
História é a ciência responsável por estudar os acontecimentos passados. Esse estudo, deve no entanto, não poderá ser feito de qualquer maneira, pois o historiador em seu ofício, deve ater-se em colocar na prática uma análise crítica do seu objeto de estudo, relatado como meta racionalizar a conclusão sobre os acontecimentos investigados transcritos, registradas e divulgados. Aqui apenas tópicos de forma sucinta, cada tema.

Inicio de Tudo: No princípio Deus criou os céus e a terra. Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo. A Bíblia foi escrita em hebraico, aramaico e grego. inicia com a história da Criação do Mundo, contraria a teoria da evolução nas primeiras narrativas registradas então nas Escrituras Sagradas. Esta história descreve a formação de todas as coisas ao longo de 7 dias, criando e dando forma à terra conforme a conhecemos. 1º dia: Deus disse haja luz e houve luz! No início da criação, apenas Deus existia. Ele começou a criar tudo ao proferir as palavras "haja luz" na intensa escuridão inicial. A luz foi criada e Deus reconheceu sua excelência, usando-a para separar as trevas da luz. Deus então distinguiu o dia da noite, estabelecendo a clareza durante o dia e a escuridão durante a noite. Assim, o primeiro dia da criação se encerrou. No princípio Deus criou os céus e a terra. Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Disse Deus: "Haja luz", e houve luz. Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas. Deus chamou à luz dia, e às trevas chamou noite. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o primeiro dia. - Gênesis 1:1-5. 2º dia: Deus cria o céu e o firmamento. No segundo dia da criação, Deus realizou uma distinção específica entre as águas, separando-as em duas localidades distintas. As águas que permaneceram na atmosfera tornaram-se nuvens, enquanto as que ficaram abaixo formaram os oceanos. Esse ato divino evidencia a ordem e organização na criação do universo. Depois disse Deus: Haja entre as águas um firmamento que separe águas de águas. Então Deus fez o firmamento e separou as águas que ficaram abaixo do firmamento das que ficaram por cima. E assim foi. Ao firmamento, Deus chamou céu. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o segundo dia. Gênesis 1:6-8. 3º dia: Deus cria os continentes e os oceanos. No terceiro dia da criação, Deus realizou uma transformação notável. Ele moldou os continentes como os conhecemos hoje. Antes desse evento, tudo estava submerso em água, mas a partir desse dia, a terra seca surgiu, enquanto as áreas cobertas por água deram origem aos oceanos. Em seguida, Deus promoveu o crescimento da natureza. Todos os elementos naturais que conhecemos, como os bosques, as planícies verdes, matas e florestas, foram criados nesse momento. Além disso, também Deus proporcionou o crescimento automático das sementes das plantas, assegurando a abundância da natureza. E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça a parte seca. E assim foi. À parte seca Deus chamou terra, e chamou mares ao conjunto das águas. E Deus viu que ficou bom. Então disse Deus: "Cubra-se a terra de vegetação: plantas que deem sementes e árvores cujos frutos produzam sementes de acordo com as suas espécies". E assim foi. A terra fez brotar a vegetação: plantas que dão sementes de acordo com as suas espécies, e árvores cujos frutos produzem sementes de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o terceiro dia. Gênesis 1:9-13. 4º dia: Deus cria o sol e a lua Nesse momento, Deus formou os dois principais corpos celestes. O primeiro é o Sol, uma imponente estrela quente e distante. A Terra orbita ao seu redor, marcando o ciclo anual após uma volta completa. O segundo é a Lua, também criada nesse dia, com suas fases que auxiliam os humanos a discernir as estações do ano e prever as marés nos oceanos. Ambos, Sol e Lua, desempenham papéis significativos na ordenação do universo. Disse Deus: Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite. Sirvam eles de sinais para marcar estações, dias e anos, e sirvam de luminares no firmamento do céu para iluminar a terra. E assim foi. Deus fez os dois grandes luminares: o maior para governar o dia e o menor para governar a noite; fez também as estrelas. Deus os colocou no firmamento do céu para iluminar a terra, governar o dia e a noite, e separar a luz das trevas. E Deus viu que ficou bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quarto dia. Gênesis 1:14-19. 5º dia: Deus cria os peixes e as aves. Nesse estágio da criação, Deus formou os animais marinhos para povoar os mares, rios e oceanos que Ele havia separado nos dias anteriores. Diversas espécies de peixes, baleias, polvos e outros habitantes aquáticos foram criados. Além disso, no quinto dia, Deus deu origem às aves para ocuparem os céus. Ele criou uma variedade de pássaros, cada um com suas plumagens distintas e ninhos nas árvores, para encher os céus com toda sua diversidade. Disse também Deus: Encham-se as águas de seres vivos, e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento do céu. Assim Deus criou os grandes animais aquáticos e os demais seres vivos que povoam as águas, de acordo com as suas espécies; e todas as aves, de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom. Então Deus os abençoou, dizendo: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham as águas dos mares! E multipliquem-se as aves na terra". Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quinto dia. Gênesis 1:20-23. 6º dia: Deus cria os animais terrestres e o homem. Nesse sexto dia de criação, Deus formou todos os seres que habitam a terra seca, incluindo animais das florestas, dos campos e dos subterrâneos. Uma ampla diversidade de criaturas foi criada nesse momento. Além disso, Deus, nesse mesmo dia, criou a humanidade, moldando homem e mulher para formar uma família. A responsabilidade de cultivar a terra, cuidar dos animais e preservar toda a criação divina foi confiada a eles. E disse Deus: "Produza a terra seres vivos de acordo com as suas espécies: rebanhos domésticos, animais selvagens e os demais seres vivos da terra, cada um de acordo com a sua espécie". E assim foi. Deus fez os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os demais seres vivos da terra de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom. Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sob re os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão. Gênesis 1:24-26. 7º dia: Deus cria o dia destinado ao descanso. No sétimo e último dia da criação, Deus optou por descansar, não por fadiga, mas apenas para apreciar e desfrutar que havia criado. Deus santificou o sétimo dia dedicado para adoração a Deus e o qual fosse totalmente dedicado a ELE.

Chegada de Cabral: em 22 de abril de 1500: Marcou na história brasileira como a data da chegada dos portugueses ao Brasil e, é denominado por alguns historiadores de descobrimento do Brasil, ao avistaram monte pascoal. Ao todo a expedição portugueses, era formada por 13 embarcações, liderada pelo capitão-mor Pedro Álvares Cabral. Aí foram escritas as primeiras páginas da história do Brasil. A comunicação do achamento do Brasil, relatados em carta (ata) pelo escrivão da expedição, Pero Vaz de Caminha. Os portugueses então, permaneceram em terras brasileiras até o dia 2 de maio de 1500, quando, então, seguiram viagem em direção à Índia, esse era o grande objetivo da expedição. A chegada dos portugueses ao Brasil é um acidente, resultado do final das grandes navegações, a exploração oceânica que se deu ao longo de todo o século XV, vieram para explorar a produção de açúcar, a atividade mais rentável da colônia nos séculos XVI e XVII. Apesar dos espanhóis terem chegado ao continente americano primeiro, no entanto, foram os portugueses que foram então considerados os pioneiros nesse processo de exploração, fazendo grandes descobertas nesse período. Foi constatado por historiadores com base evidente nos fatores políticos, econômicos e geográficos. Com a assinatura do Tratado de Tordesilhas, portanto, era um marco que reforça a ideia de que os portugueses sabiam que poderiam existir terras a oeste, eles só não tinham chegado a elas ainda. Depois que o continente africano foi contornado, eles puderam manter contato comercial com a Índia. Foi nesse contexto que se organizou a expedição de Pedro Álvares Cabral os portugueses queriam explorar a costa do continente as possibilidades a oeste, e depois iriam à Índia comprar as especiarias. Assim, como podemos perceber que o capitão-mor da expedição pois ele estava à frente de 13 embarcações, sendo três caravelas e 10 naus, que zarparam de Lisboa em 9 de março de 1500. A rota da expedição seguiu um caminho não muito comum, uma demonstração intencional de que eles fariam uma mudança nela, de forma a explorar o oeste antes de ir para a Índia. A expedição entrou na zona de calmaria do oceano entre os dias 29 e 30 de março, permanecendo nela por cerca de 10 dias. Por volta de 18 de abril, os navegantes já estavam próximos das terras brasileiras, mais precisamente, perto da Bahia de Todos os Santos. A expedição cruzou a Linha do Equador no dia 9 de abril, e em 21 de abril, os primeiros sinais de terra tinham sido avistados algas marinhas. No dia seguinte, 22 de abril, foram avistadas aves pela manhã, e, no entardecer, os portugueses avistaram o Monte Pascoal primeiro sinal de terra firme. Os portugueses não desembarcaram naquele dia, e só no dia 23 de abril é que Cabral permitiu que um batel (bote), liderado por Nicolau Coelho, fosse enviado à terra. Lá houve o primeiro contato com os indígenas, acontecimento relatado em carta (ata) por Pero Vaz de Caminha. Alguns dos nativos foram levados à presença de Cabral, e o relato deixado pelo escrivão é interessante e demonstra enorme diferença cultural. o território era habitado por diversas nações indígenas, cada uma com sua cultura, língua e tradições únicas, mostraram-lhe um papagaio pardo que o Capitão, traz consigo pegaram-no logo com a mão e acenavam para a terra. Mostraram-lhes um carneiro não fizeram caso dele, uma galinha quase tiveram medo dela, não lhe queriam tocar, para logo depois tomá-la, com grande espanto nos olhos. Os Índios deram-lhes de comer pão, peixe cozido, confeitos, bolos, mel e figos passados. Porém não quiseram comer quase nada de tudo aquilo. E se provavam alguma coisa, logo a cuspiam com nojo. No dia 26 de abril, foi celebrado a festa do Dia de Pascoela, comemoração religiosa celebrada sete dias depois da Páscoa. Essa foi a primeira missa que aconteceu em território brasileiro e foi conduzida pelo frei Henrique de Coimbra. Por fim, a expedição portuguesa resolveu navegar na direção da Índia a partir do dia 2 de maio de 1500. Inicio da colonização as Capitanias hereditária foram uma primeira tentativa da Coroa portuguesa de organizar a ocupação e colonização do Brasil, sistema foi implantado na década de 1530 e consistiu em destinar aos nobres portugueses o direito de explorar uma região chamada de capitania. Estabelecidas as 14 capitanias hereditárias. Tal sistema, no entanto, mostrou grandes falhas na administração concentrada nos donatários, logo foi substituída pela do governador-geral. Com o fracasso do sistema de capitanias hereditárias. Então a Coroa Portuguesa optou por centralizar o poder na colônia, ou seja, foi criada uma autoridade sobre toda a colônia chamada por governador-geral. A determinação para a criação desse cargo partiu do próprio rei de Portugal, D. João III. Essa medida foi tomada com o objetivo de transformar a colônia em um negócio lucrativo em vista do enfraquecimento do comércio com a Índia. Além disso, o historiador Boris Fausto sugere que o fechamento do entreposto comercial dos portugueses em Flandres, as derrotas militares no Marrocos ajudam a entender a necessidade de tornar o Brasil um território vantajoso para Portugal. Constante e ameaça estrangeira, dos franceses, também era um fator que tornava o desenvolvimento da colônia importante à Portugal. Para ocupar o cargo de governador-geral a Coroa Portuguesa enviou ao Brasil em 1549. Como governador geral, escolhido Tomé de Sousa foi enviado ao Brasil em 1549 com instruções específicas dadas pela Coroa Portuguesa. Os objetivos de modo geral, para explorar, promover, principalmente desenvolver a população, econômica e principalmente pela produção de açúcar na colônia e garantir a expulsão de invasores. A expedição de Tomé de Sousa chegou à região da Baía de Todos os Santos com mil homens. As instruções dadas a ele foram estipuladas pela Coroa em um regimento de 17 de dezembro de 1548. Entre essas ordens à Tomé de Sousa, era manter os nativos sob controle e a garantia da conversão deles ao cristianismo. A primeira ação do governador-geral foi promover a construção de Salvador em 1549. Foi instituída como capital do Brasil, este status que ocupou durante tempo de mais de 200 anos. A localização geográfica era estratégica pela posição centralizada na colônia, o que facilitaria o contato com as capitanias. Os portugueses no Brasil é resultado das navegações, exploração oceânica ao longo do século XV.

Cristovão Colombo: A primeira expedição de Colombo no dia 12 de outubro de 1492, foi resultado de anos de atuação dele para convencer os reis espanhóis a financiarem sua viagem nas expedições marítimas e nesse contexto à exploração do atlântico, os espanhóis decidiram investir num explorador que estava decidido a chegar à Índia navegando pelo oeste. Entretanto, esta não foi a primeira vez que os europeus chegaram ao continente, pois, no ano 1.000, os vikings já haviam feito essa viajem. Cristóvão Colombo, cidadão genovês que havia sido rejeitado pelos portugueses. O financiamento espanhol, liderou três embarcações acidentalmente, chegaram ao continente americano, no dia 12 de outubro de 1492. Com a notícia do achamento de uma nova terra a oeste, portugueses e espanhóis iniciaram uma disputa diplomática pelo controle das novas terras que poderiam ser encontradas. Essa disputa levou à redação de uma bula papal, em 1493, conhecida como bula Inter Caetera, que delimitava a divisão das novas terras entre os dois países. Os portugueses, não satisfeitos com o resultado dessa bula, iniciaram novas negociações com os espanhóis, e o resultado foi a assinatura do Tratado de Tordesilhas, em 1494. Esse tratado determinou a passagem de uma linha imaginária a 370 léguas do arquipélago de Cabo Verde. As terras a oeste esquerda seriam espanholas, e as terras a leste direita seriam portuguesas. O que levou ao suposto descobrimento da América aconteceu com a chegada dos espanhóis no continente, em 12 de outubro de 1492, durante a expedição de Cristóvão Colombo Ele acreditou estar na Índia, e, por isso, nomeou os locais de índios Existe um debate entre os historiadores a respeito da utilização do termo descobrimento, de toda forma, depois que os espanhóis chegaram à América, iniciou-se o processo de colonização do território encontrado. A chegada dos espanhóis à América está relacionada com as grandes navegações e com a busca dos europeus pelo alcance do mercado das Índias a fim de comprar as preciosas especiarias, produtos valiosíssimos na Europa. Do lado dos povos indígenas, a chegada dos europeus significou tragédia, pois, em poucas décadas, milhões deles morreram. Ao longo de sua vida, realizou o total de quatro viagens ao continente americano e morreu acreditando que havia chegado à Ásia. Foi acusado por alguns estudiosos de iniciar o genocídio dos indígenas no continente americano. O objetivo da expedição era chegar-se ao continente asiático, primeiro ao Japão chamado de Cipango na época e depois à Índia. Colombo esperava fazer essa travessia em um tempo razoavelmente curto e conseguiu convencer seus marinheiros disso. Essa opinião do explorador deu-se por meio de estimativas incorretas feitas por ele sobre o tamanho da Terra e a extensão do Atlântico. Ainda nessa viagem, Colombo esteve também na ilha que hoje forma o Haiti e a República Dominicana, chamando-a de Hispaniola. No local, ele teve contato com um dos líderes locais, o cacique Guacanagari, que recebeu de forma pacífica e amistosamente, oferecendo-lhe presentes, ajuda quando do embarcação Santa María naufragou. Já mostrou o seu desprezo pelos nativos, sequestrando alguns deles para levá-los à Espanha, registrando que eles poderiam ser transformados em servos dos espanhóis. Os nativos, foram chamados por Colombo de índios, porque ele acreditava estar próximo da Índia A montagem do Sistema Colonial português e espanhol em terras americanas se deu a partir do século XVI, através da produção e comercialização de açúcar e da extração de metais preciosos por Portugal e Espanha. No caso da colônia portuguesa, o Nordeste brasileiro, sobretudo regiões como as do atual estado do Pernambuco, era o centro da atividade econômica açucareira. Entretanto, ainda no século XVI, Portugal passou a contar com a participação de holandeses em negociações, sobretudo com os judeus holandeses, no comércio de açúcar. A participação implicava diretamente, desde o financiamento de engenhos até o refinamento do produto açúcar em território holandês. A máquina econômica colonial estava a todo vapor. E, sendo assim, tornava-se muito necessária a precaução contra as tentativas de usurpação que outras nações promoviam ataques contra Portugal, era típico no sistema mercantilista. As colônias como as do Brasil eram encaradas como extensões de suas metrópoles. Os Países europeus, como Portugal, de modo que estes pretendiam exercer controle efetivo e total sobre o que aquelas produziam. Era encarado pelas metrópoles cidade-estado como uma missão ou intervenção civilizadora. Essa relação de dominação integral da colônia. A metrópole constituiu a características do mercantilismo que foi denominada Pacto Colonial. O Pacto Colonial consistia num conjunto de regras e acordos firmados entre a metrópole e os colonos, que tinha por objetivo assegurar que a exclusividade dos lucros da produção colonial seria remetido tão somente à sua metrópole de origem. Essa política ficou conhecida como exclusivo metropolitano ou colonial. Associava-se ao Pacto Colonial a acumulação de metais preciosos e moedas de ouro e prata para garantir à metrópole uma valorização de sua economia e de seu estado. Ficou conhecido como metalismo. A Espanha, por ter encontrado ouro e prata com maior facilidade, passou a dominar o acúmulo de metais na época e a atrair investimentos de outras metrópoles, como a portuguesa e a inglesa. Cristóvão Colombo, navegante genovês que comandou três embarcações financiadas pela Espanha. A conquista de um mundo desconhecido representava desafio para as monarquias nacionais, que viam neste empreendimento uma foram de legitimar seu poder e expandir seu território. O continente europeu recebia do Oriente produtos como açúcar, ouro, cânfora, porcelanas, pedras preciosas, pimenta, cravo, canela, nozes-moscadas, gengibre, drogas medicinais, bálsamos, unguentos, perfumes, óleos aromáticos. As mercadorias que saíam do Oriente rumo ao Ocidente transportadas por árabes em caravanas realizadas por terra até a Itália, chegando a Gênova, Veneza e Pisa. Essas cidades Intermediavam e monopolizavam todo o comércio mediterrâneo havia pressão das monarquias nacionalistas para a quebra do monopólio. Porém quando surgem, os barinéis, pequenos barcos de dois mastros e velas quadrangulares; seguidos por caravelas com três mastros também como muitas naus sofisticadas de lemes.
BADEIRAS E BRASÕES

A bandeira Imperial do Brasil: que vigorou de 1822 a 1889, teve duas versões. As duas tinham fundo verde com o losango amarelo. Porém, a primeira, que vigorou de 18 de setembro a 1 de dezembro de 1822, possuía ao centro um brasão com uma coroa dourada de fundo vermelho semelhante a da bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Em 1 de dezembro de 1822, através de um decreto, Dom Pedro I fez algumas modificações na primeira versão da bandeira imperial. A principal mudança foi o fundo da coroa que mudou de vermelho para verde. Assim, ficava definida a coroa imperial sobre o escudo do brasão. A bandeira do Brasil Imperial foi criada em 1822 pelo desenhista, pintor e professor francês Jean Baptiste Debret. Vale lembrar que José Bonifácio de Andrada e Silva, conhecido como Patriarca da Independência, ajudou Debret na laboração do projeto da bandeira do Brasil Império. A bandeira do Brasil Imperial possui formato retangular. Com fundo verde, havia no centro um losango amarelo-ouro. No centro do losango ficava o brasão nacional imperial. Este brasão consistia num escudo verde, tendo ao centro a esfera armilar e a Cruz da Ordem de Cristo em vermelho. Havia também um aro de fundo azul com 20 estrelas brancas representando as províncias brasileiras o escudo estava disposta a coroa imperial. Do lado esquerdo havia um ramo de café e do lado direito um de tabaco símbolos das riquezas à época.

A bandeira atual mantém as cores verde e amarela da bandeira imperial, mas com significados diferentes. que tinha o verde representava a Casa de Bragança, da qual D. Pedro I pertencia, enquanto o amarelo representava a Casa de Habsburgo, da qual pertencia a Imperatriz D. Maria Leopoldina esposa de Dom Pedro I. A atual bandeira do Brasil foi criada por Raimundo Teixeira Mendes, Miguel Lemos, Manuel Pereira Reis e Décio Vilares. Foi adotada em 1889 como forma de apagar qualquer símbolo que remetesse à monarquia. É um dos símbolos nacionais, tendo um hino em sua homenagem e uma série de determinações por seu hasteamento. A atual bandeira do Brasil foi adotada em 19 de novembro de 1889, quatro dias após a Proclamação da República sendo criada por Raimundo Teixeira Mendes, Miguel Lemos e Décio Vilares, ela manteve a base verde e amarela do antigo Império, mas substituiu o brasão monárquico por um céu estrelado e pelo lema positivista "Ordem e Progresso" A bandeira de nosso país foi criada oficialmente logo após a Proclamação da República, acontecimento que ocorreu em 15 de novembro de 1889. Com esse fato, o Brasil deixou de ser um império monárquico, tornou-se uma república. O modelo atual da bandeira do Brasil é utilizado desde 19/11/1889, modificado em 1992. Lei 8.421, de 11/05/1992.

A bandeira do estado do Rio Grande do Sul: foi elaborada no ano de 1835 e, a partir de 11 de setembro de 1836, começou a ser usada pelos rebeldes que participaram da Revolução Farroupilh Guerra dos Farrapos. A bandeira é composta de três faixas diagonais, sendo elas verde superior, vermelha ao meio e amarela e inferior. A faixa verde representa a mata dos pampas gaúchos, a vermelha simboliza o ideal revolucionário e a coragem do povo e o amarelo representa as riquezas nacionais do território gaúcho. No centro da bandeira há o brasão do Rio Grande do Sul, onde encontramos os dizeres: República Rio-Grandense, 20 de setembro de 1835. Abaixo do escudo há uma faixa com três palavras: Liberdade, Igualdade, Humanidade. Não há um consenso sobre o que representam as cores da bandeira rio-grandense. Uma versão, possivelmente mais próxima da real, diz que a faixa verde significa a mata dos pampas, a vermelha simboliza o ideal revolucionário e a coragem do povo, e a amarela representa as riquezas nacionais do território gaúcho. Algumas fontes, entretanto, alegam que as cores expressariam o auriverde do Brasil separado pelo vermelho da guerra. Outras mencionam que o vermelho seria o ideal republicano. Durante o Estado Novo 1937 a 1946, Vargas suspendeu o uso dos símbolos estaduais e municipais, incluindo bandeiras e brasões. É a única bandeira estadual que possui escudo de armas desde sua criação.

O brasão: também chamado de escudo das armas, é um desenho criado oficialmente para identificação de clã e também de famílias, indivíduos, corporações, cidades e estados, províncias e países. Os brasões geralmente têm como elemento central um escudo, arma de defesa utilizada pelos guerreiros medievais. Existem apenas 2 diferenças em relação ao Brasão do Império. A primeira é que, ao invés das 20 estrelas simbolizavam as Províncias do Império, há 27 estrelas representando os Estados brasileiros Apesar de existirem desenhos que podem ser comparados aos brasões na antiguidade, essa tradição foi desenvolvida durante a Idade Média na Europa. Os brasões eram oferecidos à guerreiros que efetuassem atos heroicos. Estudo dos brasões chama-se heráldica e sua confecção original tem regra estrita das leis heráldicas. Desenhar brasões deu-se o nome de brasar e responsáveis por esses desenhos, eram denominados de heraldistas.

Brasão da República: são um símbolo nacional criado por Artur Zauer, no Governo de Deodoro da Fonseca, o primeiro do regime republicano. O Brasão é um símbolo usado obrigatoriamente pelas Forças Armadas e os Três Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Esse símbolo é composto pelos seguintes elementos: escudo redondo azul-celeste apoiado em uma estrela de cinco pontas. No centro, uma constelação do Cruzeiro do Sul sobre uma espada. Em cima da espada, lê-se: "República Federativa do Brasil" e a data da Proclamação da República: 15 de novembro de 1889". Ao redor do Brasão, um ramo de café e um ramo de tabaco florido. Sabemos que os símbolos desempenham um papel fundamental na representação de marcas, produtos e até mesmo nações, pois eles representam e comunicam valores, identidades e emoções de maneira imediata e poderosa. No Brasil, comemora-se o Dia dos Símbolos Nacionais em 18 de setembro. A data celebra os símbolos do Brasil.

Brasão do Rio Grande do Sul: possui a sua origem um pouco desconhecida. Grande parte dos historiadores afirmam que o Padre Hildebrando foi o autor do desenho, mas, que foi o Major Bernardo Pires que teria dado os retoques finais onde aplicou inúmeros elementos maçônicos a obr. O que se sabe, é que os dois foram dois tauras muito dos guapos, considerados grandes farroupilhas, que prestaram ótimos serviços à causa. VIVA A REPÚBLICA RIO-GRANDENSE! No primeiro desenho, não existia nenhuma escrita. Os dizeres Liberdade, Igualdade e Humanidade, República Rio-Grandense e 20 de Setembro de 1835 foram oficializados apenas em 1891. Porém, o lema Liberdade, Igualdade e Humanidade foi usado desde 1839, quando os farrapos ocuparam Santa Catarina e proclamaram a República Juliana. O Brasão gaúcho, foi oficializado em definitivo pela lei estadual nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966, pelo então Governador do Rio Grande do Sul, Ildo Meneguetti.
MAPAS

Mapa das capitanias hereditárias: surgiram por ordem do rei português D. João III, no ano de 1534, sendo a primeira divisão territorial e administrativa implantada pelos portugueses na América Portuguesa. Basicamente, o território da América Portuguesa foi dividido em 15 grandes faixas de terra, que tiveram sua administração entregue a interessados por Carta de Doação e a Carta Foral A vida das capitanias como única forma de divisão e administração teve vida curta, uma vez que, em 1548, surgiu o Governo Geral. As representações cartográficas da organização e da distribuição dos lotes que compunham as capitanias hereditárias representadas por historiadores em mapas clássicos alguns produzidos durante o século XVI.

Mapa por regiões do Brasil: são recortes territoriais repletos de particularidades que levam em conta aspectos econômicos, sociais, políticos, culturais e físicos. Muitas foram as divisões regionais feitas no Brasil pelo órgão responsável, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. A regionalização é a de 1970 a qual sofreu alterações após a Constituição de 1988, que divide o Brasil em cinco regiões: 1. Norte 2. Nordeste 3. Centro-Oeste 4. Sudeste e 5. Sul. A divisão regional do Brasil tem como objetivo ser um instrumento para o planejamento e a gestão territorial, auxiliando na elaboração de políticas públicas, em estratégias de desenvolvimento regionais estatístico e realização de estudos de cada um dos 5 blocos.

O mapa do Brasil: representa bidimensional e uma região tridimensional e que contém informações diversas sobre as características do país. O mapa político do Brasil é a representação cartográfica do país que o divide em regiões, estados, capitais e cidades. A atual estrutura política do Brasil foi estabelecida na Constituição Federal de 1988. Roraima e Amapá foram elevados à categoria de estado, a porção norte de Goiás foi desmembrada, tornando-se o estado de Tocantins. O mapa político atual do Brasil divide o país em 26 estados e Distrito Federal. O mapa do Brasil surgiu após as expedições dos navegadores no território brasileiro. Sabe-se que as civilizações usavam a cartografia demarcar divisas territoriais.
ESTADIOS DO GRÊMIO FUTBOLLPORTOALEGRENSE

Arena do Grêmio: inaugurada em dezembro de 2012, o Brasil entrou na era das novas arenas com a inauguração do primeiro empreendimento com este novo perfil. É uma das mais modernas da América Latina e foi pioneira ao apostar no conceito multiuso. Nascida da tradição do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, um dos mais importantes clubes do País, capacidade de 55.662 torcedores conforme liberação do Corpo de Bombeiros a Arena do Grêmio se diferenciou, desde a fase de projeto pela máxima preocupação em atender aos padrões da FIFA, e contou com a consultoria Amsterdam Arena Advisory (AAA), da Holanda. O bairro Humaitá, localizado na Zona Norte de Porto Alegre no Rio Grande do Sul, às margens da rodovia BR-290 Free-Way, entre a BR-116 e nova BR-448 do Parque, com fácil acesso ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, à rede ferroviária, ao Trensurb, e ainda com direta ligação com o novo anel metropolitano de Porto Alegre, foi o local escolhido para receber empreendimento que leva o conceito de praças multiuso no Brasil a um novo patamar. A Arena tem uma infraestrutura completa, acessível para atender aos portadores de necessidades especiais PNE com conforto e segurança.

Olímpico Monumental: A histórica casa do Grêmio Foot-Ball Portoalegrense por quase 60 anos, inaugurado em 1954. Apelidado de "Velho Casarão", foi o maior estádio particular do mundo na época de sua fundação. Após a mudança do clube para a Arena do Grêmio em 2013, o estádio foi desativado e enfrenta um longo processo de abandono e impasses jurídicos. [1, 2, 3, 4, 5, 6] Conhecido por ser a segunda casa do Grêmio Foot-ball Portalegrense, recebeu grandes partidas em jogos memoráveis de diferentes campeonatos durante anos. Entretanto, desde 2013, a casa já não funciona mais, porém, o estádio segue na memória de cada torcedor gaúcho, fazendo parte da história do clube. Então, conheça mais sobre a história do Estádio Olímpico e saiba porque o Grêmio não utiliza mais para os seus jogos. Inaugurado em 19 de setembro de 1954 com o nome de Estádio Olímpico, o espaço privado passou a receber partidas de futebol, assim como outras modalidades devido ao seu tamanho e estrutura. Somente em 1980 passou a se chamar Estádio Olímpico Monumental, já que teve o fechamento da última parte do anel superior concluído no mesmo ano foi reinaugurado com o acréscimo da palavra "monumental" ao então estádio Olímpico.

Em 1904, em Porto Alegre em processo de urbanização e industrialização, nasceu o Estádio da Baixada, a primeira casa do Grêmio Footbal Porto-alegrense. Construído em um terreno plano e coberto de grama nativa, na baixada da chácara da família Mostardeiro, o campo logo ultrapassou a condição de simples espaço esportivo e tornou-se ponto de encontro da cidade, palco de festas e símbolo da nova vida urbana que começava a se desenhar na Capital. A goleada historica de 10 a 0 aplicada pelo Grêmio sobre o recém fundado Internacional deu início à rivalidade que marcaria para sempre o futebol gaúcho. Com o passar das décadas, o Fortim da Baixada, como era conhecido, cedeu lugar ao crescimento da cidade. Onde antes havia campo e arquibancada, hoje está o movimento das ruas no entorno do Parque Moinhos de Vento, o Parcão, um dos principais pontos de lazer de Porto Alegre, na esquina da Avenida Goethe com a Rua Mostardeiro, local hoje abriga o espaço da torcida mais tradicional de festas em comemoração a grandes conquistas do Grêmio. Do antigo estádio, nos restou a memória do tempo que ficou na história.
BANDEIRAS HISTORICAS DO GRÊMIO

Bandeira Atual: teve grande mudança veio no ano de 1963, quando a palavra Grêmio passou a ter destaque no escudo, ocupando a parte central do símbolo e as esferas dos polos passaram a ter fundo azul. Essa foi a mudança mais marcante no escudo na época, elaborado por comissão formada por alguns membros da diretoria do clube. O logo não sofreu várias mudanças significativas em 1970, todavia, na década de 80 uma nova grande transformação, o logo passava a ter duas linhas de contorno uma maior em branco e uma fina em preto, no extremo do símbolo. Os escudos da década de 90 não sofreram grandes modificações no desenho, uma vez que o clube acabou por encontrar um padrão para o seu escudo, que atualmente utilizado, e feitas algumas modificações no escudo.

Bandeira transitória do Grêmio: em 28 de maio de 1944 o Grêmio oficializa sua terceira bandeira. A mudança havia sido decidida em obediência à lei federal que vedava a adoção de desenho semelhante à bandeira brasileira. A nova bandeira era composta por um retângulo azul tendo a esquerda a insígnia do clube de onde partem, em sentido diagonal, listras brancas e em sentido horizontal e vertical, listras pretas. De 1944 a 1963, a estandarte era semelhante à do Reino Unido, tinha o distintivo do clube, localizado à esquerda A tradicional bandeira, também similar à do Reino Unido, mas com cores distintas surgiu em 1963 é utilizado até hoje, os modelos utilizados comemorativos, o de 1922 em comemoração aos 100 anos da Independência do Brasil, modelo não utilizado em competições, em 1953, comemoração ao cinquentenário.

A primeira bandeira do Grêmio: foi criada em 1904 tendo sido utilizada na inauguração do Estádio da Baixada no dia 14 de agosto. A bandeira de cores azul, preto e branco possuía listras intercaladas das respectivas cores e o escudo do clube no canto superior esquerdo, permaneceu como bandeira oficial até 1918. O Grêmio acabou substituindo a primeira bandeira. O estandarte de caráter comemorativo tinha o mesmo formato da Bandeira do Brasil, com as cores do Grêmio e escudo do clube ao centro. A nova bandeira nasceu da imaginação patriótica da torcida e foi oferecida ao Grêmio por uma fiel torcedora para ser hasteada ao lado da então bandeira do clube em virtude da primeira vitória contra um time estrangeiro em 1916, mas, com o tempo, acabou substituindo a tradicional bandeira de 1904. Iniciado em 1903, o Grêmio teve como primeiro símbolo em azul e branco.
Camisas Históricas do Grêmio

A primeira camisa do Grêmio, utilizada em 1903 e nos primeiros anos do clube, era totalmente azul-marinho, sem detalhes, sem listras e sem escudo. A padronização era típica da época e representava um clube recém-formado, com recursos limitados e inspiração eram times de futebol europeus que utilizavam cores sólidas. O primeiro escudo só viria depois; nos primeiros jogos, o time usava a camisa lisa com gravata.

A Camisa Tricolor foi inspirada na equipe que atuou na inauguração do Olímpico, sendo adotada em 1954. Na ocasião, em que o Tricolor venceu o Clube Nacional do Uruguai por 2 a 0. Já a camisa número dois faz uma homenagem ao time de 1962 que conquistou o Campeonato Sul-Brasileiro invicto e o Super Campeonato Gaúcho da época. Uma viagem no tempo. Essa é a proposta do Grêmio no lançamento da nova linha de uniformes

O Grêmio adotava as cores preto e azul até 1954. o clube decidiu fazer uma alteração significativa e adotar as cores azul, preto e branco como suas cores oficiais, as três cores se tornaram símbolos inconfundíveis do Grêmio. Elas estão nos uniformes usados pelos jogadores em campo, mas também nos escudos oficiais do clube na identidade como marca do clube até hoje consta no visual de todas suas instalações esportivas.

Acontecimentos do século XX
Na História Contemporânea, é um ramo da História que abrange os eventos políticos, sociais, econômicos e culturais desde a Revolução Francesa até os dias atuais, com forte ênfase no período das grandes guerras, revoluções e transformações tecnológicas e geopolíticas do século passado.

Invenção da escrita foi um dos maiores legados do avanço da humanidade, surgindo por volta de 3.500 a.C. na Mesopotâmia com a escrita cuneiforme dos sumérios, permitiu registrar as informações, as leis, as histórias, os conhecimentos e facilitar a comunicação entre as sociedades, na transição da Pré-História para História das gerações.

Nascimento de Cristo e o Cristianismo: deu-se segundo a tradição cristã, Jesus Cristo nasceu em Belém, na Judeia, no início da era cristã. Seus ensinamentos sobre amor, perdão e fé deram origem ao Cristianismo, uma religião que se espalhou pelo mundo e se tornou uma das maiores tradições religiosas da história.

Queda do Império Romano do Ocidente ocorreu em 476 d.C., quando o último imperador romano do Ocidente, Rômulo Augusto, foi deposto por Odoacro. Esse acontecimento marcou o fim da Idade Antiga e o início da Idade Média na Europa, transformando profunda toda a organização política, econômica e social do continente.

A Invenção da imprensa ocorreu por volta do anio de 1450, ocorreu quando Johannes Gutenberg desenvolveu a prensa do tipo móveis. Essa inovação revolucionou a forma de escrita na produção de livros, facilitou a difusão através do conhecimento, aumentou o acesso à leitura e contribuiu para o avanço da ciência, da educação e da cultura em todo o planeta terras.

As Grandes Navegações e encontro de continentes foram expedições marítimas realizadas principalmente entre os séculos XV e XVI por países europeus, como Portugal e Espanha. Essas viagens ampliaram o conhecimento geográfico, estabeleceram novas rotas comerciais, que promoveram o contato entre a Europa, a África, a Ásia e as Américas a história a economia e as culturas.

A Revolução Industrial Iniciada na Inglaterra, mudou a forma de produzir mercadorias, gerou as cidades modernas e iniciou o uso massivo de carvão e petróleo. foi um período de grandes transformações econômicas e tecnológicas , no século XVIII. A introdução das máquinas e das fábricas a produção, impulsionou a urbanização, mudou a forma de trabalhar, produzir e viver.

Revolução Francesa um movimento iniciado em 1789, revolucionário na França, pelo qual derrubou a monarquia absolutista à época e defendeu os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Fato que transformou a política e toda a sociedade francesa, também como influenciou movimentos democráticos e de independência em vários países na Europa e em outros continentes.

Primeira e Segunda Guerras Mundiais foram os maiores conflitos da história, ocorridos entre 1914–1918 e 1939–1945. Envolveram diversas nações, que causaram milhões de mortes e profundas mudanças geopolíticas, econômicas e sociais, resultando na criação de organismos internacionais na redefinição das relações entre os países, foram conflitos devastadores que redesenharam fronteiras.

Guerra Fria e Corrida Espacial: A Guerra Fria foi um período de total rivalidade política, econômica e militar entre os Estados Unidos e a então União Soviética, sem confronto direto entre as duas enormes potências. E nesse contexto, desencadeou-se a Corrida Espacial que impulsionou grandes avanços científicos, tecnológicos, culminando com a chegada do ser humano à Lua em 1969.

A Criação do Estado de Israel ocorreu em 14 de maio de 1948, quando foi proclamada a independência do novo país após o fim do Mandato Britânico na Palestina. E, este fato marcou o surgimento de Israel como Estado soberano, mas também deu início a conflitos e disputas territoriais intensas e permanecem desde a antiguidade até os dias atuais.

A Queda do Muro de Berlim ocorreu em 9 de novembro de 1989 e simbolizou o fim da divisão entre Alemanha Oriental e Ocidental. O acontecimento marcou o enfraquecimento da Guerra Fria, favoreceu a reunificação da Alemanha, representou um importante passo para mudar a política simbolizando o fim na divisão da Europa moldando o mundo atual.

A Revolução Agrícola foi o processo em que os seres humanos passaram de caçadores e coletores para agricultores e criadores de animais, há cerca de 10 mil anos. O ser humano deixou de caçar e coletar para plantar e criar animais, o que permitiu criar cidades e formar as primeiras sociedades complexas aldeias das primeiras civilizações.
CIDADES HITÓRICAS

Florianópolis: capital do estado de Santa Catarina e segundo município mais populoso do estado depois de Joinville, fica localizada na ilha de mesmo nome, sendo que 97,23% do município fica na ilha. É a segunda maior ilha-capital das três em tamanho, população. Com 408.161 habitantes e 433,317 km². Foi fundada em 23 de março de1726. É a capital brasileira com o melhor IDH, além de ser o quarto município com mais alto IDH incluindo capitais e não capitais do Brasil. Ao contrário do Vitória, que apesar de não ser a maior cidade de seu estado, apresenta seu maior PIB municipal, é apenas o terceiro município catarinense com maior PIB, superado por Joinville, Itajaí cidade portuária.

São Luís: localizada na ilha do mesmo nome, Das três ilhas capital, São Luís é, de longe, a mais populosa, com 1.011.098 habitantes sendo a 16ª cidade mais populosa do Brasil e a quarta do Nordeste, depois de Salvador, Fortaleza e Recife, possuindo uma área de 827,141 km². Foi a única cidade brasileira colonizada por franceses e foi fundada no dia 8 de Setembro de 1612. O núcleo do final do século XVII desta cidade histórica, fundada pelos franceses e ocupada pelos holandeses antes de ficar sob o domínio português, preservou o original de ruas retangulares em sua totalidade. Graças a um período de estagnação econômica no início do século XX, possui significativos edifícios históricos.

Vitória: situada na ilha de mesmo nome Tem 327.8012 habitantes e 104,960 km². Tem o 4º melhor IDH entre as capitais brasileiras. Foi fundada em 8 de Setembro de 1551 e é formada por várias ilhas, inclusive algumas a mais de 1100 km da costa. É a mais rica das três ilhas e a décima nona mais rica do Brasil, com o PIB de R$ 22,6 bilhões em 2010. Também é a capital brasileira com o maior PIB per capita, de R$ 71 407,32.3 Apesar de ser a capital estadual do Espírito Santo e o município capixaba com maior PIB, é apenas a quarta cidade mais populosa do estado, depois de Vila Velha, Serra e Cariacica, sendo essas duas últimas, municípios da sua região metropolitana.

A capital da Bahia e primeira capital do Brasil, Salvador completa 475 anos neste 29 de março. A longa história da cidade é marcada por lutas e resistências populares, incluindo a Revolta dos Malês, Revolta dos Búzios e as batalhas que culminaram na Independência do Brasil na Bahia, no 2 de Julho de 1823. E mais atualmente, diversos movimentos populares que resultaram em ganhos para população e implementação de políticas públicas na cidade, com uma população atual de pouco mais de 2,4 milhões de habitantes, coleciona taxas de pobreza, violência, desemprego e desigualdade.

O Rio de Janeiro é conhecido por todos como a Cidade Maravilhosa e ostenta um passado repleto de riquezas e acontecimentos importantes para a construção política e cultural brasileira. Afinal de contas, o Rio foi a segunda capital do Brasil, antes de Brasília assumir esse posto no ano de 1960. Mas você sabe como e quando e por qual motivo o Rio de Janeiro se tornou a capital do país na época? Continuando a leitura deste artigo, você vai entender tudo isso e muito mais sobre uma parte da história Rio, que contribui bastante com a formação da identidade brasileira.

Neste dia de 21 de abril, a Superintendência do Desenvolvimento Centro-Oeste/Sudeco presta homenagem à jovem senhora que completa 64 anos: Brasília, a capital do Brasil. Para entender a dinâmica dessa cidade única, é necessário um mergulho profundo em sua rica história e na rede de relações que ela estabelece com outras cidades do país. A criação e fundação de Brasília está intimamente ligada à história do Brasil. Desde sua inauguração em 1960, ela assumiu a função de alterar os eixos político e econômico nacional, integrando povos dispersos em um único conjunto urbano criada por Juscelino Kubitschek.

Jericó: é considerada a mais antiga do mundo. Com 10 mil anos de existência, o lugar é um verdadeiro centro histórico a céu aberto, um destino perfeito para quem quer conhecer de perto o cenário de muitas histórias bíblicas. Segundo o livro sagrado, a cidade, chamada de Terra Prometida, foi conquistada por Josué, sucessor de Moisés, depois do povo judeu ter sido escravizado por 40 anos no Egito e cruzado o Rio Jordão. A cidade mais antiga do mundo revela-se um destino surpreendente, onde é possível "mergulhar" nas histórias bíblicas. O resultado de milhares de anos de história pode ser visto em seus sítios arqueológicos, construções milenares e lugares considerados sagrados uma viagem direto para o passado.

Mariana, em Minas Gerais: possui tantas cidades históricas que, facilmente, daria uma lista de viagem só com municípios desse estado do Sudeste brasileiro. Entre eles está Mariana, a primeira capital de Minas Gerais, como informa o Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Diretamente ligado à busca pelo ouro no Brasil colonial, o município possui um rico acervo arquitetônico, tendo a Catedral de Nossa Senhora da Assunção como um de seus destaques. Em 1945, Mariana recebeu do então presidente Getúlio Vargas o título de monumento nacional em reconhecimento ao significativo patrimônio histórico, religioso e cultural, informa o site da prefeitura da cidade mineira.

Esparta: foi uma das maiores pólis da Grécia Antiga, e, durante o Período Clássico, foi a cidade que dominava a região Peloponeso. Os historiadores acreditam que ela surgiu durante o Período Homérico e que, a partir do século VII a.C., começou a crescer, tornando-se hegemônica na região. Esparta, com outras pólis, como Atenas e Tebas, foi uma das mais importantes cidades-estado da Grécia Antiga. Tinha uma sociedade rígida, sem possibilidade de mobilidade social e bastante militarizada. A aristocracia era formada como um corpo militar de elite, e somente ele poderia participar da política, opinando, ocupando cargos políticos. A cidade de Esparta entrou em decadência a partir do século IV a.C.

Olinda, em Pernambuco: foi a segunda cidade brasileira, depois de Ouro Preto, a ser declarada Patrimônio Histórico e Cultural pela Unesco, em 1982. O centro histórico de Olinda abrange, de acordo com o Iphan, uma área de 1,2 quilômetro quadrado e mais de 1.500 imóveis de valor cultural. Edifícios coloniais do século 16 harmonizam-se às fachadas de azulejos dos séculos 18 e 19 e às obras neoclássicas e ecléticas do início do século 20. O traçado urbano é característico dos povoados portugueses de origem medieval, com seu encanto intensificado pela paisagem e localização, afirma o instituto cidade Olinda também é conhecida pelo seu carnaval com os famosos bonecos gigantes, além de muitas músicas e celebrações que contagiam moradores locais e turistas.

Constantinopla: capital do Império Bizantino e importante centro econômico, cultural e religioso da Europa, teve o seu fim decretado em 1453 d.C., com a invasão dos exércitos otomanos. Localizada onde hoje fica a cidade de Istambul, na Turquia, Constantinopla ficava estrategicamente no ponto em que a Europa encontra a Ásia, onde se estabeleceu como um centro econômico, cultural e religioso. Capital do Império Bizantino, a cidade foi a maior e mais rica cidade da Europa durante séculos. O Império Bizantino ou Império Romano do Oriente emergiu mesmo com a queda do Império Romano do Ocidente. Tendo a conquista de Constantinopla pelos exércitos otomanos em 1453 d.C. é tradicionalmente considerada fim do Império Bizantino

Petrópolis, no Rio de Janeiro: No século 19, o imperador Dom Pedro 1º esteve na região quando ainda era pouco explorada e se encantou tanto com o clima e a paisagem que mandou construir um palácio que funcionasse como residência. Dom Pedro 1º acabou abdicando do trono, mas o interesse do Império por Petrópolis continuou e foi criado um plano de povoamento e urbanização. Com o passar do tempo, foram chegando imigrantes portugueses, alemães, italianos, ingleses, sírios e libaneses. O resultado, que pode ser visto nos dias de hoje: Petrópolis é uma cidade cosmopolita é rica em história e cultura, com museus incluindo um dedicado ao aviador Santos Dumont e amplo conjunto arquitetônico do século 19.

Piratini remonta a 1777, quando os primeiros militares portugueses instalaram-se às margens do rio Piratinim. Já em 1789 vieram 48 casais das ilhas dos Açores para, naquelas terras, residir e trabalhar. Entre 1819 e 1824 os prédios mais significativos foram construídos, incluindo solares e sobrados. A cidade de Piratini foi fundada em 6 de Julho de 1789, colonizada por açorianos e batizada pelos Tupis guaranis PIRATINI ''Peixe Barulhento''. A tradição guerreira da cidade iniciou-se já em 1827, quando muitos habitantes da Freguesia tomaram parte na campanha da Cisplatina. Durante o Século XIX o País passou pelo chamado Período regencial como ficou conhecido o decênio de 1831 a 1840 no Brasil com a abdicação de D Pedro I, Pedro II contava, quando da renúncia paterna, 5 anos e 4 meses, não podendo, portanto, assumir o governo que, por força da lei, dirigido por uma Regência integrada por três representantes. Conhecida como a "Heroica Capital dos Farrapos", Piratini está profundamente ligada à formação do Rio Grande do Sul e tradicionalismo gaúcho. O município é o berço da República Rio-Grandense ou República de Piratini, fundada na Revolução Farroupilha.

Caçapava na língua Tupi-Guarani significa "Clareira na Mata", "Fim da Estrada na Mata" e "Fim da Travessia no Monte". Calcula-se que em 1777, nasceu a "Paragem de Caçapava", oriunda de um acampamento militar localizado no ponto mais estratégico da região, no antigo aldeamento dos charruas, numa clareira cravada na mata virgem. Com ocupação da Clareira dos Charruas, teve início a história conhecida de Caçapava, a qual foi elevada à categoria de Vila em 25 de outubro de 1831 e à categoria de Cidade em 09 de dezembro de 1885, através da publicação da lei nº 1535. Por ocupar localização estratégica nos pampas, Caçapava do Sul, viveu grandes epopéias. Escaramuças, guerras e sangrentas revoluções eclodiram em sua geografia, sempre em defesa da terra brasileira as quais são narradas por todos os historiadores. Tão importante foi à participação de Caçapava durante a Revolução Farroupilha principalmente por se tornar a 2ª Capital Farroupilha Rio-grandense, no período de 09 de janeiro de 1839 a 30 de maio de 1840. Em meados do século XIX a vila de Caçapava abrigou um arsenal e uma guarnição do Exército Imperial.

Alegrete datam do início do XIX quando em 1801, os aventureiros Borges do Canto e Santos Pedroso, ambos riograndenses, conquistaram para a coroa portuguesa o território das missões jesuíticas ao norte do Rio Ibicuí. Para assegurar essa conquista o governo português lança ao sul do mesmo rio a Guarda Portuguesa do Rio Inhanduí em torno da qual forma-se o povoado, a religiosidade ergue uma capela sob o orago de Nossa Senhora Aparecida, em 1814. As contínuas lutas de fronteira, agora entre o Reino de Portugal e os dissidentes ao recém-constituído governo das Províncias Unidas do Rio do Prata, provoca o ataque e queima do povoado e capela, provocando a transferência da povoação para a margem esquerda do Rio Ibirapuitã, em 1817, onde erguerá novo povoado e capela, com a denominação de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de Alegrete. Com a Revolução Farroupilha em 1835, Alegrete torna-se, no período de 1842 à 1845, a 3ª Capital da República Riograndense. Entre batalhas e campanhas, por bravura, determinação e desenvolvimento, a Vila de Alegrete foi elevada a categoria de cidade em 22 de janeiro de 1857.
Antropologia, Arqueologia e Estudos Imperiais.

Império Grego: teve origem, colonização e pólis. A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2.000 a.C. Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-europeia, como, por exemplo, aqueus, jônios, eólios e dórios. As pólis cidades-Estado, unidades político administrativas, caracteriza a vida política dos gregos. Elas surgiram por volta do século VIII a.C. As duas pólis mais importantes da Grécia Antiga foram: Esparta e Atenas. Na Antiguidade, a Grécia, tanto continental como insular, era conhecida como Hélade. Já seus habitantes eram chamados de helenos. Entre os séculos VII a.C. e V a.C. aconteceram várias migrações de povos gregos para vários pontos do Mar Mediterrâneo, como consequência do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundaram colônias, na parte sul da Península Itálica e fizeram o mesmo na região da Ásia Menor Turquia. Os conflitos e entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasionaram as famosas Guerras Médicas 499 a.C. a 449 a.C., em que os gregos saíram vitoriosos. Esparta e Atenas envolveram-se na Guerra do Peloponeso 431 a.C. a 404 a.C., vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas foram dominadas e controladas pelos Macedônios. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, em Atenas, no século V Período Clássico da Grécia. Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período. Os filósofos da Grécia Antiga buscaram refletir, principalmente, sobre as principais questões relacionadas ao comportamento e a existência humana. A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. A poesia, a história, as artes plásticas e a arquitetura foram também muito importantes na cultura grega. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas, os gregos transmitiam mensagens, explicações do funcionamento do mundo e ensinamentos importantes. Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas.

Império Otomano: as origens do estão na Anatólia, conhecida hoje como Ásia menor. No século 13, este território era dividido entre vários principados, e Osman I 1258 à 1324, chefe de um desses principados, foi o responsável pelo início da construção de um império. O nome Otomano inclusive deriva da forma árabe de Osman Uthmān. Nos períodos iniciais de expansão, os otomanos eram líderes dos guerreiros turcos muçulmanos, conhecidos como ghāzī em árabe invasor, que lutaram contra o estado bizantino cristão. Os ancestrais de Osman I, eram membros da tribo Kayı, que haviam entrado na Anatólia junto com uma massa de nômades turcomenos Oğuz. A ascensão dos otomanos coincidiu com o declínio do Império Bizantino, proporcionando uma oportunidade para os turcos expandirem seu território. A conquista de cidades estratégicas na região e a habilidade militar dos líderes otomanos contribuíram para o crescimento rápido do império. O Império Otomano ocupou uma posição estratégica. No auge, o Império Otomano abrangia uma ampla gama de territórios sendo, partes do sudeste da Europa, Oriente Médio e Norte da África.

Império Bizantino: teve uma longa duração de quase 11 séculosfoi um dos Estados à época mais poderosos e importantes do mar Mediterrâneo ao longo da Idade Média. Oriundo do antigo Império Romano do Oriente, consolidou-se após a queda do Império Romano do Ocidente. Foi o único império a oeste da China a sobreviver da Antiguidade até início era Moderna. O ocidente se desintegrava com as invasões bárbaras, a parte oriental conseguiu se manter por mais mil anos. O Império Bizantino representou a síntese entre a cultura greco-romana e o mundo oriental. A invasão que o império sofreu no século XV, pelo Império Turco-Otomano, marcou o fim da Idade Média e início da Idade Moderna. O Império Bizantino tinha sociedade estratificada e constituída por povos diversos e com variados costumes e línguas, o Estado era teocrático O imperador defendia o combate à adoração de imagens, Mas a postura iconoclasta, a Igreja aceitava símbolos imagens sagradas.

O Império Português: foi estabelecido no século XV e eventualmente expandiu-se das Américas até o Japão. Muito frequentemente como uma corda de centros de comércio costeiro com fortificações defensivas, também possuía grandes e vastas colônias territoriais como Brasil, Angola e Moçambique. Os Europeus brancos dominavam o comércio, a política, a sociedade, mas existia uma mistura de raças, em muitos lugares e pessoas com posições de riqueza e poder nas colônias.

Imperio Persa: teve seu florescimento por volta do ano 2000 a.C., na região das atuais planícies iranianas. Esse florescimento ocorreu conjuntamente a outros povos, os medos. Por volta do ano 550 a.C., Ciro, o Grande, o primeiro rei persa a ter grande destaque, conquistou o reino da Média e promoveu a unificação dos reinos dos dois povos, os medos e os persas. Teve início com Ciro o império que durou cerca de duzentos anos. Ciro permaneceu mais de vinte anos no poder, tempo em que promoveu a expansão do Império em direção à Ásia Menor, conquistando a região da Lídia e marchando em direção às cidades-estado gregas situadas na atual Turquia. Seus domínios também englobavam boa parte do Oriente Médio, como a Fenícia e Síria, que foram por ele anexadas.

Império egípcio: civilização desenvolveu-se no nordeste africano as margens do rio Nilo, entre 3.200 a.C. unificação do norte e sul a 30 a.C. domínio romano. A importância do rio Nilo para os egípcios: Como a região é formada por um deserto Saara, o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte através de barcos de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura. A sociedade da civilização egípcia era estamental, ou seja, estava dividida em várias camadas estamentos, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas responsáveis pela escrita também ganharam enorme importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos compunham a sociedade egípcia em geral, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida. A posição que cada egípcio possuía na sociedade era determinada de acordo com o nascimento, ou seja, havia base no critério da hereditariedade no Egito Antigo. Por isso, era muito raro ocorrer mudanças de camadas sociais. Um artesão, por exemplo, jamais conseguiria fazer parte da nobreza. Da mesma forma, seria impossível um integrante da nobreza ir para uma camada social inferior. A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de ideias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita sendo, demóticamais simplificada e usada para assuntos do cotidiano e a hieroglíficamais complexa e formada por desenhos e símbolos. As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar saqueadores. Uma espécie de papel , que era produzido a partir de uma planta de nome, papiro também era utilizado para registros dos textos. Os hieróglifos egípcios foram decifrados, na primeira metade do século XIX, pelo linguista e egiptólogo francês Champollion, através da Pedra de Roseta.

O Império Mongol: que durou entre 1209 e 1368, sendo à época o maior em extensão territorial da história. deve sua fama, em grande parte, a Genghis Khan, um homem cuja lenda se baseia no fato de que ele teria matado mais de um milhão de pessoas em uma hora e gerado tantos filhos que, hoje em dia, acredita-se haver cerca de dezesseis milhões descendentes seus do sexo masculino. Mas, além de tais números serem praticamente impossíveis, os mongóis representam muito mais que a figura desse homem tão violento e mulherengo. Vamos entender por que seu sucesso imperial foi tanto que conquistaram e governaram o maior império contíguo da história do mundo. Ele se estendia desde Pequim, no Pacífico, a leste, até Danúbio e o Golfo Pérsico a oeste. A palavra "mongol" deriva das palavras mongu, mengu e mong. Na língua mongol, estas palavras significam invencível, bravo e valente. A muralha da China, uma das construções arquitetônicas mais maravilhosas do mundo, foi construída pelos chineses como uma tentativa de barrar as invasões mongóis vindas do Norte. Ao conquistar um povo, os mongóis buscavam estabelecer uma relação pacífica com os líderes da região.

Império Colonial Britânico: começou a partir da coroação da rainha Vitória como imperatriz da Índia. Ao contrário de outras potências, coloniais ou não, a Inglaterra possuía um império com territórios em todos os continentes e súbditos de quase todos os povos, sendo o mais extenso da História. Porém, não se lhe deve a primazia colonial, tendo só começado as suas tentativas no século XVI, Isabel I e os piratas e corsários seus protegidos, quando os portugueses e espanhóis já possuíam verdadeiros impérios definidos e os franceses já tinham dado também os primeiros passos. Como estes, mas em maior escala, assentará o seu poder colonial no domínio dos mares ao longo de quase quatro séculos, iniciados com a derrota da Armada Invencível em 1588. O impulso dado no século XVII, à competição entre os franceses, espanhóis e holandeses, também das ambições da poderosa burguesia inglesa.

Império Brasileiro: Teve início com a independência, em 1822, e se estende até a proclamação da República, em 1889. No artigo a seguir iremos apresentar com mais detalhes essa fase da história brasileira. Em 07 de setembro de 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil, às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo. Durante esse período, o país virou uma monarquia governada por um imperador. O poder era transmitido de forma hereditária início o período conhecido como Brasil Imperial, com aindependência do Brasil e chega ao final em 1889, com a proclamação da República.

Império Babilônico: 1800 a.C. - 1600 a.C. surgiu após a destruição do Império Acadiano. O povo que se estabeleceu na cidade de Babilônia, os amoritas, foram um dos responsáveis pela queda dos acádios, por volta de 2.000 a.C. Durante 200 anos, a Mesopotâmia foi palco de disputas pelo poder de diversos povos, dentre eles, os amoritas. Apenas com o Rei da Babilônia, Hamurabi, foi estabelecido um novo império na região: o império da Babilônia. O império babilônico viveu o seu auge com Hamurabi, e teve o seu declínio após sua morte. O Império da Babilônia ficou excepcionalmente conhecido pelo seu código jurídico, chamado de código de Hamurabi, que se tornou, junto ao seu rei, a maior referência a esta antiga civilização.

O Império Romano: foi o período da história de Roma que se iniciou com nomeação de Otávio Augusto no ano 27 a.C. e termina com o fim do Império Romano do Ocidente em 476 d.C. que marca o fim da Idade Antiga e início o da Idade Média. A palavra Império vem da palavra de generais, do latim Imperator que significa "aqueles que mandam". Além de ser marcado pelo fim de todo um tempo histórico, o período imperial vai ser marcado por várias mudanças socioculturais como a população miscigenada, o nascimento do cristianismo, a construção de vários monumentos arquitetônicos e a contínua expansão territorial. O fim da República em Roma 509 a.C. a 27 a.C. com a morte do general Júlio César, que teria tentado apaziguar essas crises se autoproclamando o Ditador Geral, gerou ainda mais crises. No ano 31 a.C Otávio, sobrinho e herdeiro de Júlio César, assumiu o controle e é nomeado o único general, e teve aprovação do senado, que o nomearam de princeps, no latim, o principal, e por isso Otávio ficou reconhecido com o Príncipe. No ano de 27 a.C Otávio recebe o título de Augusto do latim o venerável. Que comandou o Império juntamente com os poderes as várias instituições que se mantiveram da República, tais como o senado e o exército. Otávio Augusto iniciou um período na história romana de abundância e relativa paz interna, que duraria cerca de 250 anos, e ficou conhecido como a Paz Romana Pax Romana. O Império Romano é considerado a maior civilização da história ocidental. Durou cinco séculos: começou em 27 a.C. e terminou em 476 d.C. Estendia-se do Rio Reno para o Egito, chegava à Grã-Bretanha e à Ásia Menor. O Império do Ocidente caiu em 476 d.C. com a invasão de povos bárbaros (godos, vândalos, etc.), devido a crises econômicas, instabilidade política e pressão das migrações. O Império do Oriente (Império Bizantino) sobreviveu até 1453. O Império Romano deixou um legado enorme na política, direito, arquitetura, língua e cultura do mundo ocidental até hoje.
Sistema jurídico avançado (base do direito moderno)
A Engenharia era impressionante (estradas, aquedutos, anfiteatros como o Coliseu)
Administração eficiente e com um exército profissional
Expansão da cultura, e laga da língua (latim) e urbanização.

O Império Qing-Chines: seus governantes eram da Manchúria, a parte nordeste da China que faz fronteira com a Coréia. Eis a razão do seu apelido: Dinastia Manchú. Á época, a capital do país era em Shenyang, mudando-se mais tarde para Pequim. O regime entrou em colapso em 1912, depois que oito potências globais o invadiram juntas: Itália, EUA, Hungria, Japão, Alemanha, Rússia e Reino Unido. Eles estavam, na verdade, tentando reprimir a Rebelião Boxer, um movimento anti estrangeiro, liderado pela governante da época, a imperatriz viúva Cixi. Quando a rebelião foi repelida, Cixi fugiu para Xi'an, na Manchúria e logo o império chegou ao fim. A Dinastia Qing durou basicamente de 1644 a 1912, quando o império estabeleceu total e formalmente o poder sobre a China e deixou oficialmente de existir. Durante o auge da Dinastia Qing, os imperadores consolidaram o poder da China e ampliaram ainda mais seus territórios. Kangxi derrotou os russos na batalha do rio Amur, o que levou ao Tratado de Nerchinsk, em 1689, o que permitiu que a China dominasse grande parte da Sibéria e da Manchúria embora o Império Russo viesse a derrubá-la mais tarde.

O Império Russo: na história russa o sistema de governo era Monarquia Absolutista entre 1721 a 1906. E entre 1907 e 1917, a forma de governo que vigorou foi a Monarquia Constitucional. O país e territórios sob sua influência eram governados por um imperador czar. Esta fase durou de 1721 até 1917 ano da Revolução Russa. O Império Russo foi um dos maiores da História no que se refere a extensão territorial. Em 1906, o território Impérial Russo era de, aproximadamente, 21 milhões de quilômetros quadrados. A população estimada em 1916 era de 182 milhões de habitantes. A queda do Império Russo, um momento crucial no século XX, foi precipitada por uma série de crises que culminaram na Revolução Russa de 1917. A política do Império Russo era de uma monarquia absolutista pela dinastia Romanov por mais de três séculos, estava lidando com imensos desafios internos no início dos anos 1900. A rápida industrialização, urbanização e mudanças sociais significativas, mas estas não foram acompanhadas por reformas políticas.

Império espanhol: consistia em vários níveis, começando com a monarquia e o Conselho das Índias no topo, e passando para o vice-rei, audiências, prefeitos e conselhos locais. O sistema foi feito para extrair riqueza das colônias e espalhar a fé cristã, mas esses dois objetivos estavam frequentemente em ebulição, assim como os vários ramos do governo colonial durante todo o período de governo imperial A Espanha colonizou vastas partes das Américas em 1492 a partir da chegada de Colombo 1451-1506.

Imperio Sumério: foram os primeiros povos que habitaram a Mesopotâmia, região entre os rios Tigre e Eufrates, protegida por deserto, braço de mar e banhada por esses rios, que garantiam a agricultura, local onde mais tarde ocorreram constantes disputas. Os sumérios se organizavam em cidades-estados e não tinham governo centralizado, o que facilitou o domínio dos acádios, por volta de 2500 a.C. Eram politeístas e construíam templos com arquitetura bastante avançada, chamados de zigurates. Inventaram a escrita cuneiforme, com 2000 símbolos, realizada em argila com instrumentos em formato de concha ou colher. Esses escritos influenciaram até mesmo a Bíblia. A economia suméria era baseada na agricultura, com plantações de tâmaras, cevada e trigo e criação de animais como gado, ovelhas e cabras.
CIDADES FANTASMAS

Bannack, Montana: Na década de 1860, a abundância de ouro em Bannack, Montana gerou ganância e tiroteios, o que conferiu ao local o título de Cidade mais implacável do Oeste. A perigosa rota de diligência para a cidade vizinha Virginia City era um alvo especial e constante para bandidos pistoleiros assassinos, e, às vezes, dizem que os fantasmas de suas vítimas são vistos nos arredores das 60 estruturas remanescentes de Bannack.

Bodie, Califórnia: No início da década de 1880, a corrida do ouro de Bodie havia terminado, e os garimpeiros abandonaram o local, como se tivessem ido apenas checar as correspondências. Você pode espreitar pelas janelas das 200 propriedades da era da fronteira de Bodie e se maravilhar com cenas intocadas de vidas longínquas e mesas de cozinha postas para refeições que nunca foram servidas, fica a 77 quilômetros do Yosemite National Park.

Rhyoilite, Nevada: A cidade começou em 1904, quando ouro foi descoberto nas colinas Bullfrog. Reivindicações foram feitas, as pessoas correram para obter sua parte do ouro e vários assentamentos surgiram. Rhyolite foi o maior e o mais longevo vilarejo. Muito dinheiro foi investido nas minas nas colinas e nas propriedades da cidade. Calçadas de concreto ladeavam as ruas, luzes elétricas brilhavam durante a noite e tinha tudo em enteterímento.
ARQUITETURA RESIDENCIAL

Arquitetura Barroca, é parte importante da história ocidental apresenta características únicas que marcaram a urbanização da Europa e estão presentes, inclusive, no Brasil. Confira o nosso artigo e saiba mais sobre esse estilo! A arquitetura barroca é o estilo arquitetônico que se difundiu durante o período barroco. Com início no século 16, esse estilo foi predominante na Europa até a primeira metade do século 18. Suas características foram tão marcantes que influenciaram até mesmo as construções do continente americano. Com forte relação ao cristianismo católico, os projetos arquitetônico barroco tem forte presença em igrejas e basílicas e, é reconhecido por suas formas monumentais e decorações exuberantes que exaltam a religião.

Arquitetura minimalista, é uma vertente do design que permeia diversas áreas desde o início do século XX. Tem quem a adote como estilo de vida, o que inclui também a escolha das roupas e da decoração. Além disso, o minimalismo pode aparecer em outras expressões artísticas, como é o caso da literatura e da música. Na arquitetura, duas das características que se destacam são a simplicidade e a funcionalidade, que se misturam com formas e cores. Portanto, o minimalismo deixa de lado os excessos e o exagero, dando lugar à modernidade e à tecnologia. Afinal, depois dos últimos dois anos, muita gente entendeu que não precisa de muito para ser feliz, o que levou à adesão ao estilo minimalista. A Arquitetura Minimalista consiste em um estilo arquitetônico originário a partir da Arquitetura Modernista e de outros estilos vanguardistas arquitetônicos que se manifestaram durante parte do século XX. É um estilo arquitetônico com alta popularidade hoje está sendo amplamente adotado nos mais diversos tipos de projetos arquitetônicos e artísticos em geral.

Arquitetura Gótica, esse estilo marcou uma época e até hoje inspira construções pelo mundo todo. Conheça as características desse movimento e como suas consequências podem ser observadas nos dias de hoje A Arquitetura Gótica é, sem dúvidas, uma das mais impressionantes que temos até hoje, seja pela riqueza de detalhes ou pela grande dimensão de suas construções. Ela faz parte da história da Europa e alguns de seus aspectos podem ser aplicados nos projetos atuais de decoração. A ideia de Arquitetura Gótica se refere ao movimento que dominou o estilo de construções do séculos 10 ao 15, correspondente à Baixa Idade Média. Nesse período, a maioria das obras era feita com finalidade religiosa e, por isso, essa tendência também é chamada de arte das catedrais.

Arquitetura mediterrânea, tem suas raízes ainda na antiguidade, remontando aos tempos dos gregos e romanos. Essas civilizações criaram e desenvolveram novas técnicas avançadas de construção que deixaram um grande legado arquitetônico impressionante, que influenciou gerações futuras. que hoje utilizada na arquitetura mediterrânea é caracterizada pelo uso de materiais naturais, como pedra e madeira, e pela harmonia entre a construção proporcionando um ambiente natural. Os edifícios são projetados se integrarem perfeitamente à paisagem, criando uma sensação de equilíbrio e harmonia. A arquitetura é caracterizada pelo uso de materiais naturais, como pedra e madeira, e pela harmonia entre a construção e ambiente. A arquitetura mediterrânea são decorações e projetos que remetem casas das regiões litorâneas da Grécia, Turquia, Espanha, Itália e norte da África. O estilo arquitetônico mediterrâneo se tornou popular nos Estados Unidos na década de 20, remete às casas das regiões litorâneas da Espanha, Itália, Grécia, Turquia e norte da África.

Arquitetura Neoclássica, na Europa do final do século XVIII e do início do século XIX, as construções cheias de detalhes do barroco e do rococó deram lugar a uma nova tendência. Era a arquitetura neoclássica, que, inspirada na estética greco-romana, chegou para expressar os valores da burguesia que assumiria a sociedade europeia depois da Revolução Francesa. O contexto histórico em que surgiu, suas características e principais obras. O neoclassicismo surge nos tempos da Revolução Francesa, ocorrida em 1789. Foi a mesma época também da Revolução Industrial. Foram mudanças que tiveram como pano de fundo o Iluminismo, movimento intelectual e filosófico que ficou conhecido como século das luzes. Com os pensadores iluministas, o interesse pelas obras do passado foi reacendido.

Arquitetura moderna, com seu surgimento no continente europeu, no final do século XIX e nasce com a intenção de criação de um movimento completamente novo que se contrapusesse aos estilos arquitetônicos já existentes. Com o advento da revolução industrial, que se iniciou na Inglaterra no século XVIII e se expandiu no século XIX e XX, a sociedade passou a buscar novos métodos de construir e morar. Arquitetura modernista ou moderna é um estilo arquitetônico que surgiu na primeira metade do século XX, originária do movimento moderno e representa o minimalismo na arquitetura, cujo conceito é fundamentado na valorização das formas geométricas aliando forma, função nas edificações. O modernista influenciou diversos outros tipos de estilos arquitetônicos, também como arquitetura mordenista e pós-moderna e contemporânea, e hoje a aplicação do estilo e suas variantes reverberam no presente à produzir arquitetura ampla tendo como principal meta, utilizar itens simples para construções.
ARQUITETURA ECLESIÁSTICA

Catedral de Notre Dame é um dos símbolos de Paris. Mas você sabia que no passado ela chegou a ser vandalizada? Foram mais de 8 séculos desde a sua fundação até ser considerada patrimônio mundial pela Unesco. Pode parecer meio estranho pensar em uma ilha que fica exatamente no centro de uma capital tão importante quanto Paris; mas é exatamente essa a configuração de Notre Dame. A igreja está em Île de la Cité, literalmente uma ilha da cidade que está cercada pelo Rio Sena, que passa por toda Paris. A catedral de Notre Dame de Paris representa a devoção à Nossa Senhora de Paris. Trata-se de um templo devotado à fé católica. Notre Dame de Paris começou a ser construída em 1163. A data de conclusão veio quase 200 anos depois, em 1345. A arquitetura da catedral representa boa parte da sua fama. Notre Dame de Paris é considerada uma das maiores obras de arquitetura gótica e romanesca do mundo. Embora a comoção com as perdas da igreja em 2019 tenha sido mundial, nem sempre a catedral de Notre Dame recebeu esse tipo de cuidado voltada à sua preservação. Ao longo de sua história, a catedral de Notre Dame passou por outras reformas. No século 19, a igreja não recebia os cuidados necessários para garantir sua preservação, e chegou a ser depredada. Três portais, por esculturas, são a entrada da Catedral de Notre Dame.

Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, é um dos prédios mais atraentes do centro do Rio. Com formas especiais, o local tem uma longa e bela história para contar. A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro passou séculos sem uma sede, uma catedral própria. Por isso precisou utilizar igrejas "emprestadas", como nos primeiros 58 anos (entre 1676 e 1734) quando uma capela foi erguida no Morro do Castelo. A atual Catedral, feita em estilo moderno, apresenta formato cônico, com 106 metros de diâmetro, 75 metros de altura externa, 64 metros de altura interna e capacidade para 20 000 pessoas em pé. Um diferencial da edificação, de linhas retas e sóbrias, deve-se aos vitrais coloridos rasgados nas paredes até a cúpula. Seu projeto e execução foram coordenados pelo monsenhor Ivo Antônio Calliari (1918–2005). O projeto é do arquiteto Edgar de Oliveira da Fonseca: segundo alguns, inspirado nas naves do Projeto Apollo, como símbolo do futuro. Com seus 75 metros de altura e 106 metros de diâmetro, ela tem capacidade de abrigar até 20.000 pessoas em pé. Entrando na igreja, logo se percebe ao topo uma enorme cruz grega, no centro de um círculo de 30 metros de circunferência, feita de material transparente

Basílica de São Pedro. Nenhuma das magníficas catedrais da cidade pode se comparar à Basílica de São Pedro, a maior, mais rica e mais deslumbrante basílica da Itália. Foi consagrada em Roma em 1626, após 120 anos de construção no topo de uma igreja do século IV. Seu interior magnífico tem uma infinidade de obras de arte espetaculares, incluindo algumas das obras-primas mais renomadas da Itália de Bernini e Michelangelo. Mais do que qualquer outra coisa, a Basílica de São Pedro está repleta de história. Continue lendo para se aprofundar em seu rico passado. Hoje a Basílica de São Pedro é o edifício mais importante da Igreja da Cristandade. Foram necessários cerca de 120 anos para concluir a construção da nova Basílica de São Pedro. O projeto original da basílica foi elaborado pelo renomado arquiteto Donato Bramante. Inspirado no Panteão romano, Bramante incorporou todos os aspectos tradicionais de uma igreja. Após sua morte, Giuliano da Sangallo, Fra Giocondo e Raphael continuaram a trabalhar na construção da basílica. Cuidadosamente trabalhada durante muitas décadas pelos melhores visionários de Roma, a basílica é considerada como uma conquista arquitetônica significativa. Devido a sua magnificência e importância, a basílica recebe anualmente visitantes de todo o mundo que vêm para desfrutar de uma obra que levou séculos para ser concluída.

Catedral de Sevilha, catedral em Sevilha, Espanha, que, além de ser a terceira maior igreja do mundo, é um excelente exemplo de arquitetura gótica e renascentista e representa cerca de sete séculos de história. Originalmente, era o local de uma grande mesquita construída no século XII, quando o império almóada governava não apenas Sevilha, mas a maior parte da Espanha. No entanto, após os cristãos espanhóis sob Fernando III adquirirem Sevilha em 1248, a mesquita foi usada como catedral, e seu interior foi gradualmente alterado para se adequar ao novo papel. À medida que Sevilha crescia em importância, os espanhóis decidiram construir uma igreja em escala adequadamente grandiosa para refletir a posição da cidade como um centro comercial próspero. A construção começou em 1403 sobre as fundações retangulares da mesquita, e a estrutura levou mais de um século para ser concluída, sendo concluída em 1506. Tudo o que resta da mesquita original é o pátio de entrada Pátio dos Naranjos (Pátio da Laranjeira), onde fiéis muçulmanos lavavam as mãos e os pés na fonte antes de entrar na mesquita, e um minarete construído entre 1184 e 1196. Além disso, a catedral porem, contém o túmulo do século XIX do explorador Cristóvão Colombo.

Catedral da Sé, é um Marco Histórico e Arquitetônico. Sua história remonta a 1591, quando a igreja matriz da vila de São Paulo do Campo foi instalada no local, escolhido pelo cacique Tibiriçá. Ao longo dos séculos, a catedral evoluiu, culminando na majestosa estrutura neo-gótica construída entre 1913 e 1954, com o projeto de Maximilian Emil Hehl. A arquitetura neo-gótica da catedral é verdadeiramente magnífica, tornando-a um dos maiores e mais célebres templos neogóticos do mundo. Suas imponentes torres e detalhes elaborados contribuem para sua grandiosidade, e a presença única da linha do Trópico de Capricórnio adiciona um toque geográfico especial à sua significativa presença. Além de seu valor arquitetônico, a Catedral da Sé desempenha um papel crucial na história eclesiástica, sendo um marco para a Arquidiocese de São Paulo. Sua arquitetura eclética, predominantemente neo-gótica, não apenas a torna uma obra-prima visual, mas também um símbolo representativo do patrimônio da Capital Paulista. A grandiosidade da Catedral da Sé vai além de sua arquitetura impressionante. A representatividade multicultural da catedral é notável, incorporando elementos indígenas, caboclos e também influência de imigrantes, especialmente os italianos. Essa diversidade cultural se reflete no estilo eclético da arquitetura, tornando-a representação cultural da cidade.

Catedral Basílica de Aparecida: inaugurada em 1982, o templo religioso possui uma arquitetura neorromântica e cerca de 143 mil m² de área construída, abrigando a imagem milagrosa de Nossa Senhora Aparecida que foi encontrada no Rio Paraíba em 1717. Localizada às margens de uma das rodovias mais importantes do Brasil, chegar à cidade de Aparecida é bem fácil de carro ou ônibus. Localizada às margens de uma das rodovias mais importantes do Brasil, chegar à cidade de Aparecida é bem fácil de carro ou ônibus. O aeroporto mais perto de Aparecida é o de São José dos Campos, mas ele não opera voos comerciais, por isso a opção mais viável é chegar pelo Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, que fica a cerca de 160 km de Aparecida. As estradas do aeroporto até Aparecida são todas duplicadas e em ótimo estado de conservação mas isso tem um preço cobrado em pedágios pelo caminho. Inclusive, é possível pegar um ônibus até São José dos Campos, e depois outro até Aparecida. Ambos os trechos são operados pela viação Pássaro Marron. Quem quiser fazer a viagem direta, pode pegar um ônibus na capital paulista, saindo do Terminal Rodoviário do Tietê. O trajeto é feito pelas empresas Pássaro Marron ou Cometa e custa R$ 64,40 o trecho. Também é possível pegar um coletivo saindo do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e outras cidades.

Catedral de Alexandre Nevsky domina o horizonte da cidade com deslumbrantes cúpulas, e arquitetura neobizantina. Construída entre 1882 e 1912, a catedral é um tributo aos soldados que tombaram durante a Guerra Russo-Turca, conflito que resultou na libertação da Bulgária. O ambiente ao redor respira história. o interior da catedral revela mosaicos impressionantes e vitrais detalhados. Não deixe de visitar a Cripta, que abriga uma das maiores coleções de ícones ortodoxos da Europa. A praça ao redor oferece um mercado de antiguidades fascinante, garantindo ótimo entretenimento para quem gosta de garimpar lembranças da era soviética. É obrigatório vestir roupas que cubram ombros e joelhos para entrar na catedral. Já o interior da catedral apresenta degraus e pouca iluminação.

Catedral Duomo de Milão conta uma história de fé e arte que abrange mais de seis séculos. As obras de construção do Domo de Milão provavelmente começaram em 1386. O trabalho para a construção da catedral de Milão começou em 1386, quando o estilo das catedrais góticas atingiu seu auge. Decidiu-se que a nova igreja seria construída na área das antigas basílicas de Santa Maria Maggiore e Santa Tecla, cujos vestígios, junto com os do Batistério de San Giovanni alle Fonti, ainda são visíveis na Área Arqueológica. Para esse fim, em outubro de 1387, a Veneranda Fabbrica del Duomo foi fundada por iniciativa de Gian Galeazzo Visconti, Senhor de Milão, com o objetivo de continuar o projeto e a construção da igreja. A decisão de Gian Galeazzo de usar mármore Candoglia em vez do tradicional tijolo lombardo foi acompanhada por uma verdadeira revolução, estilo com a escolha do estilo gótico.

Catedral de Liverpool, oficialmente a Igreja Catedral de Cristo em Liverpool, é um marco imponente que capta a essência da história, cultura e património espiritual da cidade. Reconhecida como uma das maiores catedrais anglicanas do mundo, é um feito monumental tanto em termos de design arquitetónico como de significado para a comunidade, é uma maravilha do design e da engenharia, apresentando uma mistura harmoniosa de elementos góticos tradicionais e engenhosidade moderna. A sua imensa escala é imediatamente impressionante; a catedral mede 189 metros de comprimento, o que a torna a catedral mais longa do mundo. A torre central, com 101 metros de altura, domina a linha do horizonte da cidade e oferece vistas panorâmicas a partir do seu cume. No interior, os visitantes são recebidos por uma nave de cortar a respiração, a maior de Inglaterra.
ARQUITETURA MILITAR

Forte D. Pedro Segundo: em Caçapava do Sul-RS construído em 1848, pelo General Soares de Andréa, Presidente da Província e comandante das armas, com consentimento do Governo Imperial, iniciou a construção do Forte, em terreno adquirido pela Fazenda Nacional de Manuel Lourenço de Brito. O Forte que tomou o nome de Forte Dom Pedro II, teve o seu projeto feito pelo próprio Gal. Andréa, que possuía os cursos de matemática, astronomia, navegação e de engenharia militar. Sua construção se desenvolveu num bom ritmo até 17 de fevereiro de 1850, quando o Gal. Andréa foi substituído. A construção do Forte D. Pedro II, confiada a José Maria Campos, foi iniciada. Com a derrota de Rosas, contudo, cessaram-se as ameaças estrangeiras e as obras foram paralisadas em dezembro de 1856, sendo posteriormente abandonadas. Daí em diante as obras prosseguiram lentamente até dezembro de 1856, quando pararam definitivamente. O Forte forma de um polígono hexagonal e suas paredes construídas em pedra e cal têm a altura de 8 a 10 metros, com mais de um metro de espessura. Sua área é de 27.000m² na parte externa e 19.000m² na parte interna. A ideia era fortificar a Vila de Caçapava, por julgar iminente a invasão de nossas fronteiras.

Forte Messada: localizado no litoral sudoeste do Mar Morto, em Israel, Massada é na verdade um enorme planalto escarpado e desértico que garante paisagens dramáticas e muita história. A impressionante fortaleza de Massada desafiou todas as construções da sua época e se tornou um lugar invencível em pleno deserto da Judeia. O parque conta com um complexo que figura na lista de patrimônios da UNESCO e inclui ruínas de palácios e outros edifícios de centenas de anos. Uma experiência única é assistir ao pôr do sol do topo da fortaleza, de mais de dois mil anos, no ponto mais alto da região, pode chegar a pé ou de teleférico.

Forte Tamaracá: na Bahia. faz parte da antiga capitania de Pêro Lopes de Souza, deveria possuir um sistema de defesa lusitano, que vigorou até ser tomada pelos holandeses em 1631. Nesse ano, o povo da Companhia das Índias Ocidentais iniciou, na entrada sul do Canal de Santa Cruz, a construção de uma fortificação em terra, taipas e faxinas. O forte chamado de Orange pode ser visto em representações gráficas holandeses. Em livro do humanista Gaspar Barléus, Amesterdão, 1647, dedicado ao governo de João Maurício de Nassau 1637‐1644, se inseriu um mapa da ilha com a fortificação e seu hornaveque. Com a tomada do forte holandês pelo Terço das Ilhas, comandado pelo mestre‐de‐campo Francisco de Figueirôa, o forte foi reconstruído 1696 em pedra e cal pelos portugueses. A nova construção, bem maior e mais alta, envolveu a antiga. A construção atual é lusitana e, parece, nunca foi totalmente concluída. O Forte de Santa Cruz, seu nome português, é construção com quatro baluartes, capela e quartéis protegidos pelas cortinas. Sobre o portão de acesso estão as armas de Portugal. O forte faz parte do complexo turístico da ilha.

Forte de Copacabana: é aquele lugar charmoso do Rio que não dá para deixar de conhecer. Localizado na altura do Posto Seis, ele tem museu, café com vista privilegiada e atividades culturais. Forte de Copacabana foi, então, considerado a mais moderna Praça de Guerra da América do Sul. Além disso, o local foi palco de importantes acontecimentos históricos, como o Levante dos 18, em 1922. Hoje, como espaço cultural, é conhecido como Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana Por lá, moradores e turistas conferem exposições, atividades culturais na fortificação. O Forte de Copacabana, antigo Forte da Igrejinha, é situado no final da Avenida Atlântica

Forte Reis Magos: em Natal-RN no final do século XVI, franceses habitavam parte do atual Nordeste brasileiro e traficavam pau-brasil. Identificada essa a ameaça, em 1597, portugueses e espanhóis, mandaram uma expedição, com o intuito de deter os franceses e dominar a região. Entre as ordens da Coroa conquistadora, estava a construção de um forte para proteger o território contra invasões futuras e uma vila nas imediações que viria a ser a capital do Rio Grande do Norte. O Forte começou a ser construído em 6 de janeiro de 1598, Dia de Reis na tradição católica e foi daí que veio a origem do seu nome. Já Natal, foi fundada pouco depois, em 25/12/1599. Os holandeses atacaram o Forte dos Reis Magos em 1633 e saíram vitoriosos. Dominaram a região por 21 anos até que, em 1654, Portugal conseguiu retomar o poder. O Forte foi feito de alvenaria, pedra e cal, em forma de estrela. No teto da capela, que fica no centro do Forte, há um compartimento que servia de esconderijo de armas e munição; O piso do Forte tem mais de 400 anos e é original da sua construção, pode-se conhecer a prisão no porão da Fortaleza onde os prisioneiros eram lançados morrerem para afogados quando a maré subisse.

Fort Jefferson: é o terceiro maior forte dos Estados Unidos e uma das maiores estruturas de tijolos do continente americano. A fortaleza fica localizada no arquipélago Florida Keys, no estado americano da Flórida, e começou a ser construída em 1846, ficando pronta somente trinta anos depois. No fim do mesmo século, o exército americano abandonou o forte e ele foi transformado em um monumento nacional, parte de um parque nacional de preservação ambiental, maior fortificação toda de alvenaria das Américas. Está em atividade ininterrupta há mais de 30 anos e é um dos mais visitados no mundo. ficou nas mãos da União durante a Guerra Civil.
Arquitetura, Histórica e Arqueológica

Castelo Taj Mahal, na época do império Mogol dominava a Índia. e essa história tem início em 1607, quando O jovem príncipe Kurran, de 14 anos, conheceu a jovem indiana Aryumand Banu Begam, de 15 anos. Não se sabe como o casamento deles foi planejado, se foi arranjado, ou não, o que se sabe, é que o casal esperou por 5 anos para poderem oficializar o matrimônio, e nesse período, o príncipe havia tido outro casamento. Essa história sempre é contada exaltando o quanto o príncipe era apaixonado por Aryumand, fazendo com que ele a apelidasse de Mumtaz Mahal, a jóia do palácio. Após amadurecer e ser coroado, Kurran recebeu o nome de Shah Jahan, o rei do mundo. Esta é a famosa história de amor por trás da construção do Taj Mahal! Apesar do enredo ser verídico, alguns detalhes acabam se perdendo, ou sendo recontados de outras formas ao longo dos anos.

Castelo de Pedras Altas, erguido entre 1909 e 1913, em estilo medieval, o castelo foi construído pelo diplomata Joaquim Francisco de Assis Brasil, homenagem a sua segunda esposa, Dona Lydia, descendente da nobreza portuguesa e brasileira. com arquitetura em estilo medieval e inspirações nos famosos castelos europeus, a fortaleza de Pedras Altas foi construída em pedras de granito rosado, talhadas por canteiros da Espanha. Fato é que o próprio Assis Brasil escolheu para viver depois de deixar a política, dedicando-se ao campo, lá teve os últimos anos de sua vida. Entre seus cômodos luxuosos, uma biblioteca com capacidade para guardar 15 mil livros sonho de Assis Brasil em transformar o local em museu público, permitindo à população gaúcha tivesse acesso ao conhecimento através de obras importantes dos maiores autores mundiais. O castelo em sinal de força, resistiu a Revolução de 1923, liderada por Assis Brasil.

Castelo de Sant'Angelo, também Mausoléu de Adriano é uma obra arquitetônica romana primorosa que atrai quase 7,1 milhões de turistas a cada ano. Uma representação completa da herança arqueológica de Roma, o Mausoléu de Adriano evoluiu de um túmulo para uma fortaleza militar e um palácio. Nesta página, você encontrará detalhes sobre o Mausoléu de Adriano, sua história e a atração turística em que ele se tornou. O Império Romano esteve sob o extenso reinado transformador do Imperador Publius Aelius Hadrianus, de 117 a 138 d.C. O ambicioso Imperador é creditado por suas contribuições que deram a Roma a elegância e a grandeza que ela possui hoje. O Castelo de Sant'Angelo está dividido em cinco andares aos quais se pode ter acesso através de uma rampa em espiral que leva primeiramente à câmara das cinzas e posteriormente às celas onde ficavam presos personagens históricos.

Castelo de Viana do Alentejo, é composto pela estrutura amuralhada e por um conjunto com espaços religiosos que se encontram no seu interior: Igreja Matriz de Nossa Senhora da Anunciação, pela Igreja da Misericórdia de Viana do Alentejo, pela Capela de Santo António e pela antiga capela de Nossa Senhora da Assunção, hoje convertida no centro de interpretação para o conjunto. Com algumas fontes históricas a colocarem a génese desta estrutura no reinado de Dom Dinis 1279-1325, sendo do mesmo período da outorga do primeiro foral da vila alentejana em 1313, investigações mais recentes parecem apontar para uma construção posterior. O recinto que viria a abrigar na sua disposição os primitivos paços do Concelho, o primeiro cemitério da vila e a primitiva Igreja Matriz, consagrada a Santa Maria de Foxem.

Castelo de Chambord é um dos destinos turísticos mais populares Frances. Situado no departamento de Loir-et-Cher, na região do Vale do Loire, o Castelo de Chambord foi construído no século XVI durante o reinado de François I, a poucos quilómetros da cidade de Blois. Construído no coração do maior parque florestal fechado da Europa, o Château de Chambord é o maior dos castelos do Loire. Classificado como Património Mundial da UNESCO em 1981, o Château de Chambord recebe mais de um milhão de visitantes por ano, o que faz dele um dos castelos mais visitados em França, a seguir ao Château de Versailles. Neste artigo, vamos conhecer melhor a história do Castelo de Chambord e descobrir a sua arquitetura os seus magníficos jardins. O desenvolvimento exterior do Castelo de Chambord só começou efectivamente no reinado de Luís XIV.

Castelo de Petrópolis, residência de verão da família imperial brasileira, esteve ocupado durante os primeiros cinqüenta anos do período republicano por dois educandários petropolitanos, primeiro o Colégio de Sion e posteriormente o Colégio São Vicente de Paulo. Este não é próprio, imperial por algum tempo mesmo após a instalação do museu. Criada a instituição como patrimônio nacional e subordinada diretamente ao Ministério da Educação, foi o Museu Imperial entregue à direção de Alcindo Sodré, médico e escritor, nascido no Rio Grande do Sul, mas havia muito radio cado em Petrópolis, autor de importantes trabalhos de investigação histórica sobre uma cidade imperial. O arquivo, um dos mais importantes do país, contém documentos que abrangem desde o século XIII até o primeiro quartel do século XX, incluindo-se as garrafas diplomáticas e monográficas e ainda a história de Petrópolis.

Castelo de Himeji é considerado o castelo mais famoso e mais bem preservado de todo o Japão. Localizado na cidade de Himeji na província de Hyōgo, ele impressiona visitantes do mundo inteiro com sua arquitetura elegante e suas paredes brancas que parecem brilhar ao sol. A estrutura atual do castelo foi construída no início do século XVII durante o Japão feudal. Ao longo de mais de 400 anos, o castelo conseguiu sobreviver a guerras, terremotos e até aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial, tornando-se um dos poucos castelos que ainda existem no país. também conhecido como Castelo da Garça Branca, tem mais de 600 anos de história e é um dos mais bem preservados exemplo arquitetura feudal japonesa.

Castelo de Krak des Chevaliers-Síria situado em uma fortaleza natural próxima da costa do sul da Síria, entre Tartus e Tripoli, foi originalmente construído pelo Emir de Aleppo em 1031, no local de uma fortificação anteriormente existente. Após a derrota do Emir, a fortaleza foi dada à Ordem dos Cavaleiros Hospitalários em 1144, por Raymond II de Tripoli reinado entre 1137-1152, para que fosse adequadamente habitado e constituísse uma cobertura útil à fronteira oriental do Condado de Tripoli, um dos estados cruzados criados dentro do Oriente Latino, no Levante. O castelo, um dos 25, foi o mais importante mantido pelos Hospitalários, cujo quartel-general encontrava-se em Jerusalém, mas transferido posteriormente para Acre em 1191.

Castelo Stahleck, Alemanha, está localizado na margem esquerda do Reno, perto de Bacharach, 50 km ao sul de Koblenz e, é mencionado pela primeira vez em 1135 como um reduto dos príncipes eleitores de Colônia. É o primeiro grande castelo ao norte de Rüdesheim e Bingen destinado a proteger o setor dos quatro vales ao redor de Bacharach. Em 1142, Hermann von Stahleck tornou-se conde do Palatinado e príncipe-eleitor. Em 1214, o castelo Stahleck foi transmitido por casamento ao Wittelsbach (até 1802). Stahleck 1346 foi aberto ao Arcebispo de Mainz, Gerlach de Nassau. Durante a Guerra dos Trinta Anos, foi várias vezes conquistada e sofreu devastação. O castelo reparado de forma definitivamente em 1689, no Alto Médio Reno.
Arquitetura Palaciana

Palácio Versalhes: teve sua construção iniciada durante o reinado de Luís XIV e tornou-se símbolo do poder e riqueza dos monarcas do absolutismo Françes. O Palácio de Versalhes começou a ser construído, na sua forma atual, no reinado de Luís XIV, rei que governou a França entre 1661 e 1715 e que ficou conhecido como Rei Sol. Esse palácio é o grande símbolo do poder dos monarcas na França absolutista, além de ser o grande ícone que representa o padrão de vida luxuoso dos reis e da nobreza. O Palácio de Versalhes foi a casa dos reis franceses de 1682 até 1789. A história do Palácio de Versalhes transformou-se radicalmente quando Luís XIV foi coroado rei da França. Luís XIV governou a França de 1643 a 1715. O Rei Sol, como autodenominou-se, sendo a personificação do poder dos absolutistas e esbanjou um estilo de vida extremamente luxuoso, do qual a construção do Palácio de Versalhes é um símbolo.

Palácio de Topkapi: é uma celebração da rica história, cultura e passado glorioso do Império Otomano. Aqui estão alguns dos eventos mais significativos de sua história. O Palácio de Topkapi é um dos maiores palácios sobreviventes do mundo e foi construído entre 1460 e 1478 sob as ordens do sultão Maomé II, alguns anos após conquistar Constantinopla. O palácio serviu como o lar dos sultões otomanos por quase quatro séculos. Foi também a sede administrativa e educacional do estado. Após a morte de Maomé, cerca de 30 sultões governaram do palácio, renovando-o e expandindo-o até sua aparência atual uma mistura única de estilos de arquitetura islâmica, europeia e otomana. Com quatro pátios e mais de 400 quartos, o palácio abrigava cerca de 4 mil pessoas, e 300 concubinas no Harém.

Palácio de Salomão: filho de Davi, atingiu o apogeu do governo monárquico com a construção do Templo de Jerusalém. A política marcada pela construção de grandes templos e palácios acabou fazendo com que o governo de Salomão sofresse forte oposição por conta dos trabalhos forçados e o grande número de impostos exigidos da população. A morte do rei Salomão em 935 a.C., acabou fixando uma verdadeira crise sucessória que findou com a divisão das tribos em dois novos Estados: o primeiro seria o Reino de Israel formado por dez tribos do norte com capital e Samaria e o Reino de Judá, compostos pelas tribos de Benjamin e Judá. A divisão política e territorial acabou expondo os hebreus militarmente, que em pouco tempo foram dominados por outras civilizações. No ano de 721 a.C., os assírios conquistaram o Reino de Israel, o que acabou fazendo com que dez tribos que formavam o reino viessem a desaparecer.

Palácio Guanabara: sito à Rua Pinheiro Machado é a sede oficial do governo do Rio de Janeiro. De estilo neoclássico, o Palácio Guanabara começou a ser construído em 1853 pelo comerciante português José Machado Coelho. Nessa época, a Rua Pinheiro Machado se chamava Rua da Guanabara. O Palácio, depois de pronto, foi residência particular até 1860. Cinco anos mais tarde, o Palácio Guanabara passou a ser uma construção ligada ao poder político do Rio de Janeiro e do Brasil. Em 1865, tornou-se a residência da Princesa Isabel e seu esposo, o Conde d'Eu. Reformado pelo arquiteto José Maria Jacinto Rebelo, o prédio passou a ser chamado de Paço Isabel ou Palácio Isabel. O Palácio Guanabara continuou sendo posse de príncipes até a proclamação da república, em 1889. O Palácio da Guanabara utilizado por Getúlio Vargas como residência oficial no Estado Novo 1937 a 1945.

Palácio Rio Branco: esta construção é um dos símbolos mais importantes da cidade de Salvador, que guarda um importante retrato do Brasil. é um monumento que nasceu junto com a primeira capital do país e carrega uma história cheia de curiosidades e belezas. Foi Tomé de Sousa quem deu a ordem para a construção do primeiro projeto do lugar, que abrigaria a sede do governo português. Ele serviria como um centro de comando, residência e despacho oficial dos grandes poderes. Recebeu os membros da realeza portuguesa, o Imperador D. Pedro I e a Imperatriz Leopoldina, e o Imperador D. Pedro II e a Imperatriz D. Tereza Christina. Em 1912, essa primeira e mais simples edificação foi atingida por um bombardeio e ficou em ruínas, sendo reinaugurada em 1919, quando recebeu o nome atual em homenagem ao Barão do Rio Branco. Local serviu de quartel e como prisão. Abrigou a Fundação Pedro Calmon e agora abriga a Secretaria de Cultura da Bahia.

Palácio do Campo das Princesas: foi edificado em 1841 em estilo neoclássico, mas ao longo do tempo foi reconstruído e ampliado em estilo eclético. O neoclassicismo foi um período artístico e literário que surgiu nos meados do século XVIII, sendo uma oposição ao barroco e ao rococó. Os elementos da arquitetura greco-romana, como comentamos, serviram de inspiração. O auge do estilo foi até o século XIX, servindo como guia para as obras arquitetônicas e os demais movimentos artísticos da época. O ecletismo na arquitetura teve sua origem intimamente ligada às revoluções industriais que aconteceram na Europa e nos Estados Unidos ao longo do século XIX. Esse período também foi marcado pelos avanços da engenharia, este fato que possibilitou que novas técnicas fossem introduzidos nas construções, como o uso do aço, do vidro, do ferro forjado e do vidro laminado.
Arquitetura Residencial

Casas Coreanas: são construídas de uma forma diferente conforme a região onde se localizam. Nas regiões mais frias da Coreia, As casas são construídas em forma de quadrado fechado para reter melhor o calor. Nas regiões centrais, são construídas em forma de L e nas regiões mais a sul em forma de I. Outras características das casas tradicionais coreanas é que são construídas de forma a arrefecer o seu interior no verão e aquecer o seu interior no inverno. Nomeadamente com o chão das casas, que é de madeira, no inverno, aquecido no sistema Ondol, no verão é fresco.

Casas escandinavas: são pequenas, por isso, os móveis têm dimensões menores e tudo precisa ficar no lugar certo. Além disso, os recursos naturais nos países nórdicos são limitados, fazendo que os profissionais valorizem o que é usado e criem produtos para durar a vida toda. A seguir, veja por que o design escandinavo consegue atrair o interesse das pessoas e constituir ambientes agradáveis. As casas escandinavas são pequenas, por isso, os móveis têm dimensões menores e tudo precisa ficar no lugar certo. Além disso, os recursos naturais nos países nórdicos são limitados, fazendo que os profissionais valorizem o que é usado e criem produtos para durar. O minimalismo também aumenta popularidade, design escandinavo.

Casa Japonesa: é uma construção que reflete a cultura e a história do Japão, unindo tradição e modernidade de forma harmônica. Essa forma de moradia é conhecida por suas características marcantes, como a simplicidade e a funcionalidade, além da valorização dos materiais naturais e da relação estreita com a natureza. A história da casa japonesa remonta a mais de 1.000 anos atrás, quando as primeiras casas começaram a ser construídas no país. Diversos fatores, como o clima, a geografia e a cultura do país, influenciaram a arquitetura japonesa. As casas tradicionais eram construídas com materiais naturais, como madeira, bambu, papel e palha, e possuíam um design que levava em conta a relação o ambiente natural ao redor.

Casa europeia: é um verdadeiro tesouro em estilos e influências, cada região apresentando uma identidade única que remonta a séculos atrás. Desde os majestosos castelos medievais até as encantadoras casas de campo, esse estilo tem cativado pessoas ao redor do mundo. Neste artigo, vamos explorar o rico legado da arquitetura europeia, suas cores envolventes, materiais distintos e muito mais. Desde os majestosos castelos medievais até as encantadoras casas de campo, esse estilo tem cativado pessoas ao redor do mundo.

Casa Chinesa: possui várias características distintas que a diferenciam de outras tradições arquitetônicas. Uma das mais importantes é a ênfase no eixo horizontal e na simetria, que cria uma sensação de equilíbrio e harmonia. tipicamente modestos em comparação com estruturas imperiais e religiosas. O siheyuan, ou casa com pátio, era uma moradia urbana comum que proporcionava um espaço privado voltado para dentro para famílias extensas.

Casas americanas: Um verdadeiro reflexo da diversidade cultural e histórica dos Estados Unidos. Com estilos variados que vão do colonial indo ao moderno, residências apresentam características únicas que as diferenciam das construções em outros países. Vamos explorar alguns aspectos que tornam as casas americanas tão distintas e fascinantes. Uma das principais diferenças das casas americanas em relação às brasileiras é o uso extensivo da madeira. Placas estruturais de madeira, conhecidas como Wood Frame, geralmente de pinus, são utilizadas para formar a estrutura principal da casa. São um fascinante mosaico de estilos arquitetônicos, materiais de construção inovadores e distribuições pensadas para o conforto a praticidade, seja estilo colonial, vitoriano, ranch, são casas refletem a história as preferências culturais dos Estados Unidos.
MUSEOLOGIA
É a ciência que estuda a história, a função social, a organização e as técnicas de gestão de museus, abrangendo também a teoria e a prática da preservação, documentação, pesquisa e exposição do patrimônio cultural, ela analisa como os museus operam e como se relacionam com o público e a sociedade.

Museu da Inconfidência: localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Ouro Preto, o museu foi inaugurado em 1944 para preservar, pesquisar e divulgar objetos e documentos relacionados à Inconfidência Mineira. O acervo de 4 mil itens reúne peças históricas e artísticas que formam um conjunto de relatos, testemunhos culturais do período, refletindo a relação de Vila Rica com a conspiração. O Panteão dos Inconfidentes guarda lápides com os restos mortais de 16 inconfidentes, incluindo o poeta Tomás Antônio Gonzaga. O Arquivo Histórico do Museu da Inconfidência, guarda e conserva uma série de documentos de significativo imensurável histórico, dotado de pinturas, mobiliário, estatuária, ourivesaria, fotografias, desenhos, gravuras, objetos de uso doméstico e de escravidão. O Museu da Inconfidência como movimento separatista do século XVIII que marcou na história a figura de Tiradentes.

Museu Paulista do Ipiranga: da Universidade de São Paulo. É uma instituição científica, cultural e educacional com atuação no campo da História e cujas atividades têm, como referência permanente, acervo e conjunto articulado dessas atividades é a curadoria. Envolve a formação e ampliação de coleções por intermédio de doações, aquisições ou coleta de campo, sua conservação física, seu estudo documentado como a comunicação, seja do acervo, seja do conhecimento que ele permite gerar, através de exposições, cursos, programas educativos e publicações. Como órgão da Universidade de São Paulo, a ela integrado desde 1963,faz pesquisa, ensino e extensão. O Plano Diretor de 1990 definiu como área de especialidade institucional a História da Cultura Material. Neste campo, instituiu três linhas de pesquisa: Cotidiano e Sociedade; Universo do Trabalho; História do Imaginário, em função as quais têm sido ampliados e reorientados, acervos e exposições do Museu. Em 1895. Museu do Estado ou Paulista foi transferido para o monumento. Museu público mais antigo de São Paulo e Monumento à Independência se misturaram e, desde então, ficou conhecido como Museu do Ipiranga.

Museu do Louvre: é enorme e os amantes da arte podem passar vários dias passeando por ele. Para ter uma ideia geral e ver as obras mais destacadas, é necessário dedicar pelo menos uma manhã completa para percorrer o museu. Se você se interessa pela arte e quer conhecer a fundo as obras do Louvre, o museu coloca à disposição de seus visitantes por áudio guia com comentários sobre cada obra dessa galeria. Você pode fazer o download em seu celular, no Nintendo 3D. Embora o Museu do Louvre seja muito importante a nível mundial, para as pessoas que não são muito interessadas em arte ele pode acabar se tornando um passeio cansativo devido às suas enormes dimensões, além do calor e das aglomerações. O Louvre contém mais de 380 mil objetos e exibe 35 mil obras de arte em oito departamentos curatoriais com mais de 60 a 600 metros quadrados de área e, é dedicado à coleção permanente de acervos. O Louvre é enorme e os amantes da arte podem passar vários dias passeando por ele. Para ter uma ideia geral e ver as obras mais destacadas, é necessário uma manhã completa para percorre-lo.

Museu Britânico: em Londres, na Inglaterra, além de ser o maior museu britânico, é também o mais antigo museu nacional do mundo. Embora tenha sido fundado em 1753, a abertura ao público aconteceu somente seis anos depois, em 15 de janeiro de 1759. Desde a sua fundação, a entrada é gratuita e o número de visitante atualmente chega perto de 6 milhões. A Grã-Bretanha foi o maior império da humanidade, chegando a dominar um quarto do planeta. Isso possibilitou que o Museu Britânico tenha um acervo com raridades de várias nações. Seu acervo soma mais de 8 milhões de peças, incluindo objetos originários da África, América, Europa, Ásia e Oceania. Só as duas guerras mundiais foram motivo para que o British Museum fechasse suas portas. Tirando esses períodos conturbados, o horário de abertura do museu tem se estendido cada vez mais. O prédio em que o museu funciona foi construído no século 19 e é formado por quatro alas centrais. A fachada sul é adornada por colunas dóricas e um triângulo frontão repleto de esculturas estilo clássico.

Museu Nacional de Tóquio: é o maior e mais antigo museu de todo Japão. Visitá-lo é uma boa forma de se familiarizar com a cultura e a história do país. A coleção do Museu Nacional de Tóquio é composta de pintura, escultura, espadas, armaduras e outras peças de origem tanto japonesa quanto de outras culturas asiáticas. Essas peças estão distribuídas em diversos edifícios formam o museu. Localizado no Parque Ueno, o local abriga mais de 100 mil objetos de valor arqueológico e artístico de várias eras da história japonesa e de outros países asiáticos. Seu acervo inclui 87 obras pertencentes ao Tesouro Nacional Japonês sendo 610 itens classificados como cultural de grande importância. realiza pesquisas e sobre sua coleção de livros, fotos e fotografias, e às artes plásticas, e disponibiliza esses itens aos estudiosos. A coleção permanente não é menos interessante, conta com artefatos do período dos Três Reinos. O Museu Nacional de Tóquio representa a cultura, por expor de forma abrangente bens culturais japoneses.

Museu de Arte de Tel Aviv: Possui uma das coleções de arte mais importantes do Oriente Médio. O Museu de Arte de Tel Aviv foi recentemente classificado em 75º lugar na lista dos 100 museus mais populares do mundo. A coleção do Museu de Arte Moderna de Tel Aviv reúne obras de artistas tão destacados quanto Pablo Picasso, Joan Miró, René Magritte, Salvador Dalí, Van Dyck, Rembrandt, Marx Ernst, Roy Lichtenstein, Edvard Munch ou Kandinsky. esses artistas internacionais de renome se unem às obras de outros pintores e escultores israelenses que abordam assuntos como a origem judia de Israel, a multiculturalidade de Tel Aviv, o corpo humano, etc. Embora o Museu de Arte de Tel Aviv seja uma das principais atrações da cidade, trata-se de uma visita focada na arte, pintura e escultura, por isso, se você não é um amante das artes plásticas, poderá dedicar tempo a outros museus de Tel Aviv. No entanto, o Museu de Arte está no coração de Tel Aviv e é considerado por muitos uma obra de arte em si mesma por sua arquitetura. Se você estiver na região, não deixe de visitar pelo menos o exterior do museu. Atualmente, Museu de Arte de Tel Aviv tem 10 galerias com 18.000 m².
Estudo Etnográfico da Arquitetura Antiga

Bangalô: têm uma história fascinante, culôsjas origens remontam a Bengala, na Índia. O próprio termo bangalô é derivado da palavra hindi bangla, referindo-se a um tipo de casa de campo construída para os primeiros colonizadores europeus. Em meados do século XVII, os colonialistas britânicos na Índia adotaram este estilo de habitação. Esses primeiros bangalôs eram casas casuais, térreas, com amplas varandas, projetadas para se refrescar no calor sufocante. Com o tempo, os bangalôs evoluíram para se adequar a vários climas e necessidades culturais. Dos charmosos bangalôs Craftsman de Pasadena aos robustos bangalôs de Chicago projetados para lotes estreitos da cidade.

Casas Astecas iam desde cabanas de um cômodo até grandes e espaçosos palácios. Assim como em suas roupas e dieta, o tamanho e o estilo das casas astecas dependiam do status social da família. Nobres ricos viviam em casas elaboradas com muitos cômodos, geralmente construídas ao redor de um pátio interno. Astecas e plebeus mais pobres geralmente viviam em casas de um cômodo, construídas com tijolos de adobe e telhados de palha. Nobres podiam decorar suas casas de forma luxuosa; como os plebeus não podiam fazer. Os astecas caiaram suas casas com cal para refletir luz e permanecessem frescas.

Ocas: tradicionais são construídas de madeira e cobertas de palha até o chão e ficam próximas umas das outras, formando o desenho da ferradura. A única entrada da casa está voltada para o centro da aldeia. No interior das casas há um espaço para cada família, que é delimitado por esteiras ao redor do fogo onde todos se reúnem. Antigamente todos os povos indígenas do Alto Rio Negro construíam casas bem grandes, chamadas de maloca, que eram moradas coletivas de várias famílias. São para até 10 famílias. Durante ritual festa, a maloca é o universo, o chão da maloca a terra, os postes montanhas que sustentam o telhado, que representa o céu, o solo da corre, de oeste a leste um rio, fonte de vida.

Casa do Inca, como o próprio nome indica, era a principal residência do imperador em Machu Picchu. Essa construção de pedra, que também é chamada de "residência real", é composta de quartos, varandas, banheiros e tudo construído e esculpido em pedra fina. Sua função era receber o Inca em suas visitas esporádicas a Machu Picchu. Atualmente, é uma das construções mais famosas quando se visita o sítio arqueológico. Estima-se que Machu Picchu tenha sido construída por volta de 1450 d.C. O local foi escolhido pela proliferação de pedras de granito, bem como por sua bela geografia, ideal para a adoração dos deuses.

Maloca: na arquitetura africana se caracteriza por utilizar uma ampla variedade de materiais nos projetos, tais como a madeira, a lama, a palha, os tijolos de barro e as pedras, entre outros. Entre os mais conhecidos princípios utilizados pelos povos africanos antigos na arquitetura são os fractais, ou seja, objetos em que cada parte reproduz a figura como um todo. Curvas e estruturas irregulares, portanto, são muito presentes. As vilas da maior parte das civilizações antigas africanas se formavam dessa maneira, com um padrão fractal. Ou seja, várias comunidades se desenvolviam próximas umas das outras, adotando o mesmo formato, com a casa do rei ou líder no centro e dos subalternos em volta.

Arquitetura Maia: tem caráter cerimonial, o que proporcionou o surgimento de estruturas suntuosas. As grandes plataformas eram feitas de pedras. As paredes, de terra batida e, depois, revestidas por pedra talhada ou argamassa. Os tetos tinham forma de falsa abóbada. Os exteriores de palácios e pirâmides apresentavam esculturas em suas decorações. No que restou das cidades maias, os arqueólogos encontraram vestígios de observatórios astronômicos entre os quais o mais importante é o El caracol, na cidade de Chichén Itzá, praças de recreação, espaços para jogos de bola e elaborada infra-estrutura urbana.
LUDOLOGIA
É o campo de estudos dedicado à análise e a compreensão dos jogos, abrangendo desde suas regras e mecânicas até a experiência do jogador e seu impacto cultural, com foco particular nos jogos digitais.

Casino Monte Carlo: é famoso pelo seu luxo e riquezas que jogam dentro dele cada noite, e também pelos carros de luxo que estão sempre estacionados na sua praça. Uma das melhores vistas do principado de Mônaco está no Cassino de Monte Carlo. Esse Cassino possui uma sala mais linda que a outra e serve de exemplo da estética Belle Époque do final do século 19 e foi construído pelo arquiteto Charles Carniel responsável também pela construção da Ópera de Paris. Esse cassino é o responsável por continuar atraindo multidões para o principado se tornando um ponto de referência. Foi inaugurado em 1863 após Florestan I ter legalizado os jogos no país em 1858 e em 1910 a construção foi expandida para dar lugar a um teatro, a Ópera de Monte Carlo. O Monte Carlo Ballet também está situado no Cassino de Monte Carlo. Você terá à sua disposição jogos como Roleta, Baccarat, Blackjack, Dados, Poker, Video Poker e muitas máquinas de caça-níqueis. É importante ressaltar que nas salas vips do cassino é obrigatório o uso de paletó e é proibido entrar com bermudas, mini-saias ou shorts em qualquer dependência do cassino. O Cassino é realmente encantador. Podemos dizer que no salão Europa você irá disputar roleta europeia e inglesa embaixo de lindas luminárias. No Amériques você encontrará mesas de BlackJack cercadas por pinturas de Jules Émile Saintin. O cassino de Monte Carlo abriga o Grand Theatre. Construído em 1870 por Charles Garnier a pedido do príncipe Carlos III.

Cassino Atlantis: abrangendo uma lagoa de sete acres com claraboias e janelas para trazer o exterior para dentro o Atlantis Casino é inovação em design de cassino. eventos, shows e todas as atrações exclusivas do Atlantis Resort and Casino. É um dos maiores cassinos do Caribe, com 85 jogos de mesa, mais de 700 das mais novas máquinas caça-níqueis em denominações de um centavo a US$ 100, torneios e eventos, e um livro de corrida e esporte, bem como uma gama de experiências de jogos excepcionais. O Atlantis Paradise Island é um resort exuberante à beira-mar localizado na Paradise Island. Além de Incrível este resort trabalha para conservar os recifes de corais do mundo. Um destino dinâmico que foi lançado há mais de duas décadas como uma maravilha moderna da engenharia, o Atlantis entrou em novo capítulo vinculada numa conexão com o oceano e a cultura das Bahamas.

Bellagio Las Vegas: é um hotel e cassino de luxo localizado na Las Vegas Strip, em Nevada. É conhecido por seu icônico show de fontes dançantes coloridas, que apresentam uma exibição impressionante de água, música e luz. O Bellagio é um destino popular para turistas que visitam Las Vegas, oferecendo uma ampla variedade de comodidades e atrações. O Bellagio foi construído por Steve Wynn, um magnata do cassino e incorporador imobiliário, e abriu suas portas em 1998. Foi inspirado na bela cidade à beira do lago de Bellagio, na Itália, e apresenta um design de inspiração mediterrânea, com piso de mármore, lustres e afrescos. Além de seu design deslumbrante e show de fontes, o Bellagio também abriga um cassino, várias lojas de luxo e vários restaurantes sofisticados. É também o lar da Bellagio Gallery of Fine Art, que apresenta exposições rotativas de obras de artistas famosos. O Bellagio Las Vegas é um destino luxuoso e icônico que oferece algo à todos. Caso esteja procurando ir aos cassinos, assistir a um show ou apenas relaxar com estilo, o Bellagio tem algo a te oferecer. Os apostadores sérios podem tentar seu melhor blefe na Bobby's Room, sala popular entre as celebridades e nomeada em homenagem a Bobby Baldwin que, em 1978, tornou-se o mais jovem campeão do evento principal no World Series of Poker. Com altos limites para apostas e ambiente elegante, sempre repleto de jogadores de pôquer e aficionados em jogos de dados estará paraíso.

Marina Bay Sands Hotel: Está localizado em Cingapura. E é muito mais do que um simples cassino tradicional. As atividades aqui superam apenas o jogo convencional de jogos de azar e a entrega de prêmios em dinheiro. Está bem equipado para se tornar um destino de entretenimento popular em todo o Sudeste Asiático. Você faz suas apostas, enquanto joga cartas, máquinas, roletas e depois espera até que a sorte faça um feitiço a seu favor. O ambiente é tal que vai te deixar boquiaberto e dar vontade de ficar mais. Mesmo que você não seja do tipo que joga. No passado, alguns clientes sortudos foram proprietários de carros premium que foram distribuídos como prêmio do Mystery Car Jackpot. Se você não gosta de jogar ou está sem sorte, pode pegar o elevador até o 56º andar para apreciar a bela vista da cidade.

Conrad Punta del Este Resort & Casino: localizado em um dos balneários mais sofisticados da América do Sul, se posicionou desde a sua inauguração, já faz 17 anos, como o Cassino n° 1 da América Latina e o centro de entretenimentos mais importante da região. O Resort possui 294 apartamentos, todos com vista para o mar, entre os quais estão incluídas 41 luxuosas suítes. Parte delas recentemente remodeladas, guiadas por um olhar audaz e contemporâneo, comprometido com o fortalecimento do prédio, com a paisagem e o ambiente natural circundante e a recuperação da unicidade do espaço estabelecendo matizes de integração entre seus diferentes setores O Conrad Punta Del Este Resort & Casino apresenta cassino, spa, 2 piscinas, 2 quadras de tênis, 4 restaurantes e acomodações elegantes em frente à Praia La Mansa. O Aeroporto Internacional de Laguna del Sauce fica a 15 minutos de carro. Os quartos do Conrad Punta Del Este possuem piso em carpete, ar-condicionado e varanda privativa com vista para o mar. Todos incluem TV de tela plana com canais a cabo, cofre, WiFi gratuito, frigobar e banheiro privativo com amenidades de banho. Alguns também contam com área de estar ampla. O buffet de café da manhã é servido diariamente. Além disso, você pode saborear uma grande variedade de pratos internacionais nos 4 restaurantes da propriedade.

The Venetian Macao: situado na cidade de Macau, disponibiliza quartos espaçosos de grande qualidade, lojas de marca e uma piscina exterior. Também alberga 30 opções de restauração elegantes que servem pratos de cozinha chinesa, japonesa e internacional. O Casino Conrad oferece inúmeros benefícios para quem quiser aderir o Enjoy Club. Existe 5 cartões de níveis diferentes, sendo o mais básico Silver, que será o cartão que o jogador receberá assim que ele se inscrever para ser membro. Os hóspedes podem desfrutar de um desconto especial nos bilhetes para o teamLab em sua estadia e mais beneficíos. Recentemente renovado em 2017, todos os quartos apresentam um tom elegante e uma decoração nobre. Incluem uma televisão de ecrã plano, um roupeiro, uma área de estar com sofá e uma casa de banho privativa com banheira. As comodidades englobam toalhas, chinelos, um roupão de banho, um secador de cabelo e um minibar.
Engenharia Estrutural

.Tianjin Grand Bridge: é uma ponte viaduto que corre entre Langfang e Qingxian, parte de Pequim-Xangai ferroviária de alta velocidade. É uma das maiores pontes do Mundo, com uma extensão total de cerca, 113,7 km ou 70,6 milhas. Foi concluída em 2010 e inaugurada em 2011. A partir de 2011 atualização Guinness World Records gravou como a ponte mais longa em segundo lugar no mundo em Langfang, Hebei, República Popular da China.

Ponte Rollemberg-Vuolo: com mais de 3 km de extensão, liga São Paulo a Mato Grosso do Sul. Inaugurada em 1998, essa obra monumental facilita o transporte de veículos e trens, reduzindo o tempo de travessia e contribuindo e promovendo sobre tudo para maior desenvolvimento econômico regional. A maior ponte rodoferroviária do Brasil, a Ponte Rollemberg-Vuolo é uma impressionante construção que liga os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Com mais de 3 km de extensão, essa obra de engenharia facilita o transporte de veículos e trens, além de oferecer uma paisagem deslumbrante sobre o Rio Paraná e a paisagem natural da região.

Danyang-Kunshan: é exemplo. Ligando as cidades de Danyang e Kunshan, atravessando o Rio Yangtze e o Lago Taihu, a ponte faz parte da rodovia de alta velocidade Beijing-Xangai, uma das principais vias de transporte terrestre no país essa Ponte de Danyang-Kunshan, é a ponte mais longa do mundo com 164,8 km. Sua construção foi concluída em 2010 e, no período de quatro anos, enfrentou diversos desafios, o terreno complexo, a topografia e as águas do rio Yangtze.

Ponte Rodoviária: sobre o Rio Negro foi concebida para estabelecer a ligação entre as cidades de Manaus e Iranduba no Estado do Amazonas. Sendo a única ponte que atravessa o trecho brasileiro do Rio Negro, sua implantação, um marco para o Estado Amazonense e contribui com o desenvolvimento da região. a Ponte Rio Negro foi construída em 2011 a mobilidade urbana, a Ponte tornou-se, um cartão-postal, usado para realização de eventos esportivos e campanhas sociais. A administradora Socorro Santos, 48, é uma das adeptas da prática de esportes radicais.

Golden Gate: é uma das mais compridas e altas pontes suspensas do mundo e, principalmente, é o símbolo mais querido e representativo da cidade de São Francisco. Antes da construção da ponte, a única forma de cruzar a baía de São Francisco era o ferry, por isso, no século XX, a baía estava obstruída pela quantidade de ferrys que circulavam. A solução chegou quando o engenheiro e construtor de pontes Joseph Strauss se convenceu que tinha de construir uma ponte para cruzar a baía. Depois de anos de dificuldades na construção a Golden Gate foi inaugurada em 1937.

Ponte Anita Garibaldi: é a primeira obra estaiada em curva do País. Construída sobre o Canal de Laranjeiras, a ponte de 2.830 metros de extensão elimina um gargalo existente na BR-101. A rodovia, recentemente duplicada, apresentava tráfego lento com afunilamento porque a travessia neste trecho era feita em pista simples, porém, insuficiente para suportar o intenso tráfego de cerca de 25 mil veículos por dia, e que, no verão, pode chegar em até 40 mil veículos diários. A ponte é relevante para o turismo regional proporcionado uma vista panorâmica em uma obra de arte.

Ponte Móvel do Guaiba, é um dos símbolos mais conhecidos de Porto Alegre. A estrutura projetada há 70 anos, por engenheiros alemães, e sua construção representou uma ousadia e tanto para a capital gaúcha da década de 1950. Inaugurada após três anos de obras, em dezembro de 1958, transformou a ligação com o Sul e com o Oeste do Estado. Mais que ligar pontos e encurtar distâncias, as pontes apoiam a economia e o turismo, refletem o desenvolvimento de uma região e contam histórias. Feitas em diversos materiais e com variadas técnicas de engenharia, estão presentes na silhueta das principais cidades do mundo, parte delas são os próprios cartões-postais de onde foram erguidas.Mais que ligar pontos e encurtar distâncias, as pontes apoiam a economia e o turismo, refletem o desenvolvimento de uma região e contam histórias. Feitas em diversos materiais e com variadas técnicas de engenharia, estão presentes na silhueta das principais cidades do mundo, parte delas são os próprios cartões-postais de onde foram erguidas. Junto do pôr do sol da orla do Guaíba, a ponte móvel é um dos símbolos mais conhecidos de Porto Alegre. A estrutura foi projetada há 70 anos, por engenheiros alemães, e sua construção representou uma ousadia e tanto para a capital gaúcha da década de 1950.

Ponte Ferroviária do Rio Pelotas fica no trecho da ferrovia que liga Vacaria, no Rio Grande do Sul, a Lages, Santa Catarina. Porém o Rio Pelotas, onde se localiza a ponte faz a divisa entre Bom Jesus RS e Lages SC. A ponte possui em torno de 100m de altura e 300m de comprimento. É estreita e não possui muretas de proteção, existem apenas refúgios a cada uns 50 metros para escapar, caso o trem venha. A construção deste trecho da ferrovia na Serra do Pelotas foi difícil, sendo necessária a construção de uma sequência de pontes, viadutos e túneis, sendo de difícil acesso.

Ponte Rio-Niterói foi um grande desafio técnico e logístico. Na década de 1960, a necessidade de uma ligação rápida e eficiente entre as duas cidades já era evidente, mas o projeto de construção da ponte foi um grande marco, pela sua complexidade quanto pela magnitude da obra. A inauguração aconteceu após cinco anos de construção, sendo a maior ponte do Hemisfério Sul até hoje, a Ponte se tornou não apenas uma importante via de transporte de passageiros, mas também uma rota estratégica para o transporte de mercadorias e significativa personagem para o desenvolvimento da economia do Rio de Janeiro. Desde junho de 2015, a administração da Ponte Rio-Niterói sob a responsabilidade da Ecoponte, concessionária que assume a operação e manutenção do sistema rodoviário que abrange não só a Ponte, também o Mergulhão da Praça Renascença, a Alça de Ligação com a Linha Vermelha e a Avenida Portuária. A concessionária também tem se dedicado a fluidez do tráfego, a segurança e o atendimento ágil aos usuários, além de promover ao longo do ano ações que visam a segurança dos motoristas e pedestres, às inspeções, a Ecoponte as realiza mensalmente por três diferentes meios: terra, mar e parte interna caixa metálica para garantir que a gigante da engenharia esteja em excelentes condições.

Viaduto Mula Preta é um viaduto em curva, situado no município de Dois Lajeados. Também é parte da Ferrovia do Trigo, entre Guaporé e Muçum. Construído na década de 60 e 70, tem 360 metros de comprimento e sua coluna mais alta tem 98 metros de altura. Suas colunas de sustentação são de concreto armado, e os dormentes que sustentam os trilhos são totalmente assentados em estrutura metálica. O que mais chama a atenção é que o viaduto não possui corrimões nas laterais, e o espaço entre os dormentes aberto, A cada 50m aproximadamente, há plataformas de refúgio nas laterais.

Ponte Hercílio Luz é um patrimônio histórico e cultural, além disso, sua imagem tem uma ampla presença em campanhas turísticas e eventos oficiais. Sua presença na paisagem simboliza a conexão física e afetiva entre os moradores da ilha e do continente. O estilo arquitetônico e o porte da estrutura impressionam, reforçando sua posição como um dos marcos mais reconhecidos do Brasil. A Ponte Hercílio Luz, que completa 100 anos nesta quarta-feira (13), nasceu no começo do século passado pela a necessidade de ligar a Ilha de Santa Catarina ao continente. O trajeto só podia ser feito por barcos e barcaças. Bastava um vento forte ou um mar agitado para inviabilizar a travessia e isolar por completo a maior parte dos 40 mil habitantes de Florianópolis. Além da necessidade prática, havia um componente político: com essa dificuldade, surgiam pressões para mudar a Capital de lugar, para o continente. Esses fatores levaram o então governador Hercílio Luz a buscar uma solução. O desafio despertou a atenção de engenheiros brasileiros e estrangeiros, e diversas propostas foram elaboradas. Havia um fator em comum entre todas elas: a localização. O canal do Estreito foi escolhido por ser menor distância entre a ilha e o continente. Superou décadas de interdição e complexo processo de restauração e renascer como monumento histórico e ícone da identidade catarinense.

Ponte Rodoferroviária Brochado da Rocha, se localiza junto à cidade de Muçum, ligando os municípios de Muçum e Roca Sales. A ponte que atravessa o Rio Taquari, com extensão de 289m e foi inaugurada em 1963. É a ponte ferroviária mais elevada através de arcos, sendo que a rodovia passa alguns metros mais abaixo, utilizando a mesma estrutura. Faz parte da Ferrovia do Trigo e da Rodovia RS-129. A majestosa Ponte Rodoferroviária Brochado da Rocha, deu o título a Muçum de Princesa das Pontes.
FAROLOGIA

Farol Fenad: é um dos 70 faróis operados pelos Comissários de Luzes Irlandesas ao longo da costa da Irlanda e desempenha um papel vital na segurança marítima. os faróis têm sido usados para orientar os marinheiros em alto mar e desde tempos imemoriais. pode-se encontrar um desses o Fanad Head Lighthouse no norte da Irlanda, no condado de Donegal, que sem dúvida mantém sua função até hoje. Ele está localizado no chamado Wild Atlantic Way, que se estende ao longo de toda a costa oeste da Irlanda e é jogado pelas ondas selvagens do oceano Atlântico aberto. Há uma taxa para entrar no farol, mas vale pois a vista dele, que se eleva na falésia sobre o oceano ´é deslumbrante.

Farol de Santa Luzia, em Vila Velha é a construção de montagem mecânica mais antiga do Espírito Santo, ganhando em muito na antigüidade de algumas pontes das estradas de ferro, com as da antiga Leopoldina, e da ponte Florentino Ávidos. Há toda uma história mais detalhada a respeito do mesmo que oportunamente relatarei. O farol mesmo em época de GPS como a nossa é ainda muito útil aos navegantes, pois tanto orienta as pequenas embarcações que não dispõe de equipamento moderno, como serve como referência para aferição do mesmo, e ainda como segurança em caso de uma pane, ou mesmo em ocasião de ocorrência de forte anomalia magnética, ou de tempestade solar. Seu piscar tem registro em cartas náuticas de validade internacional, e suas características é uma espécie de DNA do mesmo, revelando sua latitude e longitude, sendo sua luz avistada a muitas milhas da costa. Em meados do século XIX, crescendo a navegação costeira nacional e mesmo o número de embarcações que demandavam Vitória, o Governo Imperial, por meio da Marinha iniciou estudos de dotar a entrada da barra com um farol. Pensaram em colocá-lo até na Ilha do Boi.

Farol da Torre de Hércules: foi construído pelos romanos. Mas com o tempo passou por mais mudanças e melhorias. Seu topo, onde se encontra o lume do farol, não é como o original romano. No século XIX ganhou um sistema moderno de refletores para que fizesse melhor a função às embarcações na navegação noturna. Hoje a Torre de Hércules continua sendo um símbolo forte da cultura da Galícia e de La Coruña e está rodeada de arte, além do vasto mar azul do Atlântico. Se na Idade Média a Torre de Hércules serviu de fortaleza e pedreira, a partir do século XVI inicia-se lentamente pois o processo de conservação e recuperação da função de farol. No século XVI, a Torre, conhecida como Castelo Velho ou Torre do farol, continua a ser, pela posição saliente em relação ao oceano, uma atalaia de aviso à possíveis ameaças e ataques provenientes do mar. Este posto de vigilância estava sob a responsabilidade da Câmara da cidade, responsável por pagar às pessoas que de dia e de noite exerciam essa função.

Farol do Cabo Branco, é um dos pontos turísticos mais visitados de João Pessoa. Está nos limites da cidade, no bairro do Cabo Branco, em frente à praia de mesmo nome. Recebe visitantes e turistas a cada dia, porque é o ponto do Brasil que está mais próximo da África. É conhecido como o pontos mais oriental das Américas, porque é o lugar que está justamente na barriguinha do litoral brasileiro. Partindo em linha reta do Farol do Cabo Branco é possível chegar na África em menos km. O Farol do Cabo Branco é um dos principais pontos turísticos da cidade de João Pessoa cartão postal da cidade. Sendo este farol é conhecido por ser símbolo da extremidade territorial, o ponto mais oriental das Américas. O farol foi construído em 1972 pelo arquiteto Pedro Abraão Dieb, seu desenho remonta a uma planta de Sisal, importante para a Paraíba. É o ponto mais extremo do nosso continente.

Farol de Santa Marta: Cascais Portugal. Este farol pitoresco de 28 metros de altura pintado com riscas azuis e brancas é um dos mais belos ícones de Cascais. O Farol Museu de Santa Marta abriu em julho de 2007. Com projeto de arquitetura de Francisco e Manuel Aires de Mateus e programa museológico de Joaquim Boiça, o Farol Museu de Santa Marta foi reabilitado com base num protocolo firmado entre a Câmara Municipal de Cascais e o Estado Maior da Armada Portuguesa. O seu modelo é inédito no país, pois conjuga espaços expositivos com a função de sinalização costeira, supervisionada pela Direção de Faróis da Marinha. Adjacente a ele, encontra-se um museu que exibe a história dos faróis da Costa do Estoril, que estão entre os primeiros a serem construídos em Portugal. O Farol Museu de Santa Marta foi reabilitado num protocolo firmado entre Câmara Municipal de Cascais e o Estado Maior da Armada Portuguesa. A posição estratégica que o forte de S. Marta tinha para fins militares, também o tinha para a navegação, e no seu relatório a Inspeção dos Faróis do Reino em 1864, advogou ali a instalação de uma luz. O Forte de S. Marta passou a ficar na dependência do Serviço de Faróis em 8 de novembro de 1867. Um roteiro de 1897. A estrutura do farol e adotadas de ótica.

Farol de Harlingen, a 140 quilômetros de Amsterdã, fica no coração do porto histórico da cidade. Ele foi erguido inicialmente como uma torre quadrada em uma fortaleza construída por volta de 1750. Foi demolido em 1872 para dar lugar a uma torre de madeira vermelha hexagonal, que funcionou de 1904 a 1921. No ano seguinte foi erguido o atual farol, uma torre quadrada de 24 metros, em aço e pedra, em estilo art déco, que integrou de 1922 até 1998 o sistema de faróis da costa holandesa. Em 1999, o farol foi restaurado e virou um hotel de decoração moderna, com lindo visual sobre Harlingen.
Enfrentamentos Bélicos

Guerra dos Farrapos: referência aos uniformes esfarrapados usados pelas tropas rebeldes. Ocorrida na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, foi a rebelião mais duradoura do período imperial brasileiro, se estendendo entre 1935 à 1845. Em lados opostos, estavam o governo do Rio de Janeiro, então sede do Império, do outro a elite rio-grandenses, política e economicamente insatisfeitas. Em 1836 a República Rio-Grandense foi proclamada. O aumento da repressão imperial, As lideranças rebeldes passaram a defender com mais vigor a causa separatista, porém, não havia unanimidade entre as elites gaúchas.

Cabanagem: Cabanada ou Guerra dos Cabanos foi uma revolta ocorrida entre 1835 a 1840 na antiga província do Grão-Pará atualmente Pará, Amazonas, Amapá, Roraima e Rondônia. Esse movimento teve como causa a extrema pobreza pela qual a região passava por abandono político com a Independência. A Guerra teve significativa participação de diversos setores da sociedade o nome do movimento tem como referência as casas dos ribeirinhos que era uma espécie de cabana.

Batalha dos Guararapes: foi dos principais momentos no processo de expulsão dos holandeses do Brasil. Durante a batalha, ocorrida entre 1648 e 1649, houve muitos combates entre as tropas holandesas e as brasileiras com apoio de muitos portugueses. A batalha ocorreu na região dos Montes Guararapes, localizado próximo à cidade de Recife. A batalha foi pela libertação do brasil contra os invasores holandeses. Derrotados pelos militares luso-brasileiros, os holandeses fugiram para Recife, local em que resistiram até janeiro de 1654. Índios e negros lutaram junto as forças luso-brasileiras para expulsar os holandeses.

Balaiada: foi uma revolta iniciada na província do Maranhão, espalhando-se pelas províncias do Piauí e Ceará, entre os anos de 1838 e 1841. Os conflitos travados envolveram forças políticas locais, como os bem-te-vis, e os cabanos não confundir com os cabanos da Cabanagem, na província do Grão-Pará, envolveu sertanejos, quilombolas, indígenas e mestiços. O movimento de revolta foi contido em 1841. 12 mil sertanejos e escravos morreram nos combates. Marcou instabilidade econômica no Brasil Império.

Guerra de Canudos: que transcorreu de 7 de novembro de 1896 a 5 de outubro de 1897, foi um dos acontecimentos mais importantes como também emblemáticos do início do período republicano no Brasil. Ela leva esse nome por ter sido travada no Arraial de Canudos, no sertão da Bahia um vilarejo autônomo, então, liderada pelo religioso Antônio Conselheiro. estão relacionadas às condições sociais e geográficas regional A guerra, inicialmente, expôs a realidade de um Brasil de muitas faces, um Estado republicano recém-instalado, encarado por milhares de religiosos sertanejos como a encarnação do anticristo.

Sabinada: foi uma revolta autonomista de natureza separatista incerta. Essa revolta aconteceu na Província da Bahia, na época do Brasil Império. O movimento ocorreu do dia 06 de novembro de 1837 até o dia 16 de março de 1838. Os revoltados queriam instaurar uma República Bahiense no estado da Bahia, até que Dom Pedro II atingisse a maioridade. Quando Dom Pedro I abdicou de seu trono e isso teria sido um reflexo do movimento liberal que começou na França.

Força Expedicionária Brasileira (FEB) cruzaram o Oceano Atlântico para se juntar ao esforço Aliado no combate ao totalitarismo na Europa. O Brasil foi o único país latino-americano a enviar tropas para combater durante o maior conflito armado da história da humanidade, a Segunda Guerra Mundial. Em 2024, 80 anos após o início da saga desses heróis, o Exército Brasileiro reverencia a bravura, o destemor e a abnegação dos nossos combatentes. Páginas gloriosas foram escritas pelos Pracinhas em Monte Castello, Montese, Castelnuovo e diversas outras localidades italianas, deixando um legado de coragem frente ao poderoso inimigo e solidariedade para com os civis afetados pelo conflito, características ainda hoje exaltadas pela população local e transmitidas às gerações posteriores. Nesse espaço, você poderá conferir um material especial preparado para celebrar o aniversário de oito décadas da atuação da FEB na Itália. O espírito de sacrifício e a determinação dos nossos heróis merecem ser para sempre lembrados, pela ativa participação para pôr fim ao nazifascismo que ameaçava o mundo, elevando o nome do Brasil no cenário internacional. A cobra fumou! Pracinhas eternos!

Guerra Civil Americana, aconteceu nos Estados Unidos entre os estados do Norte e os estados do Sul, de 1861-1865. Esse conflito foi iniciado quando os estados do Sul separaram-se da União e formaram os Estados Confederados da América. A Guerra de Secessão foi motivada pela divergência que havia entre os dois grupos a respeito da abolição da escravatura e extensão dos novos territórios que estavam sendo ocupados no oeste. Durante a década de 1850, os Estados Unidos era uma nação dividida entre os estados do Norte e os estados Sul. Apesar de haver algumas concordâncias e similaridades entre os lados a respeito da política imperialista dos Estados Unidos, havia uma enorme discordância acerca do modelo de sociedade com o qual os novos territórios seriam povoados. A insatisfação dos estados sulistas com a presidência de Abraham Lincoln relacionava-se à questão da escravidão e motivou-os a rebelarem-se contra o governo americano. Os sulistas passaram a defender discurso separatista, e, como consequência, o Sul acabou declarando sua desvinculação da União e formação de uma nova nação, conhecida como Estados Confederados da América. a separação dos estados sulistas foram, os estopins para o início da Secessão em 1861.

Revolução Russa, considerada um dos maiores acontecimentos do século XX, vai além do fim do czarismo. Seu legado esteve presente em diversos fatos históricos posteriores. foi a concretização de uma série de revoltas pelas quais a Rússia passava desde 1905 e que tiveram várias consequências, como o fim do czarismo monárquica e a tomada de poder pelos socialistas. Naquele contexto, a Rússia poderia ser chamada de atrasada, pois, em pleno XX, preservava práticas ainda feudais, era agrária e dominada por czares imperadores. As primeiras revoltas, que antecederam a revolução, foram contra os privilégios da nobreza e clero, mas também contra gastos de guerra contra o Japão, batalha que a Rússia perdeu. as consequências da Revolução Russa como fato histórico até, no mínimo, 1989, com a queda do Muro de Berlim, já que a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas URSS, formada depois da revolução, existiu até a década de 1990 e, em anos anteriores, confrontou os EUA, dividindo o mundo entre socialistas e capitalistas na Guerra Fria. Nicolau II, o último czar, não fugindo à tradição que incomodava o povo: os altíssimos gastos em guerras, disputou e desta vez perdeu a Guerra Russo-Japonesa (1904-1905).
Ciência Náutica - Arquitetura Naval e Engenharia

Arca: foi fabricada por Noé, tinha uma esposa e três filhos. Seus filhos chamavam-se Sem, Cã e Jafé. E cada um deles tinha uma esposa. De modo que a família de Noé era de oito pessoas. Deus mandou, então, que Noé construísse uma grande arca. Essa arca era tão grande como um navio, mas parecia mais uma grande e comprida caixa. Faça a arca de três andares e com compartimentos, disse Deus. Esses compartimentos eram para Noé e sua família, os animais e para a comida para todos. Deus mandou Noé fazer a arca de modo a não entrar água. Deus disse: 'Vou mandar um grande dilúvio de água e destruir todo o mundo. Quem não estiver na arca vai morrer.' Noé e seus filhos obedeceram a Jeová e começaram a construção. As outras pessoas apenas riram. Continuaram más. Ninguém acreditou quando Noé contou o que Deus ia fazer. Levou tempo para construir a arca porque ela era muito grande. Após cem anos, ficou pronta. Então, Deus mandou Noé levar os animais para a arca dois de cada espécie, macho e fêmea. Das outras espécies, Deus mandou levar sete. Deus disse também a Noé que levasse todas as espécies diferentes de aves. Noé fez o que Deus mandou. Depois, Noé e sua família entraram na arca. Deus fechou então a porta. Noé e sua família ficaram esperando. Imagine você estar na arca com eles, esperando. Ia haver um dilúvio, como Deus disse, e houve por 40 dias e 40 noites.

Navios mercantes: ou de carga em geral são os navios que transportam vários tipos de cargas, geralmente em pequenos lotes sacarias, caixas, veículos encaixotados ou sobre rodas, bobinas de papel de imprensa, barricas, etc. Esses navios têm geralmente quatro ou cinco porões. Conhecidos pela polivalencia. Muito usados no transporte de mercadoria diferentes, carga de projeto, contêineres e alguns navios também podem ter espaços refrigerados para carga perecível. Normalmente é equipado com guindastes usados para carregar e descarregar o navio. Os navios porta-contêineres se tornaram a principal forma de transporte de produtos manufaturados em todo o mundo. Ou seja, um contêiner tem um tamanho padrão para simplificar o transporte e pode ser transferido entre caminhão, trem e navio com relativa facilidade.

Contratorpedeiros: Pequenos, ágeis, leves e modestos, podem não ser os mais resistentes dos navios, mas todos deles são capazes de agredir muito além de seu peso com uma combinação de velocidade, manobrabilidade, ocultação e poder de fogo estrondoso. Contratorpedeiros são navios versáteis que podem usar seus canhões de disparo rápido para danificar o inimigo ou seus torpedos para causar um dano devastador. Desenvolvidos no final do século XIX para combater barcos torpedeiros por isso seu nome contratorpedeiro, eles graduamento assumiram o papel de torpedeiros, mas faltava velocidade e alcance operacional. Contratorpedeiros muitas vezes chamados para fazer reconhecimentos de posições inimigas, providenciar suporte tanto com uma cortina de fumaça ou como distração e ou executar um ataque preciso em um alvo. Contratorpedeiros possuem a menor quantidade de HP, mas ganham proteção extra, devido ao fato quem eles são os únicos navios quem não possuem uma cidadela.

Iates: são barcos de luxo conhecidos por suas características distintas que diferenciam de outras embarcações. Os iates têm uma longa história e são parte integrante da cultura náutica em todo o mundo. Eles são geralmente maiores e mais luxuosos do que barcos convencionais, oferecendo uma ampla gama de comodidades e serviços a bordo. Os iates são conhecidos por sua tecnologia e inovação. Iates de última geração possuem sistemas de navegação avançados, sistemas de entretenimento de última geração, sistemas de segurança sofisticados e com tecnologia como painéis solares e sistemas de reciclagem de água.

Fragata à vela: conhecida hoje pelo seu papel nas Guerras Napoleónicas, pode ser traçada aos desenvolvimentos franceses no segundo quartel do século XVIII. A fragata francesa Médée, de 1740, é, muitas vezes, considerada como o primeiro exemplo deste tipo de navios. As fragatas remonta ao século XVI, quando esses navios começaram a ser desenvolvidos para atender às demandas das marinhas europeias. Inicialmente, as fragatas eram embarcações menores e mais ágeis do que os navios de guerra tradicionais, projetadas para realizar missões marítimas e pluviais de reconhecimento e interceptação de navios inimigos. Fragata é um tipo de navio de guerra. é uma embarcação de guerra que com características específicas e desempenha um papel importante nas operações navais. são navios conhecidos por sua versatilidade e capacidade de realizar uma variedade de tarefas, desde patrulhamento e escolta até ações ofensivas de ataque. As fragatas são frequentemente usadas por marinhas de todo o mundo para proteger suas águas territoriais e projetar poder em alto mar. São Navios-Escolta. Podem localizar e destruir aeronaves, navios de superfície e submarinos inimigos, além de efetuar patrulhas nas nossas águas. As fragatas tem características como deslocamento de 3.380 t, comprimento de 107m, largura máxima de 16 m, autonomia de 5.000 milhas marítimas.

Navio wiking: era uma verdadeira obra-prima da engenharia naval. Com cerca de 20 metros de comprimento, esses navios eram projetados para serem rápidos, ágeis e capazes de navegar em águas rasas. Eles tinham uma quilha plana e um casco estreito, o que lhes permitia navegar facilmente em rios e penetrar profundamente no interior de terras inimigas. Além disso, eles eram equipados com remos e uma vela, o que lhes dava uma vantagem significativa em termos de velocidade. O legado dos barcos viking pode ser sentido até os dias de hoje. Suas técnicas de construção naval influenciaram a indústria de construção de barcos, e muitos princípios de design ainda são utilizados na fabricação de embarcações modernas. Além disso, a habilidade dos vikings em navegar em águas desconhecidas e explorar novos territórios inspirou gerações de exploradores e navegadores. Barcos viking um testemunho da engenhosidade e habilidade marítima desse povo antigo.

Porta-Aviões: é um aparato de guerra naval projetado com o objetivo principal enviar e recuperar aeronaves, funcionando como uma base militar em alto-mar. Geralmente, o porta-aviões será a capitânia de uma esquadra, uma vez que permitem à força naval enviar suporte aéreo a qualquer ponto do mundo, sem depender de bases locais para preparar operações aéreas, além de serem estruturas muito caras, portanto, devem ser muito bem protegidas. Atualmente, qualquer país que planeja exercer algum tipo de influência estratégica internacional necessita de porta-aviões. Os porta-aviões atuais são tão caros que as nações que os mantém acabam colocando em risco em suas atuações políticas e econômicas, caso um deles seja perdido ou até mesmo usado em um conflito importante. Não terem poder de fogo de outros navios Criado para enviar e recuperar aeronaves.

Caravelas: eram embarcações de formato alongado, típicas da época das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos séculos XV e XVI. Os piratas também uzaram caravelas para saquear regiões e atacar outras caravelas. Países como Espanha, Portugal, Holanda, Inglaterra e França possuíam grandes esquadras de caravelas. Porém, foram os portugueses que mais utilizaram este tipo de embarcação. As caravelas conseguiam obter uma boa velocidade em dias de vento forte. Como os sistemas de navegação da época eram precários haviam, muitas vezes os navegadores saíam das rotas se perdendo pelo oceano.

Navios de cruzeiros: relativamente estamos falando, da indústria de navios de cruzeiros constitui uma inovação recente na história das embarcações marítimas. Cerca de 200 anos atrás, as pessoas viajavam de navio quando era absolutamente necessário. Naquela época, as viagens marítimas eram perigosas, insalubres e monótonas. Na década de 1830, a navegação era uma arte, não uma ciência, com poucas ajudas para orientar os marítimos. A costa americana dispunha de talvez 50 faróis e 100 ou mais bóias, consistindo estes meios nos únicos guias de navegação disponíveis, quando o serviço transatlântico de passageiros começou a desenvolver-se. Registavam-se colisões com terra, com gelo, com detritos flutuantes e navios contra navios. As colisões com terra constituíam a maior ameaça. O gelo foi provavelmente o segundo maior perigo, durante os primeiros serviços transatlântico de passageiros.

Navios piratas: durante a era dourada da pirataria aterrorizavam os mares no mundo todo, levando o caos e a destruição por onde passavam. Capitaneados por figuras infames e que, em muitos casos, ficaram marcadas na história, essas embarcações se tornaram icônicas e até hoje são um símbolo do perigo da pirataria. A Era de Ouro da Pirataria (1690-1730) refere-se a um período em que os ataques de ladrões em alto-mar e nos portos coloniais alcançaram um nível sem precedentes. Embora os historiadores não concordem com esta moldura temporal específica, ela é geralmente aplicada para aqueles piratas que operavam no Caribe, na costa Leste da África e no Atlântico meridional, além do Oceano Índico.

Primeiro submarino: foi criado em 1623, por Cornelius Drebbel realmente era uma espécie de barco submarino, dando uma nova função a uma embarcação movida a remo, conectada à superfície por uma tubulação de ar e revestida com couro à prova d'água. Porém, como a ideia não gerou tanto entusiasmo na época e não foi utilizada para combate, acabou sendo deixada de lado. Claro que, pensando na pressão do fundo do oceano, contar com um submarino feito de couro seria pouco seguro para os tripulantes, e foi justamente essa a contribuição do padre Marin Mersenne em 1634. Segundo Padre. Mersenne, para aguentar a pressão da água, um submarino deveria ser feito em forma cilíndrica e com cobre, além de ter pontas afiadas para permitir que não fosse necessário dar uma volta de 180° para retornar a um percurso. Durante muitos anos, diversos inventores tentaram criar um submarino de qualidade e segurança, mas quem causou grande inovação foi Robert Fulton em 1801. O famoso inventor do barco a vapor também foi de grande valia para a invenção do submarino como conhecemos hoje. Os submarinos são embarcações que navegam no fundo do mar, ocultas aos satélites. Eles geralmente são destinados ao uso militar, servindo para atacar e defender o país contra ações hostis, além de vigiar suas áreas costeiras, mas também são destinados ao uso civil, servindo para análises sobre o fundo do oceano, reparo de plataformas petrolíferas e averiguação dos cabos e dutos submarinos. "Já para que o submarino emerja, é necessário esvaziar os seus tanques de lastro, diminuindo a massa e força no peso na imersão e submersão.

Navio Cruzador: È uma embarcação de guerra que possui funções específicas e desempenha um papel importante nas operações navais. A origem dos cruzadores remonta ao século XX, quando esses navios começaram a ser desenvolvidos para atender às necessidades das marinhas europeias. São navios são conhecidos pela versatilidade e capacidade de realizar uma variedade de tarefas, de patrulhamento e escolta até ações ofensivas de ataque no caso de guerra. As fragatas são frequentemente usadas por marinhas de todo o mundo para proteger águas territoriais e projetar poder e controle de Área Marítima.
Ciências Aeronáuticas e Aerodinâmicas

Asa delta: é um dos maiores esportes radicais praticados no ar e tem ganho cada vez mais adeptos ao redor do Brasil e do mundo. Um dos diferenciais deste esporte, a adrenalina não está na queda, o objetivo é planar e voar suavemente, tornando uma atividade apreciativa. Uma espécie de aeronave feita com tubos de alumínio com uma vela feita de tecidos, a asa delta tem este nome devido a semelhança da letra grega delta, que tem forma de triângulo, como a aeronave. A Asa Delta nada mais é do que o sonho da humanidade, ter asas para voar como um pássaro. A asa delta é controlada apenas pela deslocação do peso do corpo do piloto, essa mudança permite a alteração do equilíbrio da asa, o que faz com que mude o direcionamento do voo.

Avião 14-Bis: então, fazia uma referência ao balão de Santos Dumont e significava 14 de novo. Outra curiosidade é que, na França, o 14-Bis tinha outro nome. Os franceses o chamavam de Oiseau de Proie, que em português significa Ave de Rapina. O primeiro voo do 14-Bis aconteceu no campo de Bagatelle, região central de Paris, na França. Na época, a capital francesa era uma das principais cidades do mundo quando o assunto era inovação e desenvolvimento. Os jornais nas semanas seguintes estamparam em suas capas o feito do mineiro de Cabangu, que entrava para a história como um dos personagens pioneiros da aviação mundial e se tornaria o pai da aviação. Inicialmente, o 14-bis era um aeroplano construído unindo-se ao balão 14. Ainda em testes, o projeto de avião tinha em seu corpo acoplado um balão. O objetivo de Dumont era que o balão reduzisse o peso do aeroplano fazendo com que a decolagem fosse facilitada. Após mais testes, percebeu se que o equipamento gerava muito atraso e comprometia a velocidade do avião. Considerado pelos Brasileiros como o inventor do avião. Alberto Santos Dumont comemoraria em julho de 2019, 146 anos de vida.

Helicóptero: é uma aeronave, que é capaz de levantar voo na vertical por possuir uma hélice na parte superior, chamado de rotor, funciona como propulsor. Quando o motor é ligado, a hélice principal gira, impulsionando o ar para baixo. Pelo princípio da ação e reação, o ar aplica na hélice uma força de reação para cima; a diferença de pressão gerada por ela devido a passagem do ar mais velozmente sobre ela do que abaixo gera diferença de pressão e a união deste dois efeito é o que faz o helicóptero subir. Qualquer variação da velocidade angular da hélice produz uma variação de seu momento angular, que é a grandeza física que relaciona a massa de um corpo ao redor de um eixo de rotação com a sua velocidade angular. A rotação da hélice principal tende a girar todo o corpo do helicóptero devido ao torque das forças de propulsão. Para resolver esse problema, os helicópteros são equipados com uma hélice lateral, localizada na cauda do aparelho. Esta, ao girar, empurra o ar e, pelo princípio da ação e reação, o ar empurra na hélice em sentido contrário. Esse empurrão anula o giro do corpo do helicóptero, estabilizando o movimento do aparelho.

Dirigíveis: Balão ou aeronave que se pode dirigir e são mais leves que o ar que operam a partir de aquecimento por gás para elevação é menos denso que o ar circundante, como hélio ou hidrogênio, mantendo-os no ar. Existem três tipos de dirigível e o tipo não rígido é o que as pessoas comumente chamam de dirigíveis. O primeiro dirigível foi criado em 1852 e seu declínio ocorreu em 1937. O dirigível, até os dias atuais, retém o título de a maior nave a voar. Durante esse período, eles eram utilizados como meio de transporte para passageiros pagantes, também foram utilizados durante a Segunda Guerra Mundial em vigilância e recentemente eram utilizados para publicidade. Já em 1937, os dirigíveis já estavam obsoletos por causa da tecnologia dos modernos aviões e helicópteros, e da popularização destes como meio de transporte. Manter os dirigíveis não era viável economicamente. Além dos riscos do transporte lento, o custo para construir um modelo e mantê-lo, com baixa procura se tornou obsoleto.

C-17 Globemaster III: da Força Aérea dos EUA transporta combustível de aviação a qualquer parte do mundo, com esse método eficiente mantém as operações militares sempre prontas. A Força Aérea dos Estados Unidos, reconhecida por possuir a maior e mais poderosa frota aérea global, opera com mais de 5200 aeronaves em 59 bases ativas dentro do país e em 750 bases militares em 80 nações no mundo. Uma questão intrigante é como essa enorme quantidade de combustível de aviação transportada para manter esses aviões operacionais, mesmo distantes da base principal. Para sustentar operações, o USA desenvolveu técnicas para transportar grandes volumes de combustível até bases militares remotas.

Esquadrilha da Fumaça originou-se pela iniciativa de jovens instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os Cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução, motivando-os para a pilotagem militar. Com as aeronaves North American T-6, eram executadas manobras de precisão como "Loopings" e "Tounneaux" com duas aeronaves. Posteriormente, após os comentários em terra, onde discutiam todos os detalhes, os aviadores passaram a voar com três aeronaves e, finalmente, com quatro. Em 14 de maio de 1952, foi realizada a primeira demonstração oficial do grupo. Após algumas apresentações, percebeu-se a necessidade de proporcionar ao público uma melhor visualização e manobras executadas.

Balão de ar quente: é o meio de transporte aéreo mais antigo da história, criado em 1783, na França. Pode chegar a ter 30 metros de altura e pesar até 670 kg. Um balão grande pode carregar até dez pessoas, incluindo o piloto e o navegador. Assim, o peso total da carga transportada pode chegar a uma tonelada. Para isso, é feito com três partes principais: envelope, maçarico e cesto. O envelope tem capacidade de 5 milhões de litros de ar, equivalente ao volume de duas piscinas olímpicas. Além disso, o tecido resiste a 400 ºC, já que é feito de nomex, o mesmo tecido dos macacões de bombeiros e pilotos de F1. O voo de um balão de ar quente segue um princípio bem simples: o ar quente sobe e o ar frio desce. Assim, enquanto o ar dentro do envelope do balão é aquecido, ele pode levantar voo. O ar que preenche o envelope é aquecido com um maçarico. Quando o ar está quente suficiente, então, fica mais leve que o ar frio do exterior e começa a flutuar.

Avião biplano: são aeronaves de caça que como reação, surgiram durante o período da Segunda Guerra Mundial, devido ao brutal avanço tecnológico impulsionado pela guerra inicialmente de forma primitiva em terra ou mar, os turbojatos axiais de câmara de combustão simples ou os chamados motojets híbridos de motores a pistão e reação, tais motores com pouca potência e dificultosos em controlar a aceleração, frenagem tendo por causa alto risco de incêndio do propulsor. Os efeitos da alta velocidade e performance dessas aeronaves ainda não eram plenamente conhecidos, assim como a ausência de elementos básicos nas aeronaves de hoje, como assentos ejetáveis ou freios aerodinâmicos, por exemplo. Portanto podemos determinar uma Geração a de aeronaves a reação, uma espécie de Pré-História da aviação de caça a jato. Já estão em estudos uma nova classe conceitual de design de aeronaves avançadas. Com rápido avanço dos microcomputadores nos anos 1980 e 1990 permitiu atualizações rápidas para os aviões desta geração, incorporando ao sistema melhoramentos como sistema de radar AESA, maior processamento de dados e melhores capacidades de sobrevivência em combate.

Avião bombardeiro: sobrevoa uma superfície plana e horizontal, mantendo constantes uma altitude de 500 m e uma velocidade de 100 m/s. Fixo no solo, um canhão antiaéreo será disparado com a intenção de acertar o avião. Considere que o avião e o canhão estejam contidos em um mesmo plano vertical, despreze a resistência do ar e adote g=10m/s2. Os bombardeiros estratégicos são projetados para missões de penetração profunda no espaço aéreo inimigo para destruir alvos de alto valor, a fim de degradar significativamente a capacidade de combate e a vontade do oponente. Estas aeronaves desempenham um importante fator em uma guerra. Embora o termo bombardeiro estratégico seja frequentemente usado como sinônimo de bombardeiro armado nuclear, as aeronaves de armas convencionais capazes de atingir alvos estratégicos significativos no interior do território inimigo.

Avião EMB-312, T-27 Tucano: desenvolvido para substituir os jatos Cessna T-37, o seu protótipo voou pela primeira vez em 16 de agosto de 1980. Três anos mais tarde, em setembro de 1983, as primeiras unidades já eram entregues à Força Aérea com a designação T-27 para treinamento e AT-27 para configuração com armamentos totalizando 133 aeronaves. Sua principal base de operações no Brasil se localiza em Pirassununga SP, onde os cadetes do 4º ano da Academia da Força Aérea praticam manobras nessas aeronaves. Fruto de uma parceria entre a Embraer e a FAB nos anos 80, o Tucano surgiu da necessidade da FAB de substituir a antiga aeronave de treinamento T-37, que era utilizado na instrução avançada da formação de pilotos na Academia da Força Aérea. O T-27 Tucano inovou o mercado ao introduzir, entre outras novidades, assentos ejetáveis Martin-Baker BR8LC em seu conjunto, cabine é similar ao do caça, visa familiarizar o cadete a este tipo de aeronave.

Antonov An-225: foi a aeronave a jato mais pesada e mais longa operada pelo homem. Foi construído durante a década de 1980 para servir a um propósito específico dentro do programa espacial da URSS, mas passou a desempenhar um papel de nicho, transportando cargas mais pesadas e indivisíveis. No entanto, o Antonov An-225 encabeça a lista em mais de uma área. Foi a aeronave mais pesada já construída e podia transportar o maior peso de carga útil. O avião, sem carga, pesava cerca de 285 toneladas e podia transportar uma carga útil de até 250 toneladas, decolando com cerca de 535 toneladas. O Antonov An-225, também conhecido como Mriya, que significa sonho,foi construído pela URSS em 1980, no território que hoje pertence à Ucrânia.

B-47 Stratojet foi a arma estratégica perfeita para a sua época, tão temido pelos seus inimigos que o bombardeiro nunca precisou realizar a sua letal missão nuclear. A liderança soviética sabia que o B-47 rapidamente implantado em números cada vez maiores dava aos Estados Unidos uma força de ataque nuclear imparável. B-47 também sofreu perdas em uma escala que seria absolutamente intolerável hoje em dia. Ao longo de sua vida útil, 203 aeronaves (cerca de 10% do total adquirido) foram perdidas em acidentes, com 464 mortes. Este artigo se concentra nos dois anos de pico, 1957 e 1958, quando 49 B-47 caíram, resultando em 122 fatalidades. Havia diversos motivos para esse número lamentável de vítimas. O Stratojet, nome nunca usado por suas tripulações, introduziu um novo regime de desempenho de voo que exigia novas habilidades e maior precisão. Era um híbrido de metalurgia da Segunda Guerra Mundial, técnicas de construção, teoria aerodinâmica.

Paraglider ou parapente: históriacomeça em 1965 com a vela criada por Dave Barish que chamou de Slope Soaring voo de tabule a prática de salto com vela. Parapelamente, Domina Jalbert inventa um paraquedas cujo velame é composto por células, para gerar o efeito de asa de avião. Este paraquedas com dorso e intradorso, separados pelas células, foi o ancestral dos atuais paraquedas, parapentes e kites. O paraglider ou parapente foi criado no Parachute Club d'Annemasse (França), em 1978 para servir de treino aos paraquedistas na precisão da aterrissagem sem necessitarem de utilizar um avião. Em 1980, foi criado o primeiro estágio de vol de pente voo de encosta e três anos mais tarde o nome mudou para parapente. É feito de materiais como o nylon e o poliéster não porosos e impermeabilizados, para que o ar que entra não saia através do tecido, mantendo assim a pressão interna e o velame inflado.

Caça supersônico: é um avião muito famoso por ser um caça que consegue ir da velocidade normal até a velocidade do som e dizem alguns militares pilotos malucos. Essas aeronaves podem atingir até a velocidade da luz. O caça além disso tem alguns apetrechos que outros aviões não tem como o botão de ejetar que só pode ser apertado na hora certa. As aeronaves estavam precisando de novas criações para semear a destruição por aí só que no ar. Até antes, eram apenas os tanques de guerra que iam se aprimorando e nada de mais no céu... Nada acontecia no ar. essas aeronaves dominaram a cena do moderno combate aéreo e, na primeira metade da década de 80, a perspectiva era de que sua influência continuaria por muitos anos ainda. A experiência acumulada nos combates aéreos no Vietnã e no Oriente Médio, bem como na região fronteiriça entre a Índia e o Paquistão, forneceu elementos para que os estrategistas militares elaborassem planos de defesa.

Avião de carreira ou de passageiros: é na história da Boeing Company que começa bem antes de sua fundação, em 1916, na cidade de Seattle, estado de Washington, nos Estados Unidos. Se hoje a companhia, com sede em Chicago, gura entra os maiores fabricantes de aeronaves do mundo e é o terceiro principal fornecedor do mercado de defesa, isso se deve a quatro homens nascidos em solo norte-americano ainda no século 19: William Edward Boeing 1881, que começou construindo hidro aviões perto de Seattle; James Smith McDonnell 1899, que iniciou suas atividades produzindo caças a jato em Saint Louis, Missouri; Donald Wills Douglas 1892, que entrou para o ramo fabricando bombardeiros e aviões para o transporte de passageiros, na Califórnia; e James Howard Dutch 1895, que começou construindo aviões de treinamento, em Los Angeles, também na Califórnia. O jovem empreendedor Willian Boeing, que aprendera a voar com Glenn Martin, compartilhava o seu fascínio pela aviação com o engenheiro naval George Conrad Westervelt. Assim, em 1915, juntamente com o amigo, iniciou a construção do seu primeiro hidroavião, com dois mutuadores, conhecido como B&W. Em 15/07/1916, Boeing criou a sua empresa de fabricação de aviões.

F-35A é o mais recente caça de quinta geração da Força Aérea dos EUA. Ele substituirá a frota obsoleta de F-16 Fighting Falcons e A-10 Thunderbolt II da Força Aérea dos EUA, que foram as principais aeronaves de combate por mais de 20 anos, e trará consigo uma capacidade aprimorada de sobreviver no ambiente de ameaças avançadas para o qual foi projetado. Com seu desempenho aerodinâmico e aviônica integrada avançada, o F-35A proporcionará furtividade de última geração, consciência situacional aprimorada e vulnerabilidade reduzida para os Estados Unidos e nações aliadas, com capacidade de decolagem e pouso convencionais (CTOL), dá à Força Aérea dos EUA e seus aliados o poder de dominar os céus a qualquer hora, em qualquer lugar. O F-35A é um caça multifuncional ágil, versátil, de alto desempenho e capaz de suportar 9g, que combina furtividade, fusão de sensores e consciência situacional sem precedentes.

KC-390: desenvolvido pela Embraer, é uma aeronave de transporte militar de médio porte que desempenha um papel importante na aviação estratégica. Sua história remonta ao início dos anos 2000, quando o governo brasileiro decidiu investir no desenvolvimento de uma aeronave de transporte militar de fabricação nacional. O projeto KC-390 foi conduzido pela Embraer, em parceria com a Força Aérea Brasileira e com o apoio do governo brasileiro. O objetivo era criar uma aeronave versátil e robusta, capaz de atender às diversas necessidades operacionais das Forças Armadas brasileiras para competir no mercado internacional de transporte militar.

Aviação Agrícola é serviço especializado, regulamentado no Ministério da Agricultura e do Abastecimento e pelo Ministério da Aeronáutica. A aplicação de defensivos, uréia granulada, semeadura de pastagens e coberturas, reflorestamento, povoamento de lagos e rios com peixes, o auxílio à saúde pública no combate a doenças endêmicas, entre diversas outras atividades, fazem do avião agrícola uma importante ferramenta na prestação de serviços. No Brasil, a Aviação Agrícola iniciou-se em 1947, devido ao ataque de uma praga de gafanhotos na região de Pelotas, Rio Grande do Sul, onde foi realizado o primeiro vôo agrícola no País no dia 19 de agosto daquele ano, com a Aeronave MUNIZ, modelo M-9, bi-plano de fabricação nacional, prefixo GAP, monomotor de 190 HP, autonomia de vôo de 4 horas, equipada com depósito metálico, constituído em dois compartimentos em forma de moéga e dosador próprio, controlado pelo piloto.
VEÍCULOS E TRANSPORTES

Lotus 72, é um carro que nasceu vermelho e ascendeu à eternidade ao trajar preto e dourado, a figurar de maneira permanente na lista de modelos mais celebrados em todos os tempos. Se numa lista dos carros mais importantes da história da F1 estiver faltando Lotus 72. Estamos em tempo de comemorar os 50 anos da conquista do primeiro título de Emerson Fittipaldi. Numa época em que os carros poderiam durar algumas temporadas dependendo de sua eficiência e ou evoluções, como do modelo 72. Em 10 de setembro de 1972, ele entra para o rol dos campeões mundiais ao vencer o GP da Itália, momento que teve emoção amplificada pela narração de ninguém menos que o próprio pai de Emerson, o imortal Barão Wilson Fittipaldi.

Carruagem dourada: construída em 1762 pelo Rei George III nas oficinas de Samuel Butler em Londres, foi sempre utilizada pela família Real Britânica em todas as coroações desde George IV. Devido á sua idade atualmente 251 anos, peso e pouca manobrabilidade, o seu uso foi sempre limitado a grandes eventos de Estado como coroações, casamentos reais e jubileus de monarcas. Essa carruagem também possui uma câmera escondida na coroa que fica no topo e foi esculpida em Carvalho retirado do navio de guerra HMS Victory. A carruagem dourada a ouro de 22k, pesa 4 toneladas, mede 7.3m de comprimento e 3.7m de altura e é puxada por 2 ou mais cavalos que usam o harnês vermelho Marroquino. Pela primeira vez em toda a sua história a carruagem foi novamente dourada em 1997 para o jubileu de prata de sua Majestade a Rainha Elizabete II que foi nela transportada, para a cerimónia na catedral de St. Paul's juntamente com o príncipe Felipe. O corpo da carruagem é fixo por braços revestidos de pele Marroquina e decorados com fivelas douradas, o seu interior é forrado em veludo e cetim. Sua Majestade a Rainha Elizabete II que foi nela transportada, para a cerimónia na catedral de St. Paul's com o príncipe Felipe, pode ser vista no Royal Mews do Buckingham Palace onde está guardada.

Charrete: um meio de transporte que surgiu com domesticação dos animais pelo homem, como bois e cavalos com a invenção da roda, foi a mola propulsora de descobertas. A charrete à séculos fez parte do dia a dia das pessoas e testemunhou várias lutas, revoltas e transformações de gerações; inclusive seu papel na atualidade, ela ainda está presente em rincões do Brasil, nas roças que ainda mantêm a tradição dos antepassados. Mas ressaltar que ela é parte de atrações turísticas em cidades que o turismo rural é destaque e faz a alegria das crianças, jovens e adultos.

Primeira Forma de Bicicleta foi inventada no século XVIII por Karl Von Drais, um barão alemão. Ele criou um veículo chamado Laufmaschine máquina de corrida em alemão, que consistia em um quadro de madeira com duas rodas de igual tamanho e um guidão. O usuário precisava empurrar o veículo com os pés no chão. No entanto, essa invenção não era muito prática, pois não havia nenhum meio de propulsão. Isso mudou com a invenção do pedaleiro, um dispositivo que permite que o usuário gire as rodas com os pés. Esse dispositivo foi inventado pelo francês Pierre Lallement em 1866. Ele também adicionou uma corrente e um sistema de engrenagens para tornar a bicicleta mais eficiente. Mais tarde, no século XIX, outras invenções importantes foram feitas, incluindo a adição de freios e a construção de quadros de aço, o que permitiu a construção de bicicletas mais leves e duráveis. a bicicleta é uma das formas mais populares de transporte e lazer no mundo. o surgimento da bicicleta. Por algum tempo, acreditou-se que um esboço de Leonardo da Vinci de 1490 já mostrava o desenho de uma bicicleta bastante moderna. Não há dúvidas sobre a genialidade do artista italiano, pelo qual essa crença se manteve firme até que em 1997 provou-se que era uma falsificação. Diz-se também que por volta de 1790 o conde francês Mede de Sivrac inventou o célérifère, que consistia basicamente em uma madeira montada sobre duas rodas, mas essa história também é falsa, pois tal inventor nunca existiu. Porém, o celerífero de fato existiu. E foi justamente com essa base que em 1817 o alemão Karl Christian Ludwig Drais von Sauerbronn inventou o que seria o precursor da bicicleta e da motocicleta: a laufmaschine, também conhecida como velocípede ou draisiana. Embora impulsada a pé, porque não tinha pedal, foi uma revolução e a mais quente novidade da época. A partir daí, a evolução da bicicleta ganhou impulso e correu, por assim dizer, sobre rodas. A primeira bicicleta a pedal é atribuída ao escocês Kirkpatrick Macmillan por volta do ano 1839, porém ele nunca patentou sua invenção e durante muito tempo Gavin Dalzell de Lesmahagow levou o crédito por isso. Em 1890 ano onde finalmente foi patentada a versão moderna da bicicleta por Charles D Rice, John Boyd Dunlop, fundador da empresa homônima e fã do ciclismo, inventou a roda das bicicletas modernas inflada com ar e envolta numa cobertura de borracha, ou seja, o pneu. Essa criação melhorou muito com o tempo.

Primeiro Caminhão fabricado do mundo foi desenvolvido pelo engenheiro alemão Gottlieb Daimler. O caminhão foi chamado de Daimler Motor Carriage, sendo que foi projetado para mover cargas pesadas a uma velocidade mais rápida que as carroças que eram puxadas por cavalos naquela época. O veículo foi um verdadeiro sucesso. Ele tinha um motor de quatro cilindros e podia atingir velocidades de até 12 milhas por hora. Esse foi um grande avanço na área veicular e a partir dele foram desenvolvidos muitos outros modelos de veículos de transporte pesado. Neste post, vamos abordar várias questões relacionadas à invenção do primeiro caminhão do mundo. Os caminhões são usados no transporte de produtos em todo mundo até hoje. Os primeiros caminhões eram movidos por motores a vapor e, posteriormente, passaram a se movimentar com o uso de gasolina.

Trem Bala mais rápido existente fica na China e atinge uma velocidade de 350 quilômetros por hora. Para isso, utiliza tecnologia de levitação magnética, ou Maglev. Nesse sistema, os trens não rodam, levitam. Graças a potentes imãs chamados magnetos, o trem não toca no trilho. Japão e Alemanha são maiores pesquisadores desta tecnologia. Diferente de trens comuns, não há locomotiva nos trens Maglev. um meio de transporte rápido, eficiente, leva um grande número de passageiros em uma única viagem. Os próprios magnetos no trilho são responsáveis pela locomoção, quase não há desgaste ou atrito e a manutenção mais barata que outros sistemas.

Brabham, foi uma das equipes mais importantes da história da Fórmula 1. Fundado pelo então bicampeão Jack Brabham, o time chegou ao sucesso na década de 1960, e o australiano alcançou a façanha de ser o único piloto na história a conquistar o título com um carro de fabricação própria, em 1966. Depois a equipe foi vendida para Bernie Ecclestone e foi campeã em 1981 com Nelson Piquet. Dois anos depois, o brasileiro chegou ao bicampeonato com um dos mais lindos carros de F1 já construídos, o BT52, do brilhante projetista Gordon Murray. A Brabham de 1983 é o tema de hoje da seção Máquinas Eternas. Então, a Brabham encerrou a F1 com 394 largadas, 35 vitórias, dois títulos de construtores e quatro de pilotos.

Carruagem diligencia: a partir de 1818 , os principais serviços de transporte foram organizados. As diligências tornam-se cada vez mais importantes, por isso carecem de estabilidade devido à sua altura. No auge, o grande palco da carruagem era dividido em três compartimentos: dianteiro para traseiro, o coupé às vezes o conversível, o sedã ou interior, e na traseira a rotunda pouco apreciada pelos viajantes. Os carros eram compostos, multicompartimentados, dos quais havia uma grande variedade de modelos, tinham uma nomenclatura baseada em modelos de carros simples: coupé , conversível, sedã, carrinho de bebê, etc. A construção desses carros tende a se tornar padronizada, permitindo variações a partir de elementos básicos idênticos. A bagagem é colocada em cima, sob uma lona, e os lugares são reservados para entusiastas do ar livre, ou fumantes, no banco imperial colocado acima do cupê, protegido do frio e da chuva por um capuz de couro e madeira. A equipa é liderada por um cocheiro, assistido por um postilhão montado no primeiro cavalo da esquerda o timoneiro. A diligência como meio de transporte desaparece gradualmente nos principais eixos de tráfego, suplantada pela ferrovia. Sobrevive em linhas secundárias, solução às vezes adotada à dissociar o corpo da diligência.

Carroça: é utilizada desde os tempos mais remotos, a partir do momento que o homem inventou a roda; e através dela foi descobrindo novas formas fáceis de transportar cargas e pessoas. Com a invenção da roda, que não sabe ao certo em qual época houve a descoberta; mas acredita-se que foi por volta de 3.000 a.C; o homem conseguiu melhorar o trabalho e as formas de transporte. Até a invenção da roda, o homem transportava cargas através da técnica do arrasto; que consistia em amarrar o objeto a uma corda e ao animal que puxaria a carga.

Primeira Moto, é uma invenção antiga! Porém, é claro, os primeiros modelos eram bastante simples. Eles consistiam basicamente em um motor de 264 cm³, com meio cavalo de força e 500 rotações por minuto. A primeira moto do mundo, a Daimler Reitwagen, era movida à combustão interna, pesava 90 kg e era fabricada majoritariamente de madeira. Além disso, contava com duas rodinhas de apoio para dar mais equilíbrio ao condutor e conferir uma segurança extra ao veículo. Na prática, as primeiras motocicletas de que temos notícia funcionavam como uma espécie de bicicleta com motor e não eram capazes de atingir uma grande velocidade. Porém, ao longo dos anos, os modelos foram se aprimorando até chegarmos à sofisticação das motos atuais. A história da moto, então, passou e passa por grandes evoluções. Aquele primeiro modelo, criado em 1867, com motor de cilindros a vapor se tornou cada vez mais exigente. Já não era sem tempo, já que esse tipo de motor fazia muito barulho e exalava um poluente de cheiro desagradável. A história da moto, no entanto, é ligeiramente nebulosa. Isso porque há versões diferentes sobre quem inventou a moto. Trata-se de uma polêmica igual ao famoso questionamento sobre a paternidade da aviação: afinal, o avião foi criado por Santos Dumont ou pelos irmãos Wright?

Primeiro Ônibus Motorizado, o seu modelo foi construído por Carl Benz em 1895, derivado de um automóvel Landau, também de sua fabricação. Flexibilidade. Esta é talvez a principal vantagem do ônibus, criado menos de dez anos depois do automóvel, que Gottlieb Daimler e Carl Benz patentearam em 1886. O termo 'ônibus'surgiu na Franca por volta de 1800,e identificava de início o serviço de diligências. Estas transportavam de 18 a 24 passageiros em linhas regulares. Se por um lado eram luxuosas, tinham contra si todos os inconvenientes dos veículos de tração animal. No final do século passado, as ferrovias já estavam bastante desenvolvidas na Europa, mas para o transporte de menor raio não havia opção. Após alguns anos, o ônibus começou a se popularizar pelos países, e sua chegada ao Brasil aconteceu por volta da primeira década do século 20, na cidade do Rio de Janeiro. A partir dali, não demorou muito para começar suas modificações e, mesmo ainda sem produção nacional, foi desenvolvido o ônibus elétrico, com motores que se utilizavam do diesel como combustível.

Locomotiva: Em 1912, surge a primeira locomotiva a diesel na Suíça. Em 1912, surge a primeira locomotiva a diesel na Suíça com geração de eletricidade o motor diesel aciona um gerador que produz a energia elétrica destinada aos motores de tração localizados nos truques e acoplados às rodas motrizes por engrenagens. Especialmente a partir da década de 1970 passou-se a utilizar o alternador, produzindo corrente alternada a ser retificada e enviada aos motores de tração de corrente elétrica contínua, sendo amplamente utilizada no Brasil desde então. Uma tecnologia mais recente é a dos motores de tração a corrente alternada, já comum em diversas ferrovias da América do Norte, mas ainda não utilizada no Brasil. Embora inventados desde o final do século XIX por Nikolaus A. Otto e Rudolph Diesel os motores a gasolina e diesel de início não tiveram aplicação comercial na tração ferroviária, devido principalmente ao tamanho e peso excessivos e também pela dificuldade de transmissão do movimento e do torque às rodas. As locomotivas diesel constituem-se na realidade em verdadeiras usinas de energia volante. Dispõem de um motor diesel que funciona pela compressão de ar em câmaras denominadas cilindros. O ar é comprimido, a sua temperatura aumenta. O calor resultante inflama o combustível injetado no cilindro. A energia produzida neste processo transmite-se às rodas que movem as locomotivas diesel longos percursos sem precisar parar para reabastecimento, também a manutenção. No entanto, o conceito do ônibus motorizado estava lançado.

F-1 McLaren, Fabricado pela Automotive Inglaterra, O McLaren Senna que homenageia o Piloto tricampeão de fórmula Um, Ayrton Senna, é o carro da marca considerado o mais rápido já construído em sua história. Em 2017, a McLaren divulgou as primeiras informações sobre o McLaren Senna, deixando todos apreensivos com seu lançamento. A primeira vez que o público pode vê-lo, foi em Março de 2018, no Salão Internacional do Automóvel de Genebra, mas o carro foi lançado para compra oficialmente somente no mês Maio daquele mesmo ano, e acredite, foram produzidos apenas 500 carros para serem vendidos no mundo todo, e todas as suas unidades foram todas vendidas ainda em 2017.

Carro biga: com o surgimento deste equipamento se deu por volta do ano 2000 a.C., no entanto, o ápice de sua aplicação prática, acredita-se que tenha se dado somente em torno de 1300 a.C. Este equipamento, inclusive, foi muito utilizado em uma batalha que ficou conhecida como a Batalha de Kadesh entre egípcios e o Império Hitita entre os séculos XIV e XIII a.C. Neste conflito, a utilização das bigas foi intensa, mas algum tempo depois, elas permaneceram em uso, mas não mais nas guerras, e sim nos jogos romanos corridas que foram populares até o século VI em Constantinopla. Utilizada em muitas parte do mundo antigo, as bigas somente tiveram esse sucesso e disseminação devido à invenção dos aros nas rodas. Isso gerava alívio e distribuição de peso, tornando a atividade mais tranquila e menos cansativa para os cavalos, quase sempre muito pequenos. Uso em batalhas acabou por revolucionar as guerras, pois ajudava, principalmente em terrenos planos, a aumentar a capacidade de movimentação e deslocamento. Além da necessidade do uso dos cavalos fez com que estes começassem a ser melhor tratados, melhor alimentados e com mais atenção para que fosse possível tornarem-se mais fortes. Dependendo do terreno, os trajetos ficavam mais cansativo para os cavalos.

Carro de boi: é o meio de transportes tido como um dos mais primitivos. Sua forma tem base em uma carroça puxada por um ou mais bois, e seu uso varia entre transporte de carga e de pessoas. É um meio de transporte muito comum no meio rural e tem a vantagem de ter o boi como combustível, visto que este é um animal de grande resistência. No Brasil, este meio de transporte permanece no sertão por conta de seu grande uso no passado. O sertão brasileiro foi o primeiro a surgir com a carroça, tanto para carregar o material agrícola como para mobilidade.

Primeiro carro, apresentado ao mundo por Henry Ford em 1908 e projetado para ser acessível, simples de operar e durável, o Ford Model T foi, o 1º carro do mundo a ser comercializado, mas não o primeiro da História. Antes, porém, vamos falar mais um pouco sobre o Ford Modelo T, considerado por muitos como o primeiro carro do mundo. Fabricado em Highland Park, em Michigan, nos Estados Unidos, o primeiro carro do mundo a ser comercializado foi testado pelo próprio Henry Ford, ficou famoso por algumas acrobacias que podia realizar, incluindo subir as escadas do Capitólio do Estado do Tennessee e chegar ao topo do Pikes Peak. Entre as tecnologias modernas para a época, é claro, podemos destacar o volante do lado esquerdo, o tanque de gasolina alocado sob o banco do passageiro.

Primeiro Bonde era um meio de transporte democrático. Em uma época em que poucos tinham carro, e outros preferiam deslizar sobre trilhos a sacolejar em ruas esburacadas, diversas classes sociais o compartilhavam. No Rio de Janeiro do início do século passado, propalava-se que a cidade não tinha uma rua sequer sem trilhos. O lema era, onde chega o bonde, chega o progresso. Mas havia também os efeitos colaterais as mulheres puderam, enfim, conhecer outras paragens ainda que acompanhadas. As reações não poderiam deixar de vir na forma de desaprovação da sociedade á época. O tempo dos bondes passou, restam poucas dúvidas. Mas ainda há espaço para saudosismos. Cidades como Belém, Manaus e Belo Horizonte planejam reativar suas linhas para aproveitar o potencial turístico. O elétrico teve um período de menor fulgor na década de 60, já que nesta época os automóveis assumiam o principal meio de transporte. Mas, o excesso de carros nas cidades acabou por levar a um renascimento do bonde elétrico, com a Alemanha Federal a assumir o estatuto de líder. O bonde elétrico continuava a ser um meio de transporte muito popular na Europa de Leste, já que o poder de compra não permitia ao comum dos cidadãos a aquisição de um automóvel. Esta situação levou a que a União Soviética se tornasse o maior operador do Mundo. Entretanto, tanto a Europa como os EUA verificaram que os transportes públicos eram uma excelente arma contra o trânsito e poluição, e o bonde foi beneficiado com isso. Surgiram composições mais rápidas e confortáveis, que representam variantes ao conceito original de elétrico e se chegam a confundir com o próprio metro de superfície. O elétrico voltou assim a ser de novo um transporte público a ter em conta em paragens tão distintas como França, Itália, EUA, China, Malásia e Austrália, que para o Jogos Olímpicos de Sydney 2000 apostou neste meio de transportes.

Trem Maria Fumaça, é um apelido carinhoso que nós, brasileiros, colocamos, no que no resto do mundo são conhecidas como Locomotivas a Vapor. Provavelmente o nome Maria Fumaça veio por conta da principal característica da locomotiva, que em seu percurso solta muita fumaça, formando nuvens no deredor. Para os engenheiros e técnicos, que estudavam e fabricavam as locomotivas, no início do século XIX, o grande problema era a tração dessas máquinas. Após os primeiros experimentos ficou comprovado que as rodas da locomotiva patinavam sobre os trilhos, principalmente em rampas ascendentes, as subidas. Apesar do esforço as máquinas, não conseguiam mover o trem adequadamente. Trevithick a Stephenson fizeram inúmeros testes utilizando técnicas diferentes que criaram vertentes próprias dentro da história ferroviária e outras que foram simplesmente abandonadas. Richard Trevithick, após o feito de 1804 em Dowlais-South Wales, fez duas locomotivas para a Wylan Colliery em Newcastle, em 1805 e 1806, utilizando rodas com rugosidade para com isso aumentar a aderência, invento que já tinha patenteado em 1802. A máquina foi chamada Locomotion, o qual derivou a origem da denominação Locomotiva.


