara vibrante. Originária da Itália, essa variedade de brócolis é valorizada tanto pelo seu sabor delicado quanto pelo alto valor nutricional. Essa hortaliça cresce em touceiras compactas, atingindo uma altura média de 40 a 60 cm. Seu ciclo de desenvolvimento pode levar de 90 a 100 dias para colheita. E seu crescimento é rápido e depende das condições climáticas adequadas. Romanesco deve ser bem drenado, rico em nutrientes e levemente alcalino. A adubação orgânica regular ajuda no desenvolvimento vigoroso da planta.

    Rúcula (Eruca vesicaria) é uma planta herbácea e de ciclo anual, originária das regiões mediterrâneas da Europa e leste da Ásia. De um rico sabor pungente, ela se popularizou no mundo todo principalmente através da cozinha italiana, que a valoriza em diferentes preparações. É algumas vezes confundida com a rúcula da espécie Diplotaxis tenuifolia, ciclo de vida perene e flores amarelas, também conhecida como oruga-brava. A rúcula apresenta as folhas verde escuras, dispostas em roseta, pinadas em 4 a 10 profundos lobos laterais e um grande lobo terminal. Elas são tenras quando jovens, e gradativamente vão ficando mais firmes e fibrosas.

    RUIBARBO
    RUIBARBO

    Ruibarbo foi uma planta muito utilizada na Antiguidade no continente asiático, sendo descrita no herbário chinês Pen-King no ano de 2.700 a.C., onde era conhecida com o nome de Ta-Huang ("gran amarilla"). Dioscórides a chamou derheon de onde se originou atual denominacão. Foi descoberta e trasladada pelo navegante Marco Polo no final do século XIII, que assinalou as províncias chineses de Kiangsu e Suchou como os locais de origem desta planta, já que a procedência original sempre foi uma incógnita. Posteriormente foi introduzido através da Ásia Menor nos jardins europeus até ano 1763, estendendo-se através de seu uso popular em todo o continente.

    Salsa é uma planta herbácea, condimentar e medicinal, utilizada desde a antiguidade e difundida em todas as áreas de clima temperado e subtropical. Ela tem como forma pequenas touceiras, com longos ramos e folhas brilhantes, planas, divididas em folíolos também repartidos. A planta toda é muito aromática, com sabor pungente e ao mesmo tempo refrescante. No segundo verão, a planta emite inflorescências altas do tipo umbela, com numerosas flores amarelas a esverdeadas. Depois, forma sementes ovóides de cor parda e após isso a planta morre. Há três principais variedades de salsa, com muitas e  numerosas cultivares de cada uma. 

    Farmacognosia 

    É um dos ramos da farmacologia que se dedica ao estudo das drogas e constituintes ativos de origem natural (plantas, animais e minerais). Ela engloba a identificação, a caracterização química, a análise da eficácia e o uso seguro dessas substâncias na prevenção e no tratamento de doenças. 

    CAMOMILA
    CAMOMILA

    Camomila: Interessante é verificar que suas descobertas empíricas sobre a ação emenagoga da camomila confirmadas por trabalhos científicos 19 séculos mais tarde. A camomila é uma das plantas medicinais mais populares do mundo, sendo usada pela medicina tradicional de muitos países distantes de seu centro de origem, o sul da Europa, como é o caso do Brasil. É utilizada também na alimentação como chá aromático e cosmética como componente de diversos produtos de higiene, beleza causa várias ações de seu óleo essencial. A história medicinal da camomila começa há mais de quatro mil anos. Os egípcios a consideravam sagrada dedicada ao deus Rá, usava no embalsamamento de múmias e no tratamento de febres.

    CAPIM-SANTO
    CAPIM-SANTO

    Capim-santo, capim-limão, capim-cheiroso. Quase não possui caule, e suas folhas são estreitas e compridas. Com um forte aroma de limão, seu chá tem sabor cítrico. Nativa da Índia, resiste a diversos climas e solos. A infusão alivia o estresse, refresca e combate gases intestinais. O sabor cítrico das plantas se deve ao citral, um óleo essencial presente em todas assim como pineol e geraniol. Apesar das semelhanças, as três são de famílias diferentes, e em cada região é mais comum encontrar uma e não outra. capim cidreira ou mesmo capim santo e cidreirabrasileira. Para muitas pessoas, as três plantas são uma só. Porém, cada uma possui suas particularidades, seja no sabor, no formato ou no clima em que é mais adequada.

    ERVA-CIDREIRA
    ERVA-CIDREIRA

    Erva-cidreira, erva-cidreira-de-arbusto ou cidreira-brasileira, chá-de-tabuleiro, salva-limão, alecrim-do-campo, entre outros, é espécie nativa do continente americano, com ocorrência registrada do México até a Argentina. Muito celebrada pelas suas propriedades medicinais. A Lippia alba é uma espécie fortemente aromática, arbustiva, perene, muito ramificada, que pode atingir até 3 m de altura. Possui ramos ascendentes, alongados, que ao longo do crescimento tornam-se arqueados, ao tocar no chão, acabam enraizando. Os caules possuem seção transversal quadrangular, são pubescentes quando novos e glabros quando velhos, filotaxia é oposta-cruzada, com pequenas folhas de pecíolo curto, de cor verde a verde-acinzentadas, discolores.

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    ALECRIM
    ALECRIM

    Alecrim é uma planta que pode alcançar 1,5 metros de altura. Seu aroma é forte e exala agradavelmente. Suas flores são apreciadas pelas abelhas e podem ser cultivadas em vasos e jardins. De sabor mais acentuado, forte e inconfundível, o alecrim é uma herbácea perene, que cresce em forma de arbusto muito ramificado, com hastes lenhosas, crescimento rápido, arredondado, podendo atingir até 1,50 de altura. O Rosmarinus Officinalis, nome científico do alecrim, é uma espécie nativa da Europa, amplamente cultivada em horta doméstica em todo o Brasil para fins culinários.

    ALFAZEMA
    ALFAZEMA

    Alfazema é uma planta medicinal nativa da Europa, da região mediterrânea. As flores  pequenas, de cor azul clara à arroxeada, muito aromáticas e ornamentais. O chá de alfazema atua nos casos de ansiedade, estresse, para melhorar o sono, no combate a gases intestinais, dores de cabeça, dores reumáticas e enxaqueca. As flores de alfazema também podem ser utilizadas para artesanato, também como na confecção de sachês perfumados, bonecas de pano, almofadas e travesseiros. Deve ser armazenado em local seco, fresco e ao abrigo da luz.

    BOLDO
    BOLDO

    Boldo é uma bebida preparada a partir das folhas da planta de boldo, possui propriedades digestivas, hepáticas e antioxidantes. Mesmo com o gosto amargo, as folhas são ricas em óleos essenciais, como boldina, ácido cafeico e ácido rosmarínico responsáveis por uma série de benefícios à saúde. A planta possui uma substância chamada boldina, que é um antioxidante presente especialmente no boldo do Chile, e forscolina e a barbatusina, presentes no boldo brasileiro. Elas estimulam a produção de bile pelo fígado ação colerética e a sua excreção para o duodeno ou seja ação colagoga. 

    CARQUEIJA
    CARQUEIJA

    Carqueja (Baccharis trimera) é uma planta medicinal nativa do Brasil e de outros países da América do Sul, amplamente utilizada na medicina popular e também reconhecida pela ciência devido às suas propriedades terapêuticas. A forma mais comum de consumo é através do chá das hastes da planta. Geralmente, utiliza-se cerca de uma colher de sopa da planta seca para 500ml de água quente.  Apesar de ser uma planta natural, a carqueja deve ser consumida com moderação. O uso excessivo pode causar hipotensão (pressão baixa) ou interferir em medicamentos, especialmente aqueles para diabetes ou hipertensão. Esta informação tem caráter informativo. Sempre consulte um médico ou nutricionista.

    COENTRO
    COENTRO

    Coentro (Coriandrum sativum) é uma das ervas aromáticas mais controversas e apreciadas na culinária mundial. Pertence à família das Apiaceae (a mesma da salsa, do funcho e do aipo), é nativo da região do Mediterrâneo e do Oriente Médio, sendo hoje um ingrediente central em diversas culturas gastronômicas, especialmente na brasileira, mexicana, indiana e tailandesa. Possui um aroma cítrico, fresco e intenso. No entanto, existe uma característica genética peculiar: para uma parcela da população, o coentro tem gosto de "sabão". Isso ocorre devido a receptores olfativos específicos que detectam aldeídos presentes na planta, lembra as substâncias químicas encontradas em sabonetes.

    GUACO
    GUACO

    Guaco (Mikania glomerata) é uma planta medicinal trepadeira nativa do Brasil, especialmente encontrada no perímetro da Mata Atlântica. É amplamente reconhecido e utilizado na medicina tradicional e pela fitoterapia oficial devido à sua poderosa ação no sistema respiratório. A forma mais tradicional é o chá (infusão ou decocção) das folhas, mas o guaco também é a base de xaropes fitoterápicos encontrados em farmácias, muitas vezes associado ao mel ou a outras ervas expectorantes. Por conter altas concentrações de cumarina, o guaco possui propriedades anticoagulantes. Pode potencializar o efeito do remédio e aumentar o risco de sangramentos. Esta informação tem caráter educativo e não substitui  o profissional de saúde.

    Cerealicultura 

    É o ramo da agricultura dedicado ao estudo, ao cultivo e à produção de cereais (como arroz, trigo, milho, aveia, centeio e cevada) voltados para a alimentação humana e animal ou para fins industriais. 

    CANA-DE-AÇÚCAR
    CANA-DE-AÇÚCAR

    Cana-de-açúcar: é uma planta pertencente ao grupo de gramíneas perenes altas. Ela é nativa da região tropical da Ásia e Malásia e serve principalmente para a produção de açúcar, álcool, que está presente a bebidas como a cachaça, e etanol, que é usado como combustível. Mas não é só essa função que a cana tem. Ela também é usada em seu estado natural para alimentar o gado e como ingrediente de alimentos, como a rapadura. Além disso, quase todos os resíduos da agroindústria canavieira também são reaproveitados que se transformam em adubo, fertilizantes para o campo e até em biomassa, na produção de biogás. Entre as suas principais características, ela apresenta um caule delgado que é coberto por folhas compridas e verdes. Inclusive, é nesse caule, robusto, que se concentra o maior teor de açúcar da planta.

    TRIGO
    TRIGO

    Trigo: está presente há cerca de 10 mil anos na história da humanidade. Início do cultivo do trigo na Mesopotâmia, numa região chamada pelos historiadores de Crescente Fértil área que hoje vai do Egito ao Iraque. Da Mesopotâmia, o trigo se espalhou pelo mundo. Na China, o trigo começou a ser usado como farinha e para fazer macarrão e pastel. Em Nápoles, Itália, os cozinheiros começaram a incluir verduras e queijo em um disco redondo de massa. É de lá que vem o termo picea, que seria a origem do nome da pizza. O cultivo do trigo se expandiu nas regiões mais frias da Europa, como Rússia e Polônia. Os biscoitos tornaram-se úteis nas grandes navegações e descobrimentos marítimos. Estima-se que nesta época os árabes tenham levado para a Itália o macarrão que teria origem chinesa. Além de garantir doses de carboidratos aos navegantes, tinham vantagem não estragar.

    ARROZ
    ARROZ

    Arroz: sendo considerado pela Organização Mundial de Alimentação e Agricultura (FAO) como um dos alimentos mais importantes para a nutrição humana. Ele tem um papel fundamental não apenas na luta contra a fome, mas também para a geração de emprego e renda a milhões de pessoas. O ano de 2004, por exemplo, foi considerado pela FAO como o Ano Internacional do Arroz. Trata-se do único cereal a receber tal distinção. Atualmente, cerca de 90% do arroz mundial é produzido e consumido nos países asiáticos. O Brasil também se destaca por sua participação importante no fornecimento do produto, tanto ao mercado interno quanto ao externo. Muito difundido nos dias atuais, os primórdios do arroz não são muito precisos. Historiadores e cientistas relatam que o arroz já era cultivado por volta do ano 3.000 a.C., tendo como origens o sudeste da Ásia  

    AVEIA
    AVEIA

    Plantação de Aveia: sua origem remete historicamente à região do Oriente Médio, especificamente na área conhecida como Crescente Fértil, berço de outros cereais de inverno importantes como o trigo e a cevada. Diferente desses outros grãos, que foram domesticados propositalmente desde o início da agricultura, a aveia surgiu inicialmente como uma planta invasora ou "daninha" secundária nas lavouras de trigo. Sua domesticação e cultivo comercial ocorreram tardiamente, à medida que a agricultura se expandia para regiões de clima mais frio e úmido na Europa, onde a aveia demonstrava maior rusticidade e adaptação que os cereais primários. O Brasil tem alcançado produtividades crescentes, com estimativas superando 1,1 milhão de toneladas. O Rio Grande do Sul e o Paraná são os protagonistas, mas a expansão para o Cerrado como Mato Grosso do Sul demonstra a plasticidade fenotípica da cultura quando manejada sob irrigação ou em anos com boa distribuição hídrica no inverno.

    CEVADA
    CEVADA

    Cevada é o nome dado a um cereal apreciado e cultivado em todo o mundo que, atualmente, é considerado o quarto cereal em nível de importância. Seu cultivo depende de solos férteis, e trata-se de uma espécie intolerante ao alagamento. No  Brasil, a cevada está relacionada com a produção do malte, o qual é utilizado na indústria cervejeira. O malte é um produto resultado da germinação do grão da cevada. A cevada é considerada, assim como a aveia, um alimento funcional, apresentando benefícios na saúde cardiovascular e também intestinal. Cevada é o nome popular de um cereal pertencente à família Poaceae e espécie Hordeum vulgares. A espécie originou-se na Ásia, e sua e história está diretamente ligada à origem da agricultura. O grão de cevada apresenta três componentes fundamentais: o embrião, o endosperma e o envoltório. O embrião é a parte viva, que dará origem a uma nova planta. O endosperma, por sua vez, trata-se do tecido de reserva do grão, destacando-se por ser rico em amido. 

    CENTEIO
    CENTEIO

    Centeio não é importante apenas para os humanos. De modo geral, os cereais desempenham um papel importante que fornece uma dieta sustentável, fornecendo carboidratos, proteínas vegetais, vitaminas e minerais. Precisamos incorporar mais alimentos de origem vegetal em nossa dieta, tanto para a saúde humana quanto para a do planeta, e o centeio pode fazer parte dessa equação. Rico em magnésio. que ajuda, entre outras coisas, a reduzir a fadiga, a manter os músculos funcionando corretamente e a preservar a estrutura óssea normal. Rico em fósforo contribui para ossos fortes e dentes saudáveis, além de auxiliar metabolismo energético. Contém vitamina B3 ou niacina. A niacina auxilia o metabolismo energético, o sistema nervoso e a função psicológica. Também ajuda a manter a pele saudável e a combater a fadiga. Contém vitamina B9 ou ácido fólico. O ácido fólico é essencial durante a gravidez e para o funcionamento de todo o  psicológico normal e o sistema imunológico.

    PAINSO
    PAINSO

    Embora o painço: seja comum em todo o mundo, ele é originário da Ásia e da África. Há evidências de seu cultivo na Ásia entre 10.300 e 8.700 anos atrás. Portanto, era comum na Ásia mesmo antes do arroz! De fato, acredita-se que seja a cultura de sequeiro mais antiga cultivada no Leste Asiático. Uma tigela de 4.000 anos contendo macarrão feito de painço foi descoberta em 2005 por arqueólogos no noroeste da China. O painço é resistente e pode durar de dez a doze anos, então não o extinguimos completamente. Muitos já descobriram os problemas causados ​​por dietas ricas em alimentos refinados e as deficiências nutricionais que elas provocam. Há uma tendência geral de retorno aos grãos integrais e, o painço está ganhando popularidade novamente.

    SORGO
    SORGO

    O Sorgo: tem como centro de origem a África e parte da Ásia. Apesar de ser uma cultura muito antiga, somente a partir do fim do século passado é que teve um grande desenvolvimento em muitas regiões agrícolas do mundo. Cultivado em países em desenvolvimento, o sorgo, o granífero, destina-se à alimentação humana, enquanto que nos países desenvolvidos sua utilização é basicamente como alimento animal. A evidência mais antiga de sorgo selvagem vem de caçadores e coletores no Saara, datando de cerca de 8.000 aC, mas o primeiro sorgo domesticado conhecido até agora, datado de 2.000-1.700 aC, foi relatado na Índia Harappan, onde não é cultura nativa. Evidências arqueobotânicas recentes, entretanto, as origens apontam para a savana oriental do Sudão.

    TRITICALE
    TRITICALE

    O cultivo de triticale acontece nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, sistema de sequeiro. O aprimoramento dos dados para indicar a melhor época de cultivo nas regiões tradicionais, além de orientar a expansão da cultura para novas regiões na faixa tropical, nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia e Distrito Federal, tanto no sistema de sequeiro como no irrigado", O triticale é um produto direto de pesquisa, resultado do cruzamento de trigo com centeio.  Porém o triticale herdou características potenciais de rendimento e biomassa, resistência a doenças, tolerância a seca, bom desenvolvimento em baixas temperaturas. possui alto valor proteico. No Brasil, a pesquisa com triticale começou na década de 1960, de cultivares do México.

    ALGODÃO
    ALGODÃO

    Algodão: é conhecido do homem desde os tempos mais remotos. A domesticação do algodoeiro ocorreu há mais de 4.000 anos no sul da Arábia e as primeiras referências históricas ao algodão estão no Código de Manu, do século VII a.C., considerado a legislação mais antiga da Índia. Os Incas, no Peru, e outras civilizações antigas, já utilizavam o algodão em 4.500 a.C. Os escritos antigos, de antes da Era Cristã, apontavam que as Índias eram a principal região de cultura e que o Egito, o Sudão e toda a Ásia Menor já utilizavam o algodão como produto de primeira necessidade. A palavra deriva de al-quTum, na língua árabe, porque foram os árabes que, na qualidade de mercadores, difundiram a cultura do algodão pela Europa. A partir do segundo século da Era Cristã, o algodão se tornou conhecido na Europa, introduzido pelos árabes. Foram os árabes os primeiros a fabricarem tecidos e papeis com fibra de algodão e também a Europa.

    GIRASSOL
    GIRASSOL

    Girassol: é a oleaginosa mais popular na Europa e na América do Norte, onde a cultura se originou e foi domesticada durante o primeiro milênio a.C. Enquanto os nativos americanos usavam muitas partes diferentes de plantas de girassol silvestres como remédios e culinária, a cultura foi espalhada pelo mundo como ornamental. O girassol tornou-se uma oleaginosa vital em todo o mundo depois que os russos criaram o Mammoth Russian, aumentando o tamanho das cabeças e o teor de óleo da semente de 28% para quase 50% em 1860. Essa nova variedade foi reintroduzidas nos EUA em 1893. Durante os últimos 3.000 anos, o tamanho da semente de girassol aumentou 1.000%. Hoje em dia, os girassóis são cultivados em quase todos os continentes. Ucrânia, Rússia, União Europeia, Argentina, Turquia e Estados Unidos são os principais produtores, com 86% da produção mundial total. A França, Romênia e China são os campeões em produção de sementes por hectare.

    ABACAXI
    ABACAXI

    Abacaxi: nativo da América do Sul, mais precisamente do Brasil e Paraguai. em Portugal também conhecido como ananás, é uma infrutescência tropical produzida pela planta de mesmo nome, como uma planta monocotiledônea da família das bromeliáceas da subfamília Bromelioideae. É um símbolo das regiões tropicais e subtropicais. Os abacaxizeiros cultivados pertencem a familia da espécie Ananas comosus, que compreende muitas variedades frutíferas. Há também várias espécies selvagens, pertencentes ao mesmo gênero. O fruto, quando maduro, tem o sabor bastante ácido e, muitas vezes, adocicado. O termo "abacaxi" é oriundo da junção dos termos tupis i'bá fruto e ká'ti recendente, que exala cheiro agradável e intenso, documentado já no início do séc. XIX. O termo "ananás" em português e espanhol é do guarani e tupi antigo naná, e documentado em português na primeira metade do séc. XVI e em espanhol na segunda em 1578, do português do Brasil.  

    MILHARAL
    MILHARAL

    Milho: é um dos alimentos mais consumidos em todo o mundo, mas você já parou para pensar em como essa planta chegou até nossas mesas? A história do milho é repleta de descobertas e transformações, desde sua domesticação pelos povos indígenas até sua globalização nos dias de hoje. A domesticação do milho ocorreu há milhares de anos, nas Américas, mais precisamente no México e na América Central. Os primeiros vestígios do milho datam de aproximadamente 9.000 a.C., e acredita-se que a planta tenha sido desenvolvida a partir de uma gramínea selvagem chamada teosinto. Conta-se que os povos indígenas foram os responsáveis por essa incrível transformação, selecionando e cruzando, as plantas com características desejáveis, como grãos maiores e mais saborosos. Em resumo, a história do milho é fascinante vai desde sua domesticação pelos indígenas.

    SOJA
    SOJA

    Soja: hácinco milênios atrás difere muito da soja que hoje conhecemos, eram plantas rasteiras que se desenvolviam ao longo de rios e lagos uma espécie de soja selvagem. A soja é um dos mais antigos produtos agrícolas que a humanidade conhece. O processo de cultura da soja ocorreu no século XI a.C., após cruzamentos naturais feitos por cientistas chineses. Soja era encontrada principalmente na região oriental do Norte da China, onde se cultivava trigo de inverno. A partir daí, a soja começa a ser introduzida no Sul da China, indo para a Coréia, o Japão e outros países atual Sudeste da Ásia. Registros históricos indicam que a expansão da cultura da soja foi lenta teria chegado à Coréia e desta ao Japão no século III depois de Cristo d.C. ficando até então restrita à China. Existe registros do que há cultivos experimentais de soja na Bahia já em 1882.

    FEIJÃO
    FEIJÃO

    Feijão: é uma das 55 espécies pertencentes ao gênero Phaseolus vulgaris, também conhecido como feijoeiro-comum, é uma das 55 espécies pertencentes ao gênero Phaseolus, cujo centro de origem se deu nas Américas., cujo centro de origem se deu nas Américas. é entre os mundialmente reconhecidos por sua riqueza nutricional e versatilidade culinária. O que talvez poucas pessoas não sabem é origem do feijão e sua importância econômica. Além do papel relevante na alimentação do brasileiro, o feijão é um produto de grande importância econômica e social, principalmente por conta da mão de obra empregada durante o ciclo da cultura. O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de feijão, depois de Myanmar e Índia, respectivamente. Típico produto da alimentação brasileira, é cultivado em todas as regiões, é o alimento mais antigos do mundo.  

    QUIABEIRO
    QUIABEIRO

    O Quiabeiro (Abelmoschus esculentus) é uma planta de porte arbustivo pertencente à família Malvaceae (a mesma dos hibiscos e paineiras) e originária do centro abissínio, área que inclui a Etiópia, Eritreia e Sudão, um ponto de origem de muitas plantas cultivadas.  Podendo atingir até 3 metros de altura, o quiabeiro é cultivado em regiões tropicais e subtropicais, com temperaturas acima de 20º C. Existem diversos cultivares e híbridos de quiabeiro, com diferentes características, inclusive altura.  Se o fruto amadurece na planta, se torna fibroso e inadequado ao consumo. Para tal, o quiabo deve ser colhido quando ainda está verde e brilhante, sem manchas escuras, e medindo entre 10 e 14 centímetros de comprimento. As sementes são arredondadas e de cor clara, que podem durar até 5 anos.

    CHUCHUZEIRO
    CHUCHUZEIRO

    O chuchuzeiro e uma planta conhecida ha seculos. De origem mexicana, cultivado pelos antigos Astecas que o chamavam Chayotl, tinha grande destaque entre as hortalicas da epoca e sua fama transpos, em pouco tempo, as fronteiras mexicanas, passando primeiramente para as Antilhas e dai para os demais paises. E uma planta herbacea de ramas muito longas e pertencente a familia das Cucurbitaceas, sendo seu nome cientifico Sechium edule Swartz. Alem do chuchu, estao incluidos nesta familia a melancia, o melao, as aboboras, as morangas, o pepino, o maxixe, a bucha e muitos outros. O Brasil e o maior produtor do mundo dessa hortalica de frutos, tendo produzido, em 1993, cerca de 400.000, considerando-se lavouras cujos frutos é comercializados em todo o Brasil.

    MANDIOCA
    MANDIOCA

    Mandioca: é origem brasileira e espalhou-se pelo mundo a partir de Portugal e por suas colônias, principalmente as do continente africano. Essa tuberosa nativa do Brasil, já era plantado pelos índios como parte fundamental do cardápio, junto com feijão e milho. Inclusive, o nome mandioca vem do tupi-guarani Mani'oca, ou seja casa de Mani. Acredita-se que a mandioca já era cultivada na região amazônica há 4 mil anos, mas a primeira referência à raiz aparece na época do Descobrimento, nas cartas de Pero Vaz de Caminha para Portugal. Eles não lavram nem criam. Nem há aqui boi ou vaca, cabra, ovelha ou galinha, ou qualquer outro animal que esteja acostumado ao viver do homem. É conhecida mandioca, aipim, macaxeira, castelinha, uaipi, maniva, maniveira, esses nomes são maneiras de chamar a mesma espécie de raiz tuberosa pelo Brasil.

    Fruticultura 

    ´É o ramo da agronomia dedicado ao estudo, cultivo, melhoramento e produção de árvores e plantas frutíferas para a  obtenção de frutos comerciais. 

    BANANEIRA
    BANANEIRA

    Bananeira: também é utilizada como planta ornamental e produtora de fibras. A fruta é rica em carboidratos, que fornecem energia, e em potássio, mineral importante para os musculares e ligamenentos contém triptofano, essencial para formação e manutenção dos músculos e para produção de serotonina e melatonina, que atuam no sistema nervoso, regulando humor, sono, memória e apetite. A banana é a fruta in natura mais consumida no Brasil e por todas as classes sociais e faixas etárias e é cultivada por grandes, médios e pequenos agricultores nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Atualmente, São Paulo, Bahia e Minas Gerais são os principais estados produtores. O Brasil é o quarto produtor mundial de banana, depois da Índia, China e Indonésia.

    CAFESAL
    CAFESAL

    Café: é uma planta originária do continente africano, das regiões altas da Etiópia Cafa e Enária, onde ocorre como planta de sub-bosque. A região de Cafa pode ser a responsável pelo nome café. Segundo uma das lendas da descoberta do cafeeiro, um pastor etíope foi quem percebeu que algumas de suas cabras mudaram seu comportamento após fazer uso de folhas da planta de café na alimentação, influenciando no comportamento de monges que o observaram. Os árabes tentaram manter o privilégio, pois foram os primeiros a cultivar essa planta O café era consumido por diversas classes sociais e por intelectuais. Depois passou a ser consumido em outros países europeus, chegando à França, Alemanha, Suíça, Dinamarca e Holanda.

    VIDEIRA
    VIDEIRA

    Videira: é muito antiga. Vasos sagrados desenterrados em escavações na Turquia, na antiga cidade comercial de Kannish, mostraram que a viticultura era praticada desde a idade do bronze, há cerca de 3.500 anos a.C. A viticultura propagouse por toda a Ásia Menor e em direção ao Sul, até a Síria e o Egito. Na Grécia, alcançou extraordinário progresso, impregnando sua história e religiões. Os navegadores fenícios difundiram a videira em Roma, França e entre outros povos mediterrâneos. Em Horns. a viticultura apresentou grande avanço e daí foi difundida por toda a Europa, atingindo as Ilhas da Madeira e Canárias. Os espanhóis, na conquista do continente americano, introduziram a uva da  espécie Vitis vinifera L., 

    CEREJEIRA
    CEREJEIRA

    cerejeira: pertencente ao gênero Prunus, é uma árvore de porte médio a grande, que pode alcançar até 10 metros de altura, caracterizada por folhas ovais serrilhadas e uma espetacular floração de flores brancas ou rosadas na primavera. Seus frutos, as cerejas, são pequenos, arredondados e podem variar de vermelho a preto quando maduros, sendo consumidos frescos ou usados em conservas, doces e licores. Na cultura japonesa, as flores da cerejeira chamadas de sakura são o símbolo nacional do país e representam a beleza, e da vida.

    LIMOEIRO
    LIMOEIRO

    Limoeiro: no início, era um simples arbusto que se espalhava espontaneamente pelo sudeste asiático. Existem diferentes versões sobre a forma como o limão tornou-se conhecido na Europa. Alguns dizem que foi levado pelos muçulmanos entre os séculos VII e IX, durante o período em que ocuparam grande parte do continente europeu. E, a partir daí, a difusão foi muito rápida. No entanto, existem relatos de que os romanos já conheciam o poder terapêutico do limão, usando-o como medicamento, mesmo antes de o fruto ser trazido pelos árabes.

    TUCUMANZEIRO
    TUCUMANZEIRO

    Tucumanzeiro: é uma palmeira típica da região amazônica e pertence ao gênero Astrocaryum. Embora a maioria das espécies deste gênero possa ser utilizada pelos humanos, apenas algumas têm potencial econômico promissor e grande importância significativa no comércio regional. Dentre essas, destaca-se o Tucumã-do-Amazonas Astrocaryum aculeatum G. Mey, com uso tradicional diversificado. Especialmente seu fruto é muito apreciado na culinária regional, devido à sua polpa com sabor típico lembrando nozes e castanhas frescas.

    PESSEGUEIRO
    PESSEGUEIRO

    Pessegueiro: é originário da China e não da Pérsia. Na China já se mencionava esta variedade em poemas do século X a.C. No entanto, já era cultivada no Médio Oriente (Irão), no ano 100 a.C., sendo muito mais tarde introduzida na Europa, em Roma, pelo Imperador Claudius. Como curiosidade, o Pessegueiro foi introduzido no Brasil por Martim Afonso de Sousa, em 1532, e as árvores vieram da ilha da Madeira. A China e a Itália são atualmente maiores produtores mundiais de pêssego. Pequena árvore de folha caduca, pode atingir 4 à 6 m de altura. 

    MACIEIRA
    MACIEIRA

    Macieira: malus domestica, é uma árvore frutífera da família Rosaceae, amplamente cultivada em regiões de clima temperado. Produz folhas ovais e flores brancas ou rosadas, que dão origem às maçãs, frutos variados em cor e sabor. Prefere solos bem drenados e necessita de polinização cruzada para frutificar bem. As maçãs são ricas em nutrientes, amplamente consumidas frescas ou processadas em diversos produtos. A macieira foi introduzida no Brasil pelos primeiros colonizadores europeus. A região Sul é a principal produtora de maçã do Brasil. 

    PITANGUEIRA
    PITANGUEIRA

    Pitangueira: é uma espécie nativa da Mata Atlântica, seu nome de origem tupi-guarani pyrang que significa vermelha. A fruta carnosa e aquosa, de cor vermelha mais comum, amarela ou preta, tem sabor agridoce e já era apreciada pelos indígenas, bem como pelos primeiros colonizadores do Brasil. Pertencente a família botânica das Myrtaceae, a pitanga Eugenia uniflora L. é uma das frutas nativas da Mata Atlântica com grandes potencialidades para o cultivo comercial. contém vitaminas A, C, complexo B, cálcio, ferro e fósforo, e comer in natura.

    ROMANZEIRA
    ROMANZEIRA

    Romanzeira: pequena árvore caducifólio, que pode atingir 2 à 7m de altura, de folha caduca. A raiz é superficial e pode alcançar grandes distâncias. A planta dá origem a rebentos vigorosos devem ser eliminados, deixando apenas os mais fortes. As folhas são opostas e lisas com pecíolos curtos. Frutos têm a forma globosa, de casca coriácea, vermelha ou vermelha amarelada, com inúmeras sementes angulosas cobertas com pequena camada de polpa cor avermelhada. 

    LARANJEIRA
    LARANJEIRA

    Laranjeira: árvore da família Rutaceae. Possui porte médio que pode atingir até 8 metros de altura, tronco de cor castanho e copa de formato arredondado. Cultivo pelos fenícios, gregos, egípcios, árabes e romanos. A fruta é de origem asiática, foi levada pelos árabes para a península Ibérica e de lá se propagou pelo mundo. O interior da laranja é formado por gomos, cujo sabor varia do doce ao levemente ácido. É uma fruta rica em vitamina C, sais minerais como ferro, potássio, cálcio.  

    BERGAMOTEIRA
    BERGAMOTEIRA

    Bergamoteira: usada na perfumaria melhora a experiência dos utilizadores, tornando-a uma escolha popular em inúmeras formulações de fragrâncias e apelo duradouro e as qualidades refrescantes da bergamota contribuem para a sua capacidade de encantar quem usa com as suas características olfativas ​​e sedutoras. Conheça um pouco mais sobre essa fruta tão especial. Se você nunca ouviu falar em Bergamota, talvez conheça essa fruta como Mexerica, Tangerina, Mimosa ou Poncã. 

    GOIABEIRA
    GOIABEIRA

    Goiabeira: psidium guajava é uma árvore que pertence à família Myrtaceae e é nativa no Brasil. Ela é cultivada em quase todo o País, com destaque para os Estados das regiões Nordeste e Sudeste. Os pomares de goiabeiras são cultivados em plantações abertas. Também é comumente cultivada de forma isolada nas cidades em quintais, jardins, calçadas e praças seus frutos são consumidos por outros animais e os pássaros. A goiabeira é um cultivo que apresenta dependência moderada de polinização cruzada. Algumas variedades da fruta se beneficiam desse serviço realizado por insetos, que podem promover um aumento de 10% a 40% na produção de frutos Ao visitarem as flores, polinizadores realizam a transferência de pólen que contém o gameta masculino de uma flor até a parte feminina de outra o que garante a fecundação e formação do fruto. Além de sua importância econômica e alimentar, a goiabeira é amplamente cultivada em pomares domésticos na produção.

    COQUEIRAL
    COQUEIRAL

    Coqueiral: não existia, no Brasil, quando da sua descoberta pelos portugueses em 1500. E as primeiras referências aparecem no Tratado Descritivo do Brasil, escrito por Gabriel Soares de Souza em 1587, que diz: As palmeiras que dão os cocos se dão bem na Bahia, melhor que na Índia, porque metendo um coco debaixo da terra, a palmeira que dele nasce dá coco em cinco e seis anos, e na Índia não dão, estas plantas, frutos em vinte anos. O coqueiro gigante foi introduzido pela primeira vez no Brasil em 1553, no Estado da Bahia, sendo procedente das ilhas de Cabo Verde. A origem remota desse material seria a Índia ou Sri Lanka de onde cocos teriam sido introduzidos em Moçambique. Esta hipótese se acha confirmada pela semelhança entre o coqueiro do Oeste da África e o coqueiro gigante de Moçambique. A segunda introdução foi em 1939 com a variedade cabocla proveniente de Kuala Lampur na Malásia e plantado em Cabo Frio. 

    OLIVEIRA
    OLIVEIRA

    Oliveira: surgiu na Era Terciária, sendo mais antiga que o Homem. O seu aparecimento deu-se na região da Ásia Menor, surgiu na Síria ou Palestina, onde foram descobertos vestígios de lagares e fragmentos de vasos da Idade do Bronze. Sabemos também que a oliveira não se manteve exclusiva desta região desde que foram descobertas as folhas de oliveira fossilizadas ao longo de todo o Mediterrâneo. Estes fósseis são datados dos períodos Paleolítico e Neolítico, altura em que o Homem aprendeu a extrair o azeite das azeitonas. A oliveira é uma árvore perene, sempre verde que pode viver e produzir azeitonas por mais de um século. Em alguns casos raros, relatou-se que as oliveiras vivem e produzem brotos em uma idade de 1800 anos. Tanto os Gregos como os Romanos eram excelentes produtores de azeite e não só na alimentação, em unguento, bálsamo, combustível iluminação medicamento, lubrificante de equipamentos agrícolas

    Dendrologia 

    É o ramo da botânica dedicado ao estudo, identificação, taxonomia e características das plantas lenhosas, com foco principal em árvores, arbustos e lianas. 

    CIPRESTES
    CIPRESTES

    Cipreste: é uma árvore pertencente à família Cupressaceae, conhecida pelo seu porte elegante e pela sua folhagem verde escura e aromática. Originária da região do Mediterrâneo, o cipreste é amplamente cultivado em todo o mundo devido à sua beleza e resistência. Comumente utilizado em projetos de paisagismo, o cipreste é uma espécie de árvore muito apreciada por sua capacidade de se adaptar a diferentes tipos de solo e clima.  

    ANDIRÓBA
    ANDIRÓBA

    Andiróba: é uma árvore de dossel que pode atingir até 2m de diâmetro e 50m de altura. É uma espécie predominante de áreas inundadas, embora possa ser encontrada em locais secos. Seu fruto é uma cápsula globosa que se abre ao cair no chão. Sua importância econômica na regão Amazônica está ligada às suas propriedades medicinais e cosméticas do óleo extraído de suas sementes. O óleo é um dos produtos medicinais mais vendidos na Amazônia e também tem sido comercializado para outras regiões do país, além de ser exportado para indústria de cosméticos do mundo todo. 

    BAOBÁ
    BAOBÁ

    Baobá: a árvore é um símbolo fundamentai das culturas africanas tradicionais. Os velhos baobás africanos de troncos enormes suscitam a impressão de serem testemunhas dos tempos imemoriais. Os mitos e o pensamento mágico-religioso yorubá têm na simbologia da árvore um de seus temas recorrentes. Na sua cosmogonia, a árvore boabá surge como o princípio da conexão entre o mundo sobrenatural e o mundo material.

    DRAGOEIRO
    DRAGOEIRO

    Dragoeiro: deve o seu nome à cor da sua seiva, que depois de oxidada por exposição ao ar forma uma substância pastosa de cor vermelho vivo que foi comercializada na Europa com o nome do sangue-de-dragão ou drago. O sangue-de-dragão atingia elevados preços, sendo a sua origem conservada em mistério por muito tempo. Era utilizado em fármacos e em tinturaria, um importante produto de exportação. Folhas e cascas também são utilizadas para fins medicinais, mesmo o comum é apreciado como planta ornamental em jardinagem em pátios e praças públicas.

    IPÊ-ROXO
    IPÊ-ROXO

    Ipê-Roxo: é uma espécie com 20-35 m de altura e tronco com 60-80 cm de diâmetro. As folhas são compostas palmadas, folioladas e os folíolos, quase glabros, possuem de 5 à 13 cm de comprimento por 3 à 4 cm de largura. As flores são em inflorescências terminais, com coloração roxa e, raramente, branca. Os frutos são vagens que contêm sementes aladas, próprias para a dispersão pelo vento. Está presente em toda a mata atlântica. É frequente no Maranhão, Mato Grosso do Sul, São Paulo no Rio Grande do Sul.

    ACAIACÁ
    ACAIACÁ

    Acaiacá; acaia-catinga; acajá catinga; acajatinga; acaju; acaju-caatinga; capiúva; cedrinho, no Paraná; cedro-amarelo, na Bahia, nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo; cedro-batata, na Bahia e em Santa Catarina; cedro-branco, em Goiás, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul; cedro-branco-batata, cedro-fofo, cedro-rosado, árvore caducifólia, com 10 a 25 m de altura e 40 a 80 cm, podendo atingir até 40 m de altura e 300 cm de DAP, na idade adulta. Todas as partes da planta, esmagadas, apresentam cheiro de alho.

    TEIXO
    TEIXO

    Teixo (Taxus baccata) galês tem as raízes no pátio da igreja de St. Digain. Como datar este tipo de árvore é difícil, porque o seu interior tende a desintegrar-se, a sua idade foi estimada com base nos milhares de anos de registos escritos da sua existência. Noutro pátio de igreja, mas em Tisbury, Inglaterra, existe outro teixo chamado The Ancient Yew foi datado por carbono: tem cerca de 4 mil anos. O núcleo original perdeu-se com o tempo, restando grandes brotos e um tronco fragmentado com circunferência de 10,75 m, ao nível do solo.

    CIPRESTE DA PATAGÔNIA
    CIPRESTE DA PATAGÔNIA

    "El Gran Abuelo" é um nome carinhoso para a árvore mais antiga do mundo, o majestoso cipreste-patagônico Fitzroya cupressoides que pode ter mais de 5000 anos de idade. No Parque Nacional Alerce Costero, no sul do Chile, esse gigante é uma testemunha viva da história do nosso planeta. A espécie, conhecida localmente como alerce milenar, tem um crescimento incrivelmente lento e é nativa das florestas frias e úmidas dos Andes. Parte de seu tronco estar morto, ele árvore continua viva, com apenas cerca de 28% sua estrutura ativa, a maioria nas raízes.

    PINHEIRO-BRISTLECONE
    PINHEIRO-BRISTLECONE

    Os Pinheiros-bristlecone ou Methuselah da Grande Bacia Pinus longaeva, sua incrível longevidade é fruto de estratégia baseada na contenção.  Embora Methuselah tenha sido por muito tempo o marco da longevidade arbórea, ele não está sem rivais. No Parque Nacional Alerce Costero, no Chile, um possível sucessor ao título. Seus anéis de crescimento são estreitos, a madeira é densa e sua arquitetura é assimétrica. Porém todas essas características ajudam a suportar ventos brutais e a resistir à decomposição.

    CANELEIRA
    CANELEIRA

    Canela provém da Birmânia e da Índia, mas ela é nativa do Sri Lanka (Ceilão), pequeno país localizado no sul da Ásia. Há mais de 2500 anos os chineses a conhecem, uma árvore de pequeno porte, com mais ou menos 10-15 metros de altura. A casca da canela parece também conter elementos que incentivam o funcionamento do coração e elevam o nível de excreção do aparelho digestivo. No quesito medicinal ela pode igualmente ser utilizada para impedir o aparecimento da osteoporose e no alívio das consequências da menopausa. Artigo De: Ana Lucia Santana.

    ESPINÍLHO
    ESPINÍLHO

    Espinilho é um arbusto ou pequena árvore, pertence à família Fabaceae, nativa da Argentina, Bolívia, Chile e Paraguai, de crescimento rápido, de até 5 metros de altura, mas ocasionalmente pode chegar à 7 metros. também conhecida como Vachellia caven, é uma verdadeira joia da flora brasileira. Com suas características únicas e propriedades medicinais, espinilho é fonte de inspiração para muitos pesquisadores e amantes da natureza. O espinilho está ameaçado de extinção devido à exploração excessiva e ao desmatamento. A casca, é utilizada para crises respiratórios e febre. 

    UMBUZEIRO
    UMBUZEIRO

    O Umbu é uma árvore típica do semiárido brasileiro, conhecida por sua rusticidade e resistência à seca. Produz frutos pequenos, arredondados, de polpa suculenta e sabor agridoce, muito apreciados para consumo in natura, sucos, doces e licores. A muda oferecida tem até 60 cm, ideal para plantio em quintais, pomares ou projetos de reflorestamento. Prefere os solos drenados, leves ou médios, mas adapta-se a solos mais pobres. Atrai pássaros e auxilia na biodiversidade, o umbueiro é símbolo da resistência da flora do semiárido brasileiro. 

    CINAMOMO
    CINAMOMO

    Cinamomo: Melia azedarach é uma árvore perene de tamanho médio a grande que pertence à família Meliaceae. Madeira com informações conflitantes a respeito de sua durabilidade natural, variando de baixa a alta durabilidade natural aos organismos xilófagos. É nativa da Ásia, mas agora é amplamente cultivada em muitas partes do mundo como árvore ornamental, de sombra e para fins comerciais. A árvore de Cinamomo cresce até cerca de 10 à 15 metros de altura, com uma copa ampla e densa que pode se espalhar por 6 à 8 metros. As folhas em geral são alternadas, compostas, com cerca de 30 à 60 cm de comprimento e 10 à 20 cm de largura. As flores surgem em cachos, na primavera.

    JACARANDÁ-ROXO
    JACARANDÁ-ROXO

    Jacarandá roxo: mede até 15 m de altura, com casca fina e acinzentada. Folhas opostas, compostas bipinada, de 10 a 25 cm de comprimento com folíolos pequenos, glabros e de bordo serreado. Flores com coloração azulado-lilás, arranjadas em inflorescências piramidais densas. Os frutos são cápsulas lenhosas, muito duras e contendo numerosas sementes aladas. Ocorre nos estados de São Paulo e Minas Gerais, nas formações florestais do complexo atlântico. Madeira clara, muito dura, pesada de longa durabilidade, porém frágil. Útil para a confecção de brinquedos, caixas, instrumentos musicais, carpintaria e móveis em geral.

    AROEIRA-VERMELHA
    AROEIRA-VERMELHA

    Aroeira-vermelha, conhecida por Schinus terebinthifolius, é natural da América do Sul e, no Brasil, ocorre desde Pernambuco e Mato Grosso do Sul até o Rio Grande do Sul, podendo ser encontrada nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Pampa. De médio porte, com altura entre 5 a 10 metros, é bastante utilizada na arborização urbana, raramente precisando de poda. Quando necessária, a poda deve ser feita com cuidado para evitar danos à árvore e exposição de "feridas" que deixam uma porta de entrada para organismos fungos, cupins, etc. danosos. Suas flores são melíferas e muito apreciadas por abelhas e vespas, que fazem polinização da espécie. 

    JEQUETIBÁ
    JEQUETIBÁ

    Jequitibá: inclui várias espécies nativas da América Latina. É um patrimônio da Mata Atlântica e é conhecida por suas grandes dimensões. Registros atuais anotam jequitibás com sessenta metros de altura. Para se ter ideia esta é a altura de um prédio de vinte andares. Suas pequenas flores têm um delicioso e adocicado aroma. Existem várias espécies de Jequitibá, sendo algumas das mais conhecidas Jequitibá-Rosa. Esta é uma das espécies mais famosas e é nativa do Brasil. Ela é conhecida por suas folhas vermelhas quando jovens e grandes e vistosas quando adultas. É considerado um dos maiores gigantes das florestas brasileiras. Pode ultrapassar os 40 metros de altura e seu tronco pode atingir vários metros de diâmetro, exigindo dezenas de pessoas de mãos dadas para abraçá-lo. O crescimento é lento, e são muito famosos na história do Brasil.

    SALGUEIRO-CHORÃO
    SALGUEIRO-CHORÃO

    Salgueiro-chorão: Salix babylonica, que também é conhecido como chorão ou salso-chorão, é uma árvore da família Salicaceae originária do leste asiático, nativa da China, mas cultivada em outras regiões. Conhecida por sua aparência, a árvore de médio a alto porte possui um tronco forte que pode alcançar de 9 a 15 metros de altura e galhos pendentes que formam um arco com folhas lineares. O nome científico Salix babylonica foi dado ao salgueiro-chorãono século 18 pelo botânico sueco Carl Linnaeus, que acreditava, erroneamente, que a árvore era da antiga Babilônia, como foi referenciado na Bíblia. Já o gênero Salix possui origem celta que significa perto da água. Embora nativa da China, acredita-se que a árvore foi trocada ao longo da rota da seda para a Europa e agora é encontrada na América do Norte e em outras partes do mundo.

    ARAUCÁRIAS ou PINHEIROS
    ARAUCÁRIAS ou PINHEIROS

    Araucária ou Pinheiro: tem uma arquitetura muito típica, muito marcante. Podendo chegar até 40 metros de altura, a araucária possui tronco reto e com ramificações apenas no topo, folhas pontiagudas e flores secas, e a árvore adulta tem copa em formato de cálice. Essa árvore é uma planta do grupo das gimnospermas, ou seja, daquele grupo de plantas onde a flor ainda não tinha desenvolvido o ovário, apresentando os óvulos nus, óvulos descobertos. Como o ovário resulta na formação de frutos, e os óvulos resultam na formação de sementes, a gimnosperma é daquele grupo de plantas que tem sementes, mas não constituem frutos porque sua flor não tem ovário. Daí vem o termo gimnospermas, esperma semente, gimnos nu, desprovido, sem proteção. Ou seja, é a planta que tem as sementes nuas, como a gente chamava nas aulas de botânica.

    PAU-BRASIL
    PAU-BRASIL

    Pau-brasil: vegetal conhecido como também já recebeu o nome de pau-de-Pernambuco, porém, seu nome científico é Caesalpinia echinata. Ele era frequentemente encontrado na região da Mata Atlântica brasileira, que se estendia por faixas de terra que iam de estados como o Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro. Essa árvore possui propriedades que fizeram dela o primeiro produto realmente valioso no período da montagem do sistema colonial português. Como apontam os pesquisadores Francismar Aguiar e Reinaldo Pinho, na "ocasião do descobrimento, chamou a atenção dos navegantes portugueses uma árvore de cujo lenho era preparada uma tinta de cor vermelha empregada no tingimento de penas. "Ibirapitanga" era o nome usado pelos nativos, que significa, em tupi, madeira vermelha. Este corante de imediato passou a ser utilizado pelos europeus, em substituição a um outro similar produzido com o "sappan para tingir tecidos."

    JATOBAZEIRO
    JATOBAZEIRO

    Jatobazeiro: é considerado sagrado pelos povos indígenas, pois acreditavam que seus frutos possuíam propriedades mágicas e eram utilizadas em suas práticas meditativas. Pode elevar-se do solo até 40 metros! Uma gigante cujo crescimento lento faz com que a madeira de seu tronco e ramos seja de uma qualidade muito superior à das demais árvores. Comumente conhecida pelo nome do fruto Jatobá Hymenaea courbaril em tupi, significa árvore de frutos duros. O indígena brasileiro conhece os múltiplos benefícios medicinais, considerada sagrada, utilizando-a em seus rituais xamânicos. Também é conhecida como: jutaí, jutaí-açu, jutaí-bravo, jutaí-grande, jutaí-peba, jutaí-uba, jutaí-uva, jataíba, jataúba. Ainda hoje, sua farinha é bastante consumida no meio rural, seja na forma natural ou na forma de pães, biscoitos, bolos, batida com leite ou como ingrediente em vitaminas de frutas. Apesar de apresentar um crescimento lento,  alcança até 40 metros de altura.

    TIMBAÚVA
    TIMBAÚVA

    Timbaúva: Madeira leve, de utilidade ampla. Adequada para celulose. Contém saponina. Usada em paisagismo em amplos espaços. Forrageira e apícola. Pioneira de rapidíssimo crescimento em formações secundárias. Importante para iniciar recuperação de áreas degradadas com solos pobres. Árvore caducifólia de grande porte atingindo até 40m de altura e até 3m de diâmetro do fuste. O fuste é curto plantada isoladamente, e longo quando no interior da floresta. Casca lisa cinzenta, grande quantidade de lenticelas. É uma árvore de crescimento rápido que pode atingir entre 15 e 30 metros de altura. O fruto característico e peculiar. Sua madeira é leve, macia e moderadamente resistente, sendo tradicionalmente utilizada na fabricação de compensados, caixotaria, brinquedos e pequenas embarcações, como canoas. Por ser uma espécie pioneira e de desenvolvimento acelerado, é recomendada projetos de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas.

    GUAJUVIRA
    GUAJUVIRA

    Guajuvira: é uma árvore ornamental, nativa dos estados do sul e sudeste do Brasil e que vêm sendo utilizada na recuperação de áreas degradadas, espécie pioneira. Ela apresenta altura de 10 à 25 metros, com cerca de 75 cm de diâmetro de tronco e copa piramidal. Suas folhas são elípticas, coriáceas textura de couro, glabras sem pelos, verde-escuras, simples, curto pecioladas e com margens serrilhadas. Inflorescências, do tipo panícula terminal, reúnem flores tubulares, brancas, muito perfumadas. A floração ocorre na primavera. Os frutos são cápsulas secas e subglobosas que surgem logo após a floração e são naturalmente distribuídos pelo vento. A Guajuvira é uma árvore elegante, decídua, de folhas pequenas e floração decorativa.

    CEDRO-LIBANÊS
    CEDRO-LIBANÊS

    Cedro do Libano: é conhecido por ser símbolo da bandeira do Líbano e ter um significado importante para os libaneses. No entanto, mais do que isso, o cedro é uma árvore com inúmeras possibilidades de uso, características particular muito vantajosa. O cedro é conhecido por ser símbolo da bandeira do Líbano e ter um significado importante para os libaneses. No entanto, mais do que isso, o cedro é uma árvore com uso, característica particularo vantajosas. A plantação de cedro pode ajudar áreas degradadas e solos contaminados. Cedro pode ajudar áreas degradadas e solos contaminados. Além disso, as diferentes espécies da árvore possuem propriedades únicas de suas regiões de origem. No Brasil, é possível encontrar na mata atlântica, muitas dessas espécies espalhadas em grande parte do nosso território.

    CARVALHO
    CARVALHO

    Carvalho: é uma árvore que pertence ao gênero Quercus e à família Fagaceae, que inclui outras espécies de árvores como o castanheiro, o fagus e o tília. Existem mais de 400 espécies de carvalho, distribuídas em todo o mundo, com exceção das regiões polares. O carvalho é uma árvore perene de grande porte, podendo atingir até 40 metros de altura e 2 metros de diâmetro. Suas folhas são decíduas ou persistentes, com lóbulos redondos e dentes serrilhados, e sua casca é geralmente grossa e fissurada. Geralmente o carvalho se transforma em ferramenta para botânicos e geólogos em suas medições dos infortúnios provocados pela natureza no meio ambiente. Este gênero está localizado não só nas elevadas latitudes, mas também na área tropical asiática e na América

    CABREÚVA
    CABREÚVA

    Cabreúva: é uma planta da família das fabáceas, usada medicinalmente como anti-inflamatório e expectorante peitoral. Uma de suas utilidades é o bálsamo de tolu, quando o tronco fornece, por lesão, uma substância aromática empregada em perfumaria, de propriedade estimulante, tônica e expectorante. A Cabreúva costuma florescer de julho a setembro, e a dar seus frutos entre outubro e novembro. Não é uma árvore fácil de vingar e crescer. Já no campo, seu crescimento é considerado moderado. A espécie tem ainda madeira pesada e dura. Apesar disso, apresenta alta resistência ao apodrecimento, característica é empregada na confecção de mobiliário.

    ANGICO-BRANCO
    ANGICO-BRANCO

    Angico Branco: com 2,2 a 15 m de altura e 20 a 40 cm de diâmetro, a árvore com até 25 m de altura e 60 cm de diâmetro. Folhas com folíolos coriáceos, nítidos, freqüentemente falcados, pinas com 10 a 18 jugos, folíolos com 40 a 60 jugos, uninervados, nítidos e glabros. As flores são reunidas em inflorescências e os frutos são de coloração marrom, com 10 a 25 cm de comprimento e 17 a 25 mm de largura, contendo entre 10 e 15 sementes, origem nos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, superfície lustrosa lisa, é própria para construção civil.

    AÇOITA-CAVALO
    AÇOITA-CAVALO

    Açoita-Cavalo: é caducifólia, com 3,5 a 15 m de altura e 20 a 50 cm de diâmetro, podendo atingir até 30 m de altura e 100 cm de diâmetro, na idade adulta. A copa é larga e densa, com folhagem característica. Casca: mede até 25 mm de espessura O tronco é torto, nodoso, com reentrâncias e a casca externa possui coloração parda-acinzentada-escura, folhas são simples, alternas, dísticas, irregular serreadas, com três nervuras longitudinais típicas, ásperas face ventral e tomentosas face dorsal. As flores são vistosas de cor rósea, roxa ou raramente branca, e do Sul, os frutos são cápsulas de valvas lenhosas contendo de cinco a quinze sementes, origem na Bahia.

    FLORIOLOGIA BOTÂNICA

    A floriologia botânica (ou Antologia) ramo dedicado ao estudo científico das flores, abrangendo sua morfologia, estrutura, desenvolvimento, processos reprodutivos, fisiologia e a evolução dos órgãos florais angiospermas. 

    MARGARIDAS
    MARGARIDAS

    Margarida floresce em prados e pastagens das regiões temperadas da Europa e Ásia. Seu nome científico é Chrysanthemum leucanthemum, combina o grego "chrysos" (ouro) com "anthos" (flor), representando o brilho de suas pétalas. Plante a margarida em um local com luz solar direta ou sombra parcial. O ideal é pelo menos 6 horas de luz solar por dia para florescer plenamente. A margarida é uma planta relativamente resistente à seca. Mas não significa que ela não goste de água, regue quando o solo estiver seco ao toque, evite encharcar.

    ORQUIDEA-FANTASMA
    ORQUIDEA-FANTASMA

    Orquídea-fantasma: É também conhecida como Epipogium aphyllum, é uma espécie de orquídea que cresce em regiões temperadas e frias do hemisfério norte. É uma planta muito rara e difícil de ser encontrada na natureza, pois cresce em solos pobres e em áreas de floresta densa. Além disso a orquídea que não faz fotossíntese, ou seja, ela não produz energia a partir da luz solar, como a maioria das plantas. Em geral, são plantas muito peculiares, com uma infinidade de formas e cores. A orquídea fantasma, da família Orchidaceae, da América do Norte, cresce em áreas úmidas e abafadas. Trata-se de planta epífita, com inflorescências que brotam diretamente de um nódulo na base de suas raízes.

    BROMÉLIAS
    BROMÉLIAS

    Bromélias: são flores do gênero vegetal que compreende por mais de 3.000 espécies distintas, planta terrestre formando densas touceiras,todas pertencentes à família Bromeliaceae. As folhas são dispostas em rosetas, são verdes-escuras e quando em flor a base da folha é sempre avermelhada. Porém a bromélia não sobrevive em temperaturas muito baixas. Elas são nativas das regiões tropicais e subtropicais dos continentes americanos, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Este grupo de plantas possui uma gama de hábitos de vida, ocupando regiões no litoral e também de grandes altitudes, seja na forma terrestre ou epífita utilizando outra planta como suporte. As bromélias são conhecidas pela alta capacidade adaptativa, uma vez que elas sobrevivem e se dispersam em locais de baixa e alta luminosidade, secos ou úmidos e podem resistir a solos pobres em nutrientes. Bromélias são de uso ornamental algumas utilizadas na extração de compostos farmacológicos.  

    AGAPANTO
    AGAPANTO

    Agapanto: tem o jeitinho da serra. É uma planta herbácea, rizomatosa, não é tolerante a baixas temperatura. Na primavera, ela nos presenteia belas e globosas inflorescências com numerosas flores brancas, liláses ou azuis, dependendo da variedade. As inflorescências são muito duráveis e possuem hastes bastante longa e resistente tornando-as excelentes para o uso como flor-de-corte, na confecção de arranjos florais. As folhas são longas, laminares de cor verde escura, de forma que, mesmo quando estão sem flores, sua folhagem é muito bonita. No paisagismo, o agapanto é ideal para maciços e bordaduras a pleno sol. Emoldurados por gramados bem cuidados. Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, rico em matéria orgânica e com regamentos regulares. 

    LÓTUS
    LÓTUS

    A Lótus: é uma planta de origem aquática surgida na Ásia e que costuma se desenvolver nos cursos de rios e em lagoas doces. Sendo também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado ou lótus-da-índia, ela tem o hábito de recolher suas pétalas durante a noite e florescer no raiar do dia seguinte.

    ALAMANDAS
    ALAMANDAS

    Alamanda: são um espetáculo de cores vibrantes, pétalas douradas, amarelas ou roxas formam exuberantes cachos, em jardins tropicais. Resistentes e de fácil cultivo, as Alamandas são símbolos de beleza e vitalidade, adicionando um toque tropical onde florescem. Essas flores cativam não apenas pelos tons radiantes, também pela simplicidade encantadora as torna verdadeiramente especiais. Seu aroma suave e forma graciosa fazem da Alamanda uma escolha popular para embelezar paisagens e transmitir alegria nas estações mais quentes 

    LIRIO-ALARANJADO
    LIRIO-ALARANJADO

    Lírio-alaranjado: é originário de regiões da Europa e Ásia, onde cresce em habitats variados, desde prados e florestas até encostas de montanhas. Da família Liliaceae, o lírio laranja é uma herbácea perene originária da China, com crescimento que pode chegar aos 50 cm de altura. A muda de lírio do vento mede em torno de 20 cm. Também conhecida pelos nomes de lírio asiático ou lírio oriental, o lírio laranja possui bulbo sem ramos, caule e as folhas verdes. Já as flores da Lilium bulbiferum, nome científico do lírio laranja, são grandes, solitárias, com pétalas de cor laranja, com curvatura para baixo e costumam surgir entre o inverno e a primavera. Nos dias de hoje, basicamente os lírios são híbridos, ou seja, resultado do cruzamento de várias espécies pertencentes ao gênero Lilium.  

    MIOSÓTIS
    MIOSÓTIS

    Miosótis: é uma planta herbácea, vivaz, embora pertença a um vasto grupo de anuais, bienais e vivazes de curta duração. Esta espécie é cultivada como anual, pelas suas inúmeras e delicadas flores e folhas aveludadas. Planta de porte pequeno, com cerca de 20 à 30 cm de altura, com caules muito ramificados de cor verde claro a azulado. Apresenta folhas e delicadas. Aquilo que pensamos ser as flores do Miosótis ou Verónica, na verdade são inflorescências terminais que se assemelham a espigas, com formações de flores muito curtas, pequenas, brilhantes, com 5 pétalas e com o centro branco. Originária da Rússia o miosótis adapta-se muito bem nas regiões de baixa temperatura e é encontrada em locais de grande altitude. Está espalhada por todos os continentes pode ser encontrada inclusive na África, nos Andes e na região Sul do Brasil.

    CRISÂNTEMO
    CRISÂNTEMO

    Crisântemo: é, em muitos sentidos, falar de uma espécie que possui muitas variações. Estima-se que é possível encontrar mais de 800 tipos de crisântemo no mundo, que podem ter portes grandes e pequenos, além de cores variadas. A flor crisântemo é ainda muito importante para a cultura asiática, sobretudo por representar a força e o poder dos imperadores chineses. Além disso, o crisântemo possui como significado a simplicidade e a perfeição, sendo muito utilizada para dar sorte a pessoas que vão realizar alguma atividade de risco. Essa também é um flor de outono, o que garante a ela uma força simbólica que transita entre as alegorias de vida e morte, céu e terra. Ainda assim, crisântemo é uma flor que traz sensação de felicidade e alegria 

    LÍRIOS
    LÍRIOS

    Lírios: foram vistos pela primeira vez na Europa e na Ásia, mas hoje são encontrados no mundo todo. A maior parte das espécies resulta de vários cruzamentos, são híbridos, por isso há tanta variedade de cores. Entre as plantas mais populares no Brasil, vale destacar o lírio-do-amazonas, lírio-do-vale, lírio-da-paz e o lírio-da-chuva. O lírio é uma planta cheia de simbolismo, está associado à proteção, inteligência e respeito.

    ROSA-BRANCA
    ROSA-BRANCA

    Rosa-branca: é uma espécie da família Rosaceae de vida perene. Com uma linda aparência e um perfume atraente, a rosa branca encanta qualquer jardim por onde passa. Isso porque suas flores, geralmente com cinco pétalas, possuem um toque aveludado e florescem durante todo o ano, se cultivadas em condições adequadas. Os cuidados com a Rosa grandiflora, nome científico da rosa branca, ficam por conta do manuseio, pois seu caule apresenta espinhos, necessários para a proteção da própria planta. Suas folhas são simples, partidas em cinco ou sete lóbulos de bordos denteados. 

    TULIPAS
    TULIPAS

    Tulipa: é uma flor bulbosa e conhecida por ter cores vibrantes e formato elegante. É originária da Ásia Central e está disponível em muitas opções de cores, formatos e tamanhos. Além da beleza e elegância, tem todo um simbolismo por trás da planta, que está associada ao amor perfeito, beleza e prosperidade. É uma flor fácil de cuidar, principalmente por poder ser plantada em vasos, jardins ou canteiros e em vários lugares do mundo, onde são celebradas em festivais anuais. E saber mais sobre as características, cultivo e significados das tulipas, De maneira geral, as tulipas simbolizam a beleza, o amor perfeito e a prosperidade. Contudo, os significados podem variar um pouco de acordo com a cor e mantenha as tulipas em locais frescos e arejados. 

    LISIANTO
    LISIANTO

    Lisianto: ´é uma planta com popularização crescente, principalmente como flor-de-corte. Sua folhagem é ereta, pouco ramificada e suas folhas são oval-lanceoladas, opostas, um pouco suculentas e de coloração verde acinzentada. As flores são muito duráveis, grandes e podem ser simples, semidobradas ou dobradas, de coloração azul, rosa, violeta ou branca, além de mesclas e tonalidades intermediárias. Sua floração ocorre nos meses quentes. A variedade que apresenta flores dobradas é a preferida dos brasileiros, principalmente as de cor branca, que representam a maior parcela de vendas no país. Originariamente, o lisianto é de cor roxa ou branca, com pétalas simples, como é muito comum no Japão, onde foi iniciado, já na década de 1930, o melhoramento genético da planta, ampliando-se assim a oferta de cores e formas das pétalas das flores.

    CRAVOS
    CRAVOS

    Cravo: é nativo do México, onde é muito importante na decoração do Dia dos Mortos, uma festa muito popular, motivo pelo qual é chamada de Flor-dos-mortos. As folhas desta planta são compostas, de coloração verde escura, produzindo contraste acentuado com as flores. As flores, reunidas em capítulos dobrados, são de coloração amarelo a alaranjado, em diferentes tonalidades e apresentam cheiro forte característico. De folhagem densa e floração abundante, é uma planta ótima para compor maciços e bordaduras no Jardim. É uma estrutura espacial ao ar-livre, construída projetada pelo Homem, normalmente inserida em uma micro-paisagem de contexto próprio. Normalmente ele se caracteriza pela forte presença da vegetação.

    DHÁLIAS
    DHÁLIAS

    Dahlia: nome comum dália, é um género botânico da família Asteraceae. É originária do México, onde é muito popular. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do império Asteca. Por volta do final do século XVIII, o diretor do Jardim Botânico de Madrid encantou-se com a flor, numa visita ao México, dália representa reconhecimento, harmonia e gentileza.

    ANTÚRIO
    ANTÚRIO

    O Antúrio é bastante popular e ganhou espaço nas casas brasileiras, aparecendo até em estampas de roupas e móveis modernos. Se você já se perguntou se existe antúrio azul ou de outras cores, vale a pena conhecê-lo melhor e entender os variados tipos, tem porte baixo, podendo variar entre 30 cm e 1 m de altura. As folhas alongadas com um verde vibrante ficam ótimas em arranjos decorativos. Embora a versão vermelha seja a mais famosa, a planta também aparece em tonalidades como rosa, laranja, branco e até preto. não é apenas uma planta bonita; ele carrega significados especiais! Ter um antúrio em casa é umaa maneira de boas energias.

    AMARÍLIS
    AMARÍLIS

    A Amarílis é uma planta ornamental muito apreciada por flores grandes, coloridas e exuberantes. Originária da América do Sul, especialmente da região do Brasil e Peru, ela é famosa por florescer durante o inverno, trazendo cor e vida aos jardins e interiores. possui bulbos robustos, folhas longas e brilhantes, e flores que podem ter cores variadas, como vermelho, rosa, branco e laranja. Cada bulbo pode produzir várias hastes florais. Ela é nativa de regiões tropicais e subtropicais, crescendo naturalmente em áreas de clima quente e solo bem drenado. e se desenvolve a partir de bulbos resistentes, que armazenam nutrientes para florescer periodicamente.

    ASTROMÉLIAS
    ASTROMÉLIAS

    A Astromélia é originária da América do Sul, especialmente no Chile, Brasil e Peru. Ela se desenvolve melhor em regiões com climas equatoriais, continentais, também os mediterrâneos, temperados e tropicais, pois precisa de muita luz para crescer saudável.  Esta espécie tem caules retos e ramificados na base, que geralmente crescem de 20 a 25 cm de altura. As folhas nascem no topo dos galhos e são oblongas com formato arredondado e mais compridas do que largas. Elas têm comportamento incomum em botânica, pois ficam voltadas para cima. As flores têm seis pétalas iguais e duas diferentes, parecidas com os lírios.

    AZALÉIA
    AZALÉIA

    As azaleias, conhecidas por suas cores vibrantes e beleza encantadora, são plantas ideais para aprimorar qualquer espaço, tanto interno quanto externo. Pertencentes à família das Ericáceas, elas fascinam com suas flores que variam entre tonalidades de branco, rosa, lilás e vermelho. A diversidade de coloração, à facilidade de cultivo, faz das azaleias uma das escolhas preferidas para decoração de jardins e ambientes. Além de sua estética marcante, as azaleias destacam-se também por sua capacidade de adaptar a diferentes climas.

    BEGÓNIA - REX
    BEGÓNIA - REX

    Begônia Rex é uma das plantas ornamentais mais valorizadas, também no paisagismo e na decoração de interiores. Conhecida principalmente por suas folhas grandes, coloridas e com desenhos únicos, a espécie se destaca muito mais pela folhagem exuberante do que pelas flores discretas, é originária das regiões tropicais e subtropicais da Ásia, especialmente da Índia. pertence à família Begoniaceae, que reúne mais de mil espécies catalogadas em todo o mundo.

    BELLADONA
    BELLADONA

    A Belladonna é planta perene com raiz carnosa fusiforme apresentando numerosas ramificações de cor parda. Pode atingir até dois metros de altura. É lignificada na base, ramificada apresentando pelos glandulosos. As folhas são alternas, simples, elípticas, ovallanceoladas sendo largamente ovadas, inteiras, de ápice acuminado, com uma  base atenuada, simétrica e algo decurrente, e bordo inteiro. coloração varia do verde ao castanho-esverdeado e mais ecura em cima.

    BOUGAINVILLEA-GLABRA
    BOUGAINVILLEA-GLABRA

    A Bougainvillea glabra, também conhecida popularmente como primavera, três-marias ou flor-de-papel, é uma trepadeira lenhosa, escandente e vigorosa que se destaca pelo florescimento abundante e espetacular. Suas folhas são elípticas, pequenas, lisas, levemente alongadas e brilhantes, sendo uma das características que a diferencia da Bougainvillea spectabilis, que geralmente apresenta folhas mais ovadas que elípticas. Além disso, essa diferença não é um consenso claro entre os pesquisadores, que talvez unam as duas espécies no futuro. A floração pode ocorrer o ano todo, mas tende a se intensificar na primavera e verão.

    CALÊNDULA OFFINALIS
    CALÊNDULA OFFINALIS

    Calêndula offinalis: Cultivada pelos egípcios, gregos, hindus e árabes, usada desde o século XII, primeiro como planta medicinal e ornamental a calêndula cresceu nos jardins europeus. Pertence à família Asteraceae, cujas folhas são verdes, lisas na parte superior, recortada  em segmento estreito e pontiagudos; flores podem ser amarelas, brancas ou amarelas e brancas no centro, sobre receptáculo cônico e oco. Seu nome vem da palavra latina calendas, que significa o primeiro dia do mês, por causa do seu longo período de florescimento. Elas seguem o sol e eram consideradas um sinal da chegada do verão.

    CAMÉLIA
    CAMÉLIA

    A camélia, cientificamente conhecida como Camellia japonica, é de origem japonesa, mas distribui-se naturalmente por outras zonas da Ásia como a China e a Coreia. É uma entre as mais de 200 diferentes espécies pertencentes ao género Camellia, da grande família Theaceae, onde também se pode encontrar o chá (C. sinensis). Esta espécie bastante "viajada" foi trazida para Portugal durante a década de 1550. E podemos encontrá-la espalhada ao longo da Europa e Ásia, plantando vida em vários habitat, com solos arenosos, ácidos, férteis e abundantes em matéria orgânica. No Japão, a camélia é conhecida flor Tsubaki;

    EUFÓRBIA
    EUFÓRBIA

    As Eufórbias: sul-africanas reside na sua diversidade. As plantas podem ser ervas, arbustos, moitas ou árvores, herbáceas, lenhosas ou suculentas, mas são sempre caracterizadas por látex leitoso conspícuo. As folhas das espécies suculentas são geralmente reduzidas decíduas. Estípulas geralmente estão presentes e modificadas em acúleos e espinhos. O gênero Euphorbia representa um dos maiores e mais diversos gêneros de plantas com flores do mundo, com aproximadamente 2.000 espécies, e, com exceção das regiões polares, está presente em quase todas as partes do planeta. As espécies de Eufórbia podem ser ervas daninhas rasteiras encontradas em jardins por todo o mundo, ervas perenes principalmente da Europa, a Eufórbia é uma planta ornamental bastante atraente.

    FRÉSIA
    FRÉSIA

    A frésia é um gênero da família Iridaceae com cerca de 14 espécies originárias do sul da África, principalmente da região de chuvas de inverno da África do Sul. O rizoma é um cormo cônico, que difere entre as espécies principalmente pela presença de túnicas finamente ou grosseiramente fibrosas e delimitação anterior do gênero, as espécies predominantemente de cor creme ou branca com manchas amarelas, perfumadas e com flores em forma de funil. Gênero Anomatheca foi abrangendo as duas espécies vermelhas de chuvas de verão, Freesia grandiflora e Freesia laxa , e duas outras espécies do Cabo com tubos florais estreitos, Freesia verrucosa e Freesia viridisA frésia é fácil de cultivar a partir de sementes, geralmente florescendo em um ou dois anos, que cresce no verão, costuma se autopropagar em locais onde se adapta.

    GARDÉNIA
    GARDÉNIA

    Gardenia jasminoides, ou conhecida como  jasmim do cabo, é um arbusto perene originário da Ásia, mais precisamente é uma planta arbustiva, de textura semi lenhosa, com ramos eretos, ramificados e folhas perenes de cor verde escura, brilhantes e ovaladas, com bordas inteiras. da China. O arbusto desta espécie da família Rubiaceae pode crescer até cerca de 2 metros de altura e 1,5 metro de largura, dependendo das condições de cultivo. é uma planta arbustiva, de textura semi lenhosa, com ramos eretos, ramificados e folhas perenes de cor verde escura, brilhantes e ovaladas, com bordas inteiras. A gardénia é uma espécie arbustiva frequentemente usada como planta ornamental em jardins, parques e em vasos de interior, inclusive bonsai, devido à sua beleza e perfume marcante a gardénia é bastante utilizada em perfumaria e cosméticos, devido ao aroma .

    HIBISCO
    HIBISCO

    Hibisco Sabdariffa: Pertencente à família Malvaceae, de origem africana, pode atingir de 2 a 3 metros de altura, as flores são axilares de coloração amarelo pálidas, rosa arroxeadas ou purpúreas. Sua flor é antioxidante, anti-inflamatória, também é descrita tendo propriedade hipotensora e diuréticas. Alguns estudos mostraram o controle dos níveis de colesterol e triglicerídeos em pessoas com diabetes e doenças relacionadas à obesidade. O cálice pode ser usado na fabricação de vinagre, sucos, geleias. Nas folhas são descritas propriedades antifebris, anti hemorrágicas, estimulantes estomacais e fortificante.

    HORTÊNCIAS
    HORTÊNCIAS

    As hortênsias estão entre as flores mais admiradas do mundo seja por sua aparência imponente, suas cores vibrantes ou sua forte presença ao longo dos séculos. De raízes profundas na Ásia e nos jardins icônicos na Serra Gaúcha, elas carregam simbologias e curiosidades que encantam botânicos, turistas e apaixonados por decoração. São do gênero Hydrangea, um grupo que reúne mais de 70 espécies. Registros fósseis indicam que algumas delas existem há 40 a 65 milhões de anos, o que faz dessa planta sobrevivente de eras geológicas inteiras. Hortênsias cresceram de forma natural por séculos antes de serem catalogadas pela botânica moderna

    JASMIM-MANGA
    JASMIM-MANGA

    O Jasmim-manga é nativo das regiões tropicais da América Central e do Norte. Sua popularidade como planta ornamental fez com que fosse introduzido em várias partes do mundo, incluindo regiões de clima tropical e subtropical, como América do Sul, Ásia e África. Essa planta tropical se adapta melhor a climas quentes e úmidos. O jasmim-manga prospera em temperaturas entre 20°C e 35°C, sendo resistente a condições de calor intenso. Embora possa tolerar climas mais amenos, é mais comumente cultivado em regiões de clima tropical e subtropical, onde as temperaturas são consistentemente elevadas.

    MAGNÓLIA
    MAGNÓLIA

    Magnólia é uma planta encantadora. o nome dado a essa planta de grande porte que pode chegar a ter 25 metros de altura, fazendo com que seja perfeita para espaços externos como jardins de grande extensão, onde pode se desenvolver sem grandes problemas. O seu tronco conta com uma tonalidade fria que contrasta de forma muito bonita com suas flores de tom delicado, mesclado principalmente entre rosa e branco. Por sinal, são as suas flores ganham maior destaque em sua aparência.  No Brasil, ela pode sim ser encontrada, ainda que não esteja entre as plantas mais comuns cultivadas em nosso país.

    NENÚFAR
    NENÚFAR

    Nenúfar tem cerca de 2 metros. As plantas estão à deriva numa piscina enorme, de água quente. As flores da Rainha Vitória são verde claro e violeta na parte debaixo, por isso parece que as flores têm brilho, cada uma com um número infinito de pétalas coloridas. Quando em 1849 a flor da Rainha Vitória floresceu pela primeira vez, causou grande sensação. a flor tem mais de 12 folhas. O florescimento desta flor dura duas ou três noites. Durante toda a noite a flor exala o seu aroma e transmite calor; a temperatura do nenúfar  é 11ºC mais elevada do que o ambiente que a rodeia. De manhã as flores fecham até chegar a noite.

    ONZE-HORAS
    ONZE-HORAS

    A Flor Onze Horas é uma planta herbácea de crescimento rápido, que pode atingir até 30 cm de altura. Suas folhas são suculentas, espessas e dispostas em pequenos grupos, ajudando na retenção de água. As flores possuem cinco pétalas e surgem em uma variedade de cores, entre vermelho, laranja, salmão, rosa, branco e amarelo. São Flores vistosas, que se abrem pela manhã com a presença do sol forte, de cor branca, vermelha, amarela ou roxa. As flores são dobradas e na Caryophilloides são listradas de rosa e branco. Elas se abrem pela manhã e se fecham à tarde, todavia, apenas em dias ensolarados.

    PETUNIAS
    PETUNIAS

    A Petúnia é uma das flores mais utilizadas na primavera, com um enorme variedade de cores e formas. Impossível ficar indiferente à sua floração exuberante, que se prologa durante toda a primavera e verão. Da família Solanaceae e nativa das regiões tropicais e subtropicais da América do Sul, a petúnia tanto é usada nos vasos em casa, como nos jardins públicos. É a flor que representa como poucas o início da primavera, pois as suas flores são das primeiras a desabrochar e são encontradas nos viveiros e hortos desde o final do inverno. O seu porte médio, que pode chegar a 30 centímetros de altura, permite composições em vasos cerâmicos, floreiras ou diretamente no solo em maciços e canteiros. 

    VIOLETAS
    VIOLETAS

    A Violeta planta, cientificamente conhecida como Saintpaulia ionantha, é uma das espécies ornamentais mais populares no mundo todo, especialmente apreciada por sua capacidade de florir o ano inteiro em ambientes internos. E com as suas folhas aveludadas e flores delicadas que variam em tons de roxo, rosa, branco e azul, a Violeta traz um toque de cor e elegância para qualquer espaço. Além disso, essa planta é conhecida por sua facilidade de cultivo, o que a torna uma excelente escolha para jardineiros iniciantes e amantes de plantas de interior. Por esta razão, hoje vamos ensinar a cultivá-la em seu jardim, mas, antes, conheça melhor essa flor em forma de delicadeza.

    ZÍNIAS
    ZÍNIAS

    Zínia-elegans é uma das flores mais vistosas do verão, graças às suas cores vibrantes e à floração abundante. Originária do México, é cultivada noutros países da América Latina e noutros continentes, chegando à Índia, Austrália, Itália e Estados Unidos. O género Zinnia compreende atualmente 19 espécies. O seu nome homenageia Johann Gottfried Zinn, professor de anatomia e botânico de renome, que foi o primeiro a descrever a espécie que hoje conhecemos como Zinnia peruviana. Ela pode ser surpreendente, por vezes apresentando apenas 15 cm de altura e outras vezes atingindo quase 1 metro. Outra das suas variedades é a vasta gama de cores desde o branco, creme, amarelo, pêssego, laranja, vermelho, bronze, roxo, lilás e carmesim, até bicolores ou às riscas.