Artes na Hist´ória

`É geralmente dividida em períodos e movimentos que ajudam didaticamente na compreensão das manifestações de cada época. Claro que essas divisões periódicas não são rígidas e algumas formas de se fazer arte coexistiram, mas a divisão em fases facilita a identificação dos estilos e também das ideias que estavam aflorando em cada momento histórico. 

Arte pré-colombiana
Arte pré-colombiana

Arte pré-colombiana, refere-se à produção artística das civilizações indígenas das Américas antes das Grandes Navegações, culminaram com a chegada de Cristóvão Colombo, no final do século XV, ao continente americano. Esse período é imensamente diversificado, refletindo a rica variedade de culturas que habitaram as Américas, como os maias, astecas, incas entre diversos povos indígenas da América do Norte, Sul e América Central. Entre os principais tipos de arte desse período estão as esculturas, pinturas, cerâmicas também as tecelagens, com grande simbolismo.

Arte pré-colombiana
Arte pré-colombiana

Arte pré-colombiana inclui todos os vestígios artísticos do México e Peru anteriores à chegada de Colombo à América. As civilizações Maia e Asteca construíram variadas grandes cidades com arquitetura monumental e esculturas que decoravam templos e palácios. 2. As culturas Mochica, Chimu e Tiahuanaco foram as mais organizadas ao norte do Peru. A civilização Inca teve arquitetura grandiosa e simples, como em Machu Picchu.  A arte pré-colombiana pode trazer personalidade, história e profundidade simbólica para os ambientes. Inspirada nas culturas originárias das Américas, ela valoriza formas orgânicas, materiais naturais e elementos com significado espiritual como forma de modelo.

Arte Renascentista
Arte Renascentista

Arte Renascentista, compreendida entre os séculos XIV e XVI, marca um retorno aos ideais da Antiguidade Clássica e uma revolução na maneira de pensar a arte e a humanidade. Artistas como Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael buscaram a representação naturalista do corpo humano, explorando a perspectiva, a proporção e a luz. A Renascença é, sem dúvida, um dos períodos mais ricos da história da arte, com grandes obras de arte famosas, como "A Última Ceia" de Da Vinci e "O David" de Michelangelo um dos vários expoentes antigos.

Arte Contemporânea
Arte Contemporânea

Arte Contemporânea: A História da Arte é marcada por grandes mudanças e tendências, que guiaram artistas de diferentes épocas por variados estilos. Do clássico ao contemporâneo, esses estilos são um retrato do contexto histórico no qual os artistas estavam inseridos. também conhecida como Arte Pós-moderna, é um estilo artístico que surgiu a partir da segunda metade do século XX, após o término da Segunda Guerra Mundial. Por conta disso, também é chamada de Arte do Pós-guerra, apesar de não ser possível definir um momento exato da sua origem. No Brasil, o estilo da Arte Contemporânea começou a ser fomentado também durante a década de 1950, principalmente por meio do movimento de vanguarda.

Arte Medieval
Arte Medieval

Arte Medieval foi realizada no longo período que vai do século V ao século XV, se caracteriza pela religiosidade. A arte cristã predominou, com foco da fé em temas bíblicos na construção de igrejas, mosteiros catedrais manuscritos iluminados, no tempo ficaram conhecidos iluminuras. utilizou pintura em murais, vitrais e a escultura religiosa. Arte gótica e bizantina, com suas imponentes catedrais e ícones religiosos, também são destaques deste período. Período é essencialmente na busca de transmitir mensagens espirituais e teológicas. 

Arte Antiga
Arte Antiga

Arte Antiga: No surgimento das primeiras civilizações, como as dos povos que habitaram a Mesopotâmia, o Egito, a Grécia e Roma, a arte passou a ter um caráter mais formal e funcional. A arte produzida durante a Antiguidade foi muito diversa, principalmente quando comparamos a arte do Egito Antigo com a da Grécia Antiga, por exemplo, pois os artistas egípcios produziam imagens a partir de esquemas pré-definidos, enquanto os gregos buscavam o realismo na representação dos corpos humanos. Isso acontecia porque a arte para a sociedade egípcia possuía um significado político e espiritual que precisava ser preservado. E tinham que seguir certos padrões, como a lei da frontalidade que era usada na representação